terça-feira, dezembro 31, 2019

MINHA VIDA GAY


‘Eu sabia desde os 3 anos que era um menino em um corpo de menina’.


Joe Shatford, hoje com 14 anos.

Com as estatísticas mostrando um aumento de procura de tratamento de hormonização para crianças, um adolescente contou ao HuffPost UK a sua experiência.

“Mamãe, por que eu penso como menino, mas pareço menina?”

Logo aos 3 anos de idade, Joel Shatford sabia que não estava à vontade em seu corpo de menina. Ele preferia calças a vestidos; gostava de azul, não de rosa; queria pijamas do Ben 10, não estampas floridas. No parquinho, ele sempre queria brincar com os meninos.

“Me sentia diferente e queria entender. Definitivamente a sensação era de que algo estava errado”, diz Joe. “Disse para minha mãe, da melhor maneira que consegui, que na minha cabeça eu era menino.”

Na última década, essa sensação se cristalizou. Joe, hoje com 14 anos, está em processo de transição desde os 7 anos. Atualmente, depois de consultar médicos e terapeutas, ele está tomando bloqueadores de hormônios para suprimir os efeitos da puberdade feminina. Quando for mais velho, pretende fazer uma cirurgia de mudança de sexo.

Essa é uma decisão considerada controversa, especialmente porque se trata de uma pessoa jovem. Alguns críticos afirmam que crianças e adolescentes são imaturos demais para tomar decisões a respeito da identidade de gênero. Estudos indicam que a chamada “disforia de gênero” nem sempre se estende até a vida adulta, e em muitos casos pode desaparecer antes ou no início da puberdade. Mas muitos ativistas dos direitos dos trans acreditam que decisões tomadas por jovens devem ser apoiadas pela família, pelos amigos e pela comunidade médica – especialmente diante dos potenciais traumas envolvidos.

A Associação Mundial de Profissionais em Defesa da Saúde das pessoas Trans recomenda que profissionais de saúde mental ajudem as famílias a responder de forma acolhedora. “Recusar intervenções médicas para os adolescentes pode prolongar a disforia de gênero e contribuir para uma aparência que pode levar a abusos e estigmatização.”

Em meio a esse debate, Joe e sua mãe conversaram com o HuffPost UK. Ele acha que é importante contar sua história publicamente – e mostrar fotos do álbum de família ?, para que outros jovens que sintam o mesmo saibam que não estão sozinhos.

“Eu simplesmente sabia que era menino”, diz Joe, que mora na cidade de Clitheroe, Lancashire, no Reino Unido. “Soube minha vida inteira.”


Joe Shatford quando era pequeno.


"A mãe de Joe, Ava Greenall, 46, diz que sentiu-se atingida por uma “bala tranquilizante” quando seu filho lhe contou o que passava. “Fiquei desorientada”, disse. Mas ela deixou claro que sempre apoiaria o filho.

Os médicos dizem que é normal que crianças se recusem a usar roupas típicas de menino ou menina ou não queiram participar de atividades típicas de cada gênero. “Na maioria dos casos, esse comportamento é parte do crescimento e passa com o tempo”, diz o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido.

“Não queria influenciar a identidade de gênero dele, decidi esperar para ver o que aconteceria. Tudo dependia do que ele estivesse sentindo”, disse Greenall.

Para Joe, os sentimentos não eram só uma fase. Pelo contrário, eles ficaram mais intensos conforme ele crescia.

Cortar o cabelo foi incrível. Não conseguia parar de sorrir. Foi libertador."

-Joe Shatford

As meninas britânicas usam saia como parte do uniforme escolar, o que deixava Joe muito pouco à vontade. “Quando chegava em casa, a primeira coisa que fazia era tirar a saia e respirar aliviado”, disse Joe à reportagem.

Quando era pequeno, Joe tinha cabelo comprido, e sempre usava tranças. Quando fez 5 anos, pegou um par de tesouras na cozinha e cortou quase tudo.

“Cortar o cabelo foi incrível. Não conseguia parar de sorrir”, conta Joe. “Meu cabelo era enorme. Eu odiava, porque aquilo representava ser menina. “Cortá-lo foi libertador.”

“Me olhei no espelho e pensei: ‘Com certeza sou menino’. Minha aparência exterior finalmente refletia o que eu sentia por dentro.”


Logo nos primeiros anos de escola Joe já se identificava como menino.


Joe em foto da escola.


Não demorou para que ele pedisse aos amigos para chamá-lo de Joe – seu nome de batismo é Jo. Ele também queria que usassem os pronomes masculinos “ele” e “dele”.

“Na cabeça dele, ele achava que estávamos brincando, mas ele queria ser levado a sério”, disse sua mãe. “Ele queria os pronomes corretos.”

Greenall levou o filho ao médico quando ele tinha seis anos. O clínico geral recomendou que eles consultassem o serviço GIDS, do sistema de saúde britânico que lida com questões de gênero. Especialistas em saúde mental exploram a identidade de gênero das crianças, atual e passada, e oferecem aconselhamento para elas e suas famílias.

No último ano, 2 590 crianças e adolescentes procuraram o serviço – um aumento considerável em relação aos números de dez anos atrás. Em 2009/2010, o serviço atendeu somente 77 jovens.

Joe recebeu o diagnóstico de disforia de gênero. Ele é um dos pacientes mais jovens atendidos pelo serviço.

Polly Carmichael, diretora do GIDS, diz que não existe uma única explicação para o aumento da procura na última década.

Mas ela observa que, nos últimos tempos, houve progresso significativo em relação “à aceitação e ao reconhecimento de transgêneros e pessoas com identidades de gênero diversas em nossa sociedade”.

“Também há mais conscientização sobre clínicas especializadas e sobre os possíveis tratamentos físicos para jovens adolescentes”, disse ela ao HuffPost UK.

A ONG Mermaids, que atua na conscientização sobre a não-conformidade de gênero entre crianças e jovens, também notou um aumento enorme na procura por seus serviços.

Segundo a organização, em 2014 a central de atendimento da Mermaids recebeu apenas 500 telefonemas. Este ano, o total chegou a quase 10 000.

Joe estudava numa escola católica. Depois de uma conversa com os diretores e com um grupo de apoio LGBT, decidiu-se que ele passaria a ser chamado de Joe.

Os professores explicaram para os outros alunos o que estava acontecendo. Mas esse tipo de situação pode causar bullying.

“Alguns dos meninos achavam que eu era esquisito e começaram a me xingar”, conta Joe. Ele também agressões físicas, mas, com o tempo, as coisas se acalmaram.


Joe Shatford, hoje com 14 anos.


O ensino médio representou um recomeço. “Os primeiros meses foram tranquilos. Todo mundo me chamava de Joe, e as coisas foram bem”, diz ele. Mas aí a notícia começou a se espalhar.

Joe voltou a ser vítima de bullying. Certa vez, no ônibus da escola, um grupo de meninos mais velhos o acuou e começou a agredi-lo verbalmente. “Depois desse dia, não queria pegar mais o ônibus”, diz Joe. A escola interveio, e tudo voltou ao normal.

“Agora está tudo ótimo. Não sou mais o assunto da escola”, diz Joe. “Ainda ouço uma ou outra coisa, mas não me atinge. Tenho um ótimo grupo de amigos, e todos me apoiam.”


“Ainda ouço uma ou outra coisa, mas não me atinge”, diz Joe.


Socialmente, a transição de Joe começou aos sete anos. Agora, ele quer fazer a transição física – e está recebendo aconselhamento a respeito dos procedimentos. Ele toma bloqueadores de hormônios desde os 11 anos, mas, como seu corpo começou a mudar desde muito cedo, ele usa uma cinta no peito.

A próxima etapa será tomar testosterona, o hormônio masculino. Isso vai provocar mudanças em seu corpo – nem todas irreversíveis ?, incluindo a mudança da voz.

Segundo as diretrizes do serviço de saúde britânico, esses hormônios podem ser receitados para jovens com mais de 16 anos e que tomam bloqueadores há pelo menos um ano.

A testosterona também pode afetar sua fertilidade, então Joe terá de decidir se quer coletar e congelar seus óvulos, caso um dia queira ter um filho biológico.

Sua mãe também quer que ele considere essa opção. Mas Joe diz que “se quiser ter filhos no futuro, vou adotar”.


Joe, hoje com 14 anos.


Carmichael, do GIDS, reconhece que pacientes e famílias têm opiniões fortes a respeito do tema. Alguns defendem que o tratamento físico possa ser iniciado mais cedo. Outros, pelo contrário, acham que ele simplesmente não deveria ser oferecido a pessoas tão jovens.

“Nosso compromisso é reconhecer e atender as várias necessidades dos jovens que atendemos. É um campo complexo e cheio de divergências”, disse ela ao HuffPost UK.

"Não estarei feliz com a minha vida enquanto meu exterior não refletir meu interior. Não é um capricho. É quem eu sou."

-Joe

Joe não pode passar por cirurgia para reduzir seus seios ou para construir órgãos masculinos antes de ser oficialmente adulto.

Mas ele está mais que decidido a passar pelos procedimentos. “Não estarei feliz com a minha vida enquanto meu exterior não refletir meu interior”, diz ele. “Sei o que a cirurgia envolve e estou pronto para fazê-la quando chegar a hora. Cicatrizes no meu peito são um preço pequeno a pagar por me tornar quem realmente sou.”

“Quanto à cirurgia de baixo, retiram tecido do braço ou da perna para construir as partes masculinas. A cirurgia é feita em três etapas e envolve implantes de pele. Durante um tempo, vou ficar numa cadeira de rodas. Estou disposto a passar por tudo isso, apesar de ser uma coisa enorme.”

“Não é um capricho. É quem eu sou.”


Joe Shatford e sua mãe, Ava Greenall.


"Só quero uma criança feliz, saudável e viva."

-Ava Greenall, Joe's mother

Uma das questões que os serviços de identidade fazem à mãe de Joe é sobre sua reação se ele dissesse: “Na verdade, acho que sou mulher”.

“Se acontecesse, não seria um problema”, diz ela. “Com o alto índice de tentativas de suicídio e automutilação entre os trans, só quero uma criança feliz, saudável e viva.”

“Vou apoiá-lo no que ele decidir – mesmo que as coisas mudem no futuro. Quero que ele seja saudável física e mentalmente, sabendo que fiz o meu melhor para que ele tenha uma infância feliz.”

Eis o conselho de Joe para os jovens que acham que podem ser trans: “Seja você mesmo, à vontade em seu corpo. Espero que os jovens em situação parecida com a minha recebam o mesmo apoio eu tive. Eles devem ter acesso a aconselhamento e a terapia, para descobrirem por si próprios quem realmente são.”

“O fato de ser trans não é motivo de comentários. É uma não-questão. Sou apenas o Joe, e é assim que me tratam.”


SEXO



"CARACA, APARECEU UMA ROLA NESSE BURACO" - Você sabe o que são os ‘Glory Holes’ e onde encontrar?


Segundo lenda urbana, os primeiros Glory Holes foram feitos em São Francisco e Nova York.


GIFS AMADORES

ARTE HOMOERÓTICA E QUADRINHOS ERÓTICOS


QUADRINHO EROTICO- EROTIC COMICS:

EL ASTUTO ESTUDIANTE II - THE ASTUTE STUDENT II - O ALUNO ASTUTO II

(PORTUGUES- ENGLISH VERSION- ESPAÑOL)

VEJA ABAIXO - VEA ABAJO- SEE BELOW

GATO InconMale


Nic Sahara

DIREITOS


Por que o governo Bolsonaro quer tanto ampliar o excludente de ilicitude.


Segundo o 12º Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2018, feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), a média é de 14 mortes por dia causadas por policiais no País.

"A gente não tem nenhum número, nenhuma evidência que mostra que os policiais estão sendo condenados injustamente", afirma Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“Se está armado, mete fogo nele. [...] Se encontrar portando arma de forma ostensiva ou ameaçando vítima com uma arma na cabeça, o sniper pode atirar que vai ser condecorado”, disse o presidente Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook em 28 de novembro. Ao longo de 2019, o presidente defendeu a ampliação do excludente de ilicitude tanto para agentes do Estado quanto para cidadãos comuns. O governo enviou duas propostas ao Congresso com esse objetivo.

HOMOSSEXUALIDADE

7 motivos por que você não está conseguindo cumprir suas metas (não ignore o número #4)



Todo início de ano é a mesma coisa:

Você se veste de branco, abraça sempre um outro homem quando dá a meia noite, come lentilha embaixo da mesa e, claro, carne de porco (porque não cisca para trás, né mores). Aposta, também, naquela boa cueca da virada: vermelha para dar uma guinada na vida amorosa, ou amarela para vencer os boletos do Réveillon.

Daí corre para a praia e pula as sete ondas. Faz os seus desejos.  Pede uma força para Iemanjá, para Deus e para todos os santos. Acende vela, sobe escada, toma banho de ervas…

Tudo bem bonitinho, como manda a tradição (e os supersticiosos).

Esse ano vai, você pensa.

Só que daí os meses passam. E um belo dia você se dá conta de que “ops, já é julho e ainda não realizei porra nenhuma”.

Essa história te parece familiar?

Seus objetivos de Ano-Novo nunca saem do papel? Parece até que Iemanjá anda fazendo vista grossa para você?

Então, pare já de contar com as simpatias e conheça agora 7 razões por que você não está conseguindo cumprir as suas metas.

#1. As suas metas não são específicas o bastante

Erro clássico!

Você diz que quer muito um relacionamento. Um novo emprego. Uma vida mais feliz.

Mas não tem bem claro o que aceita e o que não aceita nesse relacionamento. Não faz ideia de qual seria o trabalho ideal. E a felicidade? Ah, ser feliz é bom, né? Mas você não tem nem uma pista do que isso significa exatamente para você.

Pois, então, eu te digo já:

Para quem não sabe o que quer, qualquer coisa serve, gato.

Sabe o que te falta?

Falta clareza. Falta especificidade.

Quando você diz, por exemplo, que a sua meta é emagrecer, isso é muito vago.

De quantos quilos estamos falando?

1kg, 5kg, 10kg? Quantos?

E por que é necessário saber ESPECIFICAMENTE qual é a sua meta?

Porque a estratégia para perder 1 kg é diferente da estratégia para perder 10 kg, certo?

Assim como a estratégia para conquistar um cara a fim de relacionamento sério e fechado é diferente do que você faria se o objetivo fosse encontrar alguém para viver no anonimato.

E assim por diante.

Entende que apenas tendo essa clareza é possível fazer um planejamento efetivo?

Por isso, sugiro que você use a partir de agora uma ferramenta poderosa, muito utilizada em processos de coaching.  

Já ouviu falar em objetivos SMART?

SMART é a sigla em inglês para Specific, Measurable, Achievable, Relevant e Time-bound. Ou seja, 
Metas e objetivos SMART são aqueles que são Específicos, Mensuráveis, Alcançáveis, Relevantes e 
Delimitados em um recorte de tempo.

E que caralhos você faz com isso?

É muito simples. Cada vez que você se colocar um objetivo, se pergunte:

Isso é específico? Você consegue definir com detalhes?

É possível medir? Se não é, como você terá a certeza de que alcançou o seu objetivo? Que coisa precisa acontecer para que você tenha a certeza de que conseguiu?

É possível atingir? Objetivos precisam ser viáveis.

É relevante o bastante? ou seja, é isso mesmo que você está buscando?

Em quanto tempo eu consigo fazer isso? Coloque datas, prazos. Caso contrário, você nunca dará o primeiro passo.

#2. Você não conhece os seus próprios recursos e dificuldades

Em outras palavras: você não sabe as qualidades que têm a seu favor para conquistar o seu objetivo, nem as possíveis interferências que poderá encontrar pelo caminho.

Ou seja, além de não saber muito bem para onde está caminhando, você está indo completamente no escuro.

Então, eu te pergunto:

Quais são os seus superpoderes para alcançar essa meta?

Se você quer um namorado, que características deve colocar em evidência? O que você tem de melhor?

Se é arranjar um novo emprego, quais são as suas maiores habilidades? O que você faz bem como ninguém?

Você precisa conhecer os seus pontos fortes, porque serão eles que te ajudarão a chegar lá. Da mesma forma, deve estar ciente das barreiras que podem surgir pela frente.

É claro que algumas você só vai identificar no momento que tiver “botando a mão na massa”, mas outras já podem ser antecipadas:

Você pode levar um fora. Pode levar vários “nãos”. A sua família pode não te apoiar. Algumas pessoas podem rir de você. Você pode ter dias de bad.

Como você vai reagir a tudo isso?

Pensar previamente nas interferências (externas e internas) te ajuda a montar um plano de ação. Consequentemente, você fica mais forte e preparado para enfrentar os problemas.

#3. Você não visualiza as suas metas

Como assim não visualizo?

É o seguinte:

Meta precisa ser vista. Literalmente e figurativamente.

O que eu quero dizer com isso?

Que você precisa escrever a porra da meta em um lugar que seja acessível aos olhos TODOS OS DIAS.

Pode ser num post it para colar no computador, na geladeira, no espelho do banheiro. Pode ser um lembrete no celular, não importa.

O que importa mesmo é que você veja e relembre o que escreveu sempre. Para manter o foco.

E ainda mais importante: é necessário que você também se imagine realizando esse objetivo.

Você consegue se visualizar com um namorado? No novo emprego? Ganhando dinheiro? Magro, muso, deuso?

Pois, então, comece a formar essas imagens da sua cabeça. Se veja lá, fazendo o que quer. Sendo a pessoa que quer.

Lembre-se: você tem o que acredita que pode ter, não o que você quer ter.

#4. Você ignora o “para que” da meta

Agora vem a pergunta do milhão: para que você quer isso?

Para que quer emagrecer?

É para atrair os homens? É para recuperar o desejo do seu namorado? É para causar inveja nas inimigas? É para postar foto na praia?

Para que quer mais dinheiro?

É para ser visto pelas pessoas como alguém foda? É para provar para os seus amigos que você pode? 

É para comprar uma casa? Um carro?

Para que você quer um namorado?

É para compartilhar a vida? Para sentir que não está sozinho? Para ter um companheiro?

Para que quer mudar de emprego?

É para aumentar seu prestígio profissional? É para poder dar uma vida melhor para a sua família? 

Entende que todas as metas têm uma razão forte por trás?

E conhecer essa razão é essencial! Sabe por quê?

Porque esse é o seu real objetivo. E é, precisamente, isso que vai te dar a motivação necessária para não desistir. 

Não basta simplesmente querer ir do ponto A ao ponto B. Você tem que ter um motivo que te faria ir até a lua, se preciso.

E daí, meu amigo, eu te garanto: faça chuva ou faça sol, você vai levantar da porra da cama com sangue nos olhos.

#5. Você se coloca desafios muito difíceis

Por algum motivo desconhecido, existe uma crença forte de que quando um plano é complicado, é mais poderoso.

Mas isso está longe de ser verdade!

Anote no caderninho, na porta da geladeira, no fundo de tela do computador, mas não esqueça:

A COMPLEXIBILIDADE É INIMIGA DA IMPLEMENTABILIDADE!

É isso. Quanto mais difícil for o objetivo que você quer alcançar, maior é a chance que você desista. E mais vai ter que lutar contra o seu amiguinho sabotador.

Não caia no erro de querer ir do 8 ao 80.

Então, mantenha as coisas simples.

Não estou dizendo aqui que você não tem capacidade e potencial para alcançar grandes vitórias. Nada disso.

Apenas estou sugerindo que você quebre esses objetivos em metas menores. E que passe a comemorar cada pequena conquista. 

O segredo é começar com submetas que sejam incrivelmente fáceis, a ponto de você simplesmente não conseguir dizer não.

É economizar o que você quer? Comece guardando as moedas do troco em um cofrinho.

É praticar atividades físicas o que você quer? Comece indo na academia apenas uma vez por semana.

Só quando o hábito for completamente incorporado à rotina, aumente a sua dificuldade aos poucos.

#6. Você esquece que FEITO é melhor que PERFEITO

Isso acontece com BASTANTE frequência.

Você come aquele chocolatão que não deveria. Daí, já que saiu da dieta, vai lá e mata uma pizza com borda catupiri. Já que chutou o balde mesmo, então por que não finalizar com um cupcake de doce de leite?

É tudo, ou nada.

Muitas pessoas são assim: ou fazem tudo regradíssimo, ou cagam tudo de uma vez. Ou é para ser perfeito, ou então melhor nem seguir tentando…

Close erradíssimo!

Feito é melhor que perfeito. Meio é melhor do que nada.

Não vai dar para malhar 1 hora? Melhor malhar 15, 10, 5 minutos do que nada. Não rolou fazer o trabalho da maneira como você esperava? Melhor fazer algo, do que simplesmente desistir. Não resistiu ao docinho? Melhor parar por aí do que simplesmente enfiar o pé na jaca…

Erros de percurso são absolutamente normais.

Mesmo que você tenha limitações no começo, mesmo que você não tenha todos os recursos inicialmente pra fazer aquilo da forma como gostaria, ou da forma como o seu perfeccionismo gostaria, vá lá e faça acontecer.

#7. Saber lidar com o fracasso

E o último motivo vai em linha com o anterior.

Essa talvez seja arma mais poderosa das pessoas bem sucedidas: a capacidade de reconhecer quando um sentimento negativo aparece, e qual é a melhor forma de lidar com ele.

Elas já sabem que vão ter problema. Sabem que vão tomar um não. Sabem que, inevitavelmente, vão fracassar.

Mas sabe o que elas fazem?

Seguem tentando.

Eu sei que, provavelmente, você foi ensinado desde cedo que fracassar era “feio”. É um medo quase infantil, de magoar os nossos pais por não sermos quem eles gostariam que a gente fosse.

Só que isso não poderia estar mais longe da verdade.

E poderá soar até um pouco estanho o que eu vou dizer agora, mas fracassar, na realidade, é o melhor que você pode fazer por você mesmo.

Claro que é chato (e às vezes bem desmotivante) ter problemas nos relacionamentos, no trabalho e na família. É evidente que ninguém gosta de ser rejeitado, demitido ou julgado.

Você provavelmente não gosta (e eu também não) de ter que lidar com a sensação ter errado, de ter falhado, ou ter feito uma cagada federal.

Mas sabe o que pouca gente percebe?

Que tudo isso faz parte do processo. E que cada falhanço está, na verdade, te colocando mais próximo do seu objetivo.

Não tem jeito, amigo.

O sucesso de verdade vem depois de muitos “nãos” e tapas na cara. Vem depois de errar muitas vezes. Depois de muitos foras e palavras duras. Depois de chegar no fundo do poço e encontrar o impulso necessário para sair de lá…

Invejosos dirão que era fracasso. Mas não se engane:

Era resiliência!

No fim das contas, a diferença entre FRACASSO e SUCESSO é puramente a maneira como você interpreta.

POLÍTICA


Maioria acha que investigação contra Flavio prejudica imagem de Bolsonaro.


 Presidente Jair Bolsonaro e seu filho mais velho, Flavio Bolsonaro; senador é investigado pelo MP-RJ


As investigações contra o senador e filho do presidente Jair Bolsonaro, Flavio Bolsonaro (sem partido-RJ), por suposto envolvimento com o esquema de “rachadinhas” prejudica a imagem do chefe do Executivo, segundo pesquisa da consultoria Quaest. Eis a íntegra.

Para 68% dos entrevistados, a possível relação do filho do presidente com práticas ilícitas no gabinete do parlamentar na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro fere a credibilidade de Bolsonaro. Outros 26% avaliam que o caso não deve prejudicá-lo. O restante (6%) não soube ou não respondeu.

O estudo separou as respostas por gênero, idade, região, religião e posicionamento político. Para 72% dos homens e 64% das mulheres, a ‘rachadinha’ pode afetar Bolsonaro. O mesmo entendimento é mais presente entre os jovens de 18 a 29 anos (74%).

Considerando as regiões, o maior percentual está no Nordeste (77%) e o menor, no Centro-Oeste e Norte, ambos com 59%. A pesquisa ainda mostrou que 73% dos católicas avaliam que o envolvimento de Flavio Bolsonaro é prejudicial ao presidente.

Apesar disso, a avaliação positiva do governo Bolsonaro subiu de 26% para 29% em novembro. A negativa, passou de 36% para 32%.

VEM QUE EU TE ESPERO!

FOFOCAS DE CELEBRIDADES - GOSSIP

Now United mostra clima de fim de ano no novo clipe, "Let Me Be The One". 




O Now United embarcou no clima de fim de ano em seu novo clipe, "Let Me Be The One". O grupo, formado por integrantes de várias partes do mundo, reuniu vários momentos especiais para compor o vídeo, incluindo a passagem pelo Brasil e um super agradecimento aos fãs por terem feito parte da história de 2019.



Ava Max estreia novo single, "On Somebody". 




Ava Max resolveu finalizar o ano com mais um lançamento. Depois de estrear oficialmente o single "Salt", a cantora divulgou, neste domingo (29), a nova "On Somebody".



Confira a nova música do Why Don't We, "Chills".




O Why Don't We divulgou, nesta segunda-feira (30), sua nova música, "Chills", uma baladinha romântica para embalar o clima gelado do inverno norte-americano.



Roberto Carlos abandona azul, veste rosa e dispara: “Me garanto como homem!”



O cantor Roberto Carlos apareceu vestido de rosa na coletiva da próxima edição de seu cruzeiro “Emoções em Alto Mar”. A escolha da camisa surpreendeu, uma vez que um dos padrões adotados pelo rei da música popular brasileira é sempre a vestimenta azul ou branca em shows.




O look incomum não veio à toa. Perguntado, o cantor disse aos repórteres: “Estou tentando fugir um pouco do azul porque já estava enjoando. E estou vestindo rosa porque me garanto muito como homem”, disse em uma clara ironia à ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.

Roberto Carlos é conhecido por todos por ter uma vida pessoal muito discreta, inclusive ele comentou, nessa entrevista, como é difícil manter sua vida pessoal longe das notícias e da mídia.

“São tantas maneiras de proteger a intimidade e isso dá um trabalho. Mas, de fato, minha vida privada não é passear de carro ou ser visto pela Urca (bairro onde mora na Zona Sul do Rio), e sim, o que acontece na minha casa”, disse ele, aos risos.

O cantor também mantém a mesma discrição quando o assunto é política. Ele foi questionado sobre o que ele pensa do brasileiro andar armado ou não. Ele disse que cresceu dentro de uma casa com uma arma e que a preocupação de seu pai era com qualquer tipo de violência ou invasão; e era a forma de ele proteger a sua família. Para ele, hoje existe uma guerra, em que um lado está armado e o outro não.

Hugo Bonemer termina namoro com ator.


Hugo Bonemer vai começar 2020 solteiro. Chegou ao fim seu namoro de nove anos com o ator Conrado Helt. Mas não faltam planos para essa nova fase da vida. Depois de ter se destacado em 2019 no quadro “Show dos famosos”, do “Domingão do Faustão”, Hugo aposta na versatilidade.

“Vou apresentar um programa local sobre sustentabilidade em São Paulo. Vou falar principalmente sobre o desperdício, em especial dos alimentos. No Natal, fiz algumas receitas, como a que leva casca de banana, por exemplo, e minha família adorou”, conta ele, que já dá expediente como apresentador no canal Like.

Fernanda Gentil se cala diante de homofóbicos da platéia no "Se joga"l.




Fernanda Gentil ficou sem palavras diante das respostas negativas da plateia sobre adoção de crianças por casais do mesmo sexo. A questão foi levantada dentro do quadro O Que o Público Pensa, em que a plateia também pode opinar. A maioria se disse favorável, mas algumas pessoas levantaram a plaquinha “não”, deixando a apresentadora desconfortável.

Fernanda assumiu o namoro com Priscila Montandon em 2016, após se separar de Matheus Braga, com quem um filho, Gabriel. A ex-apresentadora do Globo Esporte ainda adotou Lucas, seu afilhado que perdeu a mãe quando tinha apenas um ano. Os dois meninos, de quatro e 11 anos respectivamente, vivem com as jornalistas.

David Junior e Antônio Carlos foram os convidados do programa desta quinta (26) e participaram do quadro. Assim como a maioria da plateia, os atores da novela Bom Sucesso também se disseram favoráveis à adoção de crianças por casais gays.  

Ao vivo, repórter da Globo diz que levou puxão de orelha do marido.


Casado, Pedro Figueiredo da Globo diz ao vivo que levou puxão de orelha do marido.

Pedro Figueiredo, do Bom Dia Rio, é casado com o também repórter Erick Rianelli.



O repórter Pedro Figueiredo, da TV Globo do Rio de Janeiro, contou que levou um puxão de orelha do marido, o também repórter Erick Rianelli, por uma informação dada por ele durante transmissão ao vivo do “Bom Dia Rio”, telejornal matinal local.

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Erick Rianelli e Pedro Figueiredo.

Pedro fazia a cobertura da saída do Rio para o Réveillon, direto da rodoviária, e comentou com os apresentadores, no estúdio, que o marido o havia questionado sobre o fato de ele ter dito, momentos antes, que passaria a virada do ano em Búzios, na Região dos Lagos fluminense.

“Vocês me deixaram agora em maus lençóis. Vocês perguntaram se eu ia embarcar, eu disse que iria para Búzios… Já tomei um puxão de orelha do meu marido, já! Pode ficar tranquilo que eu vou passar o Réveillon aqui, no Rio de Janeiro.”, disse Pedro, tranquilizando Erick, que, até então, tinha como certo passar o fim do ano na Cidade Maravilhosa.

Pedro e Erick se conheceram em 2013 e, após cinco anos de namoro, casaram-se em maio de 2018, com direito à lua-de-mel na Argentina. É comum os dois compartilharem nas redes sociais momentos da vida do casal e declarações de amor.

Repórter Pedro Figueiredo se casa e mostra momentos da cerimônia em sua conta do Facebook 

Recentemente, eles denunciaram um caso de homofobia que teriam sofrido em um hotel na Bahia, cuja administração se recusou a acomodá-los em um quarto com cama de casal.

Carlinhos Maia fala sobre beijo gay, gay homem e o apelido de Chernobyl.



Você achou que era uma unanimidade no Brasil?

Achei e quebrei a cara. Achei 100% que o Brasil me amava. Achei: “Tá tudo OK, não vejo uma crítica, não vejo nada”, até eu me assumir. Foi a questão de eu me assumir e como eu me assumi. As pancadas, vieram depois disso aí.

A primeira crítica veio dos gays?

Sim. A [crítica] pesada, que veio forte, foi a dos gays. Veio a questão de me assumir, e eu fiquei impressionado como foi grande [a repercussão]. Todo mundo ficou assim, “Nossa, ele se assumiu e vai casar e tal”.

Mas também foi um casamento muito grande. Estavam lá Wesley Safadão, Anitta, Simone. Isso era uma prova de unanimidade. Em que momento você falou “não, não sou essa unanimidade!”?

No momento em que eu vi que [a coisa] ficou muito grande e que eu me posicionava de maneira que ofendia outras pessoas. Quando me assumi, usei a frase “sou um gay homem”. Na minha cabeça, de um cara saindo do interior, que não terminou nem o Ensino Médio, era o certo. Eu cresci na Internet na malícia da vida, aprendendo a fazer vídeo. Ninguém estuda para ser digital influencer. Eu não imagino que a minha opinião vale tanto, é tão importante assim. Eu sou um cara que acho que as pessoas não seguem porque gostam do meu jeito de ser e acabou. Só que quando você percebe que cresceu demais é que tudo o que você fala atinge outras pessoas positivamente ou negativamente.

Dizer “Sou um gay homem” foi um erro?

Hoje, depois de ter estudado, de ter conversado e tal, [concordo que] foi um erro. Eu já tinha dito em outras entrevistas, tinha falado algumas vezes, “Gente, não é assim. Tô me desconstruindo, tô entendendo, tô sabendo como é”. Não é fácil, sabe? A minha postura de vida é de outro [lugar]. Eu não sou um cara de São Paulo. Eu vim entrar no Twitter, agora. Para você ter noção. Eu nem sabia usar o Twitter. Meu negócio era pegar o telefone, fazer os vídeos com mamãe numa vila.

Em comparação com Instagram, você acha que o Twitter é uma rede mais “pesada”?

É pesada, de muito ódio e de muita treta. Lá, a gente descobre as tretas inicialmente. Quando eu vejo que meu nome está nos trending topics, eu me pergunto, “Meu Deus, o que eu fiz dessa vez, aconteceu o que dessa vez?”. Mas, por um lado, [tudo isso] foi bom. Porque aí eu fui estudar porquê ofendia tanto as pessoas a forma como eu falava. Eu pedi ajuda às pessoas, a amigos próximos, principalmente, amigos que são drags… Também fui assistir séries, como “Pose”, e aí fui entender. Eu vi que já existia essa rivalidade entre gays, que se vestem assim como eu me visto, junto com travestis. Já existiam todas umas questões enraizadas. Isso tem que acabar. Tem que parar de querer dividir. Eu acho que a gente está aqui para somar, para estar junto. Quanto mais os gays me atacam… Gente, eu estou ligado inteiramente à família brasileira. Aí, apontam para mim e dizem “Por que Carlinhos votou em Bolsonaro…”. Eu nem votei! No dia, estava fazendo três sessões lotadas, em Brasília. Nem votei.

Mas você teria votado no Bolsonaro?

Claro que não! Óbvio que não. O que me irritava muito são as fake News. Igual, no dia do meu casamento, que saiu uma notícia, que eu dei entrevista dizendo que eu não ia beijar na boca [no meu casamento] em respeito aos convidados”. Eu nunca disse isso. Eu não beijei na boca, porque [estavam lá] meu pai, [que é] um homem muito evangélico, minha mãe, [que é] mais “de boa”… Tinha ainda o pai do Lucas, que têm depressão, e a mãe e uma tia de Lucas. Eu disse: “Peraí! Eu já consegui trazer esse pessoal todo para cá, [essa turma] de uma outra [época], então, eu vou com calma”. Eu quero que eles entendam que a gente é igual a eles, que a gente pode fazer família igual a eles. Porque, para o pessoal da minha terra, gay é [motivo de] chacota. Eu queria mostrar para eles que não. A gente tá aqui “de boa”. Tá vendo que é tranquilo, igual a vocês. Porque os meus pais, se deram quatro beijos na boca na minha frente, foi muito. A minha criação foi essa criação de interior, de Nordeste. Hoje, depois de tudo isso, a minha mãe me pede: “você tem que beijar”. Aí, eu digo: “Você também tem que beijar”. Aí, nos Stories, eu fico toda hora: “Beija o papai. Papai, beija a mamãe”. Aí, meu pai diz: “Vocês são muito bonitos juntos!” Então, tudo o que eu construí, foi para chegar com calma para eles.

Muita gente usa o termo “Carlinhos Chernobyl Maia” para se referir a você. O que significa e o que você sente ao ouvir esse termo?

Vou falar a mesma coisa que o Barack Obama falou em uma entrevista: A galera tá usando muito o termo “cancelamento” para as pessoas. Eu acho que cada um tem a maneira que quiser de fazer o seu protesto, mas eu acho que a gente está voltando, dando passos para trás, de uma conquista tão grande. Eu nem sei direito o que é ser Chernobyl, mas é pesado para qualquer pessoa usar isso. Acho desnecessário.

Você acha que alguma vez fez declarações comparáveis a declarações tóxicas?

As minhas declarações foram todas de um cara, como eu já expliquei milhões de vezes, que não sabia nem como falar.

Você acha que em algum momento você virou o alvo da vez? E como ficou o seu emocional nesse momento em que, de repente, o mundo todo parece ter resolvido te atacar?

Óbvio. Sem dúvida [virei alvo]. [Quanto ao meu emocional], para falar a verdade, eu sofri por uma semana. Sozinho. Não procurei ajuda nem de psicóloga. Nada. Eu tenho Deus. Quem tem fé, não tem medo. Eu sei quem eu sou. Eu sou um cara do bem e f*&a-se quem achar o contrário. Então, tudo o que dizem não é o que eu sou, porque, se eu fosse tudo isso de ruim, eu não teria tanta gente me amando. E olha que eu fui atacado por diversas pessoas gigantes, e estou aqui, firme e forte. Não caí. Se eu fosse realmente uma pessoa ruim, tenho certeza que todas as pessoas que me seguem já teriam me abandonado.

Você é 100% fiel?

Quando eu comecei a ficar conhecido, me separei do Lucas. Eu me deslumbrei, fiquei totalmente deslumbrado. Conheci outras pessoas, fui curtir a vida. Qualquer pessoa se deslumbraria. Sucesso e fama, só você estando dentro para ver como é que funciona. Mas quando eu olhei para trás e vi o que eu estava perdendo, o amor genuíno de um cara que estava comigo desde o início, o amor da minha vida por rostinho bonito… voltei atrás. Chamei o Lucas e disse “Me perdoa. Quer me perdoar? Tô aqui com você”. Desde então, eu trato ele como um príncipe. Faço tudo o que eu posso fazer por ele…

Você já pensou em abrir a relação?

Não, não. Não vou colocar mais pessoas na relação, porque o Lucas é muito cheirosinho, tem uma bunda durinha, uma boca cheirosa, um menino muito “coisado”. [risos]. Não quero ninguém pegando ele, não. Não aceitaria de jeito nenhum.

Pênis do homem fica preto depois que parceiro sexual o morde acidentalmente.




Quando o amante de um homem acidentalmente mordeu o pênis durante o sexo oral, ele matou parte de seu membro: um ferimento preto imediatamente começou a se espalhar pela cabeça, um estudo de caso publicado esta semana nos relatórios do Visual Journal of Emergency Medicine .

“Aproximadamente cinco dias antes, seu parceiro acidentalmente o mordeu na ponta do pênis durante a relação sexual”, diz o principal autor do estudo, Marc Zosky , professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Arizona. “Desde o trauma inicial, o paciente notou que a ferida estava piorando a dor e ficou mais escura.”

O paciente de 43 anos, sem nome, não teve febre e estava bem quando se dirigiu para a sala de emergência – exceto a massa escura de tecido podre que se espalhava por seu falo.

A “mordida necrótica pós-traumática na glande” parecia uma banana podre – ou um rabisco de marcador preto na ponta de seu membro.

Os médicos atenderam o homem no hospital, onde as equipes de urologia e doenças infecciosas examinaram sua ferramenta escurecida e o trataram rapidamente com antibióticos intravenosos. Não houve problemas de drenagem associados à ferida, especifica o estudo, e o homem recebeu alta com uma prescrição de antibióticos por via oral.

Depois de um mês, os médicos acompanharam o paciente e descobriram que ele havia se recuperado completamente com deformidade “mínima” no pênis.

O estudo resultante é seguido por um questionário de múltipla escolha que promove a conscientização sobre lesões penianas – e inclui uma imagem gráfica do órgão sexual masculino lesionado.

O principal argumento: procurar ajuda médica logo após ter seu beliscão provavelmente salvou o homem de uma cirurgia invasiva, segundo o estudo, como “os pacientes que são mordidos no pênis muitas vezes não procuram atendimento médico imediato, e o processo da doença geralmente progride”.

Não atender a um pênis picado pode levar a infecções, úlceras – e gangrena potencialmente letal, dizem os pesquisadores.

No início deste ano, outra questão médica do pênis bizarro inspirou os cientistas a escrever um estudo – nesse caso, o membro do homem estava se transformando em osso .

Faiz isso nãaaaaao...


FALAÍ, MIJÃO!


DEPOIS QUE MEU FILHO COMEÇOU A ESTUDA COM O AMIGO, ELE MELHOROU NAS NOTAS.



CARA, ONTEM BEBÍ PRA CARALHO. ACORDEI COM UMA DOR NO CÚ...



VOCÊ DESMAIOU...VC TÁ BEM CARA?



POIS É, ENTÃO...


VAI, MANDA...ME DEIXA EXCITADO...


Que qué isso muleke!!



Tá bom...mostra pra galera...



AARON TAYLOR-JOHNSON


Anônimos também têm vez...


Até mais!!