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MINHA VIDA GAY

Novo casal 20: Marido de Pedro Figueiredo, Erick Rianelli estreia em telejornal da Globo.


Pedro Figueiredo e Erick Rinallei 


Erick Rianelli teve sua estreia na TV Globo neste sábado (29). Marido de Pedro Figueiredo, repórter já da casa, Erick teve sua primeira reportagem exibida no telejornal local RJ1, do Rio de Janeiro. O casal é super shippado nas redes sociais.

De acordo com o UOL, o casal trocou alianças em maio deste ano. Erick e Paulo não economizam na demonstração de carinho por meio das redes sociais. Em março, pouco antes do casório, Paulo Figueiredo se declarou via Instagram.

“Hoje faz cinco anos que a gente se conheceu na Urca. Quem poderia dizer que meia década depois estaríamos vivendo a dois a alguns quilômetros dali? Juntos, atravessamos o oceano, escalamos um vulcão e também enfrentamos desafios nem tão instigantes assim. Aprendemos a admirar as qualidades um do outro e a lidar com os defeitos também. A gente nunca sabe o dia de amanhã, mas posso dizer que hoje sou um homem feliz. Te amo, meu amor”.

Nos comentários, os seguidores não economizam nos elogios. “Admiro e vibro demais por vocês 2…que sejam abençoados hoje e sempre”, desejou uma fã. “Que linda declaração de amor”, elogiou um segundo.

Veja aqui:

https://www.instagram.com/p/Bgzps9tgVuB/?utm_source=ig_embed

Australiana pode se tornar a primeira transgênero a disputar o Mundial de handebol.




O mundial de Handebol feminino acontece apenas no fim de novembro de 2019, mas a competição que acontecerá no Japão pode entrar para a história do esporte. É que o torneio pode ser o primeiro a contar com a participação de uma atleta transgênero. Seu nome é Hannah Mouncey. Nascido Callum Mouncey, o australiano começou sua transição em novembro de 2015 e este ano ganhou a autorização da Federação Internacional de Handebol (IHF) para atuar entre as mulheres.

A estreia aconteceu no campeonato asiático, em dezembro deste ano, quando Hannah ajudou a Austrália a conquistar o quinto lugar, garantindo uma vaga em Tóquio 2019, competição em que pode cruzar o caminho do Brasil, também classificado. Antes da transição, Hannah, ainda Callum, jogou na seleção masculina do país por 22 vezes, disputando inclusive o Mundial masculino de 2013, na Espanha.

" Raramente é uma decisão consciente tornar-se hiper masculina para cobrir as inseguranças borbulhando dentro de você. Era uma coisa subconsciente, uma maneira de me proteger, não apenas dos outros, mas meus próprios sentimentos de não ser bom o suficiente, de não ser o que me disseram que eu deveria ser. Passei por cima da minha agressão na quadra e tentei o máximo que pude para ser um dos garotos, o que foi um fracasso sombrio, e sempre tive que ser o melhor a levantar no ginásio", disse a atleta em texto no site Players Voice.

O Comitê Olímpico Internacional tem suas regras para casos como o da australiana. Atualmente, o COI controla o nível de testosterona em transgêneros e pede 12 meses de terapia hormonal antes de autorizar atletas a competirem. Os primeiros testes de Hannah, contudo, mostraram que o nível do hormônio masculino seguia alto. Em outubro de 2016, Hannah, que tem 1,88m e pesa 100kg, também teve seu pedido negado pela federação de handebol da Austrália.

A autorização da Federação Internacional de Handebol veio no fim do primeiro semestre de 2018. Em abril, ainda antes da oficialização, a atleta, que já jogava entre as mulheres no Melbourne Handball Club, passou a treinar com a seleção feminina da Austrália em preparação para o campeonato asiático. Em sua estreia pelo time, fez quatro gols contra o Cazaquistão em derrota por 32 a 24, em 30 de novembro deste ano. Em seis jogos no torneio, Hannah anotou 23 gols e ajudou a Austrália a se classificar para o Mundial.

"Eu joguei e ignorei meus problemas de gênero por muito tempo e, para ser franca, eu estava uma bagunça. Eu não tinha lidado com os problemas do jeito que deveria e fiquei apavorada com o que estava por vir. Mas estou orgulhosa do que conquistamos", contou a jogadora.

O handebol não é um esporte popular na Austrália e praticamente não tem apoio governamental. Para jogar o Asiático, as atletas pagaram do próprio bolso. Cada uma investiu cerca de US$ 4 mil para a viagem até o Japão, onde a competição foi jogada. Elas ainda pagaram por seus uniformes.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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