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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Cidade da Itália rejeita registro dos filhos gêmeos de mães lésbicas.


Família lesboafetiva


Serena Galassi e Giada Buldrini realizaram inseminação heteróloga há cerca de seis anos, na Espanha. O resultado foi positivo e nasceram dois gêmeos no ano seguinte, em 2013. Moradoras de Riccione, na Itália, as mães lésbicas tentaram registrar, há algumas semanas, os filhos com o nome das duas. No entanto, o município da região da Emília-Romanha rejeitou o pedido.

De acordo com a Terra, todo o processo foi feito em conjunto. Serena e Giada aproveitaram o espermatozoide doado a um centro especializado. Os óvulos foram doados por Giada, e, depois de fertilizados, foram implantados no útero de Serena. Mesmo assim, o cartório da cidade não cedeu.

A alegação diz que somente Serena, por ter passado pelo processo de gestação, é a mãe. Advogada das duas mulheres, Katia Buldrini entrou com uma apelação referente ao caso na Corte de Rimini.

A prefeita da cidade de Riccione, Renata Tosi, se pronunciou sobre o acontecimento. De acordo com ela, a decisão foi tomada de acordo com as leis da Itália, as quais não preveem o reconhecimento dos filhos e filhas de casais homoafetivos. “Aplicamos apenas a lei e a lei não prevê duas mães”, afirmou.

Rússia proíbe video de beijo entre o mesmo sexo de Youtuber Russo!




Roman Bashinsky teve sua série de beijos entre pessoas do mesmo sexo em um vídeo do YouTube proibido na Rússia.

Bashinsky lançou seu canal de justiça social, Bashinsky Time (BT), para ajudar a promover a tolerância às vidas LGBT na Rússia e tem mais de 438.000 assinantes.

Bashinsky enviou o vídeo para o YouTube e outras plataformas de mídia social na segunda-feira, onde foi visto mais de 100 mil vezes.




Em menos de 24 horas depois, o YouTube removeu o vídeo em seu site russo.

“O YouTube envia alertas de restrições de vídeo”, disse Bashinsky, explicando como soube da remoção do vídeo.

O vídeo não viola as regras do YouTube.

Os vídeos ainda aparecem em “conteúdo com restrição de idade” no YouTube em países fora da Rússia.

Mas Bashinsky quer que o resto do mundo os compartilhe para aumentar a conscientização sobre a homofobia na Rússia.

‘Lutaremos. Lute para vencer ‘, disse ele

Bolsonaro assina MP que retira LGBTs das diretrizes de Direitos Humanos em seu 1º Dia de Governo.




A Medida Provisória de nº 870/19, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (1º/1), retirou a população LGBT da lista de políticas e diretrizes destinadas à promoção dos Direitos Humanos. A MP explicita as mudanças na estrutura dos ministérios, incluindo o novo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, comandado pela pastora Damares Alves. A edição foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira.

Entre as políticas e diretrizes destinadas à promoção dos direitos humanos estão incluídos explicitamente as “mulheres, crianças e adolescentes, juventude, idosos, pessoas com deficiência, população negra, minorias étnicas e sociais e índios”. As pessoas LGBT, que antes eram citadas nas estruturas de Ministérios e Secretarias Especiais da Presidência, foram excluídas. 

Na estrutura do novo ministério existem seis secretarias nacionais: Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres; Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente; Secretaria Nacional da Juventude; Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial; Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência e Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. 

Antes, a pauta LGBT estava com status de diretoria e era submetida à Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Caso essa pauta possua alguma estrutura de gestão ou seja trabalhada pela gestão nacional, estará provavelmente sob a tutela da Secretaria Nacional de Proteção Global e Secretaria Nacional da Família.

Após repercussão negativa, Damares nega que políticas LGBT deixarão pasta de Direitos Humanos.


A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves.


A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, tomou posse nesta quarta-feira (2) na nova pasta criada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e negou que pastas LGBT terá seu espaço diminuído durante o novo governo. Damares disse que seu ministério será o “mais extraordinário e lindo da nova gestão” e afirmou que tudo que ela fala ou faz “vira ruído”.

A ministra tratou do tema sobre direitos LGBT em seu discurso após a repercussão negativa da Medida Provisória n. 870/19, assinada ontem pelo presidente Bolsonaro.

A MP não traz explicitamente em seu texto a disposição do Ministério em cuidar da questão LGBT. Entre as políticas e diretrizes da nova pasta constam: “Mulheres, crianças e adolescentes, juventude, idosos, pessoas com deficiência, população negra, minorias étnicas e sociais e índios.”

Segundo Damares, a imprensa errou ao noticiar que a as demandas da comunidade LGBT não estarão mais sob o Ministério dos Direitos Humanos, agora renomeado. Ela afirmou que questão nunca foi tratada por uma secretaria, e sim por uma diretoria, e disse que o tema vai ficar sob a tutela da secretaria nacional de proteção global.

“Tudo que essa ministra faz ou fala vira ruído”, ironizou Damares ao se explicar.

‘Doutrinação ideológica’

A nova ministra também ressaltou que um dos desafios do governo será acabar com o “abuso da doutrinação ideológica”. “Acabou a doutrinação ideológica de crianças e adolescentes no Brasil”, disse. “Neste governo, menina será princesa e menino será príncipe. Está dado o recado. Ninguém vai nos impedir de chamar nossas meninas de princesas e nossos meninos de príncipes”, acrescentou.

Em entrevista ao site UOL, Sergio Queirós, Secretário Nacional da Proteção Global, órgão que englobará a questão LGBT, disse que ela “terá a mesma estrutura do governo anterior. Nenhum direito da comunidade será suprimido.”

O secretário afirma ainda que “o termo LGBT nunca apareceu em uma MP antes”. E informou que “ele vai aparecer quando estruturarmos a secretaria. Ainda não tivemos tempo hábil para isso”.

Damares pincelou o assunto LGBT em outros momentos do discurso. Disse que é “uma mulher sozinha com uma filha e nada vai tirar de nós esse vínculo. Nós somos uma família. E todas as configurações familiares serão respeitadas”.

Distrital Fábio Felix defende direitos humanos e memória de Marielle em juramento da posse.


Fábio Felix no discurso de posse com a bandeira do arco-íris. 


Parlamentar do PSOL subiu à tribuna com a bandeira LGBT e utilizou solenidade para falar de respeito à população LGBT, à juventude negra e para homenagear Marielle Franco.

“Pelas LGBTs, pela juventude negra, por Marielle Franco, assim o prometo”. Durante a cerimônia de posse dos 24 deputados Distritais eleitos, Fábio Felix quebrou o protocolo do tradicional juramento ao falar de respeito à diversidade e ao exibir a bandeira de lutas de comunidade LGBT na tribuna.

Conforme sempre destaca, “em tempos de criminalização da diversidade, a autoafirmação é um ato político importante. Seremos resistência ao ódio”, destacou o parlamentar. O primeiro Distrital assumidamente gay da história do DF afirma que seu gabinete estará de portas abertas para a população e para o recebimento de denúncias de violação de direitos. Segundo Félix, o slogan “Nossas Lutas Têm Mandato” foi idealizado justamente para mostrar às pessoas que elas não estão sozinhas e encontrarão acolhimento e suporte no gabinete 24.

Mais cedo, Fábio Felix se manifestou sobre a posse do presidente da República pelo Twitter. “A posse de Jair Bolsonaro vai ser uma das cenas mais lamentáveis que a minha geração já assistiu na política brasileira. Estejamos firmes!”, escreveu.

Fábio Felix é o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da CLDF.




O mais novo presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos (CDH) da Câmara Legislativa do DF, Fábio Felix, está cheio de projetos. Os mesmos são para a atuação à frente da antiga CDDHCEDP, que continha também as pautas de ética e decoro parlamentar. Por unanimidade, os deputados decidiram pela retirada dessas temáticas. O que Felix considera uma vitória. “A formulação de políticas públicas de proteção de direitos ficava ofuscada pela pluralidade de temas da comissão”.

Fábio Felix admite que o principal desafio vai ser a efetividade das políticas públicas. “Em tempos de criminalização da diversidade, a população precisa que a Comissão apresente soluções concretas para a violação de direitos. Seremos rigorosos quanto a isso”, afirma. É a primeira vez que um deputado assumidamente gay assume os trabalhos à frente da comissão permanente.

Felix destaca a transversalidade do trabalho que vai coordenar. A atuação conjunta com órgãos como a Defensoria Pública, o diálogo com a população e o acolhimento aos segmentos sociais serão fundamentais para o sucesso do projeto. “Quando um direito fundamental é desrespeitado, todos nós perdemos, não só a vítima. Civilidade, respeito e cultura de paz são obrigações de todos nós. E o poder público tem que protagonizar a defesa dos direitos humanos para estimular a sociedade”, reflete.

Fábio Felix fala de experiências

Fábio Felix explica que existem, no Brasil, muitas experiências bem sucedidas de Comissão de Direitos Humanos. “A atuação do deputado Marcelo Freixo e da vereadora Marielle Franco, por exemplo, foi extremamente exitosa. E vai servir de inspiração para os projetos que a gente vai executar”.

Sobre o combate ao ódio e à intolerância, Fábio é categórico: ”a gente não pode responder ao ódio de forma ingênua. O ódio exige uma posição firme e combativa. Seremos resistência e não nos calaremos”. Sobre a importância de coletivizar o mandato, ele explica que é impossível implementar qualquer mudança sozinho. “Eu tenho convicção da importância da atuação coletiva. Eu busco construir essas pontes, porque com isso eu não vou só. Não sou só eu, Fábio, é muita gente! São muitas vozes que representam aquela ideia”. Sobre as perspectivas para o mandato, Fábio demonstra lucidez quanto ao que vem pela frente. “Nós vamos juntos para resistir e para lutar, sabendo que cada batalha não vai ser fácil e que cada conquista vai ser fruto de muita persistência e de muita coragem”, finaliza.

Professor é espancado ao sair de festa de Réveillon de mãos dadas com namorado.


Rafael afirma que levou um soco na boca. 


Um professor de teatro foi agredido após sair de uma festa de Réveillon, na madrugada da última terça-feira (1), de mãos dadas com um rapaz em Guarujá, no litoral de São Paulo. Rafael de Souza, de 31 anos, caminhava acompanhado quando foi abordado, humilhado com xingamentos homofóbicos e agredido com socos no rosto. Até agora ninguém foi preso.

O professor contou que andava na rua Osvaldo Rubens Lourenço, no bairro Astúrias, quando dois homens saíram de dentro de uma casa e começaram a gritar. Souza comenta que demorou a perceber que os xingamentos e insultos eram direcionados a ele, até que se virou para olhar e levou um soco no rosto.

“O rapaz que estava comigo conseguiu se afastar rapidamente da situação. Eu fiquei parado no local, sem entender o que estava acontecendo. Os dois homens queriam me bater. Eles saíram e começaram a gritar comigo. Em determinado momento, que passei a olhar diretamente para eles, eles me chamaram de ‘viado’ e perguntaram o que eu estava olhando”, relata.

Segundo Souza, com medo, o companheiro se afastou rapidamente enquanto os outros dois suspeitos vieram novamente em direção a ele para continuar os ataques. “Nem tinha me dado conta de que eles estavam ali. Eles vieram me agredir justamente pelo fato de eu estar com um outro homem de mãos dadas”, lamenta.

Assustados, os dois decidiram correr e procuraram ajuda na casa de uma amiga que mora próximo ao local. O professor foi até a Delegacia Sede de Guarujá para registrar boletim de ocorrência, mas o local estava lotado por conta de outras ocorrências de fim de ano, incluindo o caso das cinco pessoas baleadas em um baile funk. Eles foram orientados a voltar nesta quarta-feira (2).

“É a primeira vez que sofro por conta de homofobia. Eu e o rapaz que estou saindo somos negros e, por um instante, pensei que fosse por isso, mas eles me xingavam muito de viado e com uma raiva estranha. Agiram como se eu tivesse feito algo errado, mas só estava passando pela rua”, finaliza.

Líder comunitária em Fortaleza, travesti é assassinada enquanto caminhava na rua.


líder comunitária em Fortaleza, Rogéria Paiva foi assassinada enquanto caminhava na rua 


Rogéria Paiva era travesti, tinha 46 anos e foi assassinada a tiros no último sábado de 2018, dia 29 de dezembro. De acordo com o G1, o crime aconteceu no município de Maracanaú, Região Metropolitana de Fortaleza.

A delegacia da área informou que a travesti era líder comunitária e estava em conflito com membros de uma facção criminosa local. A polícia informou, também, que Rogéria foi atingida na região cervical e lombar. De acordo com o relato, dois homens se aproximaram e dispararam tiros com arma de fogo. A vítima morreu no local.

A princípio, a Secretaria da Segurança Pública (SSPDS) emitiu uma nota sobre o caso. Segundo o texto, equipes do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) iniciarão as investigações acerca do caso.

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