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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Deputada Trans assume cargo na Alemanha pela 1ª vez na história.




Reeleita deputada pelo Partido Verde no Parlamento regional da Baviera, Tessa Ganserer quer assumir seu mandato com seu nome social, e não como Markus Ganserer, o nome com que foi registrada ao nascer — algo sem precedentes no mundo político alemão.




A política de cerca de 40 anos anunciou sua transição de gênero há algumas semanas nas redes sociais e deve se pronunciar pela primeira vez nesta segunda-feira sobre a alteração de nome na identidade.

É a primeira vez que uma mulher transgênero vai ocupar um assento em uma instituição política alemã, segundo a imprensa.

Nos Estados Unidos, a democrata Christine Hallquist foi a primeira candidata transgênero a um governo, no estado de Vermont, onde foi derrotada em novembro do ano passado.

“Eu sou uma mulher em todas as fibras do meu corpo e agora também uma senhora deputada regional”. Foi com esta mensagem postada em sua conta do Facebook nos primeiros dias de janeiro que Tessa Ganserer anunciou que deixava de ser Markus Ganserer no Parlamento da Baviera. Logo após sua reeleição.

Fonte: Uol/Universa

Em carta para Jean Wyllys, Lula pede “enfrentamento” a Bolsonaro.


Jean Wyllys e Lula.


Ex-presidente também agradeceu o presente "Tempo bom, tempo ruim", livro escrito pelo deputado.

Preso há pouco mais de 9 meses, Luiz Inácio Lula da Silva se mostra, ainda que da cadeia, um dos mais importantes focos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro. Mesmo do cárcere, em Curitiba, o ex-presidente tenta reorganizar a esquerda para saber lidar com “tempos difíceis”.

Em tuítes divulgados nesta quinta-feira, o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) disse que presenteou Lula com seu mais recente livro “Tempo bom, tempo ruim”. Como retribuição, recebeu uma carta do ex-presidente agradecendo o carinho e pedindo um “forte enfrentamento político” ao novo governo.


Cartilha trans foi motivo da exoneração de diretora do Ministério da Saúde: “Fui considerada inadequada”


A médica Adele Benzaken


A médica sanitarista Adele Schwartz Benzaken comentou sobre a sua exoneração do cargo de diretora do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde. A demissão ocorreu no último dia 11, após cinco anos no posto à convite do ex-presidente Michael Temer.  Ao UOL, ela acredita que uma cartilha dedicada a pessoas transgêneros foi o motivo para sua saída.

“O que foi citado pelo secretário de vigilância Wanderson Kleber de Oliveira sobre a exoneração foi a cartilha para homens trans. Como era cargo de confiança, eles têm todo direito de procurar outra pessoa, de achar que não tenho o perfil. Quanto à cartilha, ela é super antiga, foi idealizada em janeiro. Em julho, eu estava trabalhando nela de acordo com o próprio ministro da saúde (o antigo).”, contou.

Questionada se o trabalho com os trans foi a causa da demissão, ela considera não atender as exigências do novo governo. “Acho que fui considerada ‘inadequada’ para este governo. Sou alguém apaixonada pelo que faz, e sei que vou sentir falta do trabalho e dos resultados — eles podem dizer que eu sou inadequada, mas não podem dizer que sou incompetente.”, ressaltou.

A manauense não entende porque a peça foi reprovada pelo novo governo. “Eu realmente não sei. É complicado pensar pela cabeça deles. O que posso dizer é que trabalho com DSTs antes mesmo do surgimento do HIV e da AIDS e que tenho 40 anos de experiência nesta área”, afirmou.

“Ofensas” à família

Sobre a declaração do Ministro da Saúde que mencionou pretender estimular prevenção de ISTs, mas sem ofender a família, a médica não entende o que ele quis dizer com isso. “Não sei o que tem, neste tema, que possa ofender famílias. E na cartilha, não tem palavreado chulo. As coisas são chamadas da forma que realmente são”, defendeu.

Convite para continuar no governo

Ao contrário da fala do atual ministro e também secretário, Adele garante que nunca ouve um convite oficial para continuar no governo. “O ministro e o secretário ficam dizendo para os repórteres que me convidaram para outro posto, mas não verbalizaram qual seria. Wanderson me perguntou se eu gostaria de ter outro cargo, mas o convite oficial ainda não chegou a mim. Eu sou uma profissional médica que trabalha para o Ministério antes mesmo de existir o departamento.”

“Sou uma servidora do meu Estado, no Amazonas, e eu só pude estar aqui em Brasília por concessão do governo. Isso só acontece quando você tem um cargo comissionado. Agora, volto a ser médica da Fundação de Medicina Tropical de Manaus, dentro da pós-graduação. Mas sempre que o departamento quiser minha colaboração como técnica, não terei problema algum em participar. Me dou muito bem com todos os funcionários. Agora, se eles vão escutar ou não, é outra história.”, continuou.

Ativista LGBT, professor do Instituto Federal de MG morre após espancamento.


O professor Haroldo de Paiva Pereira morreu aos 63 anos


Na tarde de quinta-feira (17), o professor do Instituto Federal de Minas Ferais (IFMG), Haroldo de Paiva Pereira, de 63 anos, faleceu em um hospital da capital mineira. De acordo com a revista Fórum, Haroldo dava aulas de artes, era ativista LGBT e foi espancado no último sábado (12), em sua casa.

A polícia informou que vizinhos perceberam a porta da casa da vítima aberta, embora ele não tenha saído de casa. A Polícia Militar foi acionada após Haroldo ter sido encontrado caído no chão, com diversos ferimentos na cabeça e rosto. Nesta quinta-feira, ele não resistiu mais aos ferimentos.

O suspeito pelo espancamento confessou o crime, no entanto, não revelou a motivação. Os dois teriam sido vistos juntos em um bar, no dia anterior. A Polícia identificou que a moto de Haroldo foi roubada, por isso investiga o crime como latrocínio.

No entanto, o professor era conhecido por sua militância LGBT e discursos anti-homofobia. Sendo assim, a população local acredita que trata-se de um crime de ódio, motivado por homofobia.

O Movimento Itabiritense de Lésbicas Gays Bissexuais e Travestis (ITALGBT) publicou uma nota de pesar pelo caso. “Agradecemos imensamente a grande contribuição que Haroldo deu aos seus alunos e a sociedade ouro pretana, que será sempre lembrado pelo profissionalismo, inteligência, competência e sensibilidade para lidar com as adversidades, fazendo um enfrentamento a LGBTfobia. Sua morte não será em vão”, disse a entidade.

Lésbica, repórter da Band acusa Datena de assédio sexual e entra com processo.


José Luiz Datena durante link ao vivo no Brasil Urgente com Bruna Drews.


Segundo o site ‘Notícias da TV’, a jornalista Bruna Drews, 35 anos, está acusando o apresentador José Luiz Datena, 61, de assédio sexual. Em representação protocolada no Ministério Público de São Paulo, Bruna afirma que o titular do Brasil Urgente teria lhe dito que ela não precisava emagrecer porque já “era muito gostosa”, que diversas vezes teria se masturbado pensando nela e que achava “um desperdício” a profissional “namorar uma mulher”.

A “cantada” teria acontecido em 7 de junho do ano passado, durante comemoração do fim das gravações do quadro A Fuga, do extinto Agora É com Datena, em um bar na região central de São Paulo. Bruna diz que só decidiu processar Datena agora porque, após o suposto assédio, teve uma grave crise de depressão e pânico.

Em licença médica desde julho, Bruna também está movendo ação trabalhista contra a Band, à qual acusa de ter sido conivente com Datena. Quanto ao apresentador, caberá ao Ministério Público, na semana que vem, decidir se abre uma investigação policial ou se pede diretamente a abertura de um processo na Justiça.

José Luiz Datena nega as acusações e cita testemunhas que afirmam não terem visto qualquer conversa de teor sexual entre ele e Bruna. “Na comemoração, repeti a ela que ela era muito bonita e que não precisava emagrecer, porque ela já era competente. Tirando isso, todo o resto é mentira, calúnia e delírio”, diz Datena.

Consciência limpa 

Na manhã desta sexta-feira (18), Bruna Drews publicou uma mensagem em seu Instagram dizendo que estava com a “consciência limpa e tranquila” após ter tornado público o episódio envolvendo Datena: “Estou do lado da verdade! Consciência limpa e tranquila! Faço isso por todas as mulheres que são obrigadas a passar por isso diariamente!”, escreveu.

https://www.instagram.com/p/BsxmH7HHhsw/?utm_source=ig_embed

Vídeo mostra homem agredindo garota transexual de 15 anos em Mato Grosso.


Adolescente teve os dentes quebrados.


Uma menina trans de 15 anos foi assediada e agredida por um homem desconhecido, no Centro de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, nessa quinta-feira (17). A adolescente teve oito dentes quebrados devido a uma pedra que o agressor jogou no rosto dela.

Um vídeo gravado por pessoas que passavam pelo local no momento da agressão mostra o suspeito jogando a pedra no rosto da menina. Em seguida, ele tenta jogar outra, mas desiste após outro homem se aproximar.

A vítima disse que estava passando próximo ao pátio da rodoviária quando ele começou a assediá-la.

“Depois ele se aproximou de mim e ficou me agredindo verbalmente e, em seguida, jogou a pedra”, contou.




A adolescente conta que já sofreu assédio várias vezes. No entanto, nunca foi agredida fisicamente.

Ela registrou um boletim de ocorrência nesta sexta-feira (18), mas o suspeito não foi identificado até agora.

“É algo que acontece muito e a gente não pode deixar isso passar, é um absurdo”, pontuou.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Tales Passos, avaliou que é necessário o estado tomar medidas, como investir na educação e leis mais rígidas, para que essas situações sejam evitadas.

“A cada 19 horas morre um homossexual vítima de violência. O Brasil está em um nível internacional na lista dos países que mais se mata homossexual”, afirmou.

Aumento de casos

Os homicídios de vítimas LGBT aumentaram em 66% entre 2016 para 2018, em Mato Grosso. Quinze pessoas foram assassinadas vítimas de LGBTfobia no estado, de acordo com dados do Grupo Estadual de Combate aos Crimes de Homofobia (GECCH) da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp).

As mortes motivadas por LGBTfobia foram de sete, em 2016, para 14, no ano seguinte. Em 2018 foram 15. Já em 2011, os casos eram nove, seis em 2013 e 10 em 2014. O ano de 2015 registrou sete homicídios por motivação LGBTfóbica em Mato Grosso.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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