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CONTOS DO LEITOR


Sujo de Corpo, Limpo de Alma

 

O chão de meu quarto estava coberto pelas memórias daquela história. Inúmeras fotos espalhadas por minha cama faziam um mapa de lembranças, no qual eu me perdia lentamente, até que apagasse por completo.

Quase que como uma tentativa da vida de me acordar, a campainha toca. Quem poderia ser? Não me lembro de esperar alguma visita. Ao abrir a porta estava ele. Representação dos meus desejos mais sujos, ele estava parado diante de mim. Seus olhos negros e cerrados, sua camisa enxarcada pela chuva que havia tomado no caminho (suponho). Suas calças coladas em seu corpo destacavam os músculos de sua perna, e claro, do enorme volume que estava entre elas. Seu cabelo, mediano, escorria por seu rosto, tornando-o ainda mais sexy ao meu olhar.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele avançou em minha direção. Em poucos segundos eu estava em seus braços, e a porta se batera com tamanha força que retumbou por toda a casa. Eu não podia me mover, pois sua força era maior que a minha (ou talvez eu só não quisesse). Eu senti minhas roupas ficarem molhadas ao entrarem em contato com as dele. Mas o melhor de tudo foi sentir um volume crescente em nossas calças.
Sem me deixar escolha (não que eu quisesse uma), ele me levou até meu quarto. Olhou por alguns segundos para a bagunça, e como se não ligasse para as consequências (eu nem sequer conseguia pensar nelas), me empurrou para dentro do cômodo. Fechou a porta com meu corpo, pressionando-me cada vez mais forte, com mais desejo, com mais fogo. O volume em suas calças cada vez maior(porra, será que não para de crescer?).


 



Eu sentia seus lábios molhados nos meus, sentia a força de sua selvageria interna quando suas mãos puxavam meu cabelo. Ele mordia meus lábios com força (uma dor extremamente prazerosa), e com seu corpo pressionava meu pau junto ao dele. Começo a mover minhas mãos por seu corpo, e rapidamente ele as segura. Em meu ouvido ele sussurra “você é meu, e eu farei o que eu quiser essa noite” (claro, eu poderia resistir, mas não queria). Meu corpo se tornaria seu domínio, ao menos por essa noite.

Ele me levou até a cama, e antes de me jogar em cima das fotos que ali estavam espalhadas, demorou poucos minutos para tirar completamente minha roupa. Meu pau estava duro feito pedra. Minhas veias pulsavam enquanto ele latejava. Eu era feito de fogo e desejo (libido se tornou meu segundo nome, e o primeiro: me fode). Ele tirou sua camisa molhada, jogou-a no chão e foi para cima de mim. Por alguns segundos, antes de nossos corpos se juntarem novamente, fui capaz de analisar seu corpo. Peitoral definido, moreno, abdômen definido sem muito exagero.  Sua pele estava molhada, e isso o deixava ainda mais sexy.

Pedi a ele que tirasse o restante de sua roupa, e com um olhar furioso de quem não gosta de ser controlado, ele se despiu. Seu pau era enorme, maior do que eu imaginava. Suas veias eram aparentes, e pulsavam freneticamente. Eu via em seu rosto o desejo de foder comigo, sem nenhum remorso ou amor. Feito isso, sentou-se em cima de mim. Meu pau agora roçava em sua bunda, grande e dura. Segurando meus braços por trás de minha cabeça, ele começou a rebolar. Eu sentia seu corpo se mover, enquanto me provocava choques de prazer por toda e qualquer parte de meu corpo. Meus olhos reviravam. O rebolar cessava. Retomava após alguns minutos.

 

Ele olhou profundamente para mim. Levantou-se, e sem precisar se esforçar muito, virou-me de costas. Começou beijando minha nuca, passando pelas costas, até chegar em minha bunda. Depois disso ele ficou deitado sobre mim, e eu podia sentir seu pau duro roçar por entre minhas pernas. Mordeu minha orelha, e em seguida pronunciou: eu vou meter em você. Dito e feito. Sem nenhuma piedade enfiou seu pau em mim. Senti dor no começo, mas logo acostumei com aquele objeto duro dentro de meu corpo (ah como era bom!). Ele poderia ter sido gentil, indo devagar no começo, mas obviamente essa não era sua intenção. Entrava e saía de mim com extrema força. A cada estocada eu gemia mais alto. A cada estocada eu sentia mais vontade de uma outra. E foi assim por um tempo, até que ele me puxou pela cintura, e me colocou de quatro a sua frente.


Os movimentos não cessavam. Eu gemia cada vez mais alto, cada vez com mais prazer. Meus olhos reviravam freneticamente. Eu mordia o lençol enquanto ele segurava meus braços para trás. Enquanto entrava e saia de mim (repito, como era bom!) ele gemia. Sua respiração era pesada, seu corpo já estava suado, e eu sabia disso pois gotas de suor respingaram em minhas costas. De repente ele desacelerou (eu temi que houvesse acabado, mas para a minha sorte não!). Virou-me para ele, e me levantou em seus braços. Nossos rostos estavam frente a frente, e logo em seguida ele enfiou seu pau novamente em mim. Ele saiu da cama, e em pé ele me fodia como se não houvesse dia amanhã. Ele me fodia com força, e eu via em seu olhar sua vontade de fazê-lo.

 

Seus gemidos começaram a se intensificar, sua respiração pesou ainda mais. Estava na hora. E ali, segurando-me em seus braços, ele gozou dentro de mim. Eu senti o líquido quente escorrer por entre a minha bunda, e em seguida cair no chão. Não demorou muito para que eu também gozasse. Sujei todo seu tronco com o líquido branco que sairia de mim depois de alguns gemidos extremamente altos.

Jogou-me na cama. Melado, cansado. Vestiu suas roupas, e sem dizer nada, saiu da casa. Eu estava extasiado demais para pensar em alguma coisa. E ali fiquei. Sujo de corpo, limpo de alma. Uma noite sem nenhum amor, mas com um sentimento que fora tão poderoso quanto.

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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