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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Polícia prende suspeito por ataque homofóbico a casal gay nos EUA.


Casal gay que sofreu ataque homofóbico em Austin, no Texas


A polícia prendeu um homem pelo ataque que internou um casal gay na saída de um clube gay em Austin, no Texas. Frank Macias, de Georgetown, foi preso e vai responder pelas acusações de agressão agravada, um crime de segundo grau.

O ataque aconteceu em 18 de janeiro, quando Spencer Deehring e Tristan Perry deixaram o estabelecimento LGBT, onde celebravam o aniversário de um amigo. As autoridades à frente do caso, investigam se as agressões aconteceram motivadas pelo ódio.

Caso seja constatado o crime desta natureza (ódio), a pena pode ser ainda mais agravada. Três outros suspeitos foram nomeados, embora não esteja claro se a polícia de Austin os prendeu.

Falando com a imprensa local, Deehring disse que o casal andou de mãos dadas de volta ao carro quando um homem passou por eles e os chamou de ‘bicha’. Quando Deehring respondeu, o homem chamou alguns amigos e começou a segui-los. Depois de dizer ao grupo para deixá-los sozinhos, eles começaram o ataque.

Primeiro eles socaram Perry, quebrando o nariz e fazendo-o cair no chão, quando começou a ser pisoteado. Com a ajuda de uma pessoa que assistiu a todo o episódio, o casal foi levado ao hospital onde tratou seus ferimentos. Perry sofreu uma grande concussão e um pequeno sangramento interno.

Macias foi identificado por Deehring e uma testemunha, pois Perry tinha pouca memória do ataque. Várias câmeras de vigilância capturaram o ataque e garantiram uma foto dos suspeitos.

Quatro suspeitos de serem os autores de ataque homofóbico no Texas são presos.


Quatro suspeitos de serem os autores de ataque homofóbico no Texas são presos 


Outros três homens suspeitos de serem os autores do ataque homofóbico contra um casal gay de Austin, no Texas, foram presos nesta quinta-feira (14). O episódio aconteceu no último dia 18 de janeiro.

Spencer Deehring e Tristan Perry sofreram as agressões após saírem de um bar gay onde acontecia o aniversário de um amigo. Miguel Macias, Quinn O’Connor e Kolby Monnell se juntaram a Frank Macias que já havia sido detido. As informações são da KXAN.

Os quatro homens foram acusados de agressão agravada e estão sendo mantidos em um vínculo coletivo de US$ 300.000. As autoridades à frente do caso, investigam se as agressões aconteceram motivadas pelo ódio. Caso seja constatado o crime desta natureza (ódio), a pena pode ser ainda mais agravada.

Falando com a imprensa local, Deehring disse que o casal andou de mãos dadas de volta ao carro quando um homem passou por eles e os chamou de ‘bicha’. Quando Deehring respondeu, o homem chamou alguns amigos e começou a segui-los. Depois de dizer ao grupo para deixá-los sozinhos, eles começaram o ataque.

Primeiro eles socaram Perry, quebrando o nariz e fazendo-o cair no chão, quando começou a ser pisoteado. Com a ajuda de uma pessoa que assistiu a todo o episódio, o casal foi levado ao hospital onde tratou seus ferimentos. Perry sofreu uma grande concussão e um pequeno sangramento interno.

Uma petição online foi criada pelas vítimas para arrecadar fundos que custeariam as despesas médicas. Apesar de inicialmente arrecadar US$ 4 mil, e com a repercussão do caso, conseguiram juntar US$ 22 mil.

Rapaz dá queixa após ser estuprado e é condenado por homossexualidade na Tunísia.




Um jovem tentou dar queixa após ter sido estuprado por dois homens na Tunísia e acabou condenado a 6 meses de prisão por homossexualidade. As relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são proibidas no país.

O caso aconteceu em Sfax, segunda maior cidade da Tunísia e polo econômico do país. Segundo as associações de defesa dos direitos dos homossexuais, Anas, um rapaz de 26 anos, tinha um encontro marcado com um jovem com quem conversava pelas redes sociais. Ao chegar no local, foi surpreendido por dois homens que o agrediram fisicamente antes de estuprá-lo e roubar seus pertences.

Anas foi até a polícia da cidade para denunciar seus agressores. Mas ao relatar a agressão, foi submetido a um teste anal para determinar se já havia tido relações homossexuais no passado. A prática, condenada várias vezes pela comunidade internacional, é frequente na Tunísia. Os dois agressores foram identificados, mas alegaram que a relação teria sido consentida, o que levou a Justiça a encarcerar os três. Tanto Anas como os estupradores foram condenados a seis meses de prisão por sodomia.

Os dois acusados também foram punidos a 15 dias de prisão por violência e 45 dias por roubo. Já Anas teve dois meses de detenção suplementar por calúnia. A justiça tunisiana se baseia no artigo 230 de seu código penal, que condena as relações homossexuais. A associação tunisiana de defesa dos direitos dos homossexuais Damj pede que a legislação seja reformada, com “uma revisão de todos os textos jurídicos discriminatórios, que ferem a liberdade”.

As condenações por homossexualidade têm se multiplicado nos últimos anos na Tunísia. Segundo a associação Shams, 127 pessoas receberam penas de prisão no país em 2018, contra 79 em 2017 e 56 em 2016.

Com voto “histórico”, Celso de Mello alfineta Damares, cita Simone de Beauvoir e aponta “omissão” do Congresso.


Celso de Mello: Ministro apontou que Congresso foi omisso no combate á LGBTfobia.


Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia chamaram de “histórico” o voto do colega. Sessão será retomada na próxima quarta.

Relator de uma das ações que pedem a criminalização da LGBTfobia, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Celso de Mello afirmou em julgamento hoje que a “heteronormatividade” restringe os direitos da população LGBT e citou, em tom crítico, a frase da ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, de que “menino veste azul e menina veste rosa”.

A sessão desta quinta foi encerrada sem o ministro terminar seu voto, que será retomado na próxima quarta. Hoje, Celso de Mello fez uma defesa dos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

“Essa visão de mundo, fundada na ideia artificialmente construída de que as diferenças biológicas entre o homem e a mulher devem determinar os seus papéis sociais –meninos vestem azul e meninas vestem rosa– essa concepção de mundo impõe, notadamente em face dos integrantes da comunidade LGBT, uma inaceitável restrição às suas liberdades fundamentais, submetendo tais pessoas a um padrão existencial heteronormativo incompatível com a diversidade e o pluralismo que caracterizam uma sociedade democrática”, disse o ministro.

Para exemplificar seu pensamento, Celso de Mello citou a frase da filósofa feminista francesa Simone de Beauvoir de que “ninguém nasce mulher, torna-se mulher”.

Durante a sessão, os ministros Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia chamaram de “histórico” o voto de Celso de Mello.

A frase de Damares foi registrada em vídeo durante comemoração pouco depois de tomar posse no cargo. Na imagem, a ministra aparece dizendo: “Atenção, atenção. É uma nova era no Brasil. Menino veste azul e menina veste rosa”.

Em outro ponto de seu voto, Celso de Mello criticou o uso da expressão “ideologia de gênero”, termo usado por segmentos religiosos para criticar a ideia da livre orientação sexual, em contraponto à ideia defendida por esses segmentos de que o sexo biológico deve determinar o gênero e a orientação sexual.

“Cabe destacar que se algo aqui é ideológico, no sentido pejorativo, é a tese que defende que as pessoas nascem heterossexuais e cis-gêneras [pessoas cujo sexo biológico corresponde à identidade de gênero] e que por orientação sexual posteriormente passam a escolher alguma orientação sexual não heterossexual”, disse o Celso de Mello.

O ministro apontou “omissão” e “inércia” do Congresso Nacional no enfrentamento da LGBTfobia, ao prosseguir a leitura do voto de mais de 70 páginas.

“A omissão do Estado qualifica-se como comportamento revestido da maior gravidade político-jurídica, uma vez que mediante inércia o poder público também desrespeita a Constituição, também ofende direitos que nela se fundam. Mediante inércia o poder público também impede a própria aplicabilidade dos postulados da lei fundamental. A inércia do Estado qualifica-se perigosamente como um dos processos deformadores da Constituição”, disse.

Celso de Mello foi o primeiro ministro a votar, quando o STF julga duas ações que pedem a criminalização da LGBTfobia, que são caracterizadas por ofensas, agressões ou atos de preconceito contra as pessoas LGBT. O ministro não concluiu seu voto e ainda não é possível saber se ele vai deferir o pedido.

As ações foram apresentadas pelo PPS (Partido Popular Socialista) e pela ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros). Celso de Mello é relator de um dos processos e o ministro Edson Fachin, do outro.

O crime de LGBTfobia não está previsto na legislação penal brasileira. Nos casos envolvendo agressões motivadas por preconceito contra a população LGBT, a conduta é tratada como lesão corporal, tentativa de homicídio ou ofensa moral.

As ações afirmam que a discriminação hoje existente na sociedade tem impedido a população LGBT de viver livremente os exercícios de todos os seus direitos.

O QUE PODE ACONTECER

-Supremo pode determinar que o Congresso Nacional crie uma lei tornando crimes atos de LGBTfobia. A definição de quais atos seriam crime e qual a pena a ser aplicada seriam estabelecidas pelo Congresso

-STF também pode decidir aplicar uma regra provisória para que a LGBTfobia já seja considerada crime mesmo antes de haver lei aprovada pelo Congresso

-As ações pedem ainda que seja aplicada a Lei de Racismo para punir os crimes praticados com base em preconceito contra pessoas LGBT

“Ele falou que ali não era lugar de gay”, diz vítima de homofobia em terminal no ES.


Rapaz foi muito agredido na cabeça, em banheiro de Terminal na Serra.


Família acredita que a situação foi motivada por preconceito e a vítima prestou o primeiro depoimento nesta quinta-feira (14). Ninguém foi preso ainda.

O auxiliar de serviços gerais de 33 anos, que foi espancando dentro do banheiro do Terminal de Laranjeiras, na Serra, prestou depoimento na tarde desta quinta-feira (14), depois de ter alta do hospital. O rapaz disse que o agressor falou que “ali não era lugar de gay”. A família acredita que a situação foi motivada por homofobia. Ninguém foi preso ainda segundo reportagem da TV Gazeta.

A agressão aconteceu na noite de terça-feira (12), por volta das 22h. A vítima apanhou tanto que desmaiou de dor e precisou ser internada no Hospital Jayme Santos Neves. A princípio, familiares registraram o caso como tentativa de latrocínio, pois a carteira e celular do rapaz foram levados. Entretanto, depois que ele conseguiu contar sua versão, perceberam o preconceito.

“Ele começou a me agredir dando socos, chutes. Ele falava que ali não era lugar de gay”, lembrou o rapaz.

O agressor fugiu. A segurança do Terminal encontrou a vítima sozinha no banheiro e acionou o Samu, que fez o socorro.

O rapaz teve alta nesta quinta. “Dói até agora saber disso. Vivenciar o que vivenciei ali, não desejo nem para um inimigo meu”, falou.

O namorado da vítima contou que os dois conversavam por mensagem pouco antes de as agressões começaram, na terça à noite. Ele achou estranho quando o rapaz parou de responder.

“Quando eu mandei a mensagem para ele, ele só visualizou e não respondeu mais. Era por volta de 22h. Nisso eu já fiquei preocupado, porque ele não é de ficar sem responder. Já fui acionando meus familiares, meus amigos, pra saber o que tinha ocorrido com ele”, disse.

A família agora quer as imagens do circuito interno do Terminal de Laranjeiras. Elas podem identificar quem foi o agressor.

“O medo fica e é muito grande, até porque agora qualquer pessoa pode ser um agressor”, finalizou a vítima.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, mas ninguém foi preso ainda. A Ceturb disse que já separou as imagens que ficarão à disposição da polícia para ajudar nas investigações.

Pará: Jovem é espancado e encontrado desacordado em terreno; suspeita é de homofobia.




O quadro clínico de Davi Silva Amaral, 18 anos, é gravíssimo, segundo o Hospital Municipal.

A Polícia Civil de Santarém investiga um caso de violência contra um jovem gay encontrado desacordado na manhã desta quinta-feira (14), em um terreno baldio no cruzamento das avenidas São Nicolau e São Paulo, bairro Livramento, em Santarém, oeste do Pará. O jovem estava apenas de camisa, despido da cintura para baixo.

Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar se criminaliza a LGBTfobia, Davi Silva Amaral, de 18 anos, que é estudante do colégio Rodrigues dos Santos, pode ter sido mais uma vítima de homofobia, segundo informações da família, que registrou boletim de ocorrência na 16ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Santarém.

Ao ser encontrado no terreno baldio, o jovem apresentava ferimentos graves na cabeça, foi socorrido e levado ao Pronto Socorro Municipal de Santarém.


Terreno baldio onde Davi Amaral foi encontrado desacordado por moradores das proximidades.


Segundo um amigo de Davi, que prefere não ter seu nome divulgado, o jovem havia saído para beber com amigos na noite de ontem (13), no bairro do Livramento, onde mora com a família. Até por volta de 1h da madrugada, tanto ele quanto outros amigos falaram com Davi por telefone. Após esse horário, ele acredita que Davi tenha retornado para casa e no caminho, tenha sido abordado pelos agressores.

Quadro clínico

Por meio de nota, o Hospital Municipal Dr. Alberto Tolentino Sotelo informou que o quadro clínico de Davi é gravíssimo. Confira:

“D. S. A., 18 anos, foi atendido pela equipe médica do setor de estabilização. O paciente apresentou múltiplas fraturas na cabeça. Ele está entubado.

Os neurocirurgiões do Hospital aguardam o rapaz no centro cirúrgico neste momento. O quadro clínico do paciente é gravíssimo.”

As informações são do site G1

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Ate quando vamos ter que se deparar com esses tipo de noticia. Ninguem faz nada. Ninguem tem direito algum. Parece que temos que ser exterminados como se fossemos zumbis que nao temos familia, que nao pensamos, que nao temos vontades e anseios como qualquer ser humano pensante. Desculpa so um desabafo.

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  2. Anônimo, você têm razão de sentir incorformado com essa situação, assim como nós que postamos tais notícias. Mas devemos. Serve de alerta e cuidados que devemos tomar diante de tais situações. E isso mostra que as autoridades devem aprovar a lei anti-homofobia, com penas severas.

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