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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Líder conservador australiano volta a comparar casamento gay a zoofilia.


O senador australiano Cory Bernardi 


O líder conservador australiano, Cory Bernardi, sugeriu que a legalização do casamento gay no país resultou em uma pressão por “leis de bestialidade”. As informações são do Pink News.

O senador ligou a legalização do casamento homofetivo à aceitação social das relações sexuais entre humanos e animais. A declaração foi feita durante uma entrevista concedida à Sky News Australia.

Bernardi renunciou ao cargo de secretário parlamentar do líder do Partido Liberal, Tony Abbott, em 2012, depois que seus comentários inflamados sobre a bestialidade, feitos durante um debate no Senado, causaram indignação.

Entretanto, no domingo (03), Bernardi manteve sua posição anterior sobre a união civil entre iguais, afirmando que sua legalização levou as pessoas a quererem o reconhecimento de casamentos poliamorosos, relações entre humanos e animais e uma menor idade de consentimento sexual.

“Esta é a irracionalidade disso”, disse Bernardi no programa Sky News Australia, da Outsiders .“Eu disse no Senado [em 2012] que você teria outras ligações para redefinir o casamento usando os mesmos argumentos.”, acrescentou.

O governo australiano aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em dezembro de 2017. Na época, um referendo questionou aos cidadãos sobre o seu posicionamento a respeito de uniões homoafetivas. 61,6% dos eleitores votaram a favor da medida, legalizada em seguida.

Vídeo de jovem gay reagindo à ataque homofóbico viraliza no Twitter.




Na terça-feira (6), uma usuária do Twitter divulgou o vídeo em que um de seus amigos aparecia reagindo a um ataque homofóbico. A gravação foi feita dentro de um colégio norte-americano.

“Meu amigo bateu na cara de um homofóbico idiota. Ele defendeu a si mesmo como uma vad** malvada. Está tudo no vídeo”, dizia a mensagem. O tweet original foi apagado. No entanto, ao anunciar que o vídeo já passava de 2 milhões de visualizações em 12 horas, o site BCharts repostou a cena.

Assista: E tá errado? Poc viraliza no twitter após bater em homofóbico. https://t.co/M8i4VltBrJ pic.twitter.com/N9uQ4IkF9z

— BCHARTS (@bchartsbc) 6 de fevereiro de 2019

Em livro, jornalista diz que Vaticano tem “uma das maiores comunidades gays do mundo”.


Imagem de capa do livro 'No Armário do Vaticano' 


O livro que já pode ser considerado um dos mais polêmicos sobre a Igreja Católica agora já tem nome definido. No Armário do Vaticano – Poder, Hipocrisia e Homossexualidade foi escrito pelo jornalista francês Frédéric Martel, que é homossexual publicamente.

De acordo com o Pheeno, a investigação para a construção do livro levou quatro anos. O jornalista percorreu diversos países com o objetivo de buscar provas para declarar o centro da Igreja Católica como “uma das maiores comunidades homossexuais do mundo“. Frédéric promete revelar “nomes, datas e fatos sobre a composição e influência da rede sodomita no Vaticano”.

Em um dos trechos do livro, o autor relembra a história bíblica de Sodoma. A cidade é destruída por Deus por conta da homossexualidade de seus habitantes. Ele a usa como exemplo para definir o atual Vaticano.


No Armário do Vaticano será lançado mundialmente no dia 21 de fevereiro. No Brasil, a editora responsável é a Sextante, que revelou algumas outras polêmicas retratadas no livro. São assuntos como: o celibato dos padres, proibição do preservativo, a demissão do Papa Bento XVI, a misoginia do clero, os ataques ao Papa Francisco e o silenciamento dos religiosos em torno de abusos sexuais.

Crianças criadas por pais gays têm melhor desempenho na escola, diz pesquisa.




Uma pesquisa realizada pela universidade belga KU Leuven comparou o histórico acadêmico de filhos criados por casais gays e héteros. 1.200 crianças com pais homoafetivos foram ouvidas e mais de um milhão do sexo oposto participaram da amostra.

O estudo foi apresentado em janeiro na conferência da American Economic Association e publicado no The Washington Post. Foram analisados os resultados de um teste padronizado realizado por estudantes holandeses no final do ensino fundamental.

Os pesquisadores também coletaram informações sobre os resultados do seu diploma no final do ensino médio. Cerca de 18% dos participantes. “Nossas descobertas indicaram vantagens entre as crianças criadas por casais do mesmo sexo em comparação com os de sexo oposto”, escreveu pesquisadores no jornal.

“Além disso, também descobrimos que as crianças de casais do mesmo sexo continuam a superar as crianças de casais do sexo oposto no ensino secundário. Nossos resultados sugerem que crianças de casais do mesmo sexo têm 6,7% mais chances de se formar do que crianças de casais do sexo oposto.”, acrescentou.

Poder socioeconômico influencia

O levantamento ainda apontou que as condições socioeconômicas dos lares homoafetivos podem ser um fator no desempenho acadêmico destes jovens. “Os pais do mesmo sexo geralmente têm um alto nível socioeconômico, resultando em maior investimento.”, afirmam no documento.

Pesquisadores reconheceram que não foram capazes de aferir se o gênero de casais LGBT importava no desempenho das crianças. Além disso, não foram capazes de incluir resultados sobre crianças criadas por pais LGBT+ ou bissexuais e transexuais.

David Miranda fala sobre Jean Wyllys, selfie com Beyoncé e ídolos LGBTs, no Põe na Roda.


David Miranda durante sua posse como deputado federal


Na terça-feira (5), o Põe na Roda publicou uma entrevista com o deputado federal David Miranda. O parlamentar participou do quadro 24 Perguntas do canal, e respondeu sobre diversos assuntos, desde sua vida pessoal à vida política.

Suplente do PSOL, David substitui Jean Wyllys depois que o ex-parlamentar desistiu de seu terceiro mandato consecutivo por conta de ameaças que vinha sofrendo. Perguntado se sente medo de também ser alvo de violência, David Miranda não se mostrou indeciso.

Medo e coragem

“Tenho receio pela minha vida, pela vida da minha família. Nossa companheira Marielle foi assassinada há quase 11 meses e ainda não encontramos respostas […]. Estamos no Brasil, o país que mais mata LGBTs no mundo. Mas ao mesmo tempo, eu sei que não estou indo sozinho para Brasília. O amor que recebo nas redes sociais, na rua. Os abraços, as pessoas chorando junto comigo nesse período mostram uma força. A gente precisa estar representado nesses lugares. Então eu tenho medo, sim, mas eu vou pra Brasília com muita coragem“, afirmou.

O parlamentar disse, ainda, que não acredita que Jean Wyllys deva se isolar da política. “Acho que a primavera do Jean ainda não acabou. A gente ainda vai ouvir falar muito de Jean Wyllys pelo mundo, e com certeza aqui no Brasil. E de uma forma positiva“, especulou.

Selfie com a Beyoncé

Depois de alguns minutos falando sobre política, o clima da conversa mudou um pouco. David Miranda respondeu sobre como aconteceu a selfie que ele tem ao lado de Beyoncé e Jay-Z. “Melhor momento da vida, morri!“, começou ele. “Aquele dia foi mágico. Primeiro que a gente ganhou um Oscar. Eu tava num filme, Citizenfour, que ganhou um Oscar. Eu tava há quatro fileiras distante do palco, super chique. Vi a Lady Gaga cantando“, contou.

“E depois eu fui pra uma festa, o after party da Vanity Fair. Aquilo ali foi um mundo! Todas as maiores celebridades no mesmo lugar. Meu objetivo já estava claro: eu queria saber onde a Beyoncé estava. Fiquei sabendo que ela estava sentada num canto lá no final, no fundo. E aí eu fui lá para perto e levei a estatueta. Óbvio que ela não ia falar com um mero mortal sem estatueta“, brincou. “Fiquei lá esperando eles terminarem a conversa. Estava o Jay-Z, a Beyoncé e a Jennifer Lopez. Fiquei balançando aquela coisa maravilhosa até que ela olhou pra mim. O Jay-Z perguntou como é que eu tinha ganhado aquilo. Falei que tinha ganho pelo filme e que a única coisa que eu queria muito era tirar uma foto com a esposa dele”, lembrou.

E continua: “Ele ficou brincando comigo. ‘Você quer sentar onde? Quer sentar no meu colo?’ Aí eu falei pra ela que adorava ela e tiramos aquela foto que foi impactante. Como vocês veem minha cara, eu não estava acreditando que eu estava tirando aquela foto. Estava atônito”, comentou. “Queridos, Beyoncé me serviu champanhe numa mesa. Então assim, a vida parou naquele dia pra mim. Foi o dia que eu zerei a vida. Saí de lá dando cambalhota”, completou.

Ídolos LGBTs

Além de Beyoncé, foi perguntado qual diva pop internacional David Miranda ouve. Ele respondeu prontamente: “Mariah Carey!“. Em relação a brasileiros, a lista foi mais extensa. “Rainha Daniela Mercury. Nossa, guerreia, põe a cara à tapa pra tudo. Pabllo Vittar. Aretuza. Maria Gadu, Ana Carolina, meu Deus do céu. Lulu Santos, quase eu esqueço”, listou o deputado.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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