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CONTOS DO LEITOR


O Massagista da minha tia
Dang

 


Olá, amigos! Desde já agradeço por lerem meus contos. Não adianta, só sei escrever contos longos e cheios de detalhes. Sempre entro numa espécie de transe erótico quando escrevo. Viajo pelo mundo da sensualidade e do erotismo, fico muito excitado, paro pra me masturbar algumas vezes, falo com pessoas que me excitam pela net, entro em sites eróticos, ligo pra pessoa com quem vivi o que vou contar e procuro reviver a situação que rolou. Tudo isso me inspira e eu liberto minha inspiração. O Massagista da minha tia é um conto recheado de sensualidade e prazer exacerbado. Nele, amor e ódio se fundem numa explosão de sentimentos confusos e profundos até as coisas ficarem harmoniosas. Boas gozadas!

Um pensamento...
“Certamente os barcos estão mais seguros nos portos, mas não foi para isso que eles foram feitos”.

Certo dia, numa tarde de domingo, liguei pra minha tia que é muito querida e divertidíssima, do tipo que está sempre de bem com a vida. Curto muito estar com ela sempre que posso. Ainda por cima ela adora música. Perguntei sobre as novidades, levei umas broncas por andar sumido de sua casa e ela começou a contar o que vinha se passando.

Disse que estava com um problema de coluna meio sério, foi ao médico, fez exames, tomou remédios, mas a tal dor sempre voltava, até que acabou cansando de tanto medicamento e decidiu aceitar a sugestão de uma amiga e visitar um massagista considerado muito competente. Marcou e fez a primeira consulta no consultório do cara, gostou do atendimento dele sentindo-se aliviada das dores e resolveu que continuaria por aquele caminho.

Com o passar do tempo, ela combinou com o cara e passou a ser atendida em sua própria casa. Prometi que iria visita-la em breve assim que terminasse um trabalho que estava fazendo. De fato estava muito ocupado e não conseguia um dia pra lhe fazer uma visita. Passei a ligar com mais frequência pra saber como ela estava e tomar pé da situação. Sempre que conversávamos ao telefone ela falava maravilhas do massagista, dizia que suas mãos eram mágicas e que estava melhorando muito.

Assim que fiquei mais folgado, liguei pra tia e disse que gostaria de visita-la. Ela falou que eu poderia ir, mas que teria massagem mais tarde. Falei que não tinha problema, que enquanto ela estivesse ocupada eu ficaria ouvindo música e ela falou pra eu ir.

Chegando lá, notei que ela estava bem mais aliviada e comentei que as massagens realmente tinham feito milagres por ela. Estávamos na sala conversando quando o interfone tocou anunciando que o massagista havia chegado. Assim que a campainha tocou, levantei e fui abrir a porta. Tive que conter minhas expressões faciais ao me deparar com um cara branco, alto, cabelos bem curtos, rosto liso, sobrancelhas grossas e lábios carnudos. O cara tinha uma expressão facial forte e máscula.

- Oi Vanderlei, entra! Esse é meu sobrinho Bruno. - Falou minha tia.
- Opa Vanderlei! Entra aí. Minha tia fala muito bem de você. - Falei apertando a mão dele.
- Olá, boa tarde! Vamos lá? – O cara não me deu a menor atenção, quase não me olhou e já foi cumprimentando minha tia. Fui completamente ignorado.

Minha tia se levantou do sofá, os dois foram pro quarto dela e eu fiquei na sala. Meu sentimento foi de prazer e decepção.
- Bruno, vem pra cá com a gente. – Falou minha tia. Achei estranho, pensei que talvez pudesse ser constrangedor, mas atendi, entrei no quarto e sentei numa pequena poltrona.


O Vanderlei abriu sua maleta e pegou seu material enquanto minha tia tirava a blusa ficando apenas de sutiã e deitando-se de costas na cama em seguida.

Eu assistia tudo olhando pro cara que estava de lado pra mim e reparava que ele era um tesão de homem, porém com cara de poucos amigos. Minha tia tentava conversar comigo sobre o disco que lhe dei de presente e sua voz saia toda tremida por causa da massagem que já havia começado e o Vanderlei não dava uma palavra. Após alguns minutos dentro do quarto, resolvi puxar papo pra ver se ele interagia, pois esse tipo de situação me incomoda bastante. Perguntei-lhe sobre seu gosto musical e ele falou depois me dar uma olhada muito estranha:

-                Não conheço nomes de músicas, nem de artistas, mas por causa do meu trabalho ouço músicas tranquilas e relaxantes. Você não deverá gostar do que ouço. – Suas palavras saíam de forma seca contrastando completamente com a ideia que eu havia feito dele. Mesmo assim continuei.

- Realmente não saberia dizer se curto, pois não sei que tipo de música é essa, mas curto muita coisa. – Assim que acabei de falar, ele me olhou e voltou os olhos pras costas da minha tia.

-                Bruno, você não está precisando de uma massagem? Se tiver com alguma dor é só falar que o Vanderlei te faz uma, não é Vanderlei? - A tia falou isso em tom de certeza.

- Sinceramente ele não parece estar precisando de massagem! - Falou o Vanderlei depois de me olhar.

-                Na verdade sinto umas dores nas costas depois que malho, mas sempre passa no dia seguinte. Será que isso é algum problema? - Arrisquei esse papo que era absolutamente mentiroso.

- Bem, você deve estar forçando alguma coisa e deve conversar com a pessoa que está te instruindo na academia. – Ele falou demonstrando total desinteresse pelo meu suposto problema. Aquilo estava me cansando e decidi ir pra sala ouvir música. O que realmente não estava legal era o fato de eu achar o cara muito interessante e ele ter uma cara fechada, demonstrando ser uma pessoa antipática. Fui pra sala e coloquei um disco do Legião Urbana. Logo o Vanderlei entrou na sala e falou:

- Rapaz, você me desculpe, mas esse tipo de música atrapalha meu trabalho. – Falou, não esperou resposta e voltou pro quarto. Fiquei puto, mas resolvi desligar o som pra não criar problemas pra minha tia. Ele havia falado baixo e minha tia talvez não tivesse ouvido, inclusive porque o som estava ligado.

Fiquei completamente bolado, com seu jeito de poucos amigos, mas não parava de tentar entender o que significava aquilo. Decidi voltar pro quarto e tentar desvendar o mistério. Assim que entrei, o Vanderlei me olhou com a mesma cara esquisita, mas eu entrei numa de que ele fosse tomar no cu e sentei na poltrona. Minha tia perguntou por que eu havia tirado o som, fazendo-me entender que ela não ouviu o que o Vanderlei falou e eu disse que preferia esperar ela acabar. O Vanderlei olhou pra mim e não disse nada.

O tempo passando e eu começando a ficar irritado com aquele clima, pois não fazia a menor ideia de quando aquilo acabaria e já pensava em dar um jeito de sair fora. Ainda assim resolvi dar mais um tempinho e fiz uma nova investida pra me comunicar com o cara:

- Vanderlei, você trabalha sempre assim atendendo nas casas das pessoas?
- Atendo em domicílio e em minha casa onde tenho um consultório montado.

– Definitivamente ele falou com cara de quem não estava nem um pouco interessado em conversar. Desisti, peguei meu telefone discretamente e fiz tocar um som qualquer pra fingir que alguém me ligava. Atendi e simulei uma conversa que fazia entender que eu precisava ir embora. Acabei a “ligação” e falei pra minha tia que precisava sair pra resolver um problema e que se desse eu voltaria mais tarde ou ligaria pra ela.

- Pronto! Acabei! - Falou o Vanderlei. Fiquei ainda mais puto por entender que a simulação do telefonema havia sido desnecessária, mas não teria como voltar atrás. Minha tia se levantou, colocou a blusa pedindo pra eu voltar, o Vanderlei arrumou suas coisas, se despediu falando que voltaria dois dias depois e acabamos saindo juntos. Eu estava com muita raiva.

Estando sozinhos, o clima entre nós dois foi de absoluto silêncio da porta do apartamento até a portaria do prédio, quando eu apenas dei um tchau pra ele e saí apertando o passo.

Estava puto dentro das calças por ter vivido uma situação ridícula que não fazia sentido algum. Saí do prédio andando rápido sem destino, até que cheguei na esquina, parei e me dei conta que não tinha pressa alguma.

Fiquei parado olhando os carros sem saber o que fazer ou pra onde ir. De repente ouço uma buzina tocar e um carro para ao meu lado. Curvei-me pra olhar e vi o Vanderlei me falando:
- Estou indo pro centro! Quer carona? – Eu não estava acreditando naquilo.
O cara antipático estava me oferecendo carona. Levantei com o olhar perdido, pensei rápido e simplesmente entrei no carro.
- Não respondeu pra onde vai! – Disse o Vanderlei. Entrei no clima dele e agi da mesma forma:

- Acha que não ouvi? Acha que eu teria entrado se fosse pra outro lugar? Na verdade estou indo pro centro também. – Falei me sentindo péssimo, mesmo assim ele só saiu com o carro após eu ter falado como se quisesse mesmo a resposta.

-                Você enrolou sua tia dizendo que talvez voltasse mais tarde, afinal deve saber que daqui até o centro deveremos pegar engarrafamento. Sem contar que o tempo está péssimo e vai chover. – O cara falou com um tom irônico que me irritava ainda mais e parecia estar certo, pois o tempo estava horrível e os carros se movimentavam muito devagar. Eu não conseguia me sentir à vontade no carro dele, peguei meu celular pra passar o tempo e ele ligou o som. Começou a tocar uma música bem suave num volume baixo. Aquilo me fez lembrar de seu gosto musical e falei:

- Ah é esse tipo de música que tu curte? - Falei olhando pra ele e fui surpreendido com um primeiro sorriso em seu rosto:

-Incomoda você? Gosto desse disco e ouço sempre que estou no trânsito. – O cara tinha dado um sorriso lindo e continuou do mesmo jeito. O som era diferente do que estou acostumado a ouvir, mas era totalmente agradável aos meus ouvidos. De alguma maneira aquela música e ele pareciam se combinar totalmente, pois ele havia mudado tornando-se simpático depois que ligou o som. Já começávamos a pegar algum engarrafamento, os carros parando, as buzinas tocando, mas de alguma forma eu me sentia em outro lugar dentro daquele carro. Eu olhava pra rua e pra ele como se quisesse entender o que estava sentindo, até que ele me fala sorridente:

- E aí, tá estranhando a música? Pode falar que está me achando careta. – Ele parecia querer me provocar.
- Cara, não sei porque você é assim! Não estou achando nada de você e a música é legal. – Eu tentava me controlar pra não demonstrar que ele conseguia me tirar do sério.
- Sou assim como? Sou uma pessoa normal. Apenas tenho meu jeito de ser e não abro mão dele assim tão facilmente. – Ele falou essa parada e comecei a matutar mil coisas na cabeça.
- E o que é preciso pra você abrir mão do seu jeito? - Arrisquei num terreno totalmente desconhecido.
- Bem, acho que só chegaremos amanhã ao centro. E vai piorar porque está começando a chover. Talvez eu vire ali na frente e volte pra pegar o caminho de casa. O que você pretende fazer? – Ele desconversou, me deixou sem ação e eu fiquei completamente perdido sem saber o que dizer. De repente caiu um pé d’água. O trânsito ficou ainda mais complicado fazendo os carros praticamente pararem. Voltei a ficar irritado mesmo com a música doce e me irritava ainda mais vendo o Vanderlei tentar se esticar dentro do carro como quem estivesse totalmente relaxado. Agora era o seu sorriso que me irritava.
- E então? Esqueci seu nome. Acho que vou dobrar à direita. – Eu ouvia aquilo como se fosse uma ordem pra sair do carro dele e falei:
- Meu nome é Bruno! Cara, tá chovendo muito. Não tenho como descer aqui. Não sei o que devo fazer também. Você mora pro lado da minha tia? - Falei demonstrando irritação. Quem mandou eu aceitar aquela carona?
- Isso é normal! Coisas da natureza. Você precisa relaxar mais. Moro pro lado da sua tia sim, porém um pouco antes. Quer que eu te deixe lá? – Enquanto ele falava a chuva simplesmente aumentava ainda mais fazendo com que até ele olhasse com cara de preocupado. De repente ele entrou na tal rua onde o trânsito parecia estar menos caótico, voltou a relaxar e curtir a música que continuava tocando. Definitivamente o Vanderlei tinha algo que me instigava demais, pois eu me percebia irritado ao mesmo tempo muito curioso pra decifrar aquele tipo. A chuva mandando ver, passamos por algumas ruas que já começavam a encher, até que ele diminuiu a velocidade e entrou num estacionamento.
- Que lugar é esse? – Perguntei.
- Rapaz, com essa chuva não vou arriscar te levar até sua tia. Façamos assim: você dá um tempo aqui na minha casa até a chuva diminuir, depois segue seu destino. Vamos lá! – Falou saindo do carro com um guarda-chuva na mão. Eu queria dizer que não estava de acordo, que não queria incomodar, mas ele já havia fechado sua porta e veio pro meu lado me pegar. Saí do carro e comecei a me molhar todo. Era praticamente um dilúvio que estava caindo. O Vanderlei ria com o braço no meu ombro, ambos estávamos nos molhando e eu olhava para aquilo tudo sem entender nada, sem saber que cara estranho era aquele, ao mesmo tempo que me deu muita curiosidade de conhecer seu mundo.
Após andarmos quase uma quadra, chegamos numa casa com um letreiro, ele abriu o portão falando pra eu pegar o guarda-chuva e ir pra varanda. Falei que ele iria se molhar e ele saiu de baixo do guarda-chuva rindo e falando que não pegava nada já que estava todo molhado. Fui pra varanda e fiquei assistindo ele fechar o portão. Assim que terminou, virou-se para mim, abriu os braços rindo e falou:
– Que chuva deliciosa! – Saiu correndo, falando pra eu segui-lo e entrou num corredor ao lado da casa que dava para os fundos. Eu havia acabado de assistir a uma cena que me provocou muita excitação, ou seja, quando o Vanderlei abriu os braços com aquela calça branca toda molhada, vi o contorno do seu pau avolumado que me chamou muito atenção. Devo ter dado uma tremenda bandeira porque olhei mesmo. Segui na direção dele que já havia entrado na casa, entrei e o encontrei tirando a roupa.

 
- Cara você tá todo molhado também! Tira essa roupa que vou te arranjar alguma coisa seca pra você vestir. – A essa altura ele estava só de cueca à minha frente. O cara falava como se desse ordem. Aquilo me irritava e me instigava. Porém, eu achava que as coisas não eram bem assim e falei com um sorriso amarelo:
- Como assim tirar a roupa? Vou ficar nu aqui na sua casa. – Enquanto eu falava, olhava vidrado pro cara só de cueca na minha frente demonstrando irritação com minha pergunta.
- Deixa de bobeira e tira logo essa roupa! Não tem ninguém aqui e você está todo molhado. Vai tirar ou não? – Aquilo foi uma ordem. Ele parecia bipolar, pois num momento sorria e em outro fechava a cara e falava em tom austero.
Tirei a porra toda ficando só de cueca. Ele saiu da sala falando pra eu esperar. Fiquei em pé numa espécie de saleta, tremendo de frio e de nervoso com aquela situação. Eu também estava bipolar, pois sentia raiva e tesão por ele o tempo todo desde a casa da minha tia e não sabia como agir. Parece piada, mas estava sem graça porque até minha cueca estava molhada e eu tinha medo que ele visse e me mandasse tirar também. Digo isso porque tenho uma bunda carnuda que costuma provocar muito as pessoas. Em alguns momentos isso é ótimo, em outros fico tímido. Estava igual a um garotinho com as mãos cruzadas encobrindo o pau, de repente:
- Bruno! Vem cá! Falou o “general”. - Continuei parado, pois não gostava daquele tom de fala.
- Cara, to te chamando! Você não ouviu? – Cheguei a levar um susto, pois estava olhando pro lado de fora da casa e não o vi chegando na sala quando ele me fez aquela pergunta. Ele me deu uma toalha falando pra irmos lá dentro até entrarmos em um quarto com uma cama de massagem bem no meio. Estranho, mas eu sentia medo daquilo tudo.
- Cara tu é muito encucado! Mas vai ficar ainda mais agora. Vou deitar aqui nessa cama e você vai me fazer uma massagem. - Ouvi aquilo sem entender nada e falei:
- Você tá de piada comigo? Acha que sei fazer massagem? Não estou entendendo. – E continuei com cara de retardado olhando pra ele que já estava se deitando na cama.
- Olha só, não estou achando nada. Existem massagens e massagens. Quero apenas receber o calor das suas mãos para aquecer minhas costas. Não precisa ser massagista pra isso. Você parece precisar aprender muitas outras coisas. Vai! Pega essa toalha aqui e seca minhas costas. Depois pega aquele vidro amarelo ali em cima da mesinha e passa um pouco nas mãos. – Passei minha toalha em volta do meu corpo, peguei a dele e comecei a passar em suas costas. Naquele momento tudo começou a mudar na minha cabeça.
- Não é assim cara! Passa a toalha devagar. Seja delicado com as mãos. Pense menos em me secar e mais em me tocar. Sente o que você está fazendo. – “Socorro! Assim eu fico de pau duro”. Esse era meu pensamento.
- Ah! Para um instante! Aperta ali o botão do meio. – Falou o Vanderlei apontando para um pequeno aparelho de som que havia no canto do quarto. Apertei o botão e uma música deliciosa começou a tocar. Voltei pras costas dele com a toalha, estava com uma enorme dificuldade pra controlar minha ereção e tentava pensar no trânsito lá fora, na chuva e em qualquer coisa que fosse ruim pra não me envolver com a cena enquanto ele falava:
- Isso! Assim está melhor! Faz com calma. Deixa a música embalar o momento. – Aquelas palavras eram deliciosas. Parecia que era eu quem estava recebendo uma massagem. A voz dele era firme, porém aveludada e entrava nos meus ouvidos fazendo-me entender que de nada adiantaria tentar controlar meus impulsos e meu tesão. Meu consolo era a minha toalha que escondia meu pau completamente duro caso ele olhasse pro meu lado.
- Acho que já secou! Agora pega o óleo, põe um pouco em uma das mãos e friccione as duas até sentir que elas estão bem quentes. Depois, apenas deslize-as sobre minhas costas. – Tentei ficar mais relaxado e procurei seguir o que ele falava:
- Isso! Assim! Está bem quente! Aí! Mais acima! Aperta os dedos aí! Isso! Assim! Mais! Legal assim! Continua um pouco mais aí! Hum! Muito bom! Você sabe fazer legal. Suas mãos são macias. Agora aquece as mãos novamente e passa mais abaixo. Assim! Nossa, suas mãos estão pelando! Que delícia! Aperta com os dedos. Ai! Aí dói um pouco. Joga um pouco do seu peso sobre mim. Isso! Melhor assim. Vai descendo até na direção da minha cueca, mas aquece as mãos de novo. Sem pressa. Não precisa correr porque a chuva continua forte lá fora. Não temos pressa. Ai que delícia esse calor. Assim rapaz! Isso! Tá indo muito bem. Muito gostoso isso. Já está quase terminando. Depois será você. Agora deslize suas mãos pelas minhas costas livremente.
Rapaz, que delícia suas mãos! Você sabe ser delicado cara. Que legal isso. Muito bom. Não sinto mais o desconforto que aquele estresse nos proporcionou. Aquilo é péssimo pra qualquer pessoa. Todo mundo deveria ter direito a isso, sabia?
– Essas últimas palavras ele falou se levantando da cama. Rapidamente sentei-me numa cadeira ao lado pra esconder o que a toalha já não dava mais conta. Procurei olhar disfarçadamente para o pau dele, mas ele saiu pelo outro lado da cama e não deu pra ver. Estava nas nuvens. As palavras do Vanderlei haviam mexido demais comigo. Foi uma delícia fazer aquilo e eu sentia tudo o que ele falava que estava sentindo. Estava muito excitado. Mas não era excitação só de tesão pra trepar. Era uma sensação diferente. A música, a voz aveludada, a luz fraca que esqueci de mencionar. Enfim, o clima era forte demais. Em momento algum o Vanderlei deu a entender que rolava uma sacanagem ali e isso confundia demais os meus pensamentos. Como podia haver aquilo?
- Cansou? Vai, levanta dessa cadeira e deita aqui. Suas costas já devem estar secas. Vamos ver como você está de tensão. – Levantei, me deitei e tirei a toalha. Estava completamente entregue, louco pra sentir aquelas mãos que eram enormes e muito bonitas.
- Agora, Bruno, tenta relaxar e sentir o toque das minhas mãos. Tenta perceber onde é bom e onde dói. Fale se sentir dor. Mas tente relaxar e ouça a música. Procure sentir prazer com o calor das minhas mãos. Se você relaxar de verdade, deverá sentir algo muito gostoso. – O Vanderlei falava parecendo que estava cantando.
Cada coisa que ele dizia me fazia sentir uma vontade enorme de entrar por dentro dele, ou sei lá o que. De repente senti suas mãos me tocarem de forma muito suave, porém firme. Fechei os olhos e comecei a sentir o calor. A sensação era maravilhosa e ele aumentava gradativamente seu peso sobre mim. Não sentia dor alguma. Ele me apertava em alguns momentos e em outros apertava muito mais. Dava umas pegadas firmes que a cama até fazia barulho. Era bom pra cacete.
Começou a esquentar demais, pois as mãos dele pareciam estar muito mais lubrificadas do que as minhas quando eu o massageei, ainda por cima ele fazia movimentos muito mais rápidos. Logo ele não estava mais somente nas minhas costas. Ele massageava meus braços, minha nuca e até minha orelha. A coisa toda acontecia numa velocidade muito rápida, não me permitindo ter reação alguma. Sentia suas mãos deslizando sobre meu corpo com uma desenvoltura impressionante. Ele não dava uma palavra e agia com muita maestria. Eu parecia um pedaço de papel nas mãos dele enquanto ouvia aquela música deliciosa. De repente, uma pausa, ele estava pegando mais óleo, depois o barulho das mãos e ele começou a massagear minhas pernas. Eu não estava mais aguentando de tanto prazer. Ele passou a massagear literalmente das coxas até os pés, inclusive entre os dedos. 

 

Estava muito gostoso sentir aquilo, até que ele começou a massagear apertando mais os dedos. Quando chegou em minhas cochas comecei a perder o controle da situação, se é que eu tinha algum. Aquilo sim provocou tesão, eram bom pra cacete, mas eu tenho muita sensibilidade nessa região, meu pau começou a subir, virei a cabeça pro outro lado, movimentei meus braços, não me contive e soltei um gemido. Fiquei muito sem graça e pedi pra ele parar. Ele perguntou se doía. Inventei de dizer que sim, porém falei gemendo e ele insistiu na pergunta:
- Isso é dor mesmo? – Achei a pergunta complicada, preferi ficar calado, mas não consegui e voltei a gemer e ele continuou apertando naquele local. Havia perdido totalmente o controle da situação movimentando os braços, a cabeça e as pernas e não conseguia entender o que ele queria. Ele não parou e falou:
- Cara, você não sabe sentir prazer. Não vou parar e você vai se permitir sentir isso. Tem que relaxar e deixar seu corpo sentir prazer. Pare de tentar se controlar. Perca o controle! Quero ver! Vai! Solte seu corpo e sinta minhas mãos tocando você. Isso! Geme mesmo! Deixa rolar. Pode gemer cara. – Ele falava isso com a mesma voz firme de antes e em tom autoritário. Eu gemia alto, pegava nos ferros abaixo da cama, dava umas olhadas pra ele como quem procurava em seu olhar o significado daquilo, pensava em levantar e sentia uma enorme vontade de aguentar o que ele estava fazendo. Finalmente ele deu uma aliviada voltando as mãos para minhas costas e eu parei de gemer e de me debater. Percebendo que eu estava mais calmo, o Vanderlei falou com seu tom autoritário:
- Tá vendo? É isso que você quer! Já está no controle de novo, não é? Você não sabe sentir prazer! Pois sinta de novo e pare de se controlar. – O puto voltou suas mãos para minhas coxas, voltei a gemer loucamente e ele continuou falando:

 
- Isso! Vai! Geme mesmo! Agora é sério. Assim! Solta o corpo cara. Deixa você sentir isso se está gostando. Não trava nada. Sente minhas mãos aqui. Isso! Continua assim. Vai! Solta mesmo. Muito bem! Isso aí! Que foi, Bruno? Larga minhas mãos! Não tente impedir! Não vou parar! Continua sentindo. 

 (CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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