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CONTOS DO LEITOR


O Massagista da minha tia
(Parte II)
 

- Isso! Vai! Geme mesmo! Agora é sério. Assim! Solta o corpo cara. Deixa você sentir isso se está gostando. Não trava nada. Sente minhas mãos aqui. Isso! Continua assim. Vai! Solta mesmo. Muito bem! Isso aí! Que foi, Bruno? Larga minhas mãos! Não tente impedir! Não vou parar! Continua sentindo. 

Isso! Assim está melhor. Sente mesmo. Bom garoto. Está ficando mais calmo agora. Não tem problema você ter gozado. Eu sei! Pode deixar que a gente limpa tudo depois. Relaxe e tente sentir o prazer do gozo. Não pare de sentir já. Deixe ele sumir naturalmente. Continue assim. Você está indo bem desta vez. Procure continuar sentindo até ele acabar. – Puta que pariu! Gozei alucinadamente. Gozei com o corpo todo. Meu pau havia saído completamente de dentro da cueca com meus movimentos alucinados. A firmeza das pegadas certeiras das mãos do Vanderlei me levaram a um estado de prazer alucinante. E tudo o que ele havia feito foi apertar minhas coxas. Foi muito gostoso sentir aquele calor que se irradiava por todo meu corpo. Perdi o controle, tive sensações desconhecidas e fiquei na mesma posição roçando meu pau todo gozado no plástico da cama.
Vanderlei saiu do quarto e encostou a porta. Continuei deitado pensando em tudo o que havia acontecido. Não me saia da cabeça aquelas mãos poderosas. Percebi que estava muito envolvido com ele, mas não sabia ordenar meus pensamentos. Não sabia o que fazer, só sentia uma enorme vontade de continuar naquela casa ao lado do cara. Admiti que ele exercia uma espécie de poder sobre mim e isso era bom. Queria retribuir o imenso prazer que ele me proporcionou, só que não conseguia decifrar qual era a dele.
Passado um tempo, o Vanderlei abriu a porta delicadamente e perguntou se estava tudo bem. Não dei uma palavra, virei minha cabeça pra porta, fixei meu olhar nele, achei de investir e o olhei de cima a baixo escancaradamente e sem pressa. Ele continuava parado na porta me encarando meio sorridente como quem esperava uma resposta, até que resolvi arriscar:
- Queria retribuir! Não sei como, mas queria lhe proporcionar o prazer que você me proporcionou. – Ambos nos olhávamos fixamente. Agora sim, como eu continuava deitado de costas, bem que minha bunda carnuda poderia ser notada. Voltei a admirar seu corpo, fixei meu olhar em sua cueca volumosa enquanto movimentava lentamente meus dedos como se quisesse tocar em alguma coisa. De repente voltei a olhar pra seu rosto e o peguei olhando pra minha bunda. Ele não notou que eu olhava pros olhos dele. Dei uma leve empinada com a bunda, ele olhou pro meu rosto, entrou um pouco mais no quarto e parou. 
 
Definitivamente estava acontecendo algo de erótico naquele momento, pois sua cueca passou a se avolumar demais, ele mordeu os lábios, franziu a testa, veio em minha direção e parou com o pau na minha cara. Olhei com um olhar ardente de enorme desejo. Mordi os lábios também, levantei minha cabeça e me aproximei. Parei, fechei os olhos e continuei em sua direção até sentir minha boca tocar sua cueca. Beijei, acariciei com os lábios, ele levou suas mãos ao meu corpo e me fez carícias deliciosas. Sem pressa, continuei passando os lábios, a língua e dando leves mordidas em seu pau completamente ereto.


Suas mãos me arrepiavam o corpo todo. Comecei a ouvir um sussurro incompreendido, abri os olhos, olhei pra ele e o vi de olhos fechados movimentando a cabeça e “li” em seus lábios ele dizendo repetidamente: - Vai! Vai! Vai! – Levei minhas mãos até sua cueca, puxei e peguei seu pau. Acariciei delicadamente, depois apertei firmemente enquanto ele continuava a dizer: - Vai! Vai! Vai!

 

Me rendi a tanto erotismo e tanta excitação, desci mais a cueca, peguei firme na base, senti um delicioso perfume e admirei aquele lindo membro com pele escondendo a cabeça toda. “Tudo no Vanderlei se revelava aos poucos”. Beijei aquela pele, passei a língua em volta dela deixando-a levemente babada, voltei a toca-la com os lábios e a suguei. Meti minha língua no centro até a sentir tocar a pontinha da cabeça. Continuei enfiando a língua como se quisesse entrar por aquele canal a dentro. Para meu delírio, senti um delicioso gosto de lubrificante despontando daquele membro totalmente ereto.
Continuei sugando sua deliciosa pele e contornei minha língua entre ela e a cabeça. Agora, suas mãos estando muito mais abusadas acariciavam meus cabelos, minhas costas e minha bunda e eu completamente dedicado a lhe proporcionar prazer, até que ele começa a movimentar seus quadris fazendo sua rola invadir minha boca me enlouquecendo de prazer.
 
- Cara, que delícia isso! Que lábios gostosos você tem! Isso está me enlouquecendo! Que sensação maravilhosa! Vai! Sente também! Demonstra que você também está curtindo. Ai, Bruno, continua assim! Olha só como você está me deixando. Ai! Que delícia de boca, cara! Chupa! Chupa! Rapaz, você é uma tentação! Desde a hora que te vi, tentei resistir ao máximo, mas isso é demais pra mim. Ai cara! Que delícia! Por favor, não pare! Continua fazendo assim que está muito gostoso sentir sua boca. Toma minha rola! Me dá prazer e sente também! Fazia tempo que não sentia isso. Isso! Engole tudo cara! Nossa! Tu engole tudo! Que delícia! Ai! Assim é demais! Assim! Isso! Lá dentro! Olha só, cara! To metendo tudo! Tuuuudo! Assiiiiim, Bruno! Aguenta tudo! Delícia lá dentro! Quente demais! Você tá me matando de prazer! Continua! Vai! Sente! Isso! Chupa tudo! Engole tudo! Toma! Toma! Toma! Tesão você! Que boca gostosa! Ah! Ah! Uh! Uh! Chupa! – Estávamos numa espécie de “transe-sexo oral”. Aquilo não era mais um simples sexo oral. Ele já havia tirado sua cueca e colocado uma das pernas sobre a cama.
Eu o agarrava com força e sua rola entrava toda em minha boca. Impressionante como eu conseguia, pois havia atingido uma espécie de controle sobre minha ânsia de vômito e sorvia freneticamente aquele membro. Parecia que minha boca era revestida do mesmo tecido de uma glande, ou uma vagina. Estávamos completamente regidos sob o signo do prazer. Eu sentia um prazer enoooooorme quando seu pau ultrapassava os limites da minha boca e invadia minha laringe. Ele estava literalmente fudendo minha boca. Aquilo estava maravilhoso! Nós estávamos grudados. Eu produzia muita saliva, o que fazia seu pau deslizar deliciosamente. Sem contar com o sabor que seu lubrificante produzia temperando aquela mamada. Tudo era fantástico. (Quem disse que só quem é mamado sente prazer?)
Vanderlei não largava mais minha cabeça para socar minha boca e eu o alisava como e onde podia. Em tão pouco tempo criei tanta intimidade com aquele corpo que, mesmo de olhos fechados eu conseguia encontrar o bico do seu peito para lhe apertar com delicadeza. Seu saco era outro ponto que não saía da minha mão. Aquele homem, naquela posição erótica, de corpo forte totalmente nu estava me proporcionando algo que meu corpo parecia desconhecer. Minha baba escorria pelo seu saco e ia em direção ao chão. E Vanderlei gemia alto dentro do quarto. Seu gemido másculo contrastava com a música doce que insistia em dar o tom daquele momento mágico de prazer. Minha sensação era a de um músico que tentou por horas afinar seu instrumento, até que encontrou o tom certo, a nota certa e desfrutou de uma linda melodia numa cadência louca de puro êxtase.
Finalmente Vanderlei abandonou seu doce “pegar” em minha cabeça, agarrou meus cabelos com força, fazendo-me sentir dor e se atracou em minha boca com uma volúpia absurda e passou a reger aquela trepada em outro tom, em outra dimensão e suas palavras saíram fortes:
- Vai, cara! Toma isso! Chupa meu pau! Abre essa boca! Sente ele deslizando lá dentro de você! Ai, Bruno! Assim! Por favor! Vai! Toma! Chupa! Toma, gostoso! Mama! Ai! Uhhh! Assim! Nossa! Que isso? Uhh! Vou... go... zzzzzz... aaaaaaaaaaaarrr! Ah! Ahhh! Ahhh! To... go... zzzz... aaaaaan... dooooo! Ahhh! Assiiiiimmmm! Toma! Ahhh! Caraaaaa! To gozaaaando, porra! Ai, delícia! Isso! Chupa tudo, cara! Engole tudo! Não deixa escorrer! Engole, vai? Assim! Isso, Bruninho! Ai, cara! Que boca deliciosa! Chupa mais! Vai! Vai! Vai! Rapaz! Que gostoso! Não para! Bebe tudo! Sem medo! Pode beber meu leite saudável! Assim, garoto! Isso! Que boca quente! Como é quente lá dentro! Assim! Uhhh...!
 
Eu estava completamente excitado e movimentava meus quadris, fazendo com que meu pau deslizasse sobre o plástico da cama lubrificada com meu gozo anterior enquanto seu pau ainda deslizava em minha boca. E com meus gemidos sufocados por aquele enorme membro tocando minhas cordas vocais, comecei a me debater ao sentir meu gozo chegando e desfaleci num orgasmo surreal. Que coisa gostosa!

(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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