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MINHA VIDA GAY

Estrela do futebol feminino alemão se assume lésbica.


A jogadora Shiyo Shimoyada


Umas das estrelas do futebol alemão, Shiho Shimoyamada, natural do Japão, mas que joga na liga profissional da Alemanha, se assumiu lésbica. A jogadora gravou uma mensagem especial para a Pride House Tokyo, uma organização de caridade LGBTQ do seu país de origem.

Segundo Shiho “Depois de compartilhar seus sentimentos com a empresa que você mantém, o esporte se tornará ainda mais divertido”, desabafou a atleta. Ela também passou a descrever como sua equipe a ajudou a criar uma ambiente seguro e favorável a fim dela expressar sua identidade sexual.

No vídeo publicado na Pride House Tokyo, ela conta sua história de vida, e enfatiza que no esporte ela conheceu alguns colegas que também não eram heterossexuais, algo que a fez perceber que ela poderia viver a sua sexualidade, e ainda comentar e sobre a mesma.

Shimoyamada fez seu anúncio antes das Olimpíadas de Verão de 2020, evento que terá grande visibilidade na capital japonesa tendo como recorde de público de 56 atletas na sua última edição realizada no Rio de Janeiro.

Candidato do Mister Brasil casado com o prefeito de cidade do interior de SP fala de preconceito.




Max Souza, de 26 anos, só tem um foco até a próxima sexta-feira, 29: ser o primeiro negro a vencer o concurso Mister Brasil. O baiano vai representar a cidade de Lins, no interior de São Paulo. Achou estranho? Há uma razão para isso. Max é casado com o prefeito do município, Edgar Souza.




“Eu sempre quis participar do concurso, mas esperei o momento de estar mais preparado. E esse momento chegou! Que eu me lembre, nunca teve um vencedor negro, quero ser o primeiro”, diz o modelo.




Max e o marido estão juntos há sete meses e segundo o modelo e estudante de Educação Física, o relacionamento nunca foi alvo de preconceito. “Nós temos uma relação muito boa, de muito amor e verdade. Juntos nunca sofremos nenhum tipo de preconceito de forma que a gente tenha percebido”, garante ele, que no entanto, já se viu em situações bastante constrangedoras. “Eu já sofri, principalmente na adolescência, mas sempre tirei de letra.Hoje ainda sofro, até porque, além de gay, sou negro, faço parte de duas minorias, vivemos um passo de cada vez. Acredito que um dia não seremos julgado pela cor nem pela sexualidade”.




Um destes episódios ficou marcado. E foi fora do Brasil. “Há dois anos, fiz uma viagem para Europa, e conheci muitas cidades da Alemanha, em uma delas fui em uma balada com um amigo. A balada tinha três andares de camarotes, cada uma delas você tinha que estar com uma pulseira e eu estava com todas, daí em um determinado momento fui ao banheiro. Na volta, ao tentar entrar o segurança não quis deixar eu entrar, mostrei as pulseiras e perguntei por que? E ele falou: porque não! E muita gente começou a olhar, Sendo que eu estava com todas as pulseiras. Daí meu amigo viu e veio até a porta e perguntou porque eu não poderia entrar, ele disfarçou e falou que não estava acontecendo nada, e me deixou entrar. No dia eu fiquei sem palavras. Na hora você fica sem reação”, descreve.




A despeito de todo preconceito que ainda enfrenta no dia a dia, ao lado de Edgar, o modelo de 1,82m e corpo saradíssimo, pensa em formar uma família: “Conversamos muito sobre. Nós amamos crianças. Hoje temos várias opções de termos um filho. Seja com barriga de aluguel, adotando. Logo logo aumentamos a família”.







O beijo olímpico que ficou para a história




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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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