segunda-feira, março 25, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

França começa a expulsar brasileiros transexuais soropositivos.


Cerca de 20 cidadãos brasileiros receberam ordem de deixar o país – que oferece tratamento de ponta, mesmo para imigrantes irregulares.


O governo francês vem emitindo ordens de expulsão a vários soropositivos originários da América do Sul que vivem há vários anos na França, boa parte deles transexuais. Entre as nacionalidades principalmente visadas estão cidadãos do Brasil, Peru, Argentina e Equador. Segundo a associação Autres Brésils, uma pessoa transexual já foi reenviada ao Brasil e outra está em vias de expulsão, entre os cerca de 20 cidadãos brasileiros que receberam ordem de deixar o solo francês.

“Fiquei sem entender. Como que uma pessoa que mora aqui há quase dez anos pode receber uma carta para deixar o território em 30 dias? Isso desabou o meu mundo!”, conta Mônica, de 40 anos, transexual e trabalhadora do sexo.

A pernambucana de 40 anos chegou à França em 2009, onde recebeu um visto temporário de permanência na qualidade de “estrangeiro doente”, podendo receber tratamento gratuito contra o HIV. A doença foi contraída quando Mônica era adolescente, deixou a casa da família no interior do Estado e começou a se prostituir em Recife.

À RFI, ela contou que veio para a França na esperança de poder mudar de vida e pode usufruir do tratamento de ponta contra a AIDS que o país oferece, mesmo para pessoas em situação irregular. No entanto, em 2017, seu pedido de renovação de permanência na França foi rejeitado.

Na ordem de expulsão enviada pelo Ministério do Interior, a justificativa é que nenhuma atividade remunerada foi registrada nos anos de permanência da brasileira na França e que o sistema de saúde brasileiro também oferece tratamento contra o HIV. Mas Mônica contesta: “no Brasil não é igual aqui”.

Ela afirma que no Brasil o sistema de saúde não dá prioridade aos pacientes soropositivos. “Tive que esperar três meses para fazer uma ressonância magnética”, lembra Mônica, que também sofre com uma hérnia de disco. No hospital público de Ambroise-Paré, na periferia de Paris, a pernambucana recebe toda a assistência que necessita sem longas esperas, como manda o protocolo com as pessoas com HIV.

Desesperada, sua primeira reação foi se isolar em casa. Sem saber como agir, entrou em depressão, ganhou peso e viu sua imunidade baixar. Com a ajuda da associação parisiense de apoio aos transgêneros, trabalhadores do sexo e migrantes Acceptess-T, Mônica está recorrendo da decisão na Justiça e diz que vai fazer tudo o que for possível para permanecer na França. A pernambucana também teme ter que voltar ao Brasil em um momento em que a violência contra a comunidade LGBT está em aumento.

“Todas nós, o que queremos, é um trabalho. Essa vida de trabalhadora de sexo não é fácil. Mas, infelizmente, dependemos disso para sobreviver. Não falo apenas por mim, mas por muitas amigas que querem essa mudança na vida, que querem apenas um trabalho aqui”, diz.

Porto Rico proíbe “cura gay” em crianças e adolescentes.




O governador de Porto Rico, Ricardo Rosselló, afirmou que vai proibir a chamada “Cura Gay” no país. Esta terapia de reversão sexual, já causou polêmica no Brasil, justamente, porque a OMS, já retirou a homossexualidade da categoria  doença.

Segundo o site Pink News, Rosselló anunciou a decisão na quarta-feira (20 de março), dias depois de um projeto de lei sobre o assunto ter sido bloqueado na Câmara dos Deputados por seu próprio partido, o Novo Partido Progressista.

“Como pai, como cientista e como governador de todos em Porto Rico, acredito firmemente que a ideia de que há pessoas em nossa sociedade que precisam de tratamento devido à sua identidade de gênero ou a quem ama não é apenas absurda, mas é prejudicial para tantas crianças e jovens que merecem ser tratados com dignidade e respeito ”, disse o governador em comentários citados na mídia local.

Rosselló acrescentou: “Eu me esforço para que Porto Rico seja uma sociedade na qual todos, não importa quem eles amem, possam ser aceitos e viver sem medo de perseguição. Isso inclui os mais vulneráveis ??da sociedade, nossos filhos, que devem ser apoiados e amados. A terapia de conversão não beneficia ninguém de forma alguma, apenas causa dor e sofrimento inimagináveis. ” findou.

Embate entre Bolsonaro e Maia é último capítulo de obstáculos à reforma da Previdência.


"O governo trouxe um abacaxi e a gente não tem como descascar no dente. Tem que trazer a faca para ajudar a descascar", disse o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO).


Falta de diálogo, ausência de Bolsonaro, desentendimentos entre Executivo e Câmara, reforma dos militares, prisão de Temer... A lista é extensa.

Considerada fator decisivo para determinar o sucesso do governo de Jair Bolsonaro, a reforma da Previdência enfrenta uma série de dificuldades para avançar no Congresso. Nem integrantes do governo apostam mais que a proposta de emenda à Constituição (PEC) será aprovada na Câmara no primeiro semestre, conforme o calendário inicial do Planalto.

No terceiro mês de governo, o presidente e seus assessores são criticados por falhas na articulação política. Falta de diálogo e embates do próprio Bolsonaro, de seu filho Carlos, vereador no Rio (PSC), e do ministro da Justiça, Sergio Moro, com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), são alguns fatores que contribuíram para azedar o clima no Legislativo.

Deputados da base resistem a assumir a relatoria da PEC na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O presidente do colegiado, Felipe Francischini (PSL-PR), adiou o anúncio previsto para a última quinta-feira (22). A expectativa é que o nome seja escolhido após a participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma audiência na comissão, nesta terça-feira (26).

Defensor da reforma e integrante do colegiado, o deputado Alceu Moreira (DEM-RS) alerta para a necessidade de o Planalto agir rápido. “Cada semana que passa reduz a possibilidade de fazer a aprovação e contamina o ambiente, porque a economia não deslancha, começa a ter desconfiança dos investidores, não gera emprego, não gera renda, piora a imagem em relação ao governo e isso, normalmente, melhora a vida da oposição”, afirmou ao HuffPost Brasil.

Outros parlamentares têm avaliação semelhante. “Acho que está tendo uma diminuição das possibilidades de voto em favor da reforma”, disse Samuel Moreira (PSDB-SP), também membro da CCJ, à reportagem.

Após a análise no colegiado, o texto segue para uma comissão especial e só então vai para o plenário, onde precisa de 308 votos, em dois turnos, para seguir para o Senado.


Principal articulador da reforma da Previdência na prática, Rodrigo Maia se incomodou com provocações de Carlos Bolsonaro e se envolveu em discussão com o presidente no fim de semana.


1. Falta de diálogo

A inabilidade no diálogo é uma da principais críticas. Oficialmente responsável pela articulação política, o ministro e ex-deputado Onyx Lorenzoni (Casa Civil) não tem conquistado os ex-colegas. Sua viagem à Antártida neste mês, período crítico para o avanço da reforma, foi vista com maus olhos pelo Congresso.

Nesse período, Joyce Hasselmann (PSL-SP) tentou, sem sucesso, destravar nomeações. Os cargos não eram atraentes para muitos integrantes da base porque postos mais altos já tinham sido preenchidos. A deputada bolsonarista assumiu na prática as funções do líder do governo na Câmara, Major Victor Hugo (PSL-GO), escanteado pela falta de experiência nas articulações.

Entre as queixas, está um incômodo com a desorganização. “Ninguém sabe quem manda no governo. O governo tem que definir quem é o interlocutor com a Câmara”, disse à reportagem o líder do PRB na Câmara, Jhonatan de Jesus (PRB-RR). O partido comandado por Marcos Pereira (PRB-SP) conta com 31 deputados e influência entre os evangélicos.

"Ninguém sabe quem manda no governo."

-Líder do PRB na Câmara, Jhonatan de Jesus (PRB-RR)

2. Ausência de Bolsonaro e embate público com Maia

Há também uma percepção de que o Planalto não tem se empenhado em defender a PEC. “A base está desarrumada e o governo precisa dar um tom de prioridade maior e de argumentação melhor com relação à Previdência”, disse Samuel Moreira.

“Os argumentos estão fracos do ponto de vista do governo. Falta uma narrativa mais clara, forte, que consiga agregar mais gente”, completou o tucano.

As cobranças incluem uma posição do Executivo sobre pontos divergentes para entender o que é possível mudar na proposta original a fim de aumentar o apoio. Um exemplo é o BPC (benefício de assistência para idosos e deficientes). Na reforma, apenas brasileiros acima de 70 anos receberiam o valor integral. Este é um dos principais pontos controversos da PEC.

O próprio presidente Jair Bolsonaro disse que, “no fundo, não gostaria de fazer a reforma da Previdência, mas, se não fizesse, estaria agindo de forma irresponsável”. A frase foi dita em visita ao Chile na última quinta-feira (21).

As viagens internacionais também têm sido vistas como uma forma de descaso ao empenho em aprovar a PEC. Antes do país latino, o presidente visitou os Estados Unidos e tem também uma visita programada para Israel no próximo sábado.

Nem mesmo o esforço de ir pessoalmente entregar a reforma da Previdência dos militares, na última quarta-feira (20) ajudou. “Não mudou nada”, disse Jhonatan de Jesus, líder do PRB.

Neste fim de semana, o embate público de declarações com Rodrigo Maia se acirrou. Ainda no Chile, Bolsonaro disse que os atritos acontecem porque “alguns não querem largar a velha política”.   

“A bola está com ele [Rodrigo Maia], já fiz a minha parte. Entreguei [a PEC], o compromisso dele é despachar e o projeto andar dentro da Câmara”, disse. 

“Agora, o que é articulação? O que é que está faltando eu fazer?”, questionou Bolsonaro, acrescentando que “não falou nada contra Rodrigo Maia”. “Estou achando que está havendo um tremendo mal-entendido. (...) Nunca o critiquei, eu não sei por que ele de repente está se comportando dessa forma um tanto quanto agressiva no tocante à minha pessoa.”

Maia havia dito na noite anterior que Bolsonaro deveria “ter mais tempo para cuidar da Previdência e menos tempo cuidando do Twitter, porque senão a reforma não vai avançar”. 

O presidente da Câmara ainda respondeu, na tarde de sábado (23), à acusação de Bolsonaro de que ele estava sendo agressivo.

“Você pode pesquisar os meus tuítes, os do presidente e do entorno do presidente, para você ver quem está sendo agredido nas redes sociais. Aí você vai poder chegar à conclusão de que há uma distorção na frase do presidente”, disse Maia. 


Viagens frequentes do presidente Jair Bolsonaro ao exterior são vistas por parlamentares como descaso para aprovar a reforma da Previdência.


3. Reforma dos militares

A reforma da aposentadoria das Forças Armadas também piorou o clima. As críticas na base chegaram até mesmo ao partido do presidente. “O governo trouxe um abacaxi e a gente não tem como descascar no dente. Tem que trazer a faca para ajudar a descascar”, disse o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), a jornalistas.

De acordo com ele, “não tem como explicar para o zelador, para a doméstica, para o jornalista, para o professor esse tratamento diferenciado às forças militares”. Ele destacou que a proposta apresentada na última semana é incoerente com o discurso do Planalto de cortar privilégios.

"O governo trouxe um abacaxi e a gente não tem como descascar no dente. Tem que trazer a faca para ajudar a descascar."

-Líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO)

O projeto de lei das Forças Armadas eleva a contribuição de 7,5% até chegar em 10,5% de 2022 em diante. Já o tempo para passar para a reserva subiu de 30 para 35 anos na ativa. O texto também estabelece uma taxação de 10,5% nas pensões recebidas por familiares de integrantes das Forças Armadas. Haverá ainda uma redução 10% do efetivo em dez anos.

A economia prevista seria de R$ 97,3 bilhões em uma década. Porém, o texto inclui uma reestruturação de carreira que custará R$ 86,65 bilhões, de modo que o corte de gastos, de fato, será de R$ 10,45 bilhões. As medidas incluem aumentar pagamentos de adicionais por cursos feitos, além da indenização paga ao passar para reserva, dentre outros pontos.

Já a reforma do INSS (sistema dos trabalhadores da iniciativa privada) estabelece uma idade mínima de 65 para homens e 62 para mulheres obterem o benefício no INSS, com um tempo mínimo de contribuição de 20 anos para ambos. Os brasileiros que ganham acima de um salário mínimo precisarão contribuir por 40 anos para receber o valor integral.

4. Embate com Sergio Moro

A pressão do ministro da Justiça, Sergio Moro, para aprovar o projeto de lei anticrime também não foi bem recebida pelo Congresso. Como forma de priorizar a reforma da Previdência, Rodrigo Maia determinou que a proposta sobre segurança será analisada por um grupo por 90 dias.

A medida foi considerada acertada por defensores da pauta econômica, que têm considerado o democrata o maior articulador da reforma da Previdência.

“A Câmara é muito volátil, pulverizada de partidos e corporações e outros assuntos podem dificultar o andamento da Previdência. Tem que ter um foco e o governo e a base trabalhar em torno da Previdência, que é a prioridade do País”, disse o tucano Samuel Moreira.

Na última semana, Moro criticou o fato de sua proposta ter sido deixada de lado. Maia subiu o tom. “Eu acho que ele conhece pouco a política. Eu sou presidente da Câmara, ele é ministro, funcionário do presidente Bolsonaro. Ele está confundindo as bolas. Ele não é o presidente da República”, disse a jornalistas.

O embate ocorre em meio a um clima de conflito com o Judiciário, que inclui uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) no Senado para investigar ministros das cortes superiores e uma articulação para aprovar o projeto de lei contra abuso de autoridade, além de discussões sobre o futuro da Operação Lava Jato.

5. Críticas de Carlos Bolsonaro

O presidente da Câmara também tem se irritado com a postura do vereador Carlos Bolsonaro. Na última quinta-feira (21), o filho do presidente publicou nas redes sociais um texto sobre o confronto entre Moro e Maia e provocou o democrata.

A pergunta foi feita no dia da prisão do ex-ministro Moreira Franco, sogro de Rodrigo Maia.

Após o episódio, o presidente da Câmara teria avisado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que deixaria a articulação política pela reforma da Previdência, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo. Nas redes sociais, Maia negou que deixará de defender as mudanças nas regras de aposentadoria.

6. Prisão de Temer

A reação à prisão do ex-presidente Michel Temer, no mesmo dia que a de Moreira, também contaminou o clima em Brasília. Ao comentar o episódio, Bolsonaro disse que essas prisões de autoridades “são consequência da forma de garantir governabilidade”, em continuidade ao discurso de campanha, contrário à “velha política”.

A declaração aumentou o descontentamento entre os parlamentares. “Tem muita gente falando da velha política e da nova política. Não tem isso. Tem a boa política, aquela em que a sensibilidade de quem propõe, que é o governo, permite compor com a maioria dos parlamentares e reduz enormemente as zonas de atrito”, disse Alceu Moreira.

Para o emedebista, ambos os lados precisam ceder.

“Em um período como esse é normal parlamentares que se utilizam da reforma da Previdência, pela grande necessidade que o governo tem de aprovar essa matéria, e façam exigências aqui e ali. Também é normal e preciso que o governo tenha atenção, que os ministros atendam às audiências, tenham atenção aos parlamentares”, resumiu.

Nesse cenário, a popularidade em queda do presidente é mais um fator de pressão que aumenta o poder de barganha do Congresso. De acordo com pesquisa Ibope divulgada na última quarta-feira, a aprovação de Bolsonaro é a pior para um presidente em primeiro mandato desde Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Foi registrada uma queda de 15 pontos percentuais na avaliação de ”ótimo ou bom”, que foi dos 49% em janeiro para 34% em março.

General Santos Cruz critica linguajar chulo e palavrões inconsequentes de Olavo de Carvalho.


Olavo de Carvalho tem reclamado da ala militar do governo: "bando de cagão"

À Folha de S.Paulo, ministro da Secretaria de Governo considerou o guru de Bolsonaro ‘desequilibrado’.

Os ataques de Olavo de Carvalho aos militares do governo do presidente Jair Bolsonaro têm gerado reações. O ministro da Secretaria de Governo, general Carlos Alberto dos Santos Cruz, disparou contra o guru ideológico à Folha de S.Paulo: “Por suas últimas colocações na mídia, com linguajar chulo, com palavrões, inconsequente, o desequilíbrio fica evidente”.

O ministro afirmou ainda que nunca se interessou pelas ideias de Olavo.

O guru de Bolsonaro tem criticado a ala militar do governo, em especial o vice-presidente Hamilton Mourão. Nos Estados Unidos, enquanto acompanhava a comitiva brasileira, Olavo afirmou que o vice é um “idiota” e que o presidente não leva os impasses com a imprensa para a Justiça porque “aquele bando de milico que o cerca é tudo um bando de cagão, que tem medo da mídia”.

Nos EUA, Bolsonaro enalteceu Olavo. Disse que ele é um de seus grandes inspiradores e que em grande parte deve a ele “a revolução que estamos vivendo”. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também afirmou que Olavo é líder da revolução.

Mourão tem reagido. Questionado por empresários sobre quanto tempo o Brasil levaria para ser o país da ordem e do progresso, ele respondeu: “Tem um cidadão que mora lá nos Estados Unidos, o Olavo de Carvalho, todo dia ele me xinga. O Olavo de Carvalho acho que é astrólogo, viu, tenho que passar para ele essa bola de cristal”.

Viraliza vídeo de Carlos Bolsonaro falando sobre bissexualidade e internautas brincam: “Sai do armário, Carluxo”.


Carlos Bolsonaro


Bolsonaro erigiu na mídia, após proferir frases controversas sobre LGBTs. Seus filhos que, sempre acompanham o pai, demonstraram em toda trajetória política, ser um eco de Bolsonaro acerca de posicionamentos políticos e postura.

Contudo, repercutiu um vídeo pretérito de Carlos Bolsonaro, discorrendo sobre o tema. No vídeo, ele ilustra sua opinião através de situações hipotéticas. Demonstra também que, com a bissexualidade, suas chances de ser feliz aumentam.

Para findar o discurso, ele diz que ninguém deve ser julgado pela sua sexualidade. Realmente, ninguém deve ser julgado. Porém, a incógnita que acirrou-se foi, se Carlos refletiu o que realmente pensa e sempre pensou, ou mudou seu pensamento crítico após ascensão do pai. Não obstante, os internautas expressaram seus pensamentos. Comentários como: “Sai do armário, Carluxo”. “Bolsonaro disse: prefiro ter um filho ladrão a ter um filho gay. Ele tem os dois”, foram frequentes.

O vídeo a seguir sofreu algumas modificações na edição, mas o pronunciamento de Carlos é verdadeiro.




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