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POLÍTICA

Bolsonaro se reúne com líder do governo para tratar de articulação com a Câmara.




O encontro não fazia parte da agenda oficial do presidente e durou menos de uma hora.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu neste domingo (24) o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), para articular sobre a tramitação da reforma da Previdência.

“A semana passada foi uma semana muito tensa e agora a gente vai caminhar para uma aproximação”, disse o major.

O encontro não fazia parte da agenda oficial do presidente e durou menos de uma hora.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cbrou mais participação do presidente nas negociações do governo.

De acordo com Maia, Bolsonaro não pode “terceirizar a articulação” política com o Congresso.

“O presidente da Câmara, que sou eu, vai continuar dentro da Câmara, dialogando com os deputados, mas eu não tenho responsabilidade e nem o governo pode me delegar responsabilidade de construir uma base para o governo”, afirmou.


Candidata do PSL diz que ministro do Turismo pediu desvio de dinheiro nas eleições.




Zuleide Oliveira, de 42 anos, prestou depoimento à Polícia Federal e disse que Marcelo Álvaro Antônio (PSL), atualmente ministro do Turismo, pediu que ela devolvesse ao partido parte do dinheiro público do fundo eleitoral. Ela é uma das envolvidas no escândalo de candidaturas de laranjas patrocinadas pelo PSL nas eleições do ano passado. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Zuleide foi a primeira a implicar diretamente o ministro no esquema de laranjas. Com a formalização do depoimento, Álvaro Antônio passa a ser alvo da investigação da Polícia Federal formalmente. Zuleide, que integra o PSL, foi ouvida na última terça-feira (19), em Varginha (MG) por cerca de duas horas. Ela ainda entregou o celular, com troca de mensagens de texto e áudio com assessores do ministro, à PF. Na época das eleições, Marcelo Álvaro Antônio era presidente do PSL-MG.

Renato Delavia, advogado da candidata, conversou com a Folha sobre o depoimento. “Ela confirmou à delegada que estavam ela, o deputado [Marcelo Álvaro Antônio] e mais três pessoas do gabinete do deputado, e que o deputado fez a proposta a ela: ‘para o financiamento de campanha, vem do fundo partidário R$ 60 mil e você restitui ao partido R$ 45 mil. Usa R$ 15 mil para sua campanha e mais os santinhos que o partido vai te fornecer’”.

O ministro afirma que a acusação é falsa e que cumpriu a lei. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que a permanência do ministro no cargo depende das investigações. Zuleide, porém, disse à Folha que o próprio PSL sabia que a candidatura não daria em nada e que ela foi usada como laranja, sem receber o dinheiro supostamente oferecido por Álvaro Antônio.

'Moleque' x 'Cara de pau': Kim Kataguiri e Joice Hasselmann têm bate-boca no Twitter.


Kim Kataguiri (DEM-SP) e Joice Hasselmann (PSL-SP)


Apesar das dificuldades na negociação do governo com a Câmara para a reforma da Previdência, a líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann (PSL-SP) se irritou com um comentário do colega de Câmara Kim Kataguiri (DEM-SP) sobre o PSL e deu início a uma discussão pública com direito a insultos no Twitter neste domingo, 24.

Kim havia apontado uma suposta contradição do tratamento do PSL em relação ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele disse que falta coerência ao partido do presidente Jair Bolsonaro.

Joice respondeu pedindo para que o líder do Movimento Brasil Livre não fosse "mais oportunista do que a média de sempre" e negou que o partido tivesse se manifestado nos termos utilizados por Kim.

Ele retrucou: "Tem de ser muito cara de pau para falar em oportunismo. Dizia que Maia era o demônio na Terra, o arqui-inimigo da lava-jato, o simbolo-mor da corrupção. Depois de eleita, passou a ser Maia desde criancinha. Tenha dó."

Joice respondeu chamando Kim de "moleque" (ele tem 23 anos) e pediu para deputado deixar "os adultos" trabalharem. "Kim, você está realmente o que sempre foi; um moleque. Só isso e mais nada. Biruta de aeroporto. Seus comportamentos em relação ao Jair Bolsonaro no 1º e 2º turnos da eleição mostram bem isso. Pega a chupeta e vai nanar, neném. Deixa os adultos trabalharem."

Não foi a primeira confusão envolvendo Joice nas redes sociais neste fim de semana. Ela também arranjou confusão com o PPS depois de ironizar a mudança no nome do partido para "Cidadania". No sábado, Joice escreveu que o Cidadania foi escolhido como "ninho dos movimentos AGORA E RENOVA-BR". "O partido ainda consta como membro do Foro de São Paulo, no site da organização", disse Joice.

Líder do PPS na Casa, Daniel Coelho (PE) respondeu. "Estou sem acreditar que tenha tratado com tom de ironia um partido que trata de forma responsável os assuntos do país, sem pedir nada em troca, sem toma lá cá, que faz mais defesa da necessidade da reforma do que os deputados do seu PSL", reagiu Coelho.

Joice acabou excluindo a publicação e, consequentemente, a resposta de Coelho. Ela também ligou para o líder do PPS para se desculpar e sugeriu que ele excluísse publicações sobre o assunto, mas o deputado negou. /COLABOROU JULIA LINDNER

Prosul: Entenda como deve funcionar novo bloco de países sul-americanos.




Governo brasileiro afirmou que o grupo será "livre de ideologias".

Na última sexta-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (PSL), ao lado de líderes de outros 7 países sul-americanos, assinou o tratado para a criação do Prosul (Foro para o Progresso da América do Sul).

Além de Bolsonaro, participaram da reunião os presidentes Mauricio Macri (Argentina), Sebastián Piñera (Chile), Iván Duque (Colômbia), Mario Abdo Benítez (Paraguai), Martín Vizcarra (Peru), Lenín Moreno (Equador) e o embaixador da Guiana, George Talbot. 

Representantes da Bolívia, Uruguai e Suriname também estavam presentes no evento, mas não assinaram o documento.  

No Twitter, Bolsonaro afirmou que o Prosul será o oposto do que foi observado com a Unasul (União de Nações Sul-Americanas), uma coalizão formada em 2008 pelos governos de esquerda que começou com 12 países, mas hoje só tem apoio da Bolívia, Suriname, Guiana, Uruguai e Venezuela. 

Durante a reunião da cúpula em Santiago, o presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou que o Prosul funcionará como uma coordenação dos países “sem burocracia excessiva”.

“Queremos criar um fórum de diálogo. Um fórum sem ideologias, sem burocracias, franco e direto com democracia e [preservação dos] direitos humanos”, disse Piñera.

A Venezuela não foi convidada para o evento. Segundo o presidente chileno, “ser uma democracia” é o único requisito para que um país entre no bloco. O Prosul não abrigará o país enquanto Nicolás Maduro estiver no poder. 

O Chile deve liderar a iniciativa em suas primeiras etapas, que deve durar um ano e, posteriormente, o Paraguai vai presidir o bloco.

Prosul x Unasul

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, afirmou que os países que atualmente integram a Unasul, incluindo o Brasil, deverão deixar o bloco de forma conjunta nas próximas semanas. 

De acordo com o porta-voz da Presidência da República, o general Otávio Rêgo Barros, a nova comunidade de países é um marco para a cooperação e integração regional.

“O propósito é criar um um novo marco, o Prosul, para melhor coordenação, cooperação e integração regional, livre de ideologias, aberto a todos e cem por cento comprometido com a democracia e os direitos humanos, conforme indicou o presidente chileno Sebastian Piñera”, afirmou.  

O Prosul será formado por 12 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana.

Prosul é o destino?

Não é a primeira vez que o Brasil assina acordo para a criação de um bloco sul-americano. Antes do Prosul, já houve outras tentativas de fazer com que os países se integrassem

O Mercosul (Mercado Comum do Sul) foi criado em 1991. A Alca (Área de Livre Comércio das Américas) foi proposta em 1994. A Unasul (União de Nações Sul-Americanas), em 2008. O Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) existe desde 2010. E a Aliança do Pacífico, formada pelo Chile, Colômbia, México e Peru, atua desde 2011.

Entre os especialistas, ainda não é consenso que a formação do novo bloco seja exitosa. O Prosul chegou a ser comparado com o Unasul “de signo ideólogico trocado”. 

(Com informações da Agência Brasil.) 

Trabalho da comissão que fará pente-fino no Enem será limitado.


Logo após ser eleito, Jair Bolsonaro anunciou que escolheria um ministro da Educação capaz de fazer uma varredura no Enem. O nomeado foi Ricardo Vélez.


A comissão responsável por fazer uma varredura ideológica nas questões do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá atuação limitada. O colegiado tem um prazo de 10 dias para fazer um pente-fino no Banco Nacional de Itens (BNI), que é composto de milhares de questões.

Fontes ligadas ao Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pela prova, ouvidas pelo HuffPost afirmam que o prazo é inexequível. Até 2015 o BNI era composto por 8 mil questões. Desde então, o sistema mudou e passou a receber questões em um volume mais rápido. Para segurança da prova, o número total de itens é sigiloso. Estima-se que haja atualmente cerca de 40 mil questões no BNI. Os 3 integrantes da comissão teriam, então, que fazer a leitura transversal de aproximadamente 4.000 itens por dia.

Além disso, o banco de itens é alimentado constantemente e continuará a ser abastecido após a análise do grupo. É com base no BNI que são escolhidas aleatoriamente - por meio de algoritmos - as questões do exame. 

Haveria tempo hábil se o colegiado passasse a atuar após a escolha prévia dos itens, o que, de acordo com o Inep, costuma ocorrer mais perto da aplicação da prova.

Pelo menos até 2015, o Inep adotava um esquema de “3 para 1” - sendo sorteadas 3 questões para cada uma que será selecionada para a prova. Ou seja: para as 180 questões do Enem, são pré-selecionados 540 itens, além do tema da redação.

Apenas um seleto grupo que assina um termo de sigilo e confidencialidade tem acesso a essa peneira. Eles são responsáveis por avaliar a pertinência técnica formal da prova.


A elaboração da prova do Enem envolve um amplo sistema de logística e segurança.


O colegiado apontado nesta semana não tem capacidade para mudar a estrutura da prova. De acordo com nota técnica assinada pelo diretor de Avaliação da Educação Básica no Inep, Paulo Cesar Teixeira, a leitura transversal do colegiado “é uma etapa técnica de revisão de itens, cujo objetivo é identificar abordagens controversas com teor ofensivo a segmentos e grupos sociais, símbolos, tradições e costumes nacionais”.

“Os especialistas da comissão são nomes reconhecidos e que podem contribuir para a elaboração de uma prova com itens que contemplem, não apenas todos os aspectos técnicos formais, mas também ecoem as expectativas da sociedade em torno de uma educação para o desenvolvimento de um novo projeto de País”, acrescenta em nota o presidente do Inep, Marcus Vinicius Rodrigues.

Segurança

A elaboração da prova do Enem envolve um sistema complexo de segurança e logística. Os integrantes da comissão passaram para o rol das poucas pessoas com acesso à Ambiente Físico Integrado Seguro (Afis).

O Inep destaca que “todos os servidores e colaboradores com acesso aos itens assinam termos de sigilo e confidencialidade. No caso do Enem, assinam também uma declaração de não impedimento de acordo com a súmula 13 do Supremo Tribunal Federal, que delimita as relações de parentesco que configuram nepotismo”.

O Afis só é liberado a pessoas autorizadas. “O ambiente é completamente isolado, possui salas que só podem ser acessadas pelo uso de digitais e computadores sem acesso à internet ou à intranet do Inep. Todo o processo de captação, elaboração e revisão de itens para compor o Enem e outros exames do instituto ocorre nesse espaço”, diz o Inep, em nota.

Manual para os candidatos elaborado pelo Inep em 2017 destaca que, após elaborada, a prova e o tema da redação são salvos em um HD, que é levado por um servidor do Inep, de avião, até a gráfica de segurança máxima.

Em um avião diferente, outro servidor embarca com a senha que permite abrir os arquivos de HD. As provas são impressas e liberadas com o mínimo de contato humano possível. A parte personalizada da prova (cartão-resposta, folha de redação e o caderno de questões) é impresso separadamente.

Ministério Público

Uma das críticas ao colegiado é a de que o objetivo da prova é avaliar critérios técnicos do desempenho escolar e acadêmico do estudante ao final do Ensino Médio e não critérios subjetivos de valores e costumes. 

Na quinta-feira (21), um dia após a formalização da comissão, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF), deu um prazo de 5 dias para o Inep explicar quais foram as avaliações feitas em relação ao Enem 2018 que levaram à conclusão de que é preciso adotar a revisão do Banco Nacional de Itens. 

“O entendimento é de que o Estado não pode, no desempenho de suas atribuições, dar causa à instauração de situações normativas que comprometam e afetem os fins que regem a prática da função de legislar”, diz nota do MPF. 

Promessa de Bolsonaro

A varredura na prova do Enem atende a uma promessa do presidente Jair Bolsonaro. Logo após a aplicação do exame em novembro do ano passado, ele criticou a prova, afirmou que o exame seria diferente na sua gestão e que o ministro da Educação seria alguém que entendesse que o Brasil é um país “conservador”. 

O Enem 2018 abordou o pajubá, conjunto de expressões associadas aos gays e aos travestis. 


Bolsonaro: "Podem ter certeza e ficar tranquilos. Não vai ter questão desta forma ano que vem, porque nós vamos tomar conhecimento da prova antes".


“Esta prova do Enem – vão falar que eu estou implicando, pelo amor de Deus –, este tema da linguagem particular daquelas pessoas, o que temos a ver com isso, meu Deus do céu? Quando a gente vai ver a tradução daquelas palavras, um absurdo, um absurdo! Vai obrigar a molecada a se interessar por isso agora para o Enem do ano que vem?”.

E seguida, acrescentou:

“Podem ter certeza e ficar tranquilos. Não vai ter questão desta forma ano que vem, porque nós vamos tomar conhecimento da prova antes. Não vai ter isso daí.”

A comissão

O colegiado responsável pela análise ideológica das questões do Enem é formado por 3 integrantes ? 2 são diretamente ligados ao ministro da Educação, Ricardo Vélez, e o representante da sociedade civil é alinhado com ideias conservadoras defendidas pelo ministro e pelo presidente Jair Bolsonaro.
Marco Antônio Barroso Faria, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, é um dos ex-alunos de Vélez que foram nomeados este ano para o ministério. Já Antônio Maurício Castanheira das Neves, diretor de estudos educacionais do Inep, esteve junto com Vélez na banca de doutorado em Ciência da Religião de Marco Antônio.

O terceiro integrante do grupo, o procurador Gilberto Callado de Oliveira, é defensor da monarquia e costuma palestrar em eventos dedicados à família.

Para ele, “família é criação divina” e essa criação sofreu três golpes nos últimos tempos: aborto livre, eutanásia e ideologia de gênero. O procurador também costuma se posicionar contra propostas sociais defendidas pelo PT. Na avaliação dele, “o povo derrubou um governo diabólico”.

Oliveira também já se posicionou contra as decisões do STF de liberar o aborto de anencéfalos e de considerar constitucional a união homoafetiva. “Os ministros do STF estão julgando com a sua ideologia.” As declarações foram feitas na abertura da VI Semana da Família, em maio de 2016. 

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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