terça-feira, abril 30, 2019

MINHA VIDA GAY

Experiências com “cura gay” revelam histórias de sofrimento da comunidade LGBT+.




“Eu tinha medo de ter câncer de útero ou câncer de mama, por ser uma consequência dessa vida de pecado, por ser lésbica”, diz X.*, de 32 anos, sobre a época em que vivia o conflito entre sua fé e sua sexualidade. Ela preferiu não se identificar ao contar a experiência com a terapia de reversão sexual, mais conhecida como cura gay.

— Não quero expor meus pais, estamos em um momento delicado — justifica.

Esse é um dos dramas que LGBTs+ enfrentam quando se assumem para a família. Em muitos casos, a possibilidade de cura é considerada e procurada em consultórios e templos religiosos. A prática pela via psicológica foi liberada no ano passado, por decisão do juiz federal Waldemar Claudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal no Distrito Federal, mas foi cassada depois de uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal, publicada na quarta-feira, 24 de abril. A ministra Carmen Lúcia, responsável pelo caso, defendeu que é papel do STF julgar esse tipo de alteração.

A decisão foi recebida com festa por ativistas dos direitos dos LGBTs+ e pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), autor da ação que derrubou a liberação do tratamento no Brasil. Em nota, a instituição afirmou que “continuam válidas todas as disposições da Resolução CFP nº 01/99 (que determina que não cabe a profissionais da Psicologia o oferecimento de qualquer tipo de prática de reversão sexual), reafirmando que a Psicologia brasileira não será instrumento de promoção do sofrimento, do preconceito, da intolerância e da exclusão”.

Por outro lado, o debate sobre o preconceito continua distante do núcleo familiar que ainda empurra os seus para encontros que prometem reverter a identidade dos LGBTs+. X. participou de uma tentativa de cura incentivada pelos pais, após eles descobrirem sua relação homoafetiva. Vivendo no Paraná, ela visitava sua cidade natal, no interior do Rio Grande do Sul, e precisou visitar toda semana a mulher do pastor da igreja que a família frequentava. Por três meses, ela perdeu o contato com amigos e com a namorada.

— A mulher do pastor me deu folhas em que estavam listadas coisas sobre o meu comportamento e os meus relacionamentos. Eu escrevia que estava me relacionando com uma mulher, dizia coisas íntimas e sexuais. Depois de preencher, eu lia em voz alta para renunciar a tudo, orava a Deus, pedindo para que tirasse aquilo de mim e repreendesse a ação do inimigo (demônios, segundo a crença da congregação)   na minha vida — diz X., que não conseguia fugir das sessões. — Eu me sentia ridícula, suja, culpada e a pior pessoa do mundo. Se você não se emociona, parece que não está abrindo o coração para Deus. Era uma espécie de confissão, mas muito induzida. Eu saía de lá e me sentia miserável. Não estava com a pessoa que eu amava, não me reconhecia mais e não sabia o que fazer com a minha vida.

Depois de brigar com os pais, X. retomou a vida ao lado da namorada e ficou um ano sem visitá-los. Ao mesmo tempo em que convivia com o fato de ser lésbica, o conflito com a sua crença a impedia de viver uma vida saudável. Tinha insônias, crises de ansiedade e medos que a rondavam noite e dia.

— Eu não conseguia assumir para a minha família que estava com a minha namorada. Não conseguia admitir que a cura não funcionou — afirma ela, que retomou o contato com a família em uma festa de Natal.

Os laços familiares voltaram a se estreitar, mas sua sexualidade não era comentada. Certos de que a filha poderia se voltar para a religiosidade, os pais de X. a levaram a um ritual feito pela mesma igreja, mas agora na casa do pastor. Dez pessoas consideradas influentes e “mais próximas de Deus” se posicionavam em um círculo, com a pessoa considerada pecadora entre elas. Era o começo da segunda fase da terapia:

— Parecia um paredão, a gente ficava no meio sendo bombardeada. Você sentava naquela sala e era forçada a falar todos os seus pecados para limpar o coração. Era muito opressor. Você chora de vergonha, de raiva e de medo. Eles acessam um canal de dor. Lá você via mulheres e homens chorando. Adolescentes tinham que renunciar à masturbação, principalmente as meninas. Homens casados confessavam traições. A igreja toda ficava sabendo o que acontecia nesses encontros. Todo mundo queria saber quais eram os pecados que a pessoa cometeu — explica X.

Busca por uma ‘salvação’

Encontros entre membros da igreja e a busca por uma “salvação” não é uma novidade para Sergio Viula, 49 anos, ex-pastor, professor e ativista, que não só frequentava os encontros como os articulava. Ele e outros pastores fundaram, no Rio, na década de 1990, o grupo Movimento pela Sexualidade Saudável, conhecido pela sigla Moses, que tinha como objetivo reunir LGBTs+, em sua maioria homens gays, que esperavam mudar de vida.

— Nós tínhamos estratégias muito interessantes para alcançar os homossexuais. Fazíamos panfletagem na Parada Gay, íamos para a porta da Le Boy (boate que fechou as portas em 2016), em Copacabana. Dávamos folhetos para as pessoas e conversávamos. Felizmente, muitos não davam bola, mas outros frequentaram o Moses — diz Sergio, que foi casado com uma mulher por 14 anos, com quem tem dois filhos. Ele deixou a vida de pastor e pediu o divórcio depois de uma série de situações vividas no Moses. Mais tarde, vieram as reflexões sobre sua sexualidade e a saúde mental das pessoas que participavam dos encontros.

— Preciso deixar isso bem claro: nesses meus 14 anos de casado, 18 anos na igreja, nunca vi um homossexual, uma lésbica ou um trans ser curado. Um dos homens do Moses, casado com uma mulher, morreu e havia três “viúvas” no enterro: a esposa dele e dois homens com quem ele ficou — relembra Sergio, que viu de perto e sentiu na pele o desgate emocional de quem reprime os seus desejos.

— Eu via muita gente deprimida e pensava: “De que maneira o Moses colaborou para diminuir esse sofrimento?” Em nada! Por mais que demonstrasse compaixão e amor, é sempre um amor condicional. Você é bem-vindo, mas tem que deixar de ser você mesmo. Isso não é amor, não vale a pena pagar por isso. Nenhum centavo.

Psicólogos alertam para os danos na psique humana causados por essas terapias. Pedro Paulo Bicalho, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e conselheiro do Conselho Federal de Psicologia (CFP), relembra que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças, em 1990. O CFP tem uma resolução inspirada nessa decisão, que afirma que “psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades.”

Pais não lidam bem com sexualidade dos filhos

Apesar da atuação do CFP, as terapias de cura gay não são muito denunciadas porque a maioria dos casos acontecem fora dos consultórios. O papel da família na busca pela aceitação de um LGBT+ é considerado vital para a saúde mental dos integrantes dessa comunidade, mas o cenário ainda é outro: pais não conseguem lidar com a sexualidade dos filhos.

— Quando uma família acredita na possiblidade de reverter quem a pessoa é, talvez, o melhor caminho não seja explicar que essas terapias são perigosas, mas dar um passo atrás. Explicar que ser gay é normal, que ser trans é normal — afirma Ana Andrade, militante na ong All Out, que promove campanhas a favor da causa LGBT+ ao redor do mundo.

Outras organizações não governamentais também atuam para favorecer o processo de autoaceitação. Uma delas é a Mães pela Diversidade, que mira em pais e mães de LGBTs+.

— Cada um tem o seu tempo e suas crenças. E também há a questão do que os outros vão dizer. Não são apenas os pais e mães que precisam aceitar. Os tios, os avós, o que eles vão pensar? — diz Denise Kolblinger, psicóloga clínica e mãe de três filhos (uma hétero, um gay e uma lésbica), que organiza grupos de apoio para mães de filhos LGBT+.

A análise foi utilizada de forma saudável por X. Após se envolver na militância feminista e LGBT+, ela começou a reconsiderar a sua relação com a sua fé, sua sexualidade e seus relacionamentos.

— Comecei a análise porque precisava de alguém que não fosse da igreja nem parente para tratar meus traumas e culpas. Eu consegui entender que posso ter a minha crença, mas não do jeito que a colocaram para mim. Em paralelo, eu achei referências de pessoas que também passaram por isso e que me fizeram ver que não sou um caso isolado.

Já em relação aos seus pais, X., aos 32 anos, voltou a trazer o assunto a tona:

— A gente voltou a falar sobre isso esse ano. Eu cheguei para eles e assumi: “Não vou mais carregar esse peso, não vou mais viver em negação, porque vocês não conseguem lidar com uma coisa que não diz respeito a vocês.

Sérgio Viula só se assumiu para os pais quando já era adulto. Ficaram quatro anos afastados, mas, hoje, eles aceitam a sua sexualidade. Sérgio reforça que os LGBTs precisam fazer uma rede de contatos para evitar o desamparo:

— No meu tempo, eu não conhecia ninguém gay na minha vizinhança que fosse realmente assumido. Só existiam dois homens bem mais velhos, e eu era orientado a não chegar perto deles.

Sobre a cura gay e o debate dos últimos anos, Sergio retorna ao momento em que começou a olhar o seu trabalho pastoral, de influenciador de reversões sexuais, sob uma outra ótica:

— É a mesma coisa que você inventar um problema para vender uma solução. A pessoa que acredita que tem um problema continua sem a solução porque nenhum dos dois existe. Aqui está a questão: não há nada de errado com a homossexualidade, e qualquer tentativa de mudar isso faz mal às pessoas.

*Nome modificado para preservar a identidade da entrevistada

Agência Aids, com informações O Globo.

“Sou um gay que gosta de ser homem”, diz Carlinhos Maia após sair do armário.




Sem dúvidas, um dos assuntos mais comentados neste domingo (03/01) foi o anúncio de noivado do humorista Carlinhos Maia com Lucas Guimarães. No entanto, o influenciador digital usou um discurso um tanto quanto problemático ao afirmar que, apesar de ser gay, continuava sendo “macho” e “homem”.

“Não façam do mundo gay uma ditadura do medo, como eu tenho visto. Nós (gays) chegamos muito longe. Chegamos longe sendo homens, trabalhando e mostrando que somos iguais a todos. Olha onde eu cheguei. Sabe por que eu me orgulho? Porque eu sou um gay que, se parar a internet hoje, sou empresário e sócio de três empresas que vocês nem sabem”, disse o comediante. “Vocês não vão me ver por aqui botando saia, shortinho, salto alto e batom na boca. E não julgo, cada um faz o que quer e é feliz. Mas eu sou um gay que gosta de ser homem”, finalizou.

Após o desabafo de Maia, o Twitter foi palco de diversas críticas ao comediante. “Todo esse discurso preconceituoso e higienista podia ter sido poupado se ele fosse inteligente e dissesse ‘Sou gay mas continuo sendo o mesmo Carlinhos de sempre’, disse um internauta. “O tipo de gente que fortalece a violência contra homossexuais”, comentou um outro.

Jair Bolsonaro retira LGBT dos DIREITOS HUMANOS 2019



Homofobia/Intolerância: a cada 28 horas, uma pessoa gay morre no BRASIL.



                   

NOSSOS PAIS ACEITAM NOSSO NAMORO?





SEXO


SEXO ORAL: Se não for pra chupar gostoso, nem faço!


Um papo sobre chupar uma rola. Uma das práticas sexuais preferidas pelos homens, sem nenhuma dúvida. Aprenda a fazer sexo oral e deixe o seu parceiro louco de desejo.







ESPIANDO PELAS RUAS DA CIDADE...

Cenas inusitadas e quentes que vemos no dia a dia, caminhando pelas ruas, que nos despertam a curiosidade e a excitação. 







ARTE HOMOEROTICA E QUADRINHOS EROTICOS






QUADRINHO EROTICO- EROTIC COMICS:


EL MATADOR - THE MATADOR - O MATADOR


(PORTUGUES- ENGLISH VERSION- ESPAÑOL)


VEJA ABAIXO - VEA ABAJO- SEE BELOW

GATO BELAMI

Robin Michaux 



DIREITOS

As imagens da luta dos indígenas no Acampamento Terra Livre, em Brasília.


Milhares de pessoas que representaram mais de 300 tribos de todo Brasil marcharam na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.


Cerca de 4 mil índios de mais de 300 tribos do Brasil marcharam pela saúde indígena e pela garantia da demarcação de terras em Brasília (DF).

“Sangue indígena, nenhuma gota a mais”. Este é o tema do Acampamento Terra Livre, maior conferência do Brasil sobre povos indígenas tradicionais que começou na terça-feira (23), em Brasília (DF) e terminou com uma marcha rumo ao Eixo Monumental nesta sexta-feira (26), que contou com de 4 mil pessoas.

Com cocares de penas coloridas de pássaros amazônicos e pinturas corporais, eles levavam arcos e flechas, tocavam tambores e cantavam músicas de resistência enquanto marchavam em protesto ao governo de Jair Bolsonaro.

HOMOSSEXUALIDADE

Voltou pro ex mas ainda me procura.




Me chamava de amor e tudo mais... era super carinhoso comigo... mas voltou com o ex e ainda fica dando em cima de mim e me chamando de amor e coisas do tipo oque eu faço ?


~*~

Respostas

Opinião de Bruno: "Como ele te ama se não se importa com seu sentimento e se não consegue abrir mão do boy para ficar apenas com você? É claro que ele se ama bem mais, e deve estar com o ego inflado, pelo fato de ter duas bee’s querendo ficar com ele. E você é a merendinha da história. Tratar bem, muitas vezes pode ser uma forma de conquistar o outro pela carência. Mas ele não tem querer, né? Quem tem é você. E você não achou sua cucetinha no lixo...

Se eu quisesse fazer a linha Paulina eu ligaria pra ele e diria que ele ficasse com o namo e que me deixasse de lado, caso contrário eu contaria pro atual sobre isso. BUT, se eu quisesse fazer a linha Paola (AMO/SOU), eu tacava um par de chifres na cabeça da ordinária, daria aquela velha surra e sumiria do mapa. Ou... Se você quisesse fazer a concubina, vá com o coração blindado e iluda o boy. Quando ele vier com a goma, já tenha vendido suas tapiocas... "

~*~

Opinião de Jack: "Manda esse BNM (Boy não magia) ir catar coquinhos, pois você não é nem obrigado a ser a Maria Bolena de ninguém!

Ebó de ex é forte e quando gruda, aí lascou! Deixa de ser Alice ninha e bota de uma vez por todas nessa cabecinha que ele não é o último homem da terra e que se ele dá encima de você, mesmo estando num relacionamento, fique certo que mesmo se ele largar o namoradinho pra ficar contigo, prepare-se pra ter sua cabecinha cheia de chifres. E chamar de amor é o tratamento que eu uso com a mocinha que me vende o pão, entonces... "

~*~

Opinião de Rafael: "Primeiro, não acredito que tenha sido amor, pode ter sido carência por parte dele. Amor é algo além, o que ele sente por você é uma atração seja ela física ou uma dependência emocional que ele mesmo não consegue encontrar no parceiro que ele voltou. 

Ignore-o, é difícil, mas pode ter certeza que há males que vem para o bem, tanto ele pode se dar conta que ele gosta de você e que é um comodismo que pode perfeitamente ser compreendido, claro que tudo o que ele disser pra você pode soar interesse, afinal quando esse interesse parte da gente, toda e qualquer palavra, pintamos um palhaço que não existe. Um pingo é letra. 

Cai fora, por que você pode ter certeza que essa insegurança que ele te passa, jamais conseguirá, mesmo estando com você passar a segurança que você merece. Seja honesto, mostre que você quer, por que pelas suas questões comportamentais, você também se deixa levar pela carência que o outro namorado não supre. Mostre maturidade e saiba discernir o que te faz bem e o que te faz mal.

 Relacionamento legal, é relacionamento saudável. Viva sem fazer com que o outro torne-se o reflexo do seu espelho!”

~*~

Opinião de Anderson: "Minha primeira reação seria: Bom dia! ta boa? ta vitaminada é?! Pausa pra uma avaliação: o boy tem que ser magia! Vale a pena? Logo não perco! troco a tática, faço tudo o que ele gosta, e consequentemente faço investir em mim, me dar tudo, quer ficar com o outro? ok! Quer ficar comigo? Invista! E enquanto ele estiver de carinhos com o outro, estarei aberto a novas propostas. Até um novo relacionamento! Como dizia uma amiga: "Armani veste as esposas! Versace as amantes" e eu amo Versace!"


POLÍTICA

'O presidente está indo na contramão da História', diz presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia.


Para Bolsonaro, é prioridade investir em cursos que “gerem retorno imediato ao contribuinte, como: Veterinária, Engenharia e Medicina”. 


Proposta de Bolsonaro e MEC de reduzir recursos para cursos de Sociologia e Filosofia deixa pesquisadores em alerta.

O apoio do presidente Jair Bolsonaro à ideia do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de reduzir os recursos públicos para cursos de ciências humanas deixou em alerta a academia brasileira. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia, professor da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Benedito, a decisão mostra que o presidente não tem “conhecimento da realidade da área”.

?É uma declaração extremamente criticável porque demonstra não ter o mínimo conhecimento do que as ciências sociais fazem. É de uma equipe de obscurantistas que está governando este País, hostil à ciência”, criticou Benedito.

"Vários países têm editais para fazer políticas públicas com engenheiros, químicos, físicos e chamam sociólogos para integrar esses projetos porque eles têm impactos sociais econômicos para as populações."

-Carlos Benedito, presidente da Sociedade Brasileira de Sociologia

EAE, ROLA?






FOFOCAS DE CELEBRIDADES - GOSSIP

Bastille lança single e clipe "Doom Days".



O Bastille liberou, nesta quinta-feira (25), seu novo single "Doom Days", faixa que dará nome ao próximo álbum da banda, previsto para ser lançado no dia 28 de abril.



Zara Larsson divulga clipe de "Don't Worry Bout Me" e lança novo single, "WOW".



A cantora, que segue trabalhando em seu novo álbum, ainda sem previsão de lançamento, divulgou o clipe da faixa "Don't Worry Bout Me", com um clima bastante dançante e romântico, além de estrear um novo single, chamado "WOW", que conta com a produção de MarshMello.




Black Keys lançam "Eagle Birds". Escute a nova música da dupla!



Mais uma faixa que estará presente no próximo disco dos Black Keys foi liberada para audição pela dupla. "Eagle Birds" é um canção curta - menos de três minutos - e direta, marcada por um riff pesado, o ritmo suingado e muita influência de blues rock.



Paola Carosella dá melhor resposta à fala homofóbica de Bolsonaro.




Após dizer que “o Brasil não pode ser do mundo gay” pois “temos famílias aqui”, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu uma das melhores respostas à essa homofobia escancarada de uma cozinheira argentina: Paola Carosella.

Morando no Brasil há quase 20 anos, Carosella mostrou entender mais da nossa realidade do que aquele que ocupa o mais alto cargo do Executivo. 7 x 1 para a Argentina!

Em seu Twitter, Carosella respondeu a Bolsonaro aquilo que todos nós gostaríamos de dizer. LGBTs são cidadãos quanto quaisquer outros: estudam, trabalham, pagam impostos e contribuem para o crescimento do país.

“Eu tenho família, e na minha família tem gays. Todos produzindo, ralando pacas e gastando grana no Brasil”, escreveu a jurada do Masterchef Brasil.

Após essa publicação, a conta de Carosella no Twitter foi invadida por apoiadores de Bolsonaro, que passaram a criticá-la e até mesmo a ofendê-la por seu posicionamento. E a chef não deixou barato:

“A estupidez, a cegueira, a respostinha babaca e vazia, a bandeirinha com a arminha e o kkkk e os óculos de sol do emoji… Se acham os reis do capitalismo e do livre mercado e defendem ações indefensáveis cegamente. Fanáticos babacas e radicais.”, escreveu.

A partir do momento em que Bolsonaro conseguir enxergar que um LGBT também contribui com o crescimento econômico do Brasil, quem sabe assim passará a dar mais valor e a soltar menos falas homofóbicas como a última.

Carlinhos Maia: “Meu casamento não é gay, é a união de Carlinhos e Lucas”.


Carlinhos Maia e noivo


Carlinhos Maia, que domina a cena no instagram, voltou a dividir opiniões com suas declarações. O influenciador digital desfilou da São Paulo Fashion Week na quinta-feira (25) com o noivo Lucas Guimarães. Em entrevista ao TV Fama, Maia causou polêmica ao revelar que sua união com outro homem não será um casamento gay.

“Não é religioso, é união. Não é casamento gay, é a união de Carlinhos e Lucas”, expressou. Carlinhos também adiantou detalhes da cerimônia, que será realizada no Estado de Alagoas. “Nosso casamento, quando foi anunciado, ia ser uma cerimônia pequena, mas foram mais de 387 empresas do Brasil inteiro que se disponibilizaram a fazer o casamento e disseram assim: ‘Nós não queremos nem que você divulgue, só pra gente estar lá'”, afirmou.




Neste sentido, Carlinhos já havia causado em entrevista ao The Noite, Danilo Gentili, quando falou sobre ser gay no interior. Mas, neste mesmo programa, também falou sobre suas dificuldades, conflitos e que está tentando evoluir.

Carlinhos Maia e Lucas Guimarães se conheceram há dez anos, quando ambos ainda se relacionavam com mulheres. “Descobri que era viado com ele”, brincou o influenciador.

Caio Blat viverá professor que se envolve com um aluno em segunda chamada!




O envolvimento romântico entre um professor e um aluno será tema de “Segunda chamada”, nova série da Globo escrita por Carla Faour e Julia Spadaccini. Caio Blat viverá o professor. O aluno será o filho da protagonista, vivida por Debora Bloch. A uma certa altura, o adolescente morrerá e ela passará a investigar o que aconteceu. Assim, descobrirá a relação.

No elenco da série, estarão ainda nomes como Silvio Guindane, Paulo Gorgulho, Thalita Carauta, Hermila Guedes, Nanda Costa, Felipe Simas e Marcos Winter. A direção artística é de Joana Jabace e as gravações acontecerão em São Paulo.

Fonte: Kogut

Clássica propaganda “Primeiro Sutiã” ganha versão com garota trans.


"Primeiro Sutiã" ganha versão com garota trans


A Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais) redesenhou o clássico comercial, mas abordando agora uma versão transexual. O Primeiro Sutiã A Gente Nunca Esquece, marcou época no Brasil em 1987.

O vídeo retrata a história de uma menina trans que, a princípio, não é bem aceita pelo pai, que ainda a trata pelo nome masculino, e sua surpresa ao ver que a filha se reconhece pelo nome “Ludmila”.

O ponto nevrálgico ocorre com a reconciliação dos dois. O pai percebe que tem uma filha e deixa pra ela uma caixa com um primeiro sutiã, juntamente com um bilhete. “Entendi que chegou o momento de deixar o meu filho partir”. De fato, a peça aborda muito bem a sensação de inadequação de Ludmila e o processo de aceitação do pai.

No final, explica-se que o vídeo é baseado na história real de uma jovem chamada Ludmila, que alterou seu nome aos 10 anos de idade.”Sejam o que quiserem ser e sejam livres. Não se escondam. Se gosta de ser algo, seja”, afirma ela.

Ademais, o publicitário Washington Olivetto, criador da peça original, em 1987, discorreu sobre a nova campanha.

“Acho mais do que natural que, nos dias de hoje, quando a opção [sic] transgênero saiu do armário na vida e, por consequência, na publicidade, seja feito um filme como esse inspirado no O Primeiro Sutiã A Gente Nunca Esquece”, opinou.

Christian Chávez sensualiza o tanquinho em ensaio!





O amor é lindo...





O personal trainer tá me apalpando para ver minha evolução muscular...






Faiz isso nãaaaaao...




Juquinha pára de bagunça! Seu amigo veio pra estudar!






Isto é um assalto, não tem dinheiro, vai tu mesmo!



Matt Hughes...










Gato da Net: Michael Hoffman...







Anônimos também têm vez!









Até mais!!