segunda-feira, abril 22, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Prefeito, Pete Buttigieg beija seu marido em lançamento de campanha à presidência dos EUA.


Prefeito beija seu marido em lançamento de campanha à presidência dos EUA


Pete Buttigieg, beijou seu marido, Chasten Buttigieg, em um comício presidencial, confirmando sua intenção de concorrer à presidência dos Estados Unidos. O ato, como já era de se esperar, causou polêmica e dividiu opiniões.

“Não foi apenas um público jovem”, disse a ex-prefeita de Houston. Annise Parker, presidente do partido. “Tenho 62 anos de idade … Eu não teria pensado em ter visto algo assim na minha vida”, contou.

O rapaz que é destaque no momento, defende uma agenda política que vai de contramão aos preceitos conservadores. Defende um sistema de saúde universal bancado pelo governo. É a favor dos sindicatos trabalhistas, de maior controle na venda de armas e de regras mais rígidas no que diz respeito à proteção do meio ambiente, sendo todas essas algumas das bandeiras favoritas dos progressistas americanos.

Ressaltando também que, o rapaz aspirante a presidente, é a favor da legalização da maconha. Algo cada vez mais visto como uma commodity. E, por fim, também é gay declarado, casado desde meados do ano passado com o professor Chasten Buttigieg.

Para Papa pessoas que rejeitam homossexuais “não têm coração humano”.



Em entrevista, o Papa Francisco discorreu sobre a correlação entre a igreja e o tratamento dado aos homossexuais. A conversa foi com o comediante britânico Stephen K. Amos, que ainda não foi ao ar, mas teve trechos divulgados pela BBC nas redes sociais.

O Papa foi categórico ao afirma que as pessoas que rejeitam os homossexuais “não têm coração humano”. Vale frisar que em uma outra entrevista, o Papa também ressaltou a absurdidade em expulsar um filho LGBT de casa.

Em conversa com o líder, o humorista contou que não é religioso e que viajou a Roma “em busca de respostas e fé”. “Contudo, como homem gay, não me sinto aceito”, disse Stephen.

Diante desta situação, Francisco disse que dar “mais importância ao adjetivo (gay) do que ao substantivo (homem) não é bom”. “Todos somos seres humanos, temos dignidade. Se uma pessoa tem uma tendência ou outra, isso não lhe tira a dignidade como pessoa”, acrescentou.

“As pessoas que decidem rejeitar o outro por um adjetivo não têm coração humano”, completou o líder da Igreja Católica, deixando Amos emocionado.

Época: STF investiga empresários de Bolsonaro nas redes sociais.

'A ordem é saber o que fazem com bilhões da população brasileira', escreveu Bolsonaro 


Informação da revista Época: ministros do STF receberam a informação de que por trás dos ataques a seus ministros está o dinheiro de empresários ligados a Jair Bolsonaro.

Trecho da notícia

Existem diferentes razões que levaram Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski a, sob o comando do presidente da Casa, criar e manter o inquérito que procura investigar quem, na visão deles, coloca a segurança institucional do STF em risco.

Entretanto, a parte da investigação que toca às redes sociais, ou seja, as duas ações de busca e apreensão que foram feitas, têm origem numa forte informação que chegou a este grupo de ministros.

Toffoli foi informado de que, por trás das críticas virtuais feitas ao STF, há empresários que doaram para Jair Bolsonaro nas eleições do ano passado e que continuam apoiando o governo do presidente.

Embora eles não apontem quais são os indícios, a suspeita desses ministros é que haja algo orquestrado, com dinheiro privado, contra o tribunal. 

Cerca de 30 mil perfis no Twitter foram responsáveis por mais de 100 mil publicações com ataques e xingamentos à cúpula do Judiciário. A informação é do “O Globo”.

O levantamento contabilizou apenas as publicações que utilizaram as hashtags #stfvergonhanacional e #ditatoga.


Fornecido por Catraca Livre Portal e Comunicação Ltda


Segundo a reportagem, 900 tuítes trazem xingamentos como “corruptos” e “bandidos”. Esse tipo de ofensa foi produzido por 780 perfis.

“Em muitos casos são publicações semelhantes às que que embasaram a decisão de Moraes de determinar a busca e apreensão anteontem. Em seu despacho, ele cita postagens “com graves ofensas” à Corte, com ‘conteúdo de ódio e subversão da ordem’”, diz o texto.

Prefeito de Blumenau veta Dia do Orgulho LGBT e projeto é arquivado na Câmara.




O projeto de lei que institui o Dia do Orgulho LGBT e a parada da diversidade em Blumenau, no Vale do Itajaí, foi arquivado nesta terça-feira (16). Em sessão nesta noite, os vereadores acataram o veto do prefeito de Blumenau, Mário Hildebrandt.

Segundo a Câmara de Vereadores, seis vereadores foram favoráveis ao veto do prefeito e quatro foram contrários. Houve duas abstenções. O presidente da Câmara de Vereadores não vota, outro vereador estava ausente e um terceiro, licenciado.

O projeto de lei foi feito por Lenilson Silva (PT), que foi vereador suplente em 2017. O PL 7.543/2017 havia recebido parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça e foi aprovado pela maioria dos vereadores na Câmara em março deste ano, por oito votos a dois.

A data deveria ser comemorada em 28 de junho, conforme o projeto de lei. A parada LGBT foi realizada por sete edições no município, a última em 2018. Em 2016, o evento foi retomado depois de 12 anos sem a realização.

A Parada LGBT vem sendo realizada por sete edições no município, a última aconteceu em 2018; a data, 28 de junho, deveria ser utilizada como marco para comemoração, conforme previsto projeto de lei.

Veto do prefeito

O veto aconteceu na semana passada (10), e o ofício comunicando o mesmo foi recebido na Câmara Municipal na sessão seguinte, quinta-feira (11). Segundo o Prefeito Mário Hildebrandt (sem partido), é que o projeto quer incluir no calendário do município um evento que é ordinariamente realizado por entidades privadas.

O autor do projeto, o vereador Lenilson Silva, diz que não há inconstitucionalidade e que o mesmo tem importância para conscientização da condição das pessoas LGBT na sociedade. “Foi uma pequenez do prefeito ter vetado. É um ônus para o município. Ele veta numa condição dos dogmas da religião dele, mas ele tem que governar para todos”, finaliza o vereador.

Jean Wyllys fala sobre as manifestações de ódio e ameaças que recebe todos os dias.


O ex-deputado federal Jean Wyllys no Conversa Com Bial


O ex-deputado federal do PSOL, Jean Wyllys, foi obrigado a autoexilar-se do Brasil após inúmeras ameaças de morte que preocupavam a sua integridade física e de sua família. Reeleito com mais de 40 mil votos para assumir o seu quarto mandato, o político abriu mão de sua cátedra na Câmara dos Deputados em Brasília.

Recentemente saiu em defesa de Haddad no twitter, após o petista ser acusado de homofóbico. Em entrevista, quando indagado sobre considerar-se um ex-político, ele responde sem pestanejo.

Eu não me considero um ex-político, eu sou um ex-deputado. A minha atuação política continua de forma diferenciada. A melhor  forma de fazer política é a organização, é preciso organizar-se em todos os níveis. 

Jean também concedeu uma entrevista ao conversa com Bial.

Nesta entrevista ele trata do tema ódio, que, inclusive, será matéria de seu doutorado, e as ameças que recebe diariamente.

Lésbicas sofrem homofobia em motel “Se fosse um casal hétero teria vaga”.




Casos de homofobia são frequentes, desta vez quem protagonizou foi Jessy Oliveira e sua namorada. Em um grupo no Facebook, ela conta que sofreu represália ao tentar comemorar três anos de relacionamento com sua namorada em um motel na zona leste de São Paulo. Elas foram impedidas de entrar no local por, supostamente, estar lotado, mas o argumento não condizia com a realidade.

“Era 00h58 quando chegamos ao motel e tinham dois carros na nossa frente. Quando chegou nossa vez, a atendente olhou para dentro do carro e gritou: ‘está tudo lotado, não têm vagas’. Estávamos alterando o endereço da viagem para nossa casa quando chegaram mais dois casais”, relata.

O casal em questão era heterossexual e, logo que abordaram a atendente na recepção, ela apresentou alguns quartos disponíveis. “Desci e fui perguntar se tinha quarto, pois ela havia acabado de deixar um casal entrar após efetuar o pagamento. Ela gritou: ‘não moça, já te falei que não tem quarto, eles entraram para esperar e ver se tem vaga para eles’. Aí perguntei o motivo dela não ter oferecido que esperássemos também e ela falou mais alto ‘porque já te disse que não têm quartos’.

Em entrevista ao Yahoo, Jessy contou que foi a primeira vez que tentou ir ao motel e que se surpreendeu com a atitude da atendente. “Em nenhum momento ela mencionou nossa sexualidade, simplesmente disse que não haviam quartos disponíveis. Mas o tom foi agressivo”.

A constatação da homofobia foi, justamente, por não ter quartos disponíveis para Jessy, mas entrada liberada para casais heterossexuais. 

“Só não havia vaga para minha esposa e eu (duas mulheres), pois se fosse um casal hétero teria”.

Garotos de programa, que atendiam gays, são presos após fazerem golpes no DF.


Com os dados em mãos, dupla produziam cartões falsos e faziam compras exorbitantes. 


Durante os encontros sexuais, os suspeitos aproveitavam momentos de distração dos clientes para fotografar cartões de crédito.

Uma dupla de garotos de programa foi presa pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) após praticar uma série de golpes contra clientes, em sua maioria homossexuais. Durante os encontros sexuais, os suspeitos aproveitavam momentos de distração das vítimas e fotografavam seus cartões de crédito. Com os dados em mãos, os fraudadores produziam cartões falsos, frequentavam shoppings de Brasília e faziam compras exorbitantes em lojas sofisticadas.

De acordo com informações da 9ª Delegacia de Polícia (Lago Norte), a dupla foi detida pouco antes de gastar cerca de R$ 50 mil em compras. Os dois garotos de programa, Jaques Celio Vieira Sousa, 36 anos, e Willian dos Santos, 35, agiam há aproximadamente um mês no DF e fizeram diversas vítimas. Os investigadores acreditam que os michês aplicaram dezenas de golpes.

Após o registro do flagrante de estelionato, os suspeitos foram levados para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Caso condenados, podem pegar até 5 anos de prisão para cada crime de estelionato praticado.

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