segunda-feira, abril 29, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Pesquisadora afirma que homossexualidade é causada por vermes que se alimentam de sêmen.




Dra. Mariam Al-Sohel, uma pesquisadora do Kuwait, afirmou em entrevista ao programa Scope TV ter criado um supositório capaz de “curar” a homossexualidade. Segundo Mariam, a novidade “cientifica” eliminaria por completo um suposto “verme que se alimenta de esperma”.

“Eu descobri supositórios terapêuticos que restringem os impulsos sexuais de meninos do terceiro sexo”, disse ela em entrevista para TV no Kuwait. “Assim como o quarto gênero, que são as lésbicas masculinas.” O “terceiro gênero”, de acordo com Al-Sohel, são homens gays femininos. “Isto é tudo ciência, então não há nada para se envergonhar. O desejo sexual se desenvolve quando uma pessoa é sexualmente atacada. E depois disso, persiste porque existe um verme anal que se alimenta de sêmen. Alimenta-se de esperma”, continuou.

“Então, o que eu fiz foi produzir supositórios, que devem ser usados ??por certas pessoas em um determinado momento. Ele cura esses impulsos exterminando o verme que se alimenta de esperma”, disse ela. Ainda durante a entrevista, Mariam explica que ela inventou dois supositórios diferentes, um supositório para homens gays femininos e um para lésbicas masculinas. Apesar de possuírem os mesmos ingredientes, os remédios estão em cores diferentes.

Al-Sohel também aconselha uma dieta equilibrada para “limpar o corpo de venenos”. Ela então revela que os alimentos amargos são bons para homens gays porque aumentam a masculinidade e constroem músculos. “Qualquer comida que esteja enterrada no subsolo fornece estabilidade aos homens, fortalece seus músculos e aumenta sua masculinidade”, disse ela.

Vale lembrar que ser LGBT é altamente perigoso no país do Oriente Médio do Kuwait. A atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo é ilegal, com risco de multa ou até seis anos de prisão. Também não há leis anti-discriminação para casais do mesmo sexo ou direitos parentais para pessoas LGBTI. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal e também não há leis para transgêneros no Kuwait.

Médico mata, desmembra e cozinha mulher ao saber que ela é transexual.


Mikhail Tiknov mata, desmembra e cozinha Nina Surgutskaya ao saber que ela é transexual.


O assassino desmembrou a jovem para tentar encobrir o crime de homicídio.

Um crime bárbaro chocou os moradores da cidade de Kursk, Rússia. O médico Mikhail Tiknov, 27 anos, matou, desmembrou e cozinhou parte do corpo de Nina Surgutskaya, 25, após descobrir, na hora do sexo, que ela era transexual. Segundo informações da polícia, os dois saíram à noite e, logo depois, foram para o apartamento dele.

Durante o ato sexual, ele percebeu que Nina tinha passado por uma cirurgia de readequação sexual. Neste momento, ele começou a estrangular a jovem. Para encobrir o crime, desmembrou o corpo, segundo depoimento à polícia revelado pelo Daily Mail. O assassino deu descarga em algumas partes e levou outras ao forno para tirar o excesso de líquido.

A polícia prendeu o médico ao encontrar partes do corpo em uma lixeira. “Ele não teve tempo para se livrar de todas as partes e foi pego”, contou um policial à reportagem. Mikhail foi preso acusado de homicídio e mutilação. Se condenado pela leis da Rússia, ele pode pegar mais de 20 anos de prisão.

Istoé: Carlos Bolsonaro empregou idosa que nega ter trabalhado para ele.




Nadir Barbosa Goes, de 70 anos, que vive na cidade de Magé, 50 km distante da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, figurava na lista de assessores do vereador Carlos Bolsonaro (PSC), até janeiro. Como oficial de gabinete, recebia uma remuneração de R$ 4.271 mensais. A mulher, no entanto, disse em entrevista ao jornal 'Folha de S. Paulo' que nunca trabalhou para o filho do presidente. “Fala com o vereador que eu não sei de nada”, disse ao final da ligação.

Carlos fez uma limpeza em seu gabinete na Câmara assim que o pai assumiu o Palácio do Planalto — de janeiro a fevereiro, exonerou nove funcionários. Nadir está entre eles. Ela é irmã do militar Edir Barbosa Goes, 71 anos, assessor atual de Carlos Bolsonaro. A esposa dele, Neula de Carvalho Goes, 66 anos, também foi exonerada pelo vereador logo após a posse do pai.

A carga horária prevista para assessores comissionados da Câmara Municipal do Rio é de seis horas diárias, que não precisam ser cumpridas no espaço físico da Casa. Esses funcionários não batem ponto e têm a frequência assinada pelo próprio vereador.

À reportagem da 'Folha' o chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, Jorge Luiz Fernandes, negou que Nadir recebesse salário sem prestar serviços. Ele disse que Nadir, Neula e outras duas funcionárias exoneradas por Carlos trabalhavam em um núcleo chefiado por Edir, o militar irmão de Nadir.

Segundo o chefe de gabinete, esses funcionários entregavam mala direta para a base eleitoral do vereador em Campo Grande, na zona oeste do Rio, e anotavam as reivindicações dos eleitores, principalmente de militares.

Ativistas reagem à decisão de Bolsonaro de vetar propaganda.


Bolsonaro já deu várias declarações homofóbicas ao longo dos anos.


“Brasil não pode ser país do mundo gay, do turismo gay; temos famílias”, diz Bolsonaro.


Ao falar sobre recusa de museu americano em sediar evento em sua homenagem, presidente voltou a fazer comentários homofóbicos.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a fazer comentários homofóbicos nesta quinta-feira, 25, durante o café da manhã com jornalistas quando foi perguntado sobre a recusa do Museu Americano de História Natural de Nova York em sediar o evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos que o homenageia.

“Eu recebo (a homenagem) na praia, numa praça pública. Não é o museu que está me homenageando. O que houve foi pressão do governo local que é Democrata e eu sou aliado do (presidente dos EUA) Donaldo Trump”, disse Bolsonaro.

Ele afirmou que, em novembro de 2009, começou a “tomar pancada do mundo todo” ao acusar o kit gay. “Eu comecei a assumir essa pauta conservadora. Essa imagem de homofóbico ficou lá fora”, disse, afirmando que isso não prejudica investimentos. “O Brasil não pode ser um país do mundo gay, de turismo gay. Temos famílias”, disse.

Bolsonaro já disse em entrevistas que é “homofóbico, com muito orgulho” e que preferia ter um filho morto a um filho homossexual, entre outras declarações homofóbicas recorrentes em sua trajetória. Também atacou por diversas vezes o ex-deputado Jean Wyllys, do PSol.

Criticado por Bolsonaro, turismo LGBT cresceu 11% no Brasil e movimentou mais de 850 bilhões em 2018.


Em 2018, cerca de três milhões de pessoas participaram da Parada LGBT de São Paulo, gerando uma receita de R$ 190 milhões.


etor avançou mais no país do que o turismo geral em 2017.

Embora o presidente Jair Bolsonaro tenha declarado, na quinta, que o Brasil “não pode ser um país do mundo gay, do turismo gay”, um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revela que o público LGBT é um dos segmentos de maior potencial de faturamento econômico para o setor do turismo no país. Segundo o levantamento, publicado no início do ano, o Brasil é o país da América Latina com maior potencial de crescimento de receitas com o turismo LGBT. Em 2017, o setor registrou alta de cerca de 11% no país, enquanto o turismo de modo geral subiu 3,5%.

Segundo a consultoria Out Now, o turismo LGBT movimenta anualmente US$ 218 bilhões (R$ 856,72 bilhões na cotação atual). Outro estudo, feito em 2015 pela associação Out Leadership, voltada para iniciativas ao público LGBT, indicou que o potencial financeiro do segmento LGBT era estimado em US$ 133 bilhões (R$ 418,9 bilhões na cotação da época). Ao fazer criticas a essa parcela do ramo turístico, durante um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, Bolsonaro completou seu argumento com a frase “temos famílias”. Bolsonaro afirmou ainda que os turistas seriam bem recebidos se buscassem outros objetivos.

O estudo do Sebrae aponta que o turismo LGBT poderia movimentar o mercado de serviços, incluindo modelos de negócio específicos, como cruzeiros marítimos, paradas, festas temáticas e viagens de lua de mel. Desde 2013, quando foi aprovado o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, até o final de 2017, o Brasil já realizou 19.522 casamentos igualitários.

O Sebrae também destacou eventos que contribuem para gerar oportunidades de negócios voltados para o turismo LGBT no Brasil. A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, por exemplo, é considerada uma das maiores do mundo. Em 2018, cerca de três milhões de pessoas se reuniram para participar do evento, na Avenida Paulista, gerando uma receita de R$ 190 milhões. Outras festas nacionais também atraem turistas de diversas regiões, como a San Island Weekend, na Bahia, que reúne cerca de quatro mil pessoas; o Miss Brasil Gay, que acontece todos os anos em Minas Gerais; e o Hell & Heaven, maior festival brasileiro de música eletrônica voltado para o público LGBT.

“É importante que as empresas conheçam bem e estejam preparadas para atender e trabalhar com esse público. De forma geral, esse turista é considerado como mais exigente quando busca algum tipo de serviço e/ou produto”, ressalta o estudo.

Um dos conceitos difundidos pelo Sebrae é o de país “gay-friendly” – amigável a pessoas LGBT, em tradução livre. O termo é utilizado para fazer referência a locais, políticas e instituições que oferecem ambiente aberto, agradável, receptivo e confortável para o público LGBT. Em 2018, foi firmado um acordo entre o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e a Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil para promover e apoiar a divulgação do Brasil, nacional e internacionalmente, como um destino “gay-friendly”.

“Essa iniciativa tem como objetivo conscientizar e sensibilizar aqueles que prestam serviços relacionados ao turismo a reconhecer o potencial desse público e, mais do que isso, a respeitar e evitar qualquer tipo de preconceito no atendimento a pessoas LGBT”, diz o Sebrae.

Ativistas e entidades reagem a decisão do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de tirar do ar a propaganda do Banco do Brasil que destaca a diversidade, nesta quinta-feira, 24.

Na peça publicitária, jovens negros, tatuados, trans e de diferentes estilos aparecem em cenas do cotidiano.

“A comunidade negra gastou um tempo imenso para despertar na sociedade o respeito à diversidade. Essa propaganda consolida uma conquista dos excluídos. A decisão dele (Bolsonaro) mostra o quanto ele é equivocado”, disse frei David, à frente da Educafro, entidade que luta pela inclusão dos negros no mercado de trabalho e universidades públicas, ao jornal O Globo.

Segundo o jornal O Globo, a Educafro pretende entrar com uma denúncia na Organização das Nações Unidas (ONU) contra a decisão do governo Bolsonaro de tirar a propaganda do ar.

O presidente do Banco do Brasil, disse ao colunista do Globo, Lauro Jardim, que Bolsonaro não gostou do resultado da campanha.

“O presidente Bolsonaro e eu concordamos que o filme deveria ser recolhido. A saída do diretor é uma decisão de consenso, inclusive com aceitação do próprio”.

“É impossível entender a cabeça de um presidente que se incomoda com a liberdade alheia, com a diversidade. Há uma questão psicológica a ser estudada”, ironizou ao Globo, o ativista gay Fernando Dantas, que trabalha em uma Organização Não Governamental (ONG) que dá abrigo a transexuais em situação de vulnerabilidade.

Nelson Matias, um dos fundadores da Associação da Parada do Orgulho LGBT, disse ao Globo que a proibição reforça o que ele chama de “intolerância institucional”.

“O que ele falava antes mesmo da campanha (eleitoral) está colocando em prática, infelizmente. Esse tipo de atitude reforça o discurso de ódio contra pessoas que lutam diariamente por sua sobrevivência”, disse Matias.

Bolsonaro desautoriza Marcos Cintra e nega imposto sobre igrejas.




O presidente da República, Jair Bolsonaro, desautorizou nesta 2ª feira (29.abr.2019) o Secretário da Receita, Marcos Cintra, que detalhou à Folha de S.Paulo a ideia de 1 imposto que incidiria sobre pagamento de dízimos a igrejas. Em vídeo publicado em sua conta no Twitter, Bolsonaro afirma que foi “surpreendido” pela declaração de Cintra e diz que ela “não procede”.

O presidente é taxativo: “bem claro: não haverá novo imposto para as igrejas”.

Assista ao vídeo abaixo:




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