segunda-feira, abril 08, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Mórmons permitirão batismo de filhos de casais LGBT.




A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias informou um ineditismo nesta quinta-feira (4) nos Estados Unidos. Comunicou que permitirá que filhos de casais LGBT sejam batizados.

Os mórmons são cristãos. No entanto, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não é católica ou protestante, mas sim uma restauração da Igreja que Jesus estabeleceu no Novo Testamento. Já que nos templos dos Mórmons a máxima que está preceituada é a união das famílias para toda a eternidade, é coerente abarcar famílias LGBTs.

Em um comunicado, a igreja enunciou estas mudanças internas e a anulação de uma medida expedida em 2015. A medida impedia que filhos de casais do mesmo sexo fossem batizados e recebessem bênçãos. Estabeleceu também que, não vai classificar como apostasia (abdicação da fé) as uniões de casais homoafetivos.

“Os filhos de pais que se identificam como lésbicas, gays, bissexuais ou transexuais podem ser batizados sem a aprovação da Primeira Presidência se os pais com custódia derem permissão para o batismo”. Diz o comunicado, divulgado dois dias antes da conferência anual dos mórmons no estado de Utah, nos Estados Unidos.

A regra estabelecida em 2015, segundo relatórios, provocou o afastamento de 1.500 membros da comunidade LGBT da congregação. As mudanças foram promovidas pelo presidente da Igreja, Russell Nelson.

Vaticano LGBT: Secretário do Vaticano se reúne com ativistas para discutir direitos LGBTs.




O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, recebeu nesta sexta-feira (5) recebeu um grupo de pelo menos 50 pessoas, com intento de discutir direitos da comunidade LGBT. Os ativistas são provenientes de variados países e, uma das medidas, é a luta contra criminalização da homossexualidade. De acordo com o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Alessandro Gisotti, os ativistas apresentaram ao cardeal uma relação da criminalização ao redor do mundo.

“O cardeal foi muito claro: a violência é inaceitável e ele insistiu no respeito pela dignidade humana”, afirmaram os ativistas à imprensa. Os representantes de associações em prol da comunidade LGBT ainda explicaram que, inicialmente, deveriam ter se encontrado com o papa Francisco, mas há poucos dias foram informados de que não poderiam. Para o grupo, a esperança é que hoje “um processo tenha sido iniciado, um diálogo com o Vaticano”, que pode continuar em um futuro próximo.

“Há situações em que a Igreja local não apoia esta batalha pela defesa dos direitos. Por isso, as associações decidiram conversar com o Vaticano para que haja uma única orientação da Igreja sobre essas questões para todos”, explicaram os ativistas

Os preceitos e os ideais de respeito devem ser asseverados, bem como a proteção à dignidade da pessoa humana, e lutar arduamente contra qualquer forma de violência.

Após 3 meses, Bolsonaro tem a pior avaliação já registrada em 1º mandato.




Segundo Datafolha, Bolsonaro enfrenta maior rejeição no 1º mandato desde a redemocratização em 1985.

Prestes a completar 100 dias de governo, Jair Bolsonaro teve a pior avaliação já registrada no primeiro mandato de um presidente desde a redemocratização em 1985. 

De acordo com nova pesquisa do instituto Datafolha, publicada no jornal Folha de S. Paulo neste domingo (7), 32% dos entrevistados consideraram os primeiros 3 meses como ótimo/bom, enquanto 33% avaliaram como regular e 30% consideraram o primeiro trimestre de governo Bolsonaro como ruim/péssimo. Já 4% não souberam responder. 

Porém, 59% dos entrevistados ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. 

O instituto ouviu 2.086 pessoas em 130 municípios entre os dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

Em comparação aos seus antecessores nos primeiros mandatos, Bolsonaro enfrenta uma rejeição considerável.

Fernando Collor era reprovado por 19% em 1990 e Fernando Henrique Cardoso registrou 16% de reprovação em 1995, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, foram mal avaliados em seus primeiros mandatos com apenas 10% e 7% da população nos respectivos anos de mandato, 2002 e 2010. 

Numericamente, Dilma foi a presidente melhor avaliada nos primeiros três meses de mandato, com 47% de ótimo/bom registrado em 2011.

Contando os segundos mandatos, Lula detinha baixa rejeição, com 14%. FHC teve 36% e Dilma, em meio à crise política e econômica, amargava 60% de ruim ou péssimo. Mas o instituto reitera que não é possível comparar os primeiros trimestres de presidentes reeleitos, já que suas imagens já passaram por exposições. 

57% dos brasileiros desprezam comemoração do golpe de 64, diz Datafolha.




O desprezo à comemoração do último 31 de março é maior entre os mais jovens, mas escolarizados e mais ricos da população.

O presidente Jair Bolsonaro comemorou no último 31 de março o golpe de 64, data que marcou o início da ditadura militar. A comemoração polêmica, contudo, não teve apoio pela maioria da população brasileira, de acordo com uma pesquisa Datafolha. 

De acordo com a pesquisa publicada no jornal Folha de S. Paulo na madrugada deste sábado (6), 57% dos brasileiros dizem que a comemoração de 55 anos do golpe militar de 1964 deveria ser desprezada. Por outro lado, 36% disseram que a data merecia ser comemorada e 7% não souberam responder. 

A pesquisa, feita entre a última terça-feira (2) e quarta- feira (3), contou com 2.086 pessoas de 130 municípios do Brasil. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. 

A pesquisa teve como principal pergunta: “Na sua opinião, essa data deveria ser comemorada ou despreza?” 

Entre os entrevistados, o desprezo à data do golpe é maior entre os mais jovens, mas escolarizados e mais ricos da população. 

Entre os entrevistados que têm entre 16 e 24 anos, 64% são contrários à comemoração, enquanto o percentual chega a 67% entre pessoas que têm ensino superior e 72% entre pessoas com renda mensal superior a dez salários mínimos. 

Já pessoas com mais de 60 anos, que têm ensino fundamental e os que têm renda mensal familiar de até dois salários mínimos foram mais favoráveis à comemoração da data. 

Outro recorte curioso da pesquisa é que a maioria dos evangélicos ? grande base do eleitorado de Bolsonaro ? disse ser contra a comemoração do golpe: 53% desejavam ter desprezado a data, enquanto 39% gostaria de ter comemorado. 

Pessoas de outras religiões (católicos, espíritas e adeptos de religiões afro-brasileiras) também se manifestaram contra a comemoração. 

Luiz Fux critica congresso e usa como exemplo discussões no STF sobre criminalização da homofobia.

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O ministro Luiz Fux, cumprindo sua agenda em Fortaleza, aproveitou para disseminar algumas críticas ao congresso. A priori, ele falou sobre os papeis da justiça e Tribunal de Contas. Depois criticou incisivamente o congresso por forçar judicialização. Para Fux, a judicialização decorre face a omissão de parlamentares em legislar. De fato, isto corrobora para instabilidade a qual vivem as instâncias jurídicas do País.

“O que tem ocorrido hoje é que o parlamento, para não pagar o preço social da impopularidade, ele empurra para o Judiciário a solução de diversos problemas, e acaba por gerar um protagonismo indesejado para o Judiciário e isso acarreta esse momento que estamos vivendo agora, de passeatas contra o Supremo. Num país em que não há um Judiciário forte não há guerra e nem há paz“, afirmou o ministro. As declarações foram dadas durante participação na 11ª edição do TCE Debate. O encontro ocorreu no plenário do Edifício 5 de Outubro, do Tribunal de Contas do Estado do Ceará.

Durante críticas, o ministro usou como exemplo as discussões no STF sobre criminalização da homofobia. “Por que o Supremo tem que dizer que cometer atentado contra comunidade LGBT é racismo? Porque o parlamento sozinho não ia editar uma lei dizendo isso, é um parlamento dividido nessa questão ideológica”, disse, para em seguida citar um caso em que atuou.

“Colocaram um cara homofóbico para ser presidente da comissão (dos Direitos Humanos). E aí um partido foi lá para mover um mandado de segurança me pleiteando que tirasse aquele homem da presidência da Comissão. E em uma entrevista eu disse ‘Eu não vou tirar nada, quem tem que tirar foi quem colocou. Isso é um problema do Legislativo’. Como eles não têm base política para tirar a pessoa errada que eles colocaram, apelam para o Judiciário”, disse, em uma provável referência ao ex-deputado Marco Feliciano.

Deputado gay do PSL ” Continuo defendendo que a ideologia de gênero é uma aberração e que trans não podem competir com mulheres”.




Douglas Garcia está causando com suas declarações e revelações. O deputado que, há pouco tempo era pouco comentado, hoje é cerne das manchetes de todos os jornais. Douglas levanta a bandeira do conservadorismo que, em sua essência, é apenas uma cosmovisão pautada pelo ceticismo e prudência. Contudo, virou uma bandeira para muitos disseminarem seus preconceitos interiorizados.

O deputado estadual, provocou polêmica nesta semana, ao dizer, durante um discurso no plenário da Casa, que “arrancaria à força” uma transexual que utilizasse o banheiro feminino do recinto. Posteriormente, contou com ajuda de Janaína Paschoal para revelar sua homossexualidade.

Nova carteira de identidade do RJ vai incluir nome social com validade em todo o território nacional.


Detran vai emitir nova carteira de identidade no Rio.


Documento que será lançado nesta sexta-feira não terá data de validade e ainda terá números de vários documentos, além de tipo sanguíneo.

O Detran vai lançar, nesta sexta-feira, a nova carteira de identidade, que vai reunir números dos documentos mais importantes, além de constar o nome social. O documento também vai incluir o tipo sanguíneo e fator RH com validade em todo o território nacional, além de ter ícones para deficientes físicos, visuais, auditivos e intelectuais.

Para o vice-governador Claudio Castro, “a maior vantagem da nova carteira de identidade é reunir uma coleção de vários documentos, evitando que o cidadão tenha que portar toda essa documentação toda vez que precisar apresentá-la.

A primeira via será gratuita, como já ocorre com a carteira atual. As carteiras antigas continuam válidas, mas quem pedir o novo modelo terá que pagar a taxa de emissão da segunda via, no valor de R$ 38,58.

O novo documento não terá data de validade, à exceção do concedido a menores de 16 anos e filhos de brasileiros nascidos no exterior que não possuam o registro consular porque precisam optar pela cidadania brasileira quando completam 18 anos. O documento é exclusivo dos brasileiros natos, estrangeiros naturalizados ou portugueses beneficiados pelo artigo 12 da Constituição.

Atualmente, a carteira inclui o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas da Receita Federal) e o PIS (Programa de Integração Social) ou Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). A nova terá também os números de: DNI (Documento Nacional de Identificação), NIS (Número de Integração Social), Cartão Nacional de Saúde, título de eleitor, identidade profissional expedida por órgão ou entidade legalmente autorizado, carteira de trabalho, carteira de habilitação e certificado militar. Para a inclusão desses dados, será preciso apresentar originais ou cópias autenticadas dos documentos.

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