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MINHA VIDA GAY

Caçador de tempestades pede namorado em casamento perto de um tornado.




Joey Krastel é analista de risco da Maryland State Management Agency, meteorologista e “caçador de tempestades”.

Por meio do Twitter e Instagram, ele administra perfis que compartilham imagens da presença de tempestades, feitas por meio de satélites ou câmeras.

Na terça-feira (28), uma onda de clima extremo e tornados tomou conta do estado de Kansas, nos Estados Unidos.

Joey juntou alguns amigos e o namorado, Chris Scott, que conheceu por meio de seus perfis em que documenta tempestades, ele aproveitou a oportunidade para unir duas de suas paixões em um só momento e propôs o namorado em casamento.

“Os dois amores da minha vida”, escreveu Joey na foto que viralizou nas redes sociais.




The 2 loves of my life pic.twitter.com/Cv4eviechZ

— Joey Krastel (@NimbusStorms) May 29, 2019

“É por isso que sempre tive em mente ficar noivo durante a chegada de uma tempestade. Eu senti que seria o jeito perfeito de fazer a proposta”, contou à “NBC”.

Ícaro Silva diz que se considera sexualmente livre e se identifica com o LGBTQI+.


Ícaro Silva e Rafael de Bona em cena do filme ’45 dias sem você’.


Assim como o mito grego com quem compartilha o nome, o ator Ícaro Silva sempre sonhou alto. Agora, aos 32 anos, ele diz estar colhendo os frutos do que plantou lá atrás, quando despontou na TV com a novelinha “Malhação”. No ar na novela das 19h da TV Globo, “Verão 90” como o cantor de lambada Ticiano e na série Netflix “Coisa mais linda”, como o músico Capitão, ele também está em cartaz com o espetáculo “Ícaro and the black stars”, que fica no Teatro Carlos Gomes até 2 de junho e depois passa por Belo Horizonte e São Paulo.

No cinema, Ícaro pode ser visto em “45 dias sem você”. Primeiro longa de uma trilogia do diretor Rafael Gomes, o filme é uma comédia romântica gay. Para o ator, é importante dar e estar num filme dando voz para a causa LGBTQI+, com a qual ele se identifica.

“Me considero sexualmente livre e isso significa que me identifico com o LGBTQI+. Eu me vejo aberto a sexualidades e ao gêneros, não me vejo rotulado (em nenhuma letra). Tem a letra I, mas eu sou o I de Ícarossexual (risos). Existe uma tentativa de rotularem as pessoas e cada um de nós é uma potência individual. A minha sexualidade é só minha, é importante que a gente se entenda como poder individual”, afirma ele em entrevista para O Globo, onde ainda fala sobre sua infância na periferia de Diadema, no ABC paulista, e sobre a violência no Rio de Janeiro — no ano passado, ele foi ferido por estilhaços de bala quando passava de carro pelo Túnel Zuzu Angel.

Galã de ´Carrossel´, Gustavo Wabner parabeniza o marido.




O ator Gustavo Wabner, que ficou conhecido nacionalmente por interpretar o professor René, par romântico da Professora Helena (Rosanne Mulholland) na versão brasileira de “Carrossel”, usou as redes sociais para fazer uma homenagem pelo aniversário do marido, o o diretor de teatro Sergio Módena, com quem ele está casado há 21 ano.


Gustavo Wabner é casado há 21 anos com o diretor de teatro Sergio Módena 





Jovem que passou por ‘cura gay’ faz relato surpreendente sobre tratamento abusivo.


O jovem foi abusado pelo terapeuta


Nas últimas semanas a plataforma Celina, do Jornal O Globo, publicou um relato completamente chocante de um jovem que sofreu abuso sexual durante o tratamento de “cura gay”, em Belo Horizonte.

Por muito tempo o processo de “cura gay” foi permitido no Brasil. No entanto, desde abril deste ano o tratamento não é mais recomendado. A decisão foi assinada pela Ministra Carmen Lúcia no dia 9 de abril, através do Supremo Tribunal Federal (STF).

No relato, o jovem, identificado como Fábio, contou que foi obrigado a passar pelo tratamento de “regressão sexual” após o pai flagrar ele aos beijos com um amigo. O tratamento virou uma espécie de castigo.

“Fui flagrado por meu pai beijando meu primeiro namorado, aos 16 anos, na sala de casa, em um domingo chuvoso. De outra cidade, o rapaz estava hospedado em nossa casa na condição de amigo. Eu estava apaixonado e me despreocupei. Sempre escutava os passos do meu pai, pesados, atravessando o corredor que levava à sala. Desta vez, no entanto, não escutei. Como castigo, fui obrigado a me “tratar’, depois de ouvir os clássicos ‘preferia filho morto’ e ‘eu era feliz e não sabia'”, disse a publicação.

Durante o tratamento, o rapaz disse que tentou de todas as formas a não se envolver com nada que remetesse a homossexualidade, mas as tentativas não eram o suficiente. Até durante a masturbação ele se forçava a se excitar por mulheres consideradas símbolos sexuais.

“Ao me masturbar, por exemplo, forçava o pensamento nos seios da Feiticeira, mas minha cabeça sempre terminava no tanquinho dos Gêmeos Flávio e Gustavo, por quem eu me excitava de verdade”, disse.

Depois de tempos lutando contra seus instintos naturais, Fábio cansou e tentou viver bem com sua homossexualidade. Ao confessar o novo objetivo para seu terapeuta, o jovem relatou que acabou sendo abusado sexualmente.

“Em um dos encontros com o terapeuta, depois de compartilhar meu novo objetivo, recebi o inusitado convite para sentar em seu colo. A porta da sala estava fechada. Não havia testemunhas, muito menos câmeras. No auge da puberdade, me senti atraído pela situação e não hesitei em acatar o chamado. Aos elogios, esse senhor, grisalho, menor que eu, e com idade para ser meu pai, pediu para eu abrir a braguilha”.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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