segunda-feira, maio 20, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Taiwan é o primeiro país da Ásia a legalizar casamento do mesmo sexo.


Casal celebra legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo na Assembleia legislativa de Taiwan


O Parlamento de Taiwan decidiu nesta sexta-feira legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Foram 66 votos favoráveis e 27 contra o projeto. Centenas de manifestantes e ativistas que aguardavam pelo fim da votação do lado de fora da Casa comemoraram a aprovação da nova legislação, que tornou o país o primeiro da Ásia a reconhecer a união entre pessoas do mesmo sexo.

Em maio de 2017, a Suprema Corte de Taiwan havia julgado ser inconstitucional retirar de pessoas LGBT o direito ao casamento e concedeu dois anos para que o governo modificasse a lei. Para o órgão, as leis de casamento anteriores violavam “o direito de livre casamento e de igualdade do povo”.


Multidão comemora aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo pelo Parlamento de Taiwan em Taipei, nesta sexta-feira, 17. 


Outros artigos da nova legislação ainda serão discutidos, como a cláusula que define a possibilidade de casais do mesmo sexo de terem direito a adoção. Mesmo a proposta mais progressista prevê que eles registrem apenas filhos biológicos dos parceiros.

Coimbra marcha para defender os direitos LGBTI+.



O Movimento Alternativa Socialista (MAS)  marcou presença em Coimbra na marcha em defesa dos direitos dos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). 
Organizada pela Plataforma Anti-Transfobia e Homofobia (PATH) de Coimbra cujo lema brada “ninguém larga a mão a ninguém”, a marcha juntou  participantes que saíram do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, atravessaram a Ponte de Santa Clara, o Largo da Portagem e as ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz até terminarem na Praça 08 de maio.


“Os direitos dos LGBT ainda não estão conquistados e sendo [Portugal] uma nação europeia, nós achamos que na legislação europeia dos vários países devia estar contemplado o casamento de pessoas do mesmo sexo, a adoção e coadoção”, disse à agência Lusa o cabeça de lista do MAS, Vasco Santos.

Vasco salienta ainda que as questões LGBTs, mulheres e negros são pautas prioritárias. Ou seja, o intento é buscar dar voz a todo grupo considerado minoritário. O MAS também acopla a comunidade Cigana.“Outra comunidade altamente perseguida neste país e que estão cá há 500 anos, são portugueses”.

Vasco, em seu discurso, também se atenta à ascensão de movimentos ultraconservadores e sublinha como isto está diretamente relacionado com a disseminação de discursos de ódio. “Com o crescimento de partidos de extrema direita e partidos fascistas, o que se vê é o crescimento de um discurso de ódio contra os mais fragilizados: LGBT, mulheres, negros e ciganos, que são perseguidos em países como Roménia, Hungria, Itália, França e noutros países do mundo”, frisou.

Para findar, Vasco reitera sobre os discursos de ódio e diz que deve incentivar um combate à falácias e mentiras. “Não chega a 1% da população, como tal estamos a insuflar medos e a meter medos que não fazem sentido”, sublinhou o candidato do MAS, apontando baterias ao combate firme à extrema-direita.

“Acho que é genial”, diz Trump sobre candidato gay concorrer à presidência dos EUA.


Presidente Donald Trump e Pet Buttigieg


O presidente Donald Trump fez um aceno positivo ao adversário político gay, Pete Buttigieg, que está chamando atenção nos últimos meses na corrida pela Casa Branca.

“Para mim parece absolutamente bom”, disse Trump em uma entrevista à Fox News. “Acho que é genial. Acho que isso é algo com o que talvez algumas pessoas tenham problema. Não tenho nenhum, absolutamente. Acho que é bom”, completou.

Pouco conhecido no meio político, Buttigieg é prefeito da pequena cidade de South Bend, no estado do Indiana e se tornou o primeiro candidato à presidência dos Estados Unidos a ser abertamente gay. Ele é casado com Chasten, e tem uma filha.

Apesar de levantar posicionamentos conservadores em diversos momentos, o presidente dos EUA sempre transmitiu uma mensagem mista sobre suas atitudes em relação aos direitos LGBTs.

Assessor de Bolsonaro recebeu R$ 92 mil sem nunca ter pisado na Câmara.


Bolsonaro: além de Rabello, a reportagem descobriu que outros cinco assessores não tiveram registro de emissão de crachá durante o período de 2015 a 2018


R$ 92,2 mil — esse foi o total que Nelson Alves Rabello, assessor do gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), recebeu dos cofres públicos durante os 19 meses em que foi secretário parlamentar nível 18 da Câmara dos Deputados. Quanto maior o nível do funcionário, maior o salário, que atualmente parte de pouco mais de R$ 1 mil para até mais de R$ 15 mil, fora auxílios e vantagens indenizatórias.

O problema: durante todo esse período, Rabello não teve registro de entrada na Câmara, segundo informação inédita que a Agência Pública obteve via Lei de Acesso à Informação. O ex-funcionário de Jair está na lista das 95 pessoas e empresas que tiveram sigilo bancário quebrado na investigação do Ministério Público do Rio sobre as movimentações financeiras do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A Pública pediu à Câmara dos Deputados informações sobre o registro de entrada de diversos assessores de Jair Bolsonaro na Câmara. Além de Rabello, a reportagem descobriu que outros cinco assessores não tiveram registro de emissão de crachá durante o período de 2015 a 2018, último mandato do presidente como deputado federal.

Além destes seis nomes, a Pública já havia revelado outras cinco assessoras nas mesmas condições. Portanto, agora são 11 os assessores de Bolsonaro que receberam dinheiro público sem ter colocado os pés nas dependências da Câmara.

Rabello assessorou pai e filhos em seus mandatos

Nelson Rabello é um dos assessores mais longevos da família Bolsonaro. O primeiro registro como funcionário do atual presidente, disponível no site da Câmara, é de 2005. À época, ele era assessor de nível 8. Durante seis anos como secretário parlamentar, Rabello foi promovido até alcançar o nível 26. Segundo a Folha de S. Paulo, Rabello é tenente da reserva do Exército e teria servido junto a Jair nas Forças Armadas.

Em maio de 2011, Rabello deixou o gabinete de Jair e trabalhou até agosto daquele ano com o filho Flávio, na Assembleia do Rio. Em seguida, deixou o gabinete de Flávio para trabalhar com Carlos, onde ficou até 2017.

Em junho de 2017, Rabello voltou a trabalhar na Câmara com então deputado Jair Bolsonaro. Nesse último período, apesar de ter recebido R$ 92,2 mil líquidos — incluindo um auxílio-alimentação mensal de R$ 982,29 — o funcionário não emitiu crachá de entrada no órgão.

A prática é parecida a de outros assessores de Bolsonaro: cinco assessoras — algumas que trabalharam por mais de uma década junto a Jair Bolsonaro — não pediram a emissão de crachás de funcionárias nem se registraram como visitantes em nenhum momento desde 2015.

Ser funcionário de um político sem ter entrada registrada na Câmara não é ilegal, pois os assessores parlamentares podem trabalhar nos estados de origem dos parlamentares, contanto que cumpram sua carga horária. A questão é que o controle é feito pelos próprios deputados e a série de casos semelhantes na família Bolsonaro levanta suspeitas.

A Pública procurou a Câmara dos Deputados, que informou que para acessar as  dependências é obrigatório portar crachá funcional. No caso de deputados ou ex-deputados, é possível utilizar “botom parlamentar”.

Crachás de visitantes são expedidos apenas após apresentação de documento de identidade e realização de registro de entrada nas portarias. Os crachás funcionais devem ser renovados a cada nova legislatura e a Câmara afirma não guardar registros sobre mandatos passados.

O sigilo bancário de Rabello foi quebrado no dia 24, por autorização do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O pedido veio do Ministério Público, que investiga as movimentações financeiras de Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz. Segundo reportagem do Poder 360, a autorização de quebra de sigilo bancário vai de janeiro de 2007 a dezembro 2018, com quebra do sigilo fiscal de 2008 a 2018.

Atualmente, Rabello é auxiliar de Carlos Bolsonaro na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. O salário líquido para esse cargo é de R$ 6,6 mil. Procurado pela reportagem, Rabello não foi encontrado.

Wal do Açaí também não tinha crachá

Outra funcionária que não teve crachá emitido pela Câmara dos Deputados foi Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do Açaí”. Funcionária de Jair Bolsonaro desde 2003, ela foi secretária parlamentar nível 4 de 30 de dezembro de 2015 a agosto de 2018, com um salário de R$ 1,3 mil líquidos mais auxílio-alimentação de R$ 982,29.

Nesse período, contudo, ela não emitiu registro de entrada na Câmara, segundo informação obtida pela Pública via Lei de Acesso.

Em 2018, a Folha de S. Paulo havia revelado que Wal trabalhava todos os dias em seu próprio negócio, o Wal Açaí, a 50 km de Angra dos Reis. Na mesma rua do seu negócio também fica uma casa de veraneio do presidente.

Apesar da repercussão, sete meses depois, em agosto de 2018, a equipe da Folha encontrou Wal ainda trabalhando em seu comércio. Em conversa com os repórteres, ela disse que o “sr. Jair” era um amigo e que se ele escolheu pagá-la com dinheiro público, cabia apenas a ele responder.

Após a visita da equipe, Wal anunciou que iria pedir demissão e assim o fez. Na época, Jair Bolsonaro disse que o único crime dela foi “dar água para os cachorros”. Ela foi exonerada ainda em agosto.

Quanto às funções que Wal desempenhava, Bolsonaro se contradisse nas duas ocasiões. Em janeiro, afirmou que Wal não cumpria funções além das políticas e que a funcionária estava de férias na época da reportagem.

Já em agosto, o então deputado federal afirmou que Wal cuidava dos cachorros que ele possuía na casa de veraneio. Em setembro, a Procuradoria da República do Distrito Federal abriu procedimento para investigar o caso, sob suspeita de improbidade administrativa. O caso corre em sigilo.

Mais quatro assessores de Bolsonaro receberam sem pisar na Câmara

Além de Rabello e Walderice, outros quatro assessores não tiveram registro de emissão de crachá na Câmara e dois deles continuam trabalhando para a família Bolsonaro.

Levy Alves dos Santos Barbosa, assessor nível 21 de Jair de outubro de 2017 a janeiro de 2018, recebia R$ 8 mil líquidos, mais auxílios que chegaram a R$ 1,5 mil em um mês.

Sem registro de entrada durante todo esse período, hoje ele trabalha com Carlos Bolsonaro na Alerj como assessor especial — segundo o site da Câmara do Rio de Janeiro, um assessor especial tem um salário líquido de R$ 12,3 mil.

Já Alessandra Ramos Cunha teve seu primeiro posto como assessora de Jair em 2014. No último mandato, ela recebeu salários de diversos níveis de assessores — um deles chegando a mais de R$ 10,8 mil mensais líquidos, mais auxílio de R$ 982,29.

Assim como Levy, Alessandra trabalha atualmente com Carlos como oficial de gabinete, recebendo R$ 7,3 mil líquidos. De acordo com reportagem do Metrópoles, ela doou R$ 1,5 mil para a campanha de Carlos a vereador em 2016.

Outras duas assessoras de Jair também não emitiram crachá durante o último mandato como deputado. Helen Cristina Gomes Vieira, que já havia trabalhado com Jair entre 2013 e 2014, foi secretária parlamentar nível 12 entre março e dezembro de 2017.

Seu salário líquido era mais de R$ 2,2 mil, além de um auxílio que chegou a R$ 1,8 mil. Helen é uma das assessoras de Jair que fez doações à campanha do próprio chefe, como a Pública revelou.

Completa a lista Bianca de Almeida Santos, secretária parlamentar entre dezembro de 2017 e dezembro de 2018. Ela recebia como nível 4, com um salário líquido de mais de R$ 2,4 mil mais auxílios de R$ 1,6 por mês.

A Pública questionou o gabinete da Presidência da República sobre a falta de registros dos assessores e quais atividades eles teriam realizado, mas não tivemos retorno até a publicação. A reportagem procurou todos os assessores citados, mas não obteve resposta.

*Reportagem publicada originalmente no site da Agência Pública.

Bolsonaro usa vídeo de Lula para explicar contingenciamento; petista rebate post.


O presidente Jair Bolsonaro usou 1 vídeo do ex-presidente Lula para rebater críticas ao contingenciamento da educação. O petista rebateu com posts sobre investimento na área em seu governo (2003-2011)


Para rebater críticas da esquerda sobre o contingenciamento na educação, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou nesta 5ª feira (16.mai.2019) no Twitter 1 vídeo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva explica 1 dos contingenciamentos de orçamento feitos durante seu mandato, em 2010.

Na postagem, Bolsonaro escreveu: “Lula explica para a esquerda como funciona e quando é preciso o contingenciamento de recursos públicos (praticado por todos os governos). Agradeço a explanação”, disse Bolsonaro.

Eis o vídeo compartilhado:




O vídeo é uma reportagem da da TV Gazeta, de São Paulo, na qual Lula justifica os cortes afirmando que o Orçamento enviado para a Câmara não seria cumprido se não houvesse um aumento da arrecadação.

“Obviamente que os ministros sabem perfeitamente bem que, quando você faz o orçamento, a proposta do orçamento é aprovada na Câmara e ela está subordinada tanto ao crescimento mais arrecadação, ou ao decréscimo da arrecadação. Nós trabalhamos com a possibilidade de que vai melhorar a arrecadação e, melhorando a arrecadação, a gente vai repor e dar possibilidade aos ministérios de gastar todo o dinheiro que foi disponibilizado”, disse Lula em vídeo de 2010.

LULA REBATE POST DE BOLSONARO

Após a publicação, o perfil do ex-presidente Lula rebateu a publicação de Bolsonaro com 3 posts.

“No fim do governo Lula o Brasil tinha 14 novas universidades. Do governo Bolsonaro vão sobrar só tweets”, disse no 1º.

No 2º, mostrou dados em que informa que “Lula promoveu 1 salto no orçamento da educação”. Os dados mostram que no início de seu 1º mandato, em 2003, foram investidos R$ 18,1 bilhões em educação e em 2010, seu último ano de mandato, o investimento foi de R$ 54,2 bilhões.

Já na 3ª publicação, o petista publicou fotos que demonstram a inauguração da Fundação Universidade Federal do ABC, campus Santo André, em São Paulo, em 29 de agosto de 2008.



Durante o governo Lula foram bloqueados R$ 1,5 bilhão, no início da crise econômica de 2008. No governo Bolsonaro, o MEC anunciou um contingenciamento de R$ 5,8 bilhões.

A medida do militar foi alvo de protestos na última 4ª feira (15.mai.2019) em 198 cidades do país, no mesmo dia em que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, foi ao Congresso explicar o contingenciamento, após ser convocado pelos deputados.

Para debelar as críticas, Bolsonaro também anunciou que deve destinar 2,5 bilhões de multas da Petrobras para o Ministério da Educação e da Ciência e Tecnologia.

Coaf aponta operações suspeitas de ministro do Turismo, diz jornal.


As movimentações nas contas do ministro Marcelo Álvaro Antônio foram consideradas discrepantes com a sua renda


Um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) aponta que o ministro Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) movimentou R$ 1,96 milhão de fevereiro de 2018 a janeiro de 2019, quantia considerada suspeita. As informações foram divulgadas na manhã desta 6ª feira (17.mai.2019) pelo jornal Folha de S.Paulo.

As transações foram feitas em duas contas do ministro no Banco do Brasil. A cifra foi movimentada por saques, depósitos, transferências, cheques e pagamentos de boletos.

De acordo com o documento obtido pelo jornal, no período analisado, foram feitos saques e depósitos incompatíveis com a renda de Marcelo Álvaro Antônio. As movimentações foram consideradas pelo Conselho como “atípicas à atividade econômica do cliente ou incompatibilidade com a sua capacidade econômico-financeira”.

O Coaf considera que durante o período analisado, Marcelo Álvaro Antônio tinha como rendimento apenas o seu salário líquido como deputado federal, o equivalente a R$ 22,1 mil. Além disso, a única empresa cadastrada em seu nome estava inapta na Receita Federal por omitir declarações.

Trans invade culto e cobra pastor por programa: “Chupa pau e não quer pagar”.


Trans cobra programa dentro da igreja


Ao que tudo indica, um pastor da Assembléia de Deus de Pernambuco quis se divertir de graça. Pelo menos de acordo com uma trans, conforme o vídeo que repercutiu nas redes.

A moça, aos gritos, invade o culto e, sem pestanejar, revela os pormenores do encontro com o líder religioso. A trans fala tudo o que quer e depois sai do local. Os fiéis ficam sem reação, e o pastor continua o culto como se nada acontecesse.

“Ele não me paga e ainda me bate”, denuncia. “Pode mandar ele me pagar, caralho”, acrescenta. “Vai lá dá o cu, chupa pau e não quer pagar”, finaliza.

Nesse mesmo contexto, uma imagem contendo um print de uma suposta conversa dos dois viralizou. Na conversa ela já atentava que, se não houvesse o pagamento, iria à igreja fazer escândalo.






2 comentários:

  1. Esquerda até aqui? Aff...parece uma praga!

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    1. Anînônimo- São fatos que estão acontecendo. Atente no governo atual e as ações que estão afetando a sociedade civil. A polarização sempre existiu e agora com mais ênfase da extrema direita (O que não deixa de ser uma IDEOLOGIA), que estão impondo. Este governo está bom ´pra vc? Pra maioria não. A história é testemunha e se o governo faz algo realmente para o povo, tudo bem, mas não é o que ocorre. Este governo pregou contra a corrupção, (imunidade parlamentar é pra "vagabundo" segundo o senador que está envolvido com as milícias e hoje investigado: a primeira coisa que fez ao assumir o posto de senador, foi pedir imunidade parlamentar); mais uma vez o povo tem de colocar o nariz de palhaço.

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