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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Presidente dos EUA lança campanha pró-LGTB e é criticado pela comunidade.


Campanha LGBTQ for Trump 


Uma campanha pró-diversidade lançada nos últimos dias pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem contrariado a comunidade LGBTQ+ do país.

Divulgado nesta semana no site de Trump, a nova camiseta de apoio ao governo tem uma estampa com a frase: ‘LGBTQ for Trump’. Com o slogan sobre uma bandeira de arco-íris, a camisa, que está sendo vendida por US$ 24, foi disponibilizada exclusivamente para o Mês do Orgulho LGBTQ+.

O caso não agradou muito bem aos LGBTs dos EUA, já que desde que foi eleito o presidente tem realizado inúmeras manobras para impedir o desenvolvimento da comunidade LGBTQ+ dos EUA.

Pelo Twitter, o ativista e diretor de programas da GLAAD, Zeke Stokes, ironizou a campanha voltada para os LGBTs pró-trump e afirmou que, mesmo com tantos protestos, Trump deve vir a público e fingir que nada está acontecendo.

“Trump deve segurar o discurso de vendas e tentar emitir uma declaração parabenizando junho, Mês Nacional do Orgulho, e os incontáveis ?americanos LGBTQ que lutaram com unhas e dentes pelo nível de aceitação que nossa nação vê hoje”, disse Zeke Stokes.

Investigação sobre Flávio Bolsonaro alcança 37 imóveis.


Flávio Bolsonaro diz possuir patrimônio compatível com sua renda


RIO E SÃO PAULO - A investigação sobre o gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) atinge um total de 37 imóveis supostamente ligados ao senador do PSL, sua família, além da empresa Bolsontini Chocolates e Café. São 14 apartamentos e 23 salas comerciais em Copacabana, Botafogo, Barra da Tijuca e Jacarepaguá. O parlamentar afirma que não cometeu nenhum crime e se diz vítima de perseguição.

No pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio e outras 94 pessoas e empresas, de 15 de abril, o Ministério Público afirmava já ter reunido informações de que ele investira R$ 9,4 milhões na aquisição de 19 imóveis. “As vendas declaradas entre 2010 e 2017 representariam uma lucratividade de R$ 3 milhões.” Em 21 de março, no entanto, relacionou os 37 imóveis em um pedido de informações a cartórios do Rio.

O documento sobre os imóveis é assinado por três promotores estaduais, que requisitaram cópias das certidões para verificar se existe algum tipo de dívida ligada ao imóvel, quem são seus proprietários e quando e como eles foram adquiridos. A devassa patrimonial é uma das linhas de investigação do Ministério Público no caso dos supostos pagamentos irregulares detectados no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro e das movimentações bancárias atípicas nas contas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

‘Arrecadação’.

A apuração começou após reportagem do jornal Folha de S.Paulo sobre a evolução do patrimônio da família Bolsonaro em janeiro de 2018. Ela envolvia negociações de 19 imóveis e foi aberta em 20 de fevereiro, no Grupo de Atuação Originária em Matéria Criminal.

Em 26 de abril, o parlamentar entregou sua defesa. Disse que os imóveis não valiam o que era estimado pela prefeitura, pois “qualquer habitante da terra sabe que estes valores são superfaturados pelo poder público para aumentar a arrecadação com impostos como IPTU e ITBI e que um imóvel jamais seria vendido se anunciado pelo valor estimado pela prefeitura”.

De acordo com ele, a acusação desconsiderava as formas e o contexto com que os imóveis haviam sido negociados e confundia as datas de “compra e venda dos mesmos”. Flávio disse ter adquirido o imóvel de Botafogo quando era solteiro, em 2005, por R$ 350 mil e o vendido nove anos depois por R$ 1,45 milhão, valores, segundo ele, “compatíveis com a valorização imobiliária ocorrida no Rio durante o período”.

Com esse dinheiro, o então deputado comprou o imóvel na Barra da Tijuca, onde mora, avaliado em R$ 2,55 milhões. Flávio afirma na manifestação ter feito financiamento no banco Itaú para pagá-lo e confirm ter comprado em 2008 salas comerciais na Barra da Tijuca. Pagou “parcelas da compra com muita dificuldade até a cessão de direitos ser adquirida pela MCA Participações Ltda em 2010”. Houve ganho de R$ 210 mil para Flávio. “Nenhuma mágica na operação”, diz ele. “Apenas um arriscado, mas bem-sucedido negócio legal, transparente e devidamente declarado.”

Sobre os apartamentos em Copacabana, ele afirmou que em 2012 vislumbrou outra “oportunidade de investimento em imóveis”. Comprou as “quitinetes em péssimo estado de conservação e com dívida de condomínio”. Disse ter pago R$ 140 mil por um e R$ 170 mil por outro aos proprietários americanos. Revendeu os imóveis “às vésperas da Copa do Mundo de 2014, o que os valorizou bastante”. Ele também negou irregularidades relacionadas ao imóvel em Laranjeiras e pediu o arquivamento da investigação.

Em 17 de maio, o promotor Tulio Caiban Bruno solicitou o arquivamento do caso por não vislumbrar “quaisquer elementos informativos alusivos à prática de infração penal antecedente pelo parlamentar Flávio Bolsonaro da qual o produto ou resultado financeiro estaria sendo ocultado ou dissimulado mediante a aquisição de imóveis”. Em 18 de maio, o subprocurador-geral de Justiça, Alexandre Araripe Marinho, aprovou o relatório.

Em 28 de fevereiro de 2019, o Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) do MP do Rio pediu o desarquivamento do caso, o que ocorreu em 14 de março em razão da investigação sobre a apropriação de dinheiro de funcionários da Alerj no gabinete de Flávio.

A assessoria do senador informou que “não são verdadeiras as informações vazadas acerca do patrimônio do parlamentar”. “Continuo sendo vítima de seguidos e constantes vazamentos de informações contidas em processo que está em segredo de Justiça”, diz a nota. “Sempre declarei todo meu patrimônio à Receita Federal e tudo é compatível com a minha renda. Tenho meu passado limpo e jamais cometi qualquer irregularidade em minha vida.”

Suspeito de envolvimento no caso Marielle se entrega à polícia.




Um dos homens apontados como chefe da milícia de Rio das Pedras, Jorge Alberto Moreth, chamado de Beto Bomba, pode estar envolvido nos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. O suspeito se entregou nesta sexta-feira, 24, à Polícia Civil.

O Ministério Público do Rio de Janeiro chegou ao suspeito por meio do Disque Denúncia, segundo informação da TV Globo. De acordo com o MP, a Associação de Moradores de Rio das Pedras, na qual ele ocupou cargos importantes, era quartel-general dos milicianos e usada para legalizar bens imobiliários ilegais.

O suspeito estava foragido desde janeiro, quando a Operação Intocáveis começou as investigações.

O crime

Na noite de 14 de março de 2018, Marielle foi convidada para mediar um debate com jovens negras no bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. Quando deixou o local, por volta das 21h, entrou no carro do motorista Anderson Gomes com a assessora Fernanda Chaves. No meio do trajeto, o veículo foi perseguido por outros dois; 13 tiros foram disparados: 9 acertaram a lataria e os outros 4, o vidro.  A vereadora e Anderson foram atingidos e morreram no local. Fernanda ficou ferida pelos estilhaços. Os carros fugiram sem levar nada.

Quase dois meses após a ocorrência, em maio de 2018, uma testemunha deu à polícia indícios de envolvimento do vereador Marcello Siciliano (PHS) e o ex-PM e miliciano Orlando Curicica com o caso.

Bolsonaro sofre nova derrota em ação contra Jean Wyllys.




Jair Bolsonaro sofreu mais uma derrota na Justiça. A 12ª Câmara Cível do Rio de Janeiro negou recurso do presidente contra o ex-deputado Jean Wyllys. A informação é de Ancelmo Gois, do “O Globo”.

Em 2018, à época deputado federal pelo PSOL, Wyllys chamou Bolsonaro de “fascista” e “racista”.

Bolsonaro foi à Justiça alegando ter sido “ofendido” e pediu R$ 20 mil por danos morais. Além disso, reivindicou uma multa, caso o então deputado utilizasse as mesmas palavras novamente. Todos os pedidos foram negados até agora e esta foi a quinta derrota de Bolsonaro no caso.

Ciro Gomes: “Bolsonaro é imbecil e ‘tem problema de armário’.




Derrotado nas eleições presidenciais, mas com um número expressivo, Ciro Gomes segue fazendo política. Ciro sempre destacou-se por uma linguagem eloquente e por análises controversas em relação ao cenário político. Para os admiradores, ele é sempre assertivo e pontual, outros já acreditam que ele usa um vocabulário tecnicista para confundir e enrolar.

O fato é que as declarações polêmicas permanecem. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Ciro Gomes (PDT), voltou a fazer duras críticas a Jair Bolsonaro. “Para a gente entender o Bolsonaro, a gente tem que entender a psicologia de um homem quase doente”.

“O Bolsonaro tem ódio ao estamento militar, paixão, mas ele foi expulso dali. Ele quebrou a hierarquia, falou contra seus superiores e está estabelecendo uma espécie de vindita. Por que o Bolsonaro tem esse ódio anti-intelectual? É porque ele é curto. A capacidade de raciocínio abstrato dele, ele é quase um burro, quase um jumento, um cara imbecil mesmo. E aí, ele tem ódio dos letrados, tem horror a isso”, afirmou.

E finda enfatizando que as citações com pênis podem estar relacionadas a um problema com armários: “E essa coisa do gay, piada com o tamanho do pênis dos orientais, ele não tira isso da cabeça. Isso tudo é um problema de armário”.

Estudante de vídeo racista é oficialmente expulso do Mackenzie.


Pedro Bellintani Baleotti afirmou que não é racista


O estudante Pedro Baleotti foi oficialmente expulso da Universidade Presbiteriana Mackenzie. No período eleitoral de 2018, o rapaz postou um vídeo em que afirmava que ia matar a “negraiada”.

A universidade confirmou o desligamento do aluno no dia 10 de janeiro, mas uma liminar concedida pela Justiça Federal de São Paulo determinou a suspensão da expulsão.

O Coletivo Negro Afromack comemorou a decisão da instituição e elogiou a reitoria por meio do perfil no Facebook.“Após mais de seis meses de luta, buscando todas as soluções possíveis, muitas vezes até perdendo noites de sono e prejudicando nossa saúde psicológica devido ao medo de retaliações, finalmente podemos ver o direito à vida ser colocado como uma prioridade, de acordo com o que assegura a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

O CASO

Em outubro de 2018, Pedro Baleotti, de 25 anos, apareceu nas redes sociais com uma camiseta do presidente Jair Bolsonaro (PSL) dizendo que está “indo votar ao som de Zezé, armado com faca, pistola, o diabo, louco para ver um vadio vagabundo com camiseta vermelha e já matar logo”.

“Tá vendo essa ‘negraiada’ [apontando a câmera para uma moto ocupada por duas pessoas]? Vai morrer, vai morrer, é capitão caralho!”, disse o estudante na gravação.

Já em um segundo vídeo, Baleotti apareceu no interior de um apartamento manuseando uma arma de fogo, dizendo: “Capitão, levanta-te, hoje o povo brasileiro precisa de você”.

Cabeleireiro tem o rosto desfigurado no norte da Bahia: “Sou gay e isso não vai mudar”.


Jovem dias após a agressão em Juazeiro, no norte da Bahia


Um crime de covardia marcou o norte da Bahia. Um cabeleireiro teve seu rosto desfigurado, após ser agredido por um homem que portava um copo de vidro. O fato consumou-se no no bairro Novo Encontro, em Juazeiro, norte da Bahia. 

Em entrevista ao G1, nesta sexta-feira (24), Jackson Ruan Rodrigues dos Santos contou que nunca tinha visto o suspeito e disse ter sido vítima do crime de homofobia. Segundo os relatos, em postagem difundida nas mídias sociais, o homem o seguiu proferindo frases de deboche e escárnio.

“Ele tentava me pegar e eu continuei andando sem dar atenção. Fiquei com medo. Quando ele perguntou se eu era menino ou menina, eu parei e olhei para ele. Então ele veio em cima de mim e quebrou um copo no meu rosto. Eu corri e meus familiares me socorreram. Se eu não tivesse corrido, poderia ter acontecido algo pior. Isso aconteceu a uns 40 metros da casa da minha avó, em um bairro que eu cresci, onde todos me conhecem”, contou o jovem.

A vítima afirma que o homem estava em um bar, quando começou a perseguição. “Eu acho que ele estava bebendo em um bar e, quando eu passei, ele começou a me seguir com o copo na mão”, disse.

Ademais, Jackson relatou que procurou a polícia com dois advogados. A delegacia da cidade ratificou que a ocorrência foi registrada quinta-feira (23) e que está investigando o caso.

Confira o relato do jovem nas redes:

Sinceramente eu não queria falar sobre isso por medo ou vergonha, mas eu preciso desabafar. Sábado à noite, por volta de umas 19h, eu estava indo para casa, saindo da casa da minha avó, quando um indivíduo me seguiu, começou a tirar brincadeiras sem graça comigo e eu sem dar atenção a ele. Ele, por não satisfeito, simplesmente quebrou um copo na minha cara, na rua da casa da minha avó, onde eu fui criado. Tinham pessoas na porta e isso não intimidou ele nem um pouco, eu não tive reação nenhuma porque nem eu sabia porque aquilo estava acontecendo. Só voltei correndo para casa da minha avó, atrás de socorro, ensaguentado no meio da rua. Minhas primas, todas assustadas, sem entender, nada chamaram a polícia.

Até hoje estamos esperando. Samu, a mesma coisa. Fui socorrido por um amigo, às presas porque eu estava perdendo muito sangue. Toda noite quando estou só eu choro só por me fazer uma pergunta e não ter resposta.

– Por que ele fez isso?

– O que foi que eu fiz?

E não consigo entender. Nós somos gays, não pedimos pra ser assim, simplesmente somos.

A gente vê isso acontecendo com os outros e acha que isso nunca vai acontecer com você ou com alguém da sua família, mas a maldade está aí, pessoas ruins existem sim. 

Por tanto, eu não vou me esconder e nem me privar por uma coisa q eu não fiz, muito menos mudar o meu jeito de ser.

EU SOU GAY E ISSO NÃO VAI MUDAR EM NADA.

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Postado por Andy | (3) Comente aqui!

3 comentários:

  1. A cada dia que passa mais e mais o clã(ou como eles preferem dizer, a família imperial) Bolsonaro mostra que é unida não apenas nas sandices e asneiras que dizem, mas também nos golpes e crimes que cometem.

    Ligação com milicianos, rachadinha, recebimento de propina, desvio de verbas, nepotismo, improbidade administrativa...

    Onde vai parar essa trupe do cambalacho? Para onde levarão o Brasil?

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  2. Fermando Reis- Vdd. Enfim, promessas de campanha, para aqueles que queriam o combate a corrupção, foi uma farsa. Cada vez mais aparecem mais índicios de corrupção. Um governo montado nas "fake news", não vão durar por muito tempo. ELe vai se implodir por sí só.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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