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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Rabino exige proibição de bandeiras de arco-íris em Parada LGBT de Jerusalém.


Aryeh Stern escreveu uma carta para o prefeito da cidade pedindo a proibição


O rabino-chefe de Jerusalém, Aryeh Stern, solicitou ao prefeito da cidade, Moshe Lion, para que fosse proibido o uso de bandeiras de arco-íris durante a Parada LGBT de Jerusalém.

De acordo com o site Pink News, através de uma carta aberta, enviada ao prefeito nesta segunda-feira (27), o rabino pediu: “Sei do ponto de vista da lei que o prefeito não tem capacidade de impedir o desfile e, portanto, peço que pelo menos decida que as bandeiras não sejam sacudidas, pois elas tornam a cidade feia”, disse Stern. escreveu.

Stern continuou: “Eu confio em você para agir com sabedoria para remover essa desgraça de nós, especialmente agora nestes dias sagrados entre o Dia de Jerusalém e Shavuot”, dizia a carta.

Apesar de transparecer um lugar bastante conservador. A prefeitura da cidade enviou um comunicado a imprensa informando que as bandeiras seriam permitidas ao longo do percurso da parada, do mesmo jeito que ocorreu nos últimos anos.

No ano passado a Parada LGBT de Jerusalém também virou destaque mundial. A festa política teve que contar com um reforço policial, após já ter histórico de ataques homofóbicos aos manifestantes.

Governo do Líbano bloqueia uso de aplicativo gay no país.




O aplicativo de relacionamento gay, Grindr, foi bloqueado para a maioria dos usuários do Líbano. A suspensão começou a partir da última sexta-feira (24), após uma ordem do ministério das Telecomunicações.

De acordo com o site Gay Star News, ativistas locais acreditam que mais uma vez o governo está querendo “apagar a existência de pessoas LGBTs” no país. No início do ano eles já haviam sido proibidos de utilizar o aplicativo na rede pública.

“Não fomos impedidos por proibições anteriores e não seremos dissuadidos por este, e devemos sempre continuar nossa marcha firme e teimosa em direção à igualdade e inclusão”, disse um grupo de ativistas locais, que ainda chamou a decisão de “homofóbica e medieval”.

Apesar de ser considerado bastante “moderno” pelos países vizinhos, a prática da homossexualidade ainda é proibido no Líbano. O que torna o país bastante perigoso para pessoas LGBTQ+.

Apesar de decisão do TSE, Joice e Crivella seguem compartilhando fake news sobre ‘kit gay’.


Joice compartilhou vídeo de Crivella defendendo boato. 


Na campanha eleitoral, TSE mandou Bolsonaro retirar vídeos com o boato.

oice Hasselmann compartilhou um vídeo em que Marcelo Crivella mente que o “kit gay” existiu. Durante a campanha eleitoral, o TSE desmentiu esse boato, usado por Jair Bolsonaro para atacar adversários e o movimento LGBT.

“Houve sim o kit gay. Eu era vice-líder do governo, tive diversas reuniões com o Haddad, fez parte do Programa Nacional de Educação, que tinha de ser votado nos municípios”, disse Crivella.

Em outubro do ano passado, o próprio TSE determinou a retirada de vídeos em que o então candidato Jair Bolsonaro acusava o governo petista de ter criado um “kit gay” para “ensinar sexo” para as crianças.

O ministro Carlos Horbach afirmou, na decisão, que o fato é “sabidamente inverídico”, e que o compartilhamento dessa “informação equivocada” no período eleitoral traz “prejuízo ao debate político”.

Recentemente a deputada líder do governo na Câmara, Joice Hasselmann fez uma enquete perguntando se seus seguidores concordavam com a decisão do Superior Tribunal Federal de criminalizar a LGBTfobia. Para surpresa da parlamentar, mais de 61% votaram que o STF está certo em criminalizar a LGBTfobia.

Malafaia e bancada evangélica tenta pressionar Toffoli contra criminalização da LGBTfobia.


O pastor Silas Malafaia e o presidente do STF, Dias Toffoli, durante almoço com líderes evangélicos no Rio.


Segundo revista, diretoria da bancada se encontrou com presidente do STF na quinta, 23, para falar sobre o tema.

A bancada evangélica está tentando barrar a votação no STF que tipifica a LGBTfobia como crime de racismo. O plenário do Supremo já tem maioria para votar a matéria no próximo dia 5 de junho.

Segundo a coluna Radar, da revista Veja, na terça-feira (21), o pastor Silas Malafaia tinha encontro marcado com o presidente Dias Toffoli. Na pauta: visita de cortesia.

Mas na verdade, a criminalização da LGBTfobia seria um dos temas da conversa se a reunião não tivesse sido desmarcada.

Ainda segundo a coluna, no dia seguinte (22), também como cortesia, a diretoria da bancada evangélica foi ao ministro. Na quinta (23), o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) disse em entrevista ao site Uol que o STF “quer usurpar competência do Legislativo” ao votar a matéria.

“Entendo que eles [ministros] são obrigados a fazer esse julgamento, mas nós temos a convicção de que o STF terá o bom senso de retirar a matéria de pauta na próxima reunião, caso a gente consiga aprovar, em caráter de urgência, uma legislação que possa ser dialogada com todos da sociedade”, disse.

Flávio Bolsonaro entra com habeas corpus para barrar quebra de sigilo.


Flávio Bolsonaro diz possuir patrimônio compatível com sua renda


A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) tenta suspender na Justiça a quebra de sigilos bancário e fiscal de 86 pessoas e nove empresas investigadas no inquérito que apura supostas irregularidades cometidas no gabinete de Flávio entre 2007 e 2018, quando ele era deputado estadual.

Na semana passada, a defesa do senador protocolou um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pedindo a suspensão da quebra de sigilos determinada pelo juiz de primeira instância Flávio Itabaiana, da 26.ª Vara Criminal. É o segundo HC impetrado pela defesa do senador. Antes, os advogados do de Flávio haviam pedido o trancamento do inquérito. A Justiça negou o pedido de liminar, mas não julgou o mérito da medida.

Segundo pessoas com acesso à defesa, o desembargador Antonio Carlos Nascimento Amado, relator do caso no TJ-RJ, decidiu apensar (anexar) os dois HCs alegando que ambos tratam do mesmo objeto. Na terça, os advogados do senador protocolaram uma petição junto à 3.ª Câmara Criminal do TJ-RJ requerendo o desapensamento dos dois HCs. Eles alegam que embora estejam no mesmo processo, os pedidos têm natureza distinta.

O HC protocolado na semana passada alega que o juiz de primeira instância não fundamentou adequadamente a decisão de quebrar os sigilos. De acordo com advogados, a decisão não especifica quais os motivos para inclusão de diversas pessoas na lista de envolvidos. Algumas delas, segundo a defesa, nunca tiveram relação com o senador.

Ainda na terça, os advogados de Flávio Bolsonaro tiveram dificuldades para protocolar a petição. O sistema eletrônico caiu e, por causa do sigilo do processo, o TJ-RJ não pode receber a peça em meio físico. Flávio é investigado por suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O inquérito foi aberto depois que o Coaf identificou transações atípicas na conta do ex-assessor Fabrício Queiroz, que trabalhava para o então deputado estadual .

Guedes diz que liberação de crédito emergencial ‘embananou de novo’.


O presidente da Camara dos Deputados, Rodrigo Maia com o ministro da Economia, Paulo Guedes juntos para entrevista coletiva a imprensa para falar sobre Reforma da Previdencia,no Ministerio da Economia


BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira, 29, que a tratativa para a aprovação de uma autorização especial ao governo para pagar aposentadorias, benefícios assistenciais e Bolsa Família sem ferir a Constituição "embananou de novo".

A equipe econômica pediu ao Congresso aval a um crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para autorizar despesas nesse valor e pagá-las com recursos obtidos via emissão de títulos da dívida. O governo só pode usar empréstimos para pagar despesas correntes com autorização do Legislativo - do contrário, comete crime de responsabilidade, passível de impeachment.

Desde a formulação do Orçamento de 2019, porém, o rombo na chamada "regra de ouro" do Orçamento caiu, o que significa uma dependência menor desses empréstimos para bancar gastos correntes. Com isso, o relator do crédito, deputado Hildo Rocha (MDB-MA), resiste em dar parecer autorizando um endividamento adicional que ele considera excessivo.

A “regra de ouro” impede a emissão de dívida para pagar gastos correntes – como aposentadorias, benefícios assistenciais, Bolsa Família e subsídios agrícolas. A Constituição proíbe usar empréstimos para bancar esse tipo de gasto, e a aprovação do crédito suplementar é a única exceção permitida.

Nesta terça-feira, 28, a equipe econômica enviou nota técnica a Rocha sugerindo um ajuste no pedido do crédito para reduzir o valor a algo mais próximo à real necessidade do governo. No documento, revelado pelo Estadão/Broadcast, a insuficiência é calculada em R$ 146,7 bilhões. A apresentação de um novo valor, porém, não foi suficiente para vencer as resistências do relator.

Em seminário sobre produtividade e crescimento nesta manhã, Guedes expôs o impasse ao justificar a ausência do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE). "Ele ligou e falou: Paulo, estou entre ir ao seminário e ir à reunião com lideranças políticas porque nós vamos discutir o PLN 4, que embananou de novo", contou o ministro.

Ao fim do evento, Guedes destacou que a aprovação do crédito é fundamental para evitar pôr em risco o pagamento dos benefícios. Em alguns casos, como o BPC (pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda), o governo não terá mais autorização no Orçamento para fazer os repasses a partir de julho.

No entanto, ele reconheceu que as dificuldades para a aprovação permanecem após o envio de um novo valor por meio da nota técnica. "O embananamento é isso. Está todo mundo (pronto) para aprovar uma coisa e aí chega uma outra coisa. (O relator questiona) 'Vem cá, vocês querem esse ou querem aquele, qual vocês querem?'", disse. Ele negou que haja resistência do relator em dar o aval ao governo e afirmou que "é um problema muito mais de processo".

"Soube disso (mudança no valor do crédito) ontem no final da tarde, mas nem achei que ia complicar mais. Um assessor parlamentar me ligou e falou 'Ó, você viu? Embananou'. Perguntei o que houve. A equipe mandou a coisa decomposta em dois valores, que não eram o pedido inicial. Então isso desorienta um pouco", explicou Guedes.

"Aí começou a discussão se é isso ou aquilo. Ele (relator) falou 'então se vocês não chegaram a um número ainda, eu entrego um número menor agora e depois entrego de novo'", emendou o ministro, dizendo que Rocha sugere aprovar dois créditos - embora técnicos argumentem que o governo só pode solicitar a autorização especial uma vez no ano.

"Só que isso é uma duplicação de esforço, não é sensato. Não é sensato botar em risco Previdência, Bolsa Família, Plano Safra, tudo isso, apenas por essa diferença técnica entre aprovar o todo e aprovar uma parte. Aprova o todo logo que simplifica tudo", defendeu Guedes.

Polícia investiga morte de homossexual com 17 facadas no Rio de Janeiro.


O crime aconteceu após Luiz sair com um jovem de 18 anos


A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para o caso do homem que foi encontrado morto com 17 facadas no dia 13 de maio, no Complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio. As primeiras informações dão conta que a vítima sofreu crime de homofobia.

De acordo com uma testemunha que deu entrevista ao G1, Luiz Pereira, de 53 anos, teria se encontrado com um garoto de 18 anos e o levado para sua casa por voltadas 5h, do domingo (12).

“Ele foi assassinado no domingo [12]. Só foram encontrar o corpo às 7h na segunda-feira pelos familiares. Estava dentro de casa. Dizem que ele saiu com um menino de 18 anos e foram para a casa dele. E ele foi morto no horário entre as 6h e as 7h. A gente só conseguiu retirar o corpo na terça-feira”, contou a testemunha.

“Depois que encontramos o corpo, a gente acionou todo mundo, Polícia Civil, IML, todo mundo. Na terça-feira, teve uma perícia na Maré com três caveirões, e a Defesa Civil retirou o corpo. Mataram ele com 17 facadas e depois o garoto tentou degolar a cabeça dele”, completou.

Os avanços na investigação do caso de Luiz coincidentemente acontecem logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter decidido através de votação, criminalizar a homofobia nesta quinta-feira (23). Em vigor, a nova lei prevê que casos de LGBTfobia podem contar com uma punição de três anos de prisão e pagamento de multa.

Polícia do Rio prende homem suspeito de assassinar estudante Matheusa.


Estudante Matheusa Passarelli


A polícia do Rio de Janeiro prendeu nesta terça-feira (28), o homem suspeito de assassinar e esquartejar o corpo da estudante Matheus Passareli, conhecida como Matheusa. O caso aconteceu em abril de 2018, no Morro do 18, Zona Norte do Rio.

Manuel Avelino de Sousa Junior, conhecido como “Peida Voa”, foi preso durante uma grande operação da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Além dele, outras 50 pessoas foram presas na mesma ação, que tinha o objetivo de cumprir mandados contra suspeitos de homicídios e feminicídios.

Em depoimento a polícia, Manuel Avelino, que também é conhecido como “Cão Açougueiro”, disse que, após matar a jovem, recebeu a ordem do gerente do tráfico para sumir com o corpo. Seguindo as ordens, ele usou um facão para esquarteja-la e depois tocou fogo nos restos mortais da vítima.

De acordo com as primeiras informações, Matheusa teria sido morta após ser atingida por um tiro de fuzil. A jovem chegou ao local nua após correr cerca de 1,6 quilômetros. Ela estava em surto por causa de uma frustração que sofreu em uma festa na qual foi contratada para participar.

Desnorteada, Matheusa foi cercada e ao tentar se afastar, tocou na arma do bandido. Neste momento, ela foi atingida e levada para o topo da comunidade, onde passou por um tribunal do crime.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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