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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Órgão de Londres suspende contratos com 11 países que não respeitam LGBTs.


Os contratos foram suspensos em cerca de 11 países


A Transport for London (TFL), órgão responsável pelo sistema de transporte da Grande Londres, suspendeu os contratos milionários de publicidade com empresas de 11 países onde LGBTs não são respeitados.

De acordo com o jornal Evening Standard, a quebra dos contratos começou desde o dia 2 e ocorreu principalmente em países como Irã, Nigéria, Arábia Saudita, Somália, Sudão e Iêmen, onde o sexo gay é motivo de pena de morte.

No mês passado, a empresa suspendeu a publicidade de Brunei, país que introduziu a pena de morte para homossexuais em seu conjunto de normas. Inclusive, nesta semana o sultão do país voltou atrás sobre a ideia e suspendeu a lei.

Outros países a receber o corte de publicidades são: o Paquistão, o Catar, os Emirados Árabes Unidos, a Mauritânia e o Afeganistão. Esses países são conhecidos por aderirem a lei islâmica da Sharia, onde a relação homoafetiva é considerada um crime.

Mulher desiste de ajudar criança com câncer após descobrir que suas mães são lésbicas.


Callie, de quase 2 anos, foi diagnosticada com câncer.


Em dezembro de 2018, foi descoberto que a pequena Callie estava com neuroblastoma avançado, um tipo de câncer que ataca glândulas acima dos rins. Na semana seguinte, saiu o prognóstico: a doença estava no estágio quatro e a paciente precisaria de 18 meses de quimioterapia e radiação. Mas o custo para tal seria alto. Um parente dela teve a ideia de criar uma campanha de financiamento coletivo com o objetivo de ajudar nas despesas médicas.

Tiffany e Albree relataram em um post no Facebook terem ficado “chocadas e enojadas” a mensagem enviada por uma mulher identificada como Bren Marie. O desabafo alcançou, até o momento, 12 mil compartilhamentos.

“Minhas orações estão com a Callie. Eu ia doar US$ 7,6 mil (cerca de R$ 30 mil) para ela, mas descobri que ela é filha de lésbicas. Eu escolhi fazer uma doação para St. Jude (hospital infantil) devido a esse fato”, afirmou a usuária da rede social. “Desculpe, ainda vou rezar por ela, mas talvez seja a maneira de Deus de chamar sua atenção que ela precisa de uma mamãe e um papai, não duas mamães”.




Segundo a emissora americana “NBC News”, o perfil dela foi excluído ou teve seu nome alterado após o caso repercutir na web.

“Tentamos não ficar chateadas, mas foi difícil”, disse Albree, de 26 anos. “Eu não podia acreditar que ela nos procurou para nos dizer isso diretamente. Ela poderia simplesmente não ter doado e ignorado a página”.

Apesar disso, ela contou que acabou recebendo doações de estranhos após a mensagem de Bren Marie ter viralizado e enxergou nessa gentileza algo positivo em meio a tudo que aconteceu. A vaquinha online já arrecadou cerca de US $ 80 mil (aproximadamente R$ 315 mil).

Enquanto Albree largou seus três empregos para ficar de olho em Callie no Hospital Infantil de Cincinnati, em Ohio, Tiffany trabalha e ainda cuida de seu outro filho, Tyler, de 7 anos, que tem transtorno do espectro autista.

De acordo com a família de Callie, além da quimioterapia e radioterapia, ela precisará de um transplante de medula óssea e de uma cirurgia para remover o tumor assim que ele encolher.

Racismo no Brasil é ‘uma coisa rara’, diz Bolsonaro a Luciana Gimenez.




O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o racismo é “coisa rara” no Brasil. Na noite desta terça-feira, 7, o líder do Executivo participou do programa Luciana By Night, da apresentadora Luciana Gimenez, na Rede TV!. “No Brasil, é uma coisa rara o racismo. O tempo todo tentam jogar o negro contra o branco, homo contra hétero ou pai contra filho. Desculpe o linguajar, mas isso já ‘encheu o saco’”, disse Bolsonaro no bate-papo descontraído. A declaração repercutiu nas redes sociais.

Contando algumas histórias de seu período no Exército, o presidente relembrou o dia em que resgatou um colega das Forças Armadas que estava prestes a se afogar. “Por coincidência, é negro”, disse. Bolsonaro ainda afirmou que, se fosse racista, iria “cruzar os braços” diante daquela situação. “Se eu fosse racista: o negão caiu dentro da água e eu ia fazer o que? Eu ia cruzar os braços. Entrei lá. Na segunda vez que mergulhei, consegui trazer o negão do fundo da lagoa”.

A apresentadora perguntou o motivo pelo qual o presidente, em suas campanhas, não usou esses argumentos para afirmar que não era racista. Bolsonaro disse que poderia ter usado o fato para se defender de acusações, mas preferiu não fazê-lo. “Achei que não era o caso de falar. Iam achar que estava apelando”, ponderou.

Durante a campanha presidencial, Bolsonaro foi apontado como racista e homofóbico pela oposição. Declarações feitas por ele voltaram à tona e provocaram controvérsia. Por exemplo: perguntado por Preta Gil o que faria se um de seus filhos casassem com uma mulher negra, Bolsonaro disse: “Não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu”. À época, ele era deputado federal pelo Partido Progressista (PP).

As acusações mais recentes de racismo vieram quando Bolsonaro vetou uma propaganda do Banco do Brasil marcada pela promoção da diversidade racial (há muitos atores negros) e sexual (peças com a participação de transexuais).

Confira a entrevista a seguir com a Luciana Gimenez:



Deputado baiano ataca pastor de Igreja LGBT: “só tem interesse no dízimo e em mídia”.


Deputado Abílio Santana (PR-BA)


O deputado federal baiano, Abílio Santana (PR-BA), não gostou nada de ver a notícia da abertura da Igreja Cristã Contemporânea, instituição voltada para a comunidade LGBT, em Salvador. Abílio é vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica da Câmara dos Deputados.

Em entrevista ao site PNotícias, o deputado alfinetou o pastor baiano e disse que o interesse da instituição religiosa, que tem filiais em outros seis estados brasileiros, é apenas no dízimo.

“Nós, verdadeiros cristãos, conhecedores das escrituras bíblicas, sabemos que o homossexual deve ser respeitado por sua escolha, como qualquer cidadão, mas não aceito dentro das igrejas. O pecado existe e deve ser combatido. O pseudo pastor que faz diferente disso, só tem interesse no dízimo e em mídia. Sou contra e debato com qualquer um sobre o assunto”, disse.

O líder religioso da Igreja Cristã Contemporânea de Salvador, Pastor Marcos, disse em entrevista ao G1, que a igreja tem o objetivo de abraçar a todos sem exceções. “A gente chegou em Salvador para dizer que Deus ama todos, que ninguém vai ficar de fora do reino de Deus”, declarou.

Com tema Fora Bolsonaro, Parada LGBTQ+ de Maringá acontece no domingo (19).




PARANÁ - O visível clima de festa da Parada LGBT de Maringá, que vai ser realizada no domingo (19/5) não vai deixar de lado o tom político do evento. O ato chega a 8ª edição com o tema “Fora Bolsonaro” e o slogan “Se fere nossa existência seremos resistência”, frase que viralizou nas redes sociais após a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

“A parada não é uma balada a céu aberto, é uma manifestação política que busca trazer visibilidade para as pessoas LGBTs”, afirma a presidente da Associação Maringaense de Lésbicas, Gays, Bissexuais Travestis e Transexuais (AMLGBT), responsável pela organização do evento, Margot Jung. Segundo ela, a Parada LGBT é uma forma de protesto contra as ações anunciadas pelo governo federal.

“As pessoas LGBTfóbicas, racistas e misóginas encontram legitimidade no discurso do Bolsonaro. Nós temos visto que em poucos meses de governo, ele está destruindo muitas políticas essenciais para a população. Como somos resistência, estamos lutando para reverter essas ações”, diz Margot. O objetivo também é refletir sobre o dia 17 de maio, considerado dia mundial de combate a LGBTfobia.

Nas eleições, em outubro do ano passado, Bolsonaro obteve 60,91% e 75,84% dos votos no primeiro e segundo turnos, respectivamente, em Maringá. Apesar desses resultados, Margot diz esperar que não ocorra nenhuma manifestação ou represália a Parada LGBT. “Da mesma forma que o pessoal que defende o Bolsonaro tem direito de se manifestar, nós também temos. A democracia é isso, as ruas da cidade são para todos e todas.”

Segundo Margot, a publicação a parada este ano irá iniciar a partir das 12h e termina às 18h. A concentração será na Praça da Prefeitura e vai ter o encerramento no estacionamento do Estádio Willie Davids.

Suspeito de matar transexual a pauladas se entrega à polícia.


O suspeito se apresentou nesta segunda-feira (4) 


O homem, ainda não identificado, suspeito de matar a pauladas a transsexual Larissa Rodrigues, se entregou à polícia na noite desta segunda-feira (6). O caso aconteceu no último sábado (4), na Zona Leste de São Paulo.

De acordo com a polícia, Larissa Rodrigues da Silva, de 21 anos, estava na travessa da Avenida Indianópolis, tradicional ponto de prostituição de travestis e mulheres trans, quando foi surpreendida pelo assassino.

O caso, que foi registrado como homicídio, está sendo investigado pelo 27º Distrito Policial – Campo Belo. A polícia ainda não sabe qual a motivação do homem, mas imagens de câmeras da região já foram solicitadas para análise.

Uma testemunha, que estava com a vítima, afirmou que durante a noite o homem tentou atropelar Larissa, mas não teve sucesso. Indignado, ele retornou e desceu do carro com um pedaço de madeira, acertando a jovem na região da cabeça.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, após o ocorrido a PM foi acionada, mas ao chegar ao local, a vítima já estava desacordada. A Samu também foi acionada e Larissa chegou a ser levada para o Pronto Socorro de Saboya, mas ela não resistiu aos ferimentos e faleceu no local.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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