sexta-feira, junho 21, 2019

FOFOCAS DE CELEBRIDADES - GOSSIPS

Jonas Brothers lança nova música, "Greenlight"



O Jonas Brothers lançou, ontem (18), a nova música "Greenlight". A faixa foi gravada

especialmente para o programa de televisão "Songland", que reúne novos compositores.



Ouça a nova parceria de Major Lazer e Anitta, "Make It Hot".



O Major Lazer lançou a sua nova parceria com Anitta, "Make It Hot". O single traz influências do reggaeton, com uma letra bastante sensual.



Alesso lança o clipe da música em parceria com TINI, "Sad Song".



Alesso e TINI lançaram, ontem (18), o clipe da sua parceira, "Sad Song". A faixa une a música eletrônica do Dj sueco com os vocais pop da estrela argentina.



Nininha Problemática investe em funk e lança música com Pepita.




A drag queen baiana Nininha Problemática lançou na tarde desta terça-feira (18), seu mais novo single, Quem Manda. A música conta com participação da funkeira carioca, Pepita e promete ser um dos novos hits das pistas baianas.

Um pouco mais distante do pagode baiano, ritmo no qual Nininha vêm investindo nos últimos lançamentos, o novo single conta com batidas de funk 150 e ainda mostra a drag flertando com o rap.

Este é o terceiro single lançado pela artista nas últimas semanas. Antes Nininha já havia lançado o clipe da música Larissinha, parceria com a drag queen Miguela Magnata e neste final de semana ela lançou Manual do Bumbum, canção da drag queen Mary Jane Beck, na qual Nininha faz participação.

Sucesso nas redes sociais e no YouTube, o mundo da música ainda é novidade para a drag queen baiana. O investimento na carreira musical veio há mais ou menos um ano, quando ela lançou seu primeiro single, No Paredão. Logo em seguida Nininha lançou Favelada, música que conta com a parceria da dançarina transexual, Léo Kret.

No início do ano a música ganhou um clipe e com poucas horas, ele já contava com mais de 30 mil visualizações. A produção conta a história um homem heterossexual, que não quer assumir o relacionamento com Nininha.



Pabllo Vittar comemora decisão do STF e diz : “Já estava mais do que na hora”.




Em turnê pelos Estados Unidos durante o Mês do Orgulho LGBTQ, Pabllo Vittar comemorou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), em criminalizar a LGBTfobia.

A cantora, que já falou abertamente sobre o quanto já sofreu na adolescência por ser um gay afeminado, disse em entrevista a revista Marie Claire, que a lei veio em um momento oportuno.

“Muitas pessoas morrem por causa disso, por serem quem são. Já estava mais do que na hora. Pessoas continuam morrendo nas ruas. É o mínimo existir uma lei para que a gente saiba que tem alguém que se importam com nossas vidas”, acredita.

Pabllo ainda fez uma análise sobre o crescimento de oportunidades oferecidas para a comunidade LGBT+, no entanto, afirmou que existe um certo atraso na conquista de direitos.

“Houve um retrocesso com relação aos direitos conquistados: estamos vivendo um momento meio obscuro, mas acredito que a comunidade queer brasileira é uma das mais fortes e que não vai deixar a peteca cair nunca”.

Dwyane Wade dá recardo a pais e fala sobre filho gay de 12 anos.


Gabrielle Union, Zion Wade e Dwayne Wade 


O ex-jogador de basquete, Dwyane Wade, falou sobre o apoio que deu ao filho Zion, de 12 anos, após o jovem publicar fotos na Miami Pride, Parada do Orgulho LGBTQ+ da cidade.

Em entrevista a revista Variety o atleta contou como ficou após o caso ter se tornado tanta repercussão na mídia. “Eu fico desconfortável com os elogios por apoiar meus filhos ou pela negatividade que vem disso”, afirmou.

Ainda segundo Wade, o importante é que seu filho tenha todo o suporte da família, independente da situação. “Eu não falo muito sobre isso, porque é a história do Zion para contar. Como uma família, nós temos que nos apoiar. O meu trabalho como pai é facilitar a vida deles e apoiá-los e estar por trás deles em qualquer coisa que queiram fazer”, declarou.

“Estou fazendo o que qualquer pai deveria fazer. Quando você coloca uma criança neste mundo, você tem que deixar de ser egoísta. Você não é mais importante. Seus filhos e sua família se tornam o mais importante. Então, eu estou fazendo o que eu acho que é certo para a minha família, e isso é para dar apoio aos meus filhos”, completou.

Diego Hypólito pretende fazer sua estreia musical na Parada LGBT de SP.




Diego Hypólito anunciou nesta semana que irá apostar na carreira de cantor. O ginasta acaba de assinar uma parceria com uma produtora e já está produzindo um clipe do seu primeiro single.

Anunciado como uma das personalidades presentes no Camarote Pride da 23ª Parada LGBT de São Paulo, o então atleta revela ao Observatório G que planejar lançar-se comercialmente nesta data.

“Eu estou trabalhando para lançar o meu single nesta semana para poder cantar na Parada LGBT de SP, mas eu tive alguns problemas com datas para gravação e finalização no estúdio”, disse. “Por mais que eu não consigo fazer a estreia nesta semana, eu estarei presente do Camarote Pride para celebrar”, acrescentou Hypolito.

Vale lembrar que em uma entrevista recente ao programa Pingue-Pong com Bonfá, o ginasta contou que tem usado a música como um hobby há alguns anos e que sonha em cantar ao lado da cantora Ivete Sangalo. Além disso, recentemente Diego chegou a dar algumas pistas dessa nova era, quando cantou em um evento esportivo com Jojo Toddynho.

“Eu alcancei todos os meus sonhos relacionados à ginástica, ainda treino, mas o meu sonho é um dia cantar com a Ivete. Eu a conheço e tal, mas eu nunca falei sobre isso com ela. Vamos ver ser futuramente, quem sabe um dia”, disse ele. 

MACHOS HÉTEROS começam a experimentar o sexo anal e massagem prostática.




Não cabe dúvida de que o ânus é uma zona erógena com uma enorme carga simbólica, cultural e social. Durante muito tempo foi o anticoncepcional mais seguro e a única maneira que as mulheres tinham de chegar virgens ao casamento, embora não inexperientes. Talvez por isso, entregar o traseiro era sinônimo de lascívia e entranhava também um grau importante de submissão.

Na Grécia e Roma antigas, como conta Valérie Tasso em um artigo a respeito, “não existia nenhum impedimento pelo qual essa zona não pudesse ser utilizada por um homem para o prazer, independentemente de que fosse o ânus de uma mulher ou o de outro homem. Só havia uma regra de ouro que nenhum homem que se prezasse podia violar: devia ser sempre o agente ativo, e nunca um mero sujeito passivo (isso era coisa de mulheres, escravos ou efebos).




Há alguns anos, começou a falar-se do bud sex (bud nesse contexto significa colega ou amigo). Homens héteros que mantêm relações homossexuais, mas que não se consideram gays. Além disso, muitos exibem também condutas um tanto homofóbicas.

Em 2017, um sociólogo da Universidade do Oregon, Tony Silva, dedicou-se a estudar este fenômeno, que ocorria geralmente entre homens brancos que viviam num meio rural, nos EUA. Silva, a quem entrevistei para um artigo, relacionava esta prática aos múltiplos fatores que afetam a identidade sexual, como a cultura, o contexto social, o lugar, o momento histórico e as interpretações pessoais. “De fato”, dizia este sociólogo, “as identidades sexuais, tal como as conhecemos hoje em dia (héteros, gays, lésbicas, bissexuais etc.), só foram classificadas entre meados e o final do século XIX, e a forma de entendê-las não é a mesma em todo o mundo. Mas não só isso: como se viu no estudo, pessoas com a mesma cultura podem ter práticas sexuais similares, mas interpretá-las de formas distintas, dependendo do conceito que tenham da sua própria sexualidade”.

Para Silva o termo bud sex poderia ser aplicado àquelas relações que seus participantes interpretam como ajudar um amigo (em que está ausente o fator romântico), entre homens brancos e heterossexuais, ou secretamente bissexuais. São encontros secretos, sem consequências e sem associação nenhuma a ideias como feminilidade ou homossexualidade.



Nesta evolução da conduta sexual, alguns homens cogitam agora explorar, na própria carne, o prazer que o sexo anal pode lhes proporcionar com suas parceiras. “Mas fazem isso muito timidamente e procurando sempre uma permissão profissional ou social”, observa Raúl González Castellanos, sexólogo, psicopedagogo e codiretor do Ars Amandi, centro de terapias sexológicas e psicológicas em Madri.

“O beijo negro ou anilingus [estimulação oral do ânus], praticado por sua parceira, é algo mais fácil de aceitar para um hétero, mas o fato de ser penetrado já é outro assunto”, diz González Castellanos. Serena, massagista erótica que trabalha em Madri e se anuncia na Internet, reconhece que muitos homens lhe pedem o extra do pegging (penetração anal com um dildo e um arnês). “São heterossexuais, mas querem provar esta prática ou já a provaram e acham muito excitante. Entretanto, não se atrevem a pedir às suas mulheres ou parceiras, por medo da sua reação”, conta Serena.




Anos atrás, guardei um recorte do EL PAÍS sobre um espetáculo — um monólogo que a atriz Isabelle Stoffel apresentou na capital espanhola e no Festival do Edimburgo, lá por 2013. A obra se chamava A Rendição, falava de sexo anal, e Stoffel argumentava teorias como estas: “No cu, a verdade sempre vem à luz. Um pau num cu é como a agulha de um detector de mentiras. O cu não mente: se ele mente, dói em você”. Ou esta outra: “Na sodomia, confiança é tudo. Se você resistir, podem te machucar de verdade. Com esta prática aprendi muito, mas sobretudo aprendi a me render”.




O ponto G masculino

“A zona localizada entre os testículos e o ânus (incluindo também este) é uma zona muito sensível”, diz Marta Jesús Camuñas, sexóloga e psicóloga da Amaltea, centro de educação e medicina sexual em Zaragoza. Aí fica o períneo e muitos localizam o ponto G masculino, no interior do reto, a 4 ou 6 centímetros de profundidade. “É uma zona em contato com a próstata, que alguns homens relacionam com uma sensação muito prazerosa. Embora, como ocorre no sexo, o prazer dependa de muitos fatores, além do fisiológico. Há a situação e a companhia, que influenciam poderosamente no desejo”, afirma a especialista.

Os benefícios da massagem prostática é outro dos argumentos que os curiosos ou os amantes desta prática esgrimem. “Qualquer parte do corpo que receba uma estimulação correta será beneficiada”, comenta González Castellanos, “mas ainda se sabe pouco a respeito, embora já tenha ficado demonstrado que a ejaculação frequente não é boa apenas para a espermatogênese [produção de espermatozoides], mas também para adiar os problemas de próstata, apesar de antigamente dizerem que estes transtornos eram o castigo divino aos homens promíscuos. Levar a zona anal em conta também pode ser uma opção sexual a mais para homens que, por determinadas circunstâncias, não tenham ereções”, conclui o sexólogo.

Para os que estiverem dispostos a explorar a porta de trás, sem medo das etiquetas ou preconceitos, González aconselha que “seja algo combinado entre as partes e que haja um mínimo ingrediente de curiosidade e desejo. É preciso também reforçar a higiene e ir muito devagar, já que a musculatura do esfíncter anal é concêntrica e será preciso dilatá-la pouco a pouco”. As lojas de brinquedos eróticos já dispõem de pequenos dildos e de lubrificantes especialmente desenvolvidos para essa área delicada. A zona da verdade, como a chamava Stoffel.

Ator de MALHAÇÃO sensualiza nú em ensaior.





Ryan Bones, ator pornô, faz comparativo com consolo e mostra se realmente é cópia fiel...




Ryan resolveu mostrar que o seu produto realmente condiz com a forma origiNAL!

Para isso o ator postou a cópia e o original lado a lado pra fazer o comparativo.



Faiz isso nãaaao...




Aprendendo a arte do sexo





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