sexta-feira, junho 07, 2019

MINHA VIDA GAY

Pai solo, homem gay consegue o direito de licença paternidade.


Médico Wagner Scudeler e Arthur


Mais um homem gay conseguiu a liberação para a licença paternidade no Brasil. O médico Wagner Scudeler, 40 anos, conseguiu direito à “licença-maternidade” em três de cinco hospitais onde prestou ou presta serviço.

Pai solo, Wagner é o tutor de Arthur. O filho foi gerado de forma independente e a partir de uma barriga de aluguel, nos Estados Unidos. Por registro, ele é o único responsável pelo bebê.

De acordo com o site Universa, após saber que estaria prestes a ganhar o bebê, Wagner solicitou a licença do hospital, mas acabou sendo demitido e não liberado. Após o ocorrido, o médico entrou em um grande processo para que a gestação fosse reconhecida pelos seus outros patrões.

Aos poucos direitos do tipo são concedidos aos homens gays que têm filhos. Muitos casos ainda são negados, mas outros são reconhecidos, como o do consultor de informática Fábio Fonseca. Em 2018, o rapaz, que é funcionário da IBM, recebeu a licença após ele e seu esposo adotarem duas crianças, uma de 11 e outra de 13.

Reação de criança ao ver drag queen pela 1º vez viraliza nas redes sociais.


Madilyn tem apenas 2 anos de idade


Um vídeo de uma criança se surpreendendo ao ver uma drag queen, é uma das coisas mais fofas que viralizou nos últimos dias. A cena aconteceu durante a Parada LGBTQ+ de Salt Lake City, nos Estados Unidos.

No vídeo, a pequena Madilyn, de apenas 2 anos de idade, estava distraída nas costas de seu pai, Austin, quando acabou percebendo a presença de uma drag queen passando em sua frente.

“Madilyn tem apenas 2 anos e tudo que ela tem são vestidos e brinquedos cor de rosa. Ela deve estar pensando que são princesas, com certeza!”, escreveu o pai Twitter. “Minha filha de 2 anos vendo Drag queens pela primeira vez”, escreveu em outro post.

Como era de se esperar, a publicação foi altamente compartilhada e curtida nas redes sociais. Apenas no Twitter, as publicações renderam mais de 20 mil retweets e 136 mil curtidas.

A cantora Pabllo Vittar também passou por algo parecido neste ano. Em uma sessão de autógrafos do seu álbum Não Para Não, Pabllo recebeu um enorme carinho de uma criança, que acabou se emocionando ao ver a drag queen ao vivo.

20 homens héteros contam sobre suas ficadas com outros homens. (PARTE1)




A BuzzFeed Community, pediu aos homens hetéros contassem suas experiências de "ficadas" com outro caras. Eis o que eles disseram:

1. Este ménage espontâneo:


"Uma vez um cara me deu o telefone dele, do nada, em um restaurante. Algumas semanas depois, estava entediado e com tesão (e um pouco chapado), então liguei para ele. Ele me chamou para sua casa, para assistir a um pornô com ele e seu colega de quarto. Não demorou muito e estávamos todos na cama, fazendo um ménage. Atualmente estou muito bem casado com uma mulher, mas fico contente por ter feito isso na época. Foi divertido e me senti bem.

"Você não precisa ser gay para gostar de brincar com um pênis em algum momento da sua vida!"

2. Este breve momento de experimentação:


"Eu tinha 24 anos e acabado de terminar um namoro de longa data. Eu não sei como nem por quê, mas comecei a assistir e a me masturbar com pornô gay. Acontece que, tirando assistir ao pornô gay, eu não sinto nem um pouco de atração por homens. Nunca "sequei" ou fiquei olhando outro homem em uma situação normal, mas consigo fantasiar com isso se estiver vendo pornô gay.

Então, após alguns meses de masturbação regular com pornô gay, decidi tentar experimentar e me encontrei com um cara no estacionamento de uma loja local. Fomos dar uma volta de carro e conversamos por alguns minutos, mas comecei a desistir da ideia e ele me levou de volta para o meu carro. Estacionamos do lado do meu carro e ele, em uma última tentativa de manter as coisas rolando, perguntou se eu queria segurar seu pau. Aceitei a sugestão. Ele o colocou para fora e eu comecei a masturbá-lo por cerca de um minuto, depois passei a chupá-lo. Chupei ele por alguns minutos em seu carro, antes de decidirmos que eu pegaria o meu carro e o seguiria até sua casa, que ficava a poucos minutos de distância. Chegamos em sua casa e eu voltei a chupar o pau dele, no sofá. Ele tirou meu calção e ficou me masturbando enquanto eu continuava com o boquete.

Após alguns minutos, ele quis trocar de posição e começar a me chupar, e foi aí que veio o estalo. Ele estava muito excitado em me chupar, mas eu não conseguia ficar de pau duro e nada do que ele fazia dava resultado. O tesão já tinha passado — eu falei para ele que lamentava, mas tinha de ir embora, e caí fora. Não me senti bem por largar o cara. Ele parecia bem legal, mas tive meu momento de experimentação e percebi que isso não era para mim."




3. Esta oportunidade de namoro com um cara legal:


"Conheci um amigo de um amigo que, sabe-se lá o porquê, estava afim de mim. Eu era solteiro, tinha 23 anos na época e pensei, vaidoso: 'Uau, alguém acha que você é engraçado e atraente, parecido com o Chris Hemsworth, por que não experimentar?' Ele era um cara ótimo, tínhamos muito em comum e gostávamos da companhia um do outro, por isso namoramos não oficialmente por um mês ou dois.

A pegação com ele era divertida, mas, quando chegava a hora do *sexo* de verdade (eu por cima e ele por baixo), eu não sentia tanta atração quanto sinto por mulheres. Acabei me distanciando, sem terminarmos oficialmente, e nunca mais falei com ele novamente."

4. Esta pegação exibicionista:


"Estava em uma festa típica do ensino médio, do segundo ano, e eu e meu melhor amigo, Matt, estávamos tentando pegar umas garotas. Elas disseram que, se quiséssemos ficar com elas, tínhamos de nos beijar primeiro. Como éramos bróders, com muita intimidade, começamos a nos pegar. Mais garotas apareceram para olhar e começamos a ficar excitados de verdade e a aumentar a pegação, porque sabíamos que, se fizéssemos para valer, nos daríamos bem com as meninas. E a recompensa depois fez tudo valer a pena!

Ainda somos melhores amigos, e eu sou hétero, mas ele é bi (não sei se foi algo que ele percebeu depois do acontecido e não quero perguntar). E hoje apenas rimos dessa história."




5. Este encontro movido a uísque:


"Meu primeiro lance com um cara foi há alguns anos, com um cara que eu conheci no aplicativo Whisper. Eu já tinha certa curiosidade antes disso acontecer. Ele se identifica como gay. Bebemos um pouco de uísque e uma coisa levou a outra. Acabamos chupando o pau um do outro e se pegando por um tempo."

6. Estas punhetas entre melhores amigos:


"Eu me considerava totalmente hétero na época. Eu estava com o meu melhor amigo, que conheço desde a quarta série e é gay. Acho que tínhamos uns 19 anos. Em duas ocasiões, colocamos um pornô, começamos a nos masturbar e depois passamos a bater punheta um para o outro (excelente sensação). Estava gostando muito, até que ele gozou e isso meio que me assustou/enojou, ver o sêmen de outro cara. Nunca sequer pensei em me envolver com outro cara nos anos que se passaram e hoje estou muito bem casado com uma mulher. Mas conforme fui ficando mais velho, e me desfiz de alguns preconceitos, me permiti sentir atração por homens. Hoje eu namoraria/dormiria com o cara certo.

Foi uma experiência muito positiva, aprendi muito sobre mim mesmo e sobre as questões LGBT. E o cara ainda é meu melhor amigo."




7. Estes lances anônimos:


"Fazia um tempo que eu tinha curiosidade sobre minha preferência sexual, mas eu era membro de uma fraternidade, por isso nunca tentei fazer nada a respeito com medo que alguém descobrisse algo. Quando me mudei de Estado, para ir à universidade, aquela pareceu ser a oportunidade perfeita. Baixei o aplicativo Grindr e comecei a me encontrar com caras. Logo percebi que todos esses lances anônimos era pura atração física e geralmente porque eu estava entediado. Sair com caras é muito mais fácil do que com garotas. Hoje me considero hétero e estou buscando a garota ideal, mas ainda rolam uns lances com caras às vezes, quando estou entediado."

8. Estas aventuras masturbatórias:


"Quando estava no ensino médio, costumava 'experimentar' com um amigo sempre que dormíamos na casa um do outro. Nada muito sério, geralmente apenas nos masturbávamos juntos, ocasionalmente batendo uma para o outro. E foi ele quem começou com isso, em um jogo de verdade ou desafio. A princípio, hesitei. Mas acabei cedendo. Foi divertido, mas não é algo que eu faria novamente."

9. Esta péssima primeira vez:


"Eu tinha 18 anos e havia acabado de perder a virgindade com uma garota. Sempre tive dúvidas sobre a minha sexualidade, então comecei a procurar ambos os gêneros no Tinder. Dei match em um cara de 22 anos e acabamos fazendo sexo no bosque perto da casa dele. Ele era bem estranho e eu não estava nem um pouco confortável. Depois disso, já saí e fiz sexo com outros, mas sempre em períodos de solidão extrema. Não tenho certeza se sou gay, mas provavelmente não sou completamente hétero. Atualmente, pensando sobre isso, não me arrependo das minhas experiências sexuais com homens, mas a primeira sempre fez com que eu me sentisse um pouco enojado comigo mesmo."




10. Esta festa com um "final feliz":


"Durante o meu segundo semestre na faculdade, acabei saindo do dormitório e me mudei para o apartamento de um amigo da fraternidade da qual eu fazia parte. Eu meio que achava que ele era afim de mim, mas nunca me preocupei com isso. Todos tinham certeza de que ele era gay, mas isso não importava para mim. Eu era conhecido por ser meio 'safadinho' e estava em um relacionamento 'vai e volta', mas nunca tinha me considerado gay.

Certa vez, demos uma festa no nosso apê, com um monte de gente entrando e saindo a noite toda. As coisas ficaram meio selvagens, e eu acabei bebaço. Todo mundo ficou assim.

Quando todo mundo foi embora, fui me deitar no meu quarto. Meu colega de quarto cambaleou até o meu quarto e caiu na cama. Fiquei lá deitado, sem dar atenção. Ele começou a ficar mais saidinho, e eu imediatamente percebi onde isso ia acabar. Ele me falou para relaxar, e eu já estava excitado mesmo. Ele terminou me pagando um boquete e foi algo incrível. Acabamos fazendo coisas durante o resto do tempo que morei com ele. Eventualmente eu retribuí os 'favores', mas nunca passamos do sexo oral ou da masturbação.

Pensando a respeito, não me arrependo de nada. Não acho que isso definiu minha sexualidade, porque ainda me identifico como hétero. Foi uma boa experiência, e eu não mudaria nada.

(Continua no próximo post)

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