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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Donald Trump celebra orgulho LGBT pela primeira vez.




A celebração foi feita através da própria rede social do Presidente Donald Trump. A celebração marcou um ineditismo, já que, em dois anos e meio de governo, ele nunca havia feito isso.

Assim, usando as redes sociais, o Presidente aclamou a comunidade oficialmente e ainda enfatizou contribuições extraordinárias advindas de LGBTs. Também aproveitou o ensejo para prestar solidariedade, já que em muitos países a homossexualidade ainda é punida.

“Como celebramos o mês do orgulho LGBT e reconhecemos as contribuições extraordinárias que as pessoas LGBTs fizeram à nossa nação, vamos também nos colocar em solidariedade com as muitas pessoas LGBTs que vivem em dezenas de países em todo mundo, que punem ou até mesmo executam indivíduos baseando-se em sua orientação sexual. A minha administração lançou uma campanha global para descriminalizar a homossexualidade e convidar todas as nações para juntarem-se a nós neste esforço”, escreveu o presidente.

Contudo, nem todo mundo se convenceu com esta súbita mudança de comportamento. A Presidente da Glaad, maior entidade LGBT nos Estados Unidos, Sarah Kate Ellis, diz ter certeza que isso se trata de uma estratagema política.

Família Real faz pronunciamento em defesa da comunidade LGBTI+


Meghan e Harry


Depois de Donald Trump, foi a vez da família real mostrar notável favorabilidade à comunidade LGBTQI+. A publicação foi feita no instagram.

O perfil oficial dos Duques de Sussex, Meghan e Harry, publicou um texto com posicionamento oficial e histórico relacionado aos direitos da comunidade LGBTQ+. Em homenagem ao mês do Orgulho LGBTQ+, eles enfatizaram os perfis que abraçaram a causa.

“Este mês prestamos homenagem às contas que apoiam a comunidade LGBTQ+ — jovens e idosos, suas famílias e amigos, contas que refletem sobre o passado e têm esperança de um futuro merecidamente mais inclusivo. Nós estamos com você e te apoiamos ?? Porque é muito simples: amor é amor”, diz o texto.

Os comentários foram elogiosos e de agradecimento.

Durante evento em Goiânia, Jair Bolsonaro critica STF por querer criminalizar a LGBTfobia.


O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), participa da 46ª Assembleia Geral da Convenção Nacional das Assembleias de Deus – Ministério Madureira, no Setor Campinas, em Goiânia, Goiás. (Foto: Isac Nóbrega/PR)


Declaração foi dada nesta sexta-feira (13) na Assembleia de Deus Ministério Madureira.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta sexta-feira (13) que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “estão legislando” ao discutir a equiparação de LGBTfobia ao crime de racismo.

“O Supremo Tribunal Federal agora está discutindo se homofobia pode ser tipificado como racismo. Desculpe aqui o Supremo Tribunal Federal, que eu respeito e jamais atacaria o outro poder, mas, pelo que me parece, estão legislando […]. O estado é laico, mas eu sou cristão”, afirmou o presidente.

A declaração do presidente recebeu aplausos do público de um evento na Assembleia de Deus Ministério Madureira, em Goiânia.

No último dia 23, o STF formou maioria para enquadrar a LGBTfobia como crimes equivalentes ao racismo. Na ocasião, chegou a seis o número de ministros da que votaram nesse sentido. Ainda restam cinco votos, e o julgamento deve ser retomado dia 13 de junho.

As ações analisadas pelo Supremo pedem a criminalização de todas as formas de ofensas, individuais e coletivas, homicídios, agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero, real ou suposta, da vítima. Os ministros que já votaram de acordo com o pedido são: Celso de Mello, Edson Fachi, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux.

Após fala de Bolsonaro, Alexandre de Moraes diz que equiparar homofobia ao crime de racismo protege minorias.




Não só Bolsonaro, mas muita gente ao se manifestar contrariamente à equiparação da homofobia ao crime de racismo, invocou a inabilidade do STF em legislar. Desse modo, segundo as alegações, o STF não poderia ter o poder de criar leis.

Dito isso, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, afirmou nesta sexta-feira (31) que a Corte não legislou quando enquadrou a homofobia e a transfobia como crimes de racismo.

Anteriormente, o Presidente Jair Bolsonaro havia dito que o STF legislou ao fazer equiparação. “Não há nada de legislar. O que há é a aplicação da efetividade da Constituição, [que é] protetiva de uma minoria que no Brasil sofre violência tão somente por sua orientação sexual”, afirmou Moraes.

“O Brasil é o quarto país do mundo com maior índice de agressões a pessoas tão somente em virtude de sua orientação sexual. Não é possível continuar com isso”, completou após almoço Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP).

O julgamento do STF que versou sobre a criminalização da homofobia dispõem que a homofobia deve ser equiparada ao crime de racismo, e contou com 6 votos favoráveis até então. O julgamento tem data para ser findado em breve.

Bolsonaro: Será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?




Em evento em um templo da Assembleia de Deus em Goiânia (GO), o presidente Jair Bolsonaro questionou na manhã desta sexta-feira, 31, ao público presente se não está na hora de o Supremo Tribunal Federal (STF) ter um ministro assumidamente evangélico. O presidente disse ainda que a Corte legisla quando discute a possibilidade de equiparar homofobia ao crime de racismo. Bolsonaro também questionou aos presentes.

“Então, com todo respeito ao Supremo Tribunal Federal, uma pergunta: existe algum, entre os 11 ministros do Supremo, evangélico, cristão assumido?”, indagou. O presidente fez críticas à imprensa. “Não me venha a imprensa dizer que eu quero misturar a Justiça com a religião. Todos nós temos uma religião ou não temos. E respeitamos e tem que respeitar. Será que não está na hora de termos um ministro do Supremo Tribunal Federal evangélico?”, disse. O presidente foi aplaudido em pé por cerca de 40 segundos.

“O Supremo Tribunal Federal agora está discutindo se homofobia pode ser tipificado como racismo. Desculpe aqui o Supremo Tribunal Federal, que eu respeito e jamais atacaria outro poder, mas, pelo que me parece, estão legislando. E eu pergunto aos senhores: o Estado é laico, mas eu sou cristão”, afirmou.

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, anunciou que o julgamento sobre a criminalização da homofobia, marcado para o dia 5 de junho, deverá ser retomado no dia 13 de junho. Seis ministros já votaram para que a discriminação contra homossexuais, bissexuais e transexuais seja enquadrada como crime de racismo até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.

As discussões sobre homofobia e descriminalização da maconha sofrem resistência de setores do Congresso, entre eles a bancada evangélica e o PSL, partido do presidente. O adiamento do julgamento ocorre em um momento em que o Supremo é acusado de atropelar o Congresso e legislar sobre temas controversos.

The Economist destaca ligações e simpatia do clã Bolsonaro com milícias.


Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro sempre defenderam publicamente os milicianos


As ligações do presidente Jair Bolsonaro e de sua família com as milícias do Rio de Janeiro foram tema da última edição da revista britânica The Economist, uma das mais prestigiadas publicações do mundo.

Uma reportagem destaca que no último dia 29, o tio da primeira-dama Michelle Bolsonaro foi preso acusado de ter laços com uma milícia que estaria incorporando terrenos perto de Brasília.

Além disso, o senador e filho do presidente, Flávio Bolsonaro, empregava em seu gabinete a mãe e a esposa de um fugitivo acusado de liderar uma milícia.

A revista também cita que um policial ligado à mesma milícia e que foi preso pelo assassinato da vereadora Marielle Franco morava no mesmo condomínio de Bolsonaro e que o filho do presidente havia namorado a filha do acusado.

Jair Bolsonaro tem um histórico de defesa de milícias e de personagens ligados à ela ao longo de sua carreira política. Em fevereiro do ano passado, já como candidato à Presidência, voltou a fazer essa defesa em entrevista à Jovem Pan.

“Tem gente que é favorável à milícia, que é a maneira que eles têm de se ver livres da violência. Naquela região onde a milícia é paga, não tem violência”, afirmou.

A Economist destaca que as milícias surgiram nos anos 90 para se contrapor às organizações de tráfico de drogas, mas se tornaram máfias paramilitares. Elas controlam cerca de um quarto da região metropolitana do Rio, provendo serviços e oferecendo proteção em troca de cobranças e mediante ameaça de violência.

“Pesquisas sugerem que a maior parte dos residente teme as milícias, talvez até mais do que as gangues de drogas. Os políticos, no entanto, as consideram úteis. Elas dividem seus saques com seus patronos políticos, conduzem seus apoiadores para os locais de votação e intimidam seus oponentes”, diz o texto.

Trigger-happy
Em um artigo de opinião, a revista aponta que o presidente não fez nada para combater essa organizações e que seu argumento de que elas previnem a violência é “ridículo”.

Pelo contrário, o presidente teria oferecido como resposta para o problema do crime apenas combater violência com violência.

Isso incluiria ampliar o acesso à posse e ao porte de armas, assim como a proposta do ministro Sérgio Moro de redução ou até fim das penas para policiais que matarem alguém movidos por “forte emoção”.

“Não deveria ser preciso dizer isso, mas se o Sr. Bolsonaro quer reduzir o crime, não deveria permitir que policiais liderassem suas próprias máfias. É difícil cultivar respeito pela lei se os policiais podem atirar em qualquer um e gerenciar grupos de extorsão com impunidade”, diz um trecho.

A revista aponta que a confiança na polícia é comprovadamente um fator de combate à violência e que não há nenhum incentivo para o trabalho duro de investigação policial se casos podem ser simplesmente encerrados com um tiro.

“Infelizmente, há poucos sinais de que o Sr. Bolsonaro e seus aliados amigos do gatilho tem a paciência para uma tarefa dessas”, diz o texto.

O presidente segue afirmando que a maior circulação de armas tem efeito de queda na violência, na contramão das evidências compiladas pela esmagadora maioria dos estudos internacionais.

“A certeza de que se vai encontrar o cidadão desarmado é que faz com que a violência cresça”, disse, em entrevista ao programa The Noite com Danilo Gentili transmitida nesta sexta-feira, 31.

Questionado se estaria disposto a voltar atrás nos decretos de posse e porte de armas editados por seu governo caso o número de mortes por armas de fogo aumente, o presidente respondeu:

“Agora, vou fazer uma polêmica aí. Vou querer saber se são pessoas de bem que estão morrendo ou bandidos. Se é marginal, tem que liberar mais armas ainda”.

Após semana de mobilização, vaquinha para ajudar vítima de homofobia alcança meta.


Jefferson Cruz


Foram nove dias de campanha. O intento era angariar a quantia necessária para um jovem que sofreu agressões motivadas por homofobia em dezembro do ano passado. Ele necessitava de doações para que sua família pudesse tirá-lo do hospital após receber alta. 

A covardia cometida contra o jovem, ganhou visibilidade após o julgamento do STF que versou sobre a criminalização da homofobia. Rememorando, a homofobia deve ser equiparada ao crime de racismo, e contou com 6 votos de favorabilidade até o momento. O julgamento tem data para ser findado em breve.

Nesse sentido, um jovem fez uma postagem nas mídias sociais, que contabilizou mais de 20 mil compartilhamentos. Assim, o caso de Jefferson Cruz, o Jeff, veio à tona. 

Ainda, segundo a descrição da vaquinha, no dia 7 de dezembro do ano passado, o estudante, estava em um bar com os amigos comemorando uma aprovação e foi vítima de um crime brutal. O rapaz foi assaltado e brutalmente agredido. Ao chegar no hospital, “foi constatado varias lesões no corpo, cabeça, lesões no pulmão e traumatismo craniano”. Ele foi operado às pressas para a retirada de um coágulo no cérebro e ficou em estado de coma por cerca de um mês.

Ademais, depois de cinco meses internado, para ter condições viáveis para retornar para casa, o garoto carecia de necessidades especiais. Equipamentos apropriados, cama articulada, fisioterapeuta; dentre outros. Assim, para suprir essa demanda, foi criada a vaquinha com um intento de angariar R$100.000,00.

Nesta sexta-feira (31) a meta foi superada. Pela página “Unidos pelo Jeff”, os responsáveis pela mobilização comemoraram: “Conseguimos! Agradeço imensamente a ajuda de todos vocês que se solidarizaram-se. Vocês são anjos na vida de Jefferson. Estamos organizando o quarto dele e esperando as doações chegarem para organizarmos tudo e trazer nosso menino para casa”.

Travesti é assassinada em Lucena, no Litoral Norte da Paraíba, diz PM.




Uma travesti de 27 anos foi assassinada na madrugada desta quinta-feira (30), em Lucena, Litoral Norte da Paraíba. O crime aconteceu na comunidade Carrapeta, por volta da meia-noite e meia.

Ainda não se sabe os pormenores do caso, tampouco a motivação do crime. Contudo, segundo familiares da vítima, a travesti sofria uma série de ameaças. A possibilidade da utilização de arma de fogo já foi descartada pela perícia.

Ainda segundo G1, conforme informado pela chefe de Medicina Legal do Instituto de Polícia Científica, Cristiane Helena, a perícia também constatou que não haviam marcas de arma branca e investiga espancamento como uma possível causa da morte.

Ademais, segundo a PM, familiares da vítima relataram que ela sofria ameaças, mas não sabem de quem ou o porquê.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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