Slide 1 Slide 2 Slide 3

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Centenas participam da Parada do Orgulho LGBT em Roma.


Manifestantes protestaram contra o homofóbico Matteo Salvini, ministro italiano do Interior.


Centenas de pessoas celebraram neste sábado (8) em Roma a Parada do Orgulho LGBT, sob críticas ao ministro italiano do Interior, o ultradireitista Matteo Salvini, que fez comentários contra as famílias formados por pessoas LGBT.

Salvino, que também é vice-presidente, tem repetido insistentemente que famílias são apenas as formadas por pai e mãe, e não por pessoas do mesmo sexo.

A Itália não reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo, apenas as uniões civis.

A atriz italiana Asia Argento participou da manifestação.


Parada do Orgulho LGBT de Roma.




Desafiando lei homofóbica do Qatar, Al-Jazeera celebra Mês do Orgulho LGBT.


Al-Jazeera desafia lei do Qatar e celebra mês do orgulho LGBT.


Em vídeo, emissora sugere que cristianismo é culpado pela LGBTfobia, mas não menciona lei islâmica que pune pessoas LGBT.

A Al Jazeera , uma das mais populares emissoras de TV árabes, celebrou o mês de junho como o do Orgulho LGBT em um vídeo postado em uma rede social própria. A decisão foi considerada ousada, visto que o canal de notícias é de propriedade do Qatar, um dos vários países de maioria muçulmana onde pessoas LGBT são punidas com morte ou prisão perpétua de acordo com a interpretação da lei sharia (“lei da fé”).

O vídeo publicado no Twitter pelo canal de mídia online AJ+, um componente da Al Jazeera Media Network (AJMN), parece culpar o cristianismo pela LGBTfobia. Ao mostrar imagens de uma igreja e padres, o vídeo sugere que são os cristãos que estão “dizendo aos nossos jovens que eles são diferentes, que são ruins, que estão desajustados”.

De acordo com o CIA World Factbook, o almanaque de fatos sobre os países elaborado pela CIA, apenas 14% da população do Qatar é cristã, enquanto quase 70% é muçulmana. O pequeno país do Golfo criminaliza a homossexualidade, ao contrário da maioria das nações ocidentais de maioria cristã.

O vídeo, que foi tuítado pela AJ+ no domingo, marca junho como o Mês do Orgulho LGBT com a legenda: “Falamos com os caras do ‘Queer Eye’ (série de temática LGBTQI+ da Netflix) sobre como melhorar a vida das pessoas LGBT em todo o mundo”.

Mesmo com o Qatar continuando a criminalizar pessoas LGBT, a AJ + observou que a entrevista destacou “visibilidade de gênero, efeito da religião na juventude, comunidade através da mídia social e o que não nos diferencia”, e incluiu símbolos da bandeira do arco-íris.

‘Hipocrisia’

Na versão em inglês do site da Al Jazeera, é possível encontrar inúmeras reportagens sob a tag “LGBT News” criticando vários países, incluindo Quênia, Brunei, Estados Unidos e até o Brasil, por homofobia e outras políticas anti-LGBT, enquanto fica em silêncio sobre a punição do próprio Qatar.

O jornal israelense “Jerusalem Post” destacou:

“Alguns apontaram a hipocrisia de que, no Qatar, onde a Al-Jazeera está sediada, os direitos que ela parece apoiar em países do exterior estão sendo silenciados no seu próprio território. A Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Intersexuais (ILGA) — dedicada a alcançar direitos iguais para pessoas LGBT em todo o mundo — classifica as leis do Qatar contra os direitos dos homossexuais. De acordo com a ILGA, o artigo 285 do código legal do Qatar condena qualquer homem que “copula com um homem”, impondo um período de sete anos de prisão. O Artigo 296 condena a qualquer um que esteja envolvido em “liderar, instigar ou seduzir um homem de alguma forma a cometer sodomia”.

Em um relatório de 2019 intitulado “Homofobia patrocinada pelo Estado”, a ILGA revelou que a punição máxima no país por ser LGBT pode ser a “prisão perpétua” ou “pena de morte”.

“Juntamente com o Qatar, os Emirados Árabes Unidos e Iêmen podem eventualmente aplicar a pena de morte para relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo se assumirem a posição pública de que são considerados ‘prejudiciais à sociedade’. Mesmo assim, até o momento não há registros de que a pena foi imposta às pessoas LGBT”, reconhece o relatório.

País censurou reportagem sobre direitos LGBT

Em julho do ano passado, a emissora americana ABC News revelou que o Qatar “censurou” um artigo do New York Times sobre direitos LGBT enquanto a nação árabe do Golfo se prepara para receber milhões de visitantes internacionais para a Copa do Mundo de 2022.

Segundo jornal britânico The Guardian, o Qatar é um dos mais de 70 países que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo, apontando um relatório da ILGA que mostra números semelhantes. De acordo com a publicação, as punições “mais draconianas” são aplicadas na África, no Oriente Médio e no sul da Ásia, lar de países predominantemente muçulmanos.

As descobertas do Guardian em parceria com a ILGA são consistentes com a investigação que o Washington Post fez, em 2016, logo após os massacre mais mortal nos Estados Unidos, realizado por um cidadão americano de origem afegã em uma boate LGBT em Orlando.

O Washington Post relatou em 2016 que:

“A Sharia, que se baseia no Alcorão, exige a execução de pessoas que se envolvam em atos homossexuais. Muitos estudiosos muçulmanos proeminentes afirmaram que o mandato homofóbico está profundamente enraizado na lei islâmica. O Estado Islâmico (ISIS / ISIL), o Taleban afegão e outros grupos jihadistas também são conhecidos por executar homossexuais brutalmente, incluindo atirar vítimas de penhascos ou edifícios enquanto citam versos do Alcorão”.

Governo Trump proíbe embaixada no Brasil de hastear bandeira LGBT+.




Recentemente, Trump posicionou-se em suas redes sociais mostrando notável favorabilidade às demandas LGBTs. Mas agora o cenário é bem diferente. 

O governo proibiu embaixadas dos Estados Unidos no exterior, inclusive no Brasil, de hastearem a bandeira do orgulho LGBTQ+ em seus mastros durante o mês de junho.

As bandeiras celebrariam o mês do orgulho LGBTI+. As informações sobre a proibição, vieram da emissora NBC, que cita três diplomatas americanos. Vale frisar também que, o governo anterior, havia concedido a permissão da exibição, contudo, a decisão foi revogada.

A NBC cita as embaixadas em países como Brasil, Alemanha, Israel e Letônia como exemplos. Esta medida apenas alinhou-se ao posicionamento do próprio Trump. O Presidente convidou todos os países a lançarem a campanha para descriminalização da homossexualidade mundial. Inclusive, o próprio Trump, acusado de ser estrategista e fazer política usando minorias, enfatizou, em suas redes sociais, contribuições extraordinárias advindas de LGBTs.

No entanto, as bandeiras poderão ser expostas em outras áreas internas e externas das embaixadas.

Casal de lésbicas é atacado por grupo de homens héteros em ônibus de Londres.


Namoradas foram agredidas em um ônibus em Londres


Jovens estavam voltando para casa de ônibus quando começaram a ser ofendidas após homens exigirem que elas se beijassem: 'Como se fôssemos um espetáculo'.

A polícia metropolitana de Londres, no Reino Unido, busca quatro suspeitos que tenham participado de um ataque lesbofóbico a duas jovens em um ônibus por volta das 2h30 do último dia 30. A comissária de bordo Melania Geymonat, de 28 anos, contou que um grupo de homens exigiu que ela beijasse sua namorada, identificada apenas como Chris, antes de desferir golpes nos rostos de ambas e de lhes roubar um celular e uma bolsa. De acordo com a polícia, as vítimas foram levadas a um hospital para tratar das lesões faciais.

As namoradas, de nacionalidades uruguaia e americana, estavam voltando de uma noitada na área de West Hampstead, na capital inglesa, na noite do crime. Segundo Melania, as ofensas começaram pouco depois que elas ocuparam seus lugares no segundo andar do ônibus. Os agressores iniciaram o ataque mandando que elas se beijassem, enquanto jogavam moedas na direção do casal e fazendo gestos ofensivos.

“Pegamos o ônibus noturno e ficamos no andar de cima, num lugar na frente, indo para a casa dela em Camden Town. Não me lembro de todos os momentos, não sei se foi por causa do choque ou porque fiquei inconsciente, não sei precisar. Numa hora devemos ter nos beijado ou nos abraçado, já que os homens que estavam ali ou entraram depois de nós (não sei) se aproximaram e nos cercaram, pedindo que nos beijássemos para o proveito deles, nos chamando de lésbicas e imitando posições sexuais e outras coisas que não lembro, fazendo gestos com as mãos enquanto se divertiam nos dizendo “tesouras”. Como se fôssemos um espetáculo e eles o público a entreter”, relatou Melania em um post de rede social.

A vítima contou ainda que no andar de cima do veículo havia apenas elas e os agressores que, segundo ela, eram pelo menos quatro jovens.

“Eu, numa tentativa de aliviar o clima, comecei a fazer ‘piadas'”, contou. “Realmente pensei que podia contornar a situação que se tornaria um dos desagradáveis momentos que NORMALMENTE devemos suportar como MULHERES E COMO HOMOSSEXUAIS, e que eles se acalmariam. Chris agiu como se estivesse passando mal, então eles pararíam de falar conosco. Mas eles continuaram nos assediando. Atiraram moedas na gente, cada vez mais entusiasmados. A próxima coisa que sei é que, no meio do ônibus, Chris estava lutando com três deles e imediatamente fui até ela. A vi coberta de sangue e de alguma forma entendi a gravidade e comecei a tentar tirá-la de lá: o próximo que sei é que golpearam meu nariz e vi apenas meu sangue. Não sei se perdi consciência. A próxima coisa que lembro foi ter deixado sujo de sangue o ônibus, que já estava parado com a polícia pegando informações. Isso porque também fomos roubadas”.

Nesta sexta-feira, o prefeito Sadiq Khan replicou um comunicado da polícia, divulgado pouco antes, pedindo apoio de testemunhas nas investigações. Para ele, o que aconteceu com as mulheres foi algo “repugnante” e “misógino”. O caso também gerou revolta entre internautas, que compartilharam a história com mensagens de apoio às jovens.

“Crimes de ódio contra pessoas LGBT+ não serão tolerados em Londres”, afirmou Khan.

“Não há crime sem lei que o defina”, Marco Aurélio diz que STF não pode criminalizar homofobia.


Marco Aurélio diz que Supremo não pode criminalizar homofobia sem lei


Muita gente, ao se manifestar contrariamente à equiparação da homofobia ao crime de racismo, invoca a inabilidade do STF em legislar. Desse modo, segundo as alegações, o STF não poderia ter o poder de criar leis. Parece que o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, tem a mesma opinião.

O Ministro afirmou que a Corte não pode criar, mediante decisão judicial, um tipo penal para a homofobia. A Constituição preceitua a existência de uma lei “no sentido formal e material”, e isso deve ser respeitado. Em entrevista à BBC Brasil, o ministro ainda revelou que “está tonto” com a discussão sobre homofobia no STF.

“Não há crime sem lei que o defina. É um passo demasiadamente largo que eu não dou. A normatização cumpre ao Congresso, o monopólio da força é do Estado, e mediante decisão judicial não se pode chegar a tanto. Agora, já há a maioria, né? Estou com meu voto preparado, aguardando a minha vez de votar”, afirmou o ministro.

Indo de contramão ao Ministro Marco Aurélio, o Ministro Alexandre de Moraes, afirma que STF não legisla ao fazer equiparação, mas protege minorias.

O julgamento do STF que versou sobre a criminalização da homofobia, dispõem que a homofobia deve ser equiparada ao crime de racismo, e contou com 6 votos favoráveis até então. O julgamento tem data para ser findado em breve.

Comissão da Câmara aprova projeto de lei que criminaliza a LGBTfobia.


Antes de ser enviado ao Senado, texto de autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS) ainda tem que ser analisado por outras 2 comissões da Casa e pelo plenário. 


A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5) um projeto de lei que torna crime a LGBTfobia, a intolerância contra pessoas LGBT. Antes de ser enviada para análise do Senado, a proposta ainda tem que ser analisada pelas comissões de Segurança Pública e Constituição e Justiça da Câmara e pelo plenário da Casa.

O projeto foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos – presidida pelo PT – duas semanas após o Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria para enquadrar a LGBTfobia como crime de racismo. O julgamento foi suspenso em 23 de maio, mas seis dos 11 ministros já votaram nesse sentido.

A proposta aprovada nesta quinta-feira pela comissão tramita na Câmara há cinco anos. Com o julgamento no STF das ações que pedem a criminalização da LGBTfobia, a Câmara retomou a tramitação do texto.

“O fato de o Supremo ter pautado foi importante para a Câmara retomar uma movimentação. O objetivo é garantir às pessoas LGBTs o mesmo direito que todos os cidadãos têm. E isso inicia por enfrentar o tipo de violência específica voltada contra elas, porque há formas abomináveis de ataques simplesmente por elas serem gays, lésbicas, trans, travestis. Há formas abomináveis que não podem ser aceitas. E até agora o Brasil não tem uma legislação”, afirmou nesta quarta-feira a deputada Maria do Rosário (PT-RS), autora do projeto.

Além de tipificar a LGBTfobia, o texto sob análise dos deputados altera o Código Penal em outros pontos, como o da lesão corporal e da injúria.

Punições

De acordo com o projeto de lei, quem praticar lesão corporal “em razão de ser a vítima lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual, intersexo e demais pessoas trans” terá a pena aumentada.

Pelo texto, quem também ofender uma pessoa por fazer parte da comunidade LGBT poderá ser enquadrado no crime de injúria. No entanto, a proposta prevê que não há crime em caso de “manifestação de crença em locais de culto religioso”, exceto se houver estímulo à violência.

Transexuais são impedidas de usar banheiro feminino em shopping de BH.


Tháylla Castanha registrou abordagem de seguranças de shopping em vídeo. 


Duas transexuais foram impedidas de usar o banheiro feminino no ItaúPower Shopping, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o estipulado pela Polícia Militar, a conduta do agressor foi registrada como transfobia. Segundo o boletim, os seguranças haviam dito a elas que esperassem “inventarem banheiro de ‘viado’”.

As vítimas são as amigas Tháylla Castanha, de 28 anos, e Giselle Rodrigues, de 32. No ocorrido, as duas saíam do cinema, segunda-feira (2), e foram impedidas de entrar no banheiro.

Não é a primeira vez que isso acontece. Nesse sentido, é importante que toda empresa passe por treinamentos para que haja o respeito à Dignidade da Pessoa Humana. Sabendo disso, o shopping já afirmou que todos os funcionários serão submetidos a esses treinamentos, bem como o incentivo ao respeito à diversidade.

A ocorrência foi registrada no início da madrugada de terça-feira (3). O documento da PM preceitua que duas mulheres passaram por situações vexatórias, ao serem chamadas de homens por seguranças.

Posicionamento do ItaúPower

Em nota, a assessoria informou que o shopping “acolhe a diversidade e a liberdade individual” e que está “trabalhando junto às nossas equipes para que situações como esta nunca mais se repitam”. Ademais, foi reiterado que todos os funcionários, próprios e terceirizados, passarão por um treinamento para que pratiquem os valores de respeito à diversidade. Veja o vídeo publicado por Tháylla, no G1.

Escola de Florianópolis é condenada a indenizar cabeleireiro vítima de homofobia.


Tribunal de Justiça de Santa Catarina


Profissional foi xingado de 'bicha' em evento em unidade de ensino particular. A decisão foi unânime.

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) mandou uma escola de Florianópolis indenizar em R$ 5 mil um cabeleireiro que foi vítima de ataque homofóbico por parte de alunos quando participou como jurado de uma gincana na unidade de ensino. O evento ocorreu em agosto de 2013. A decisão judicial é do dia 4 de junho e foi divulgada nesta quinta-feira (6).

Para o Poder Judiciário, a escola permitiu que os estudantes fizessem os ataques de cunho homofóbico.

Conforme a ação, o cabeleireiro foi convidado como jurado numa prova de gincana chamada “penteado maluco”, na qual os alunos tinham que apresentar cortes de cabelo vanguardistas. Após avaliar os candidatos, o jurado deu o resultado ao professor que coordenava o concurso e responsável pelo anúncio do vencedor. Naquele momento, integrantes das equipes descontentes com o resultado começaram a gritar “bicha”.

No processo, o cabeleireiro disse sofreu abalo psicológico por causa do ocorrido e pelo descaso da instituição de ensino, que não agiu para interromper as ofensas, e que por essa razão entrou com a ação judicial.

Na primeira instância, a Justiça negou o pedido da vítima. Para o juiz, parte das testemunhas ouvidas não confirmou o ocorrido. Ele entendeu ainda que a eventual responsabilidade pela ação dos estudantes seria dos pais, não do estabelecimento de ensino.

No recurso do TJSC, o relator do caso, desembargador Marcus Tulio Sartorato, apontou que três pessoas que disseram não terem tomado conhecimento dos xingamentos homofóbicos eram funcionárias do colégio. Por esse motivo, o magistrado entendeu que essas testemunhas devem ser tratadas como informantes.

Para o desembargador, com base na doutrina, enquanto o aluno está no estabelecimento de ensino, este responde pelos atos ilícitos praticados pelo estudante a terceiros ou a outro educando.

O desembargador considerou ainda que o cabeleireiro sofreu efetivamente danos morais, merecedores de reparo.

“A ofensa motivada por condição pessoal é capaz de atingir as esferas mais íntimas do ofendido, causando-lhe sentimentos de humilhação, de exclusão e de desprezo, e ataca valores estimados não apenas à pessoa a quem se dirigiu a ofensa, senão a toda a sociedade e também ao direito, em cuja base se encontram os imperativos de inclusão, pluralismo e fraternidade”, escreveu o relator no acórdão. A decisão foi unânime.

Poder� gostar tamb�m de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...