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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Marcha do Orgulho LGBT+ em Kiev reúne milhares de pessoas.


Milhares de pessoas participam de Marcha do Orgulho LGBT em Kiev


Segundo levantamento, cerca de 8 mil pessoas celebraram neste domingo, 23, o Orgulho LGBT+ em Kiev, na Ucrânia. Desse modo, o transcorrer do evento contou com a presença da polícia, que acompanhou os presentes.

Sob o lema “A nossa tradição é a liberdade”, a marcha foi pacífica, mas também tinha um forte aparato na segurança. Segundo dados, as autoridades destacaram para a ocasião cerca de 2,5 mil responsáveis pela segurança.

O evento também contou com a participação e apoio de 30 militares. “Viemos apoiar a igualdade de todas as pessoas”, disse à estação de televisão pela internet “Hromadske TV”, Viktor Pilipenko, membro do batalhão de voluntários “Donbass”, destacado no leste do país na zona do conflito com os separatistas pró-Rússia.

De acordo com Viktor, a homofobia arraigada no exército é a grande razão para que pessoas se reprimam e, consequentemente, vivam uma vida oculta. Nesse sentido, ele ressalta a importância de lutar pela igualdade.

Pastor americano usa placa em frente à igreja para defender transexuais e aborto.


Pastor Adam Ericksen


Um pastor de uma igreja evangélica dos Estados Unidos tem chamado atenção da mídia do país. Isso porque ele tem defendido pautas que não são comuns para evangélicos, como aborto, sexualidade e gênero.

Por meio de uma placa na frente do templo religioso, Adam Ericksen, pastor da igreja Clackamas United Church of Christ, que fica na cidade de Milwaukie, no estado de Oregon, já falou até que Deus é uma mulher: “Deus te ama, do jeito que ela te fez”, escreveu.

Em outra mensagem o pastor chegou a defender pessoas transexuais: “Nossos irmãos transgêneros têm batimentos cardíacos”, disse. Durante uma semana que o país passava por um forte debate sobre armas de fogo, ele protestou. Seguindo os mesmos passos quando o assunto foi a implantação de leis anti-aborto.

Segundo Adam, antes dele se posicionar por meio das placas, a igreja contava apenas com 30 fiéis. Após a repercussão positiva, hoje a congregação conta com pouco mais do dobro. Além disso, por conta da pequena transgressão, a igreja tem recebido uma grande visita de transexuais.

Aqui no Brasil aos poucos a comunidade evangélica tem se mostrado cada vez mais inclusiva. Exemplo disso é a Igreja Cristã Contemporânea, conhecida por aceitar pessoas LGBTS e que hoje conta com sede em cinco estados brasileiros.

Mulher sofre lesbofobia de grupo de homens dentro de avião.




Uma mulher foi vitima de lesbofobia por um grupo de homens, durante um voo nesta quinta-feira (20), na Inglaterra. O caso viralizou após ela fazer uma publicação expondo os homens e a companhia identificada como Ryanair.

Laura Muldoon estava indo para Sevilha, na Itália, quando foi surpreendida por um grupo de homens que a chamava de “lesbo”, termo pejorativo usado para se referir a mulheres lésbicas. A mulher ainda relatou que chegou pedir ajuda aos comissários da empresa, mas ninguém a ajudou.

“Primeira foto do feriado! Desse bando de caras que me chamaram de ‘vadia miserável’, ‘sapatão’ e ‘lesbo’ (muito bem observado!) no voo da Ryanair 12.27 de Sansted para Sevilha hoje. Ah, sim, a equipe de bordo não fez nada”, escreveu ela no Twitter.

Após o caso ganhar ampla repercussão nas redes sociais, Laura foi contatada pela empresa, que logo em seguida se pronunciou pedindo desculpas pela não amparação de seus funcionários.

“Lamentamos saber disso. Por favor, nos envie sua reclamação para que o nosso departamento de serviço ao consumidor possa investigar isso”, tuitou a conta oficial da Ryanair.

Igrejas se unem para discutir inclusão LGBTI+: “Deus ao lado de todos”.


PADRE ARTHUR CAVALCANTE


Relacionar as demandas LGBTs com preceitos religiosos é sempre motivo de muita controvérsia. Contudo, pela primeira vez na história do Brasil, diferentes comunidades religiosas e líderes se unem para discutirem a inclusão da população LGBTI+. O objetivo da reunião é incentivar a ideia de que “Deus está ao lado de todos”, sem distinção. Além de debater meios para criar um ambiente menos hostil e mais acolhedor dentro dos templos. Essas discussões também abarcarão narrativas bíblicas, tidas como reacionárias.

O reverendo Arthur Cavalcante, padre da igreja Anglicana e um dos responsáveis pela organização do evento, conta sobre a proposta. “Estamos passando por um momento reacionário, do próprio governo e na estrutura de muitas igrejas. Pensei que a experiência da anglicana poderia servir de suporte para outras que pretendem começar esse movimento. Trazer um pouco de luz para essa situação toda”, disse o padre.

O encontro acontece na Paróquia Anglicana da Santíssima Trindade, no centro de São Paulo, nos dias 19 a 23 de junho. Desse modo, o evento se encerrará com o bloco “Gente de Fé”, que serão religiosos apoiando a causa LGBTI+. O término se dará na parada LGBTI+, 23 de junho.

“O objetivo é além de discutir e refletir sobre espiritualidade e diversidade mas também estreitar laços dos espaços religiosos para minimizar o preconceito e intolerância no contexto desafiador do crescimento dos fundamentalismos e da fragilização de direitos de LGBTI+”, concluiu Arthur.

Parlamentares conservadores tentam derrubar criminalização da LGBTfobia decidida pelo STF.


STF entendeu que atos de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero deveriam ser incluídos na Lei de Racismo.


Parlamentares conservadores se mobilizam para derrubar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que equiparou a LGBTfobia ao crime de racismo. Foram apresentadas ao menos uma proposta no Senado Federal e uma na Câmara com esse objetivo.

Integrante da bancada evangélica, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) conversou com colegas na última semana em busca de apoio para aprovar um projeto de decreto legislativo, apresentado por ele, que susta os efeitos da decisão do STF. “O Supremo não pode rasgar a Constituição e legislar em matéria penal”, afirmou Rogério ao HuffPost Brasil.

A conclusão do julgamento no STF sobre um tema controverso no meio conservador incomodou parlamentares em meio a uma clima de tensão na disputa entre Legislativo e Judiciário. Além do incômodo por entender que o Supremo extrapolou sua competência, integrantes da bancada evangélica temem os efeitos do julgamento.

A fim de preservar a liberdade de crença, o Supremo entendeu que religiosos não poderão ser punidos por racismo por manifestarem suas convicções doutrinárias sobre orientação sexual, desde que as manifestações não configurem discurso de ódio.

Em um aceno ao segmento decisivo à sua chegada ao Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro também sustentou que a decisão poderia ferir a liberdade religiosa. Ele afirmou ainda, em café da manhã com jornalistas, em 14 de junho, que a criminalização da LGBTfobia  “prejudica o próprio homossexual”. Segundo Bolsonaro, LGBTs poderiam deixar de ser contratados por empresários que temessem um processo por LGBTfobia ao demiti-los.

Ao julgar duas ações, o STF entendeu que, devido à omissão do Legislativo, atos de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero deveriam ser incluídos na Lei de Racismo (7716/89), que prevê crimes de discriminação ou preconceito por “raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”.

A punição para condutas como negar emprego a alguém ou impedir acesso a estabelecimento comercial por motivação preconceituosa pode chegar a até 5 anos de prisão e multa, em alguns casos. Esse tipo de delito é inafiançável e imprescritível.


Correligionário do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, senador Marcos Rogério quer derrubar criminalização da LGBTfobia decidida pelo STF.


Criminalização da LGBTfobia e briga entre Congresso e STF

Um dia após a conclusão do julgamento no STF, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), criticou o que considerou uma interferência indevida. No Twitter, o democrata afirmou que o Parlamento “não pode aceitar a interpretação de que é omisso” e apesar de reconhecer a necessidade de “defender as minorias”, “o cuidado do legislador também objetiva não provocar um movimento tal que resulte em ação contrária ao que se busca”.

Correligionário de Alcolumbre, Marcos Rogério afirma, na justificativa do projeto de decreto legislativo, que o objetivo é “resguardar a competência legislativa do Congresso Nacional em face das atribuições normativas de outros Poderes da República”.

De acordo com o texto, o STF violou o inciso 29 do art. 5º da Constituição, de acordo com o qual “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal” e a previsão de que compete privativamente ao Congresso legislar sobre direito penal.

O senador evita tratar do mérito, mas sustenta que “a matéria constante das referidas ações é objeto de intensa controvérsia”. ”[Isso] reforça ainda mais a necessidade da retomada da competência desta Casa Legislativa, a fim de aprofundar a discussão e endereçar as polêmicas que envolvem o assunto”, diz Rogério, no texto.

O democrata faz parte do grupo de parlamentares contrários a equiparar a LGBTfobia ao racismo, conteúdo também de um projeto de lei em discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mesmo colegiado que precisaria votar a proposta que derruba a decisão do STF, antes que ela vá para o plenário do Senado.

Em 22 de maio, a comissão aprovou parecer do relator sobre o projeto de lei, Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que inclui discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero na Lei do Racismo. O texto exclui de punição “impedir ou restringir a manifestação razoável de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público” no caso de templos religiosos.

Essa versão foi criticada por senadores conservadores. Após conversas, Vieira admitiu acatar parte das sugestões apresentadas em emendas para que não fosse considerado crime manifestação de opinião contrária a pessoas LGBT, seja por questão religiosa, filosófica ou política.

Ainda assim, não houve entendimento e não há previsão de quando a votação será concluída na CCJ.

“Estamos trabalhando um acordo para um texto que ressalva o que tem que ressalvar num instrumento próprio e não na Lei do Racismo”, disse Marcos Rogério à reportagem. Caso o projeto de lei seja aprovado no colegiado, pode seguir direto para Câmara, se não houver pedido para análise no plenário do Senado.


Senado pode derrubar criminalização da LGBTfobia decidida pelo STF.


Na Câmara, tentativa é alterar Lei do Racismo

Na Câmara dos deputados, o julgamento do STF também provocou reações. Enquanto deputados progressistas tentam avançar em um entendimento para aprovar propostas sobre crimes de ódio, o deputado Márcio Labre (PSL-RJ) apresentou projeto de lei que altera a Lei do Racismo.

O texto acrescenta que “não se enquadra, nem de forma análoga, em qualquer hipótese e a qualquer tempo, nas tipificações de crime de preconceito de raça ou de cor, a homofobia ou outra forma de orientação sexual”.

Na justificativa da proposta, o parlamentar afirma que o julgamento no Supremo foi uma tentativa de reconhecimento de direitos “de um grupo social minoritário cuja prática sexual e modelo de vida desejam estes, seus adeptos, impor-se como nova categoria humana, como uma nova raça, distinta das demais”.

Apresentada em 4 de junho, a proposta está parada. De acordo com o regimento da Câmara, o caminho comum é ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por comissões de mérito antes de ser votada em plenário.

Parada LGBTQ+: Tudo o que rolou no evento que reuniu 3 milhões de pessoas em SP.




A Parada do Orgulho LGBT de São Paulo reuniu 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, segundo os organizadores

A 23ª Parada LGBTQ+ de São Paulo reuniu 3 milhões de pessoas na Avenida Paulista, segundo os organizadores, neste domingo (23).

Ao todo, 19 trios elétricos desfilaram por cerca de sete horas de apresentações. O tema da Parada LGBTQ+ deste ano foi “50 anos de Stonewall”, um conflito que aconteceu em 1969 em um bar nos Estados Unidos e foi um marco para o ativismo pelos direitos da comunidade LGBT.

A apresentadora oficial do evento foi a Drag Queen Tchaka e a madrinha da parada LGBT deste ano foi a atriz Fernanda Lima. “É uma luta que não tem fim, é uma luta por respeito e dignidade”, afirmou em entrevista à GloboNews.

O evento teve um viés político e muitos artistas criticaram o atual governo. A parada teve shows de cantores de sucesso que agitaram o público, como Lexa, IZA, Luisa Sonza, Karol conk, Fantine, Gloria Groove, entre outros.

O show mais esperado foi o da ex Spice Gils Mel C, que levantou a Paulista com o hit “Wannabe”. Daniela Mercury fez um show impecável e foi ovacionada quando beijou a esposa Malu.

Show de Mel C em São Paulo teve pedido de casamento gay.


Show de Mel C em São Paulo teve pedido de casamento gay


Não é a primeira vez que isso acontece, mas a reação do público é sempre eufórica e receptiva. Desta vez, quem protagonizou um pedido para oficializar a união, foi um casal gay. O ato foi feito durante o show da cantora Melanie C, que aconteceu em São Paulo, na última sexta-feira (21), no Áudio Club.

Após a apresentação da cantora, houve o pedido que contou com troca de alianças, um beijão dos dois e, claro, o parabéns da artista. A cantora, que era conhecida como a Spice Esportista (Sporty Spice), se apresenta nos dois eventos paulistanos antes de fazer outras cinco apresentações que acontecem na Europa.

Vale lembrar também que, o show das Spice Girls, na Inglaterra, também contou com pedido de casamento. No evento, que era uma turnê de reunião da banda, as garotas chamaram Lee Christie e Duane Watters ao palco, para o ato.

É oportuno dizer que, recentemente, a cantora Melanie C. revelou que será uma das atrações da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. O evento acontece hoje, domingo (23).

Polícia prende suspeito de assassinar homossexual em Pirapozinho.



Um homem, não identificado, de 32 anos, foi preso na tarde desta quinta-feira (20), em Nova Andradina (MS), suspeito de ter matado um homossexual na cidade de Pirapozinho (SP).

De acordo com a polícia, o homem foi preso em flagrante logo após roubar um celular. Antes a justiça já havia decretado a prisão temporária dele pelo prazo de 30 dias, em decorrência do envolvimento no assassinato.

O homem vem sendo procurado desde que o corpo do homossexual foi encontrado no último sábado (15), no bairro Jardim Vantini 2, em Pirapozinho. A suspeita é de que o assassinado tenha acontecido durante um encontro amoroso.

O corpo da vítima já foi encontrado em estado de rigidez cadavérica, completamente nu e com um corte profundo no pescoço. Após a perícia, ainda foi constatado pela polícia que o carro da vítima havia sido roubado.

Casos como este podem ser vistos no Atlas da Violência que foi lançado no início do mês. Conforme a pesquisa, o número de homicídios por LGBTfobia denunciados subiu de 5 em 2011 para 193 em 2017, em todo Brasil.

PM gay é proibido de usar farda da corporação para pedir namorado em casamento.


Leandro Prior e Elton da Silva


Um policial militar foi vetado de usar a farda da companhia para pedir seu namorado em casamento, durante a tradicional Parada do Orgulho LGBT no próximo domingo (23), em São Paulo.

Mesmo sendo uma prática comum entre os oficiais heterossexuais, a corporação negou o pedido do soldado Leandro Prior, de 28 anos, alegando que o regulamento da instituição não prevê o uso do fardamento de agentes da PM de folga em “manifestações”.

Por meio de nota enviada ao site G1 na noite de quarta-feira (19), a Secretaria da Segurança Pública (SSP) ainda alegou que “não faz distinção de pessoa por sua orientação sexual ou identidade de gênero, incluindo os mais de 80 mil policiais militares de São Paulo”.

Para quem não lembra, Leandro ficou conhecido no ano passado, após ser flagrado beijando o namorado, Elton da Silva Luiz, de 26, no metrô de São Paulo. No momento o rapaz estava usando a farda da empresa e isso causou uma enorme polêmica.

Em uma carta enviada a Polícia Militar do Estado de São Paulo, Leandro afirma que “passou e sofreu por homofobia institucionalmente” e, que diante disso, “viu como relevante importância social e excelente oportunidade a instituição para ela evidenciar e acenar à sociedade paulista e brasileira que não compactua com a homofobia”.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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