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SEXO

DE QUEM É ESSE CARALHO GOSTOSO?: Experiências no GLORY HOLE


Um Glory Hole é uma abertura redonda em uma parede que permite que caras vejam o que o outro está fazendo do lado oposto, e, claro, possam colocar o pênis para o outro tocar pela abertura.









O princípio é simples: alguém oferece seu membro pela abertura e, do outro lado, outra pessoa se diverte. Assim é que acontece com os adeptos do “glory hole”, sucesso nas casas gays e de swing do mundo todo.





Segundo a lenda urbana consta que os primeiros Glory Holes foram feitos em paredes dos banheiros públicos de São Francisco e Nova York onde homens que curtiam uma interação sexual com outros homens abriam as aberturas para facilitar a pegação. Isso em uma época onde era necessário se esconder para viver sua sexualidade. 




A primeira experiência no glory hole



1. “A primeira vez dá um certo medo… E se do outro lado tiver um louco com uma gilete? E se morderem meu pau? Mas, depois que você relaxa e percebe que todo mundo tá ali na mesma vibe, a fim mesmo é de se divertir, aí a coisa fica boa… 








...pode pôr mole mesmo ali no buraco que sempre haverá alguém interessado." 







Penetração é menos comum no glory hole, quase sempre é só masturbação e sexo oral. De vez em quando, rola penetrar também, só que é mais difícil dar certo, é menos confortável. Mas a grande diversão desse buraquinho safado é mesmo o oral. 










2. “Adoro sexo oral. Gosto muito mesmo. Assumi minha homossexualidade há algum tempo, mas o glory hole é muito melhor para… ficar à vontade. Dá pra se dedicar, olhar bem de perto, bater na cara, fazer a puta! Sem se preocupar com o que o cara do outro lado vai achar. Você está ali, a sós, com o que mais interessa.” 






A grande sacada de quem inventou o glory hole foi entender que a fantasia (e o tesão) se concentram no cérebro, não no genital. Quando você brinca no glory hole o máximo que você vê é a parte com a qual se está brincando. Rosto, cabelo, nível social… tudo isso é aquilo que você quer que seja e não necessariamente a realidade.





Há também o lado anônimo na fantasia do glory hole: você não sabe quem é, nem quer saber. 





Não interessa mais nada além da interação sexual que vai rolar pelo buraco. E depois que saírem da salinha, mesmo que você tente imaginar quem é que estava do outro lado, nunca saberá com certeza.



E gente, o anonimato e a privacidade são fatores de extrema importância para muitos swingers.




Mas eu não posso terminar esse post sem encorajar você, querido leitor, a experimentar uma interação no glory hole. 







Se nunca fez é bom fazer – como disse no começo, glory hole e casa de swing andam de mãos dadas. Se já fez, parabéns! Você já pode se considerar quase um swinger.








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Postado por Andy | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Gostei pra caralho do Glory Hole mas sou mto novinho pra fazer essa coisa em publico,prefiro mesmo fuder com o celular vendo alguem bem gostoso e quente, me deixa tao excitado ��

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