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HOMOSSEXUALIDADE

Diários secretos de sábado à noite!




Caríssimo diário,

O que pretendo narrar aqui me fez refletir muito como o cu doce, embora necessário em alguns casos, não pode ser uma constante, pois, se antes não matar a mona de diabetes, poderá, num futuro não muito distante, ser comido apenas pelas formigas.

No último sábado, saí com uma priminha que queria me jogar para um amigo dela que disse ter visto minhas fotos no facebook e muito se agradado de meu corpo. Como estou livre e desimpedido, topei ir com ela para a f.e.s.t.i.n.h.a que o boy nos convidou a ir e ver se a coisa rolava.

Não rolou. Não curti o boy e deixei logo claro, porque não gosto de deixar ninguém cozendo em banho-maria.  Mas o tonto parecia não ter entendido bem e, por diversas vezes, ficava bombardeando minha prima de perguntas querendo saber se poderia me atacar. A prima me contava tudo e eu ia ficando cada vez mais tenso e já quase com medo do boy.

A solução que arranjei foi me agarrar com um rapazinho amigo dela que pintou por lá e já foi logo se oferecendo à minha pessoa.  Apesar de não ser muito o meu tipo, era ao menos pegável. E, assim, mantinha o outro que estava quase virando encosto, longe.

Mas, logo que comecei a trocar beijos com o pivete, avistei um boymagia que me agradou bastante. E, como já estava envernizado e brilhante com o álcool, descaradamente comecei a olhar para ele, mesmo ainda me agarrando com o ninfetinho. De imediato ele percebeu e retribuiu, mas, como eu já me encontrava acompanhado, ficou tímido de tomar alguma atitude.

Para a minha sorte, o ninfetinho anunciou que tinha que ir embora (papai controlador, né, gente?). Pois nesse exato momento uma amigue do boymagia veio me dizer que ele estava a fim de conversar comigo.

Resumo da ópera: o mocinho foi embora e eu catei o até então considerado boymagia. Achei ele meio sem pegada, mas meus poderes kátia-ceguianos de apalpagem me faziam perceber cada vez mais que ele tinha um corpo bem do ótimo. No entanto, apesar de ter tomado a iniciativa, o boy se mantinha todo cheio de frescuras. Não disse seu nome, me disse apenas seu apelido (que não revelarei aqui, mas era por demais impessoal). E, quando eu, todo trabalhado no tesão, mas vendo que naquele fim de noite com limitações logísticas, não daria para irmos muito além daqueles amassos, perguntei se ele tinha facebook, ouvi como resposta: “não, não curto redes sociais”. Tentei então trocar telefones. Ele, todo sarcástico, zoa com minha cara: “nos comunicamos com sinal de fumaça, gato”. Respirei fundo, procurei relevar a situação. Não quis fazer a linha ofendida para não dar muita confiança pra ele.

Daí, olho para o lado e vejo minha priminha toda cansada e sonolenta. Perguntei-lhe se queria ir embora, ela diz que sim. Pedi uns minutinhos para um último amasso e aproveitei para me esfregar no rabo do boy (uma delícia, não há como negar). E lhe disse no ouvido: “você iria adorar a chupada de rabo que sei dar antes de meter”. (NÃO ME ATIREM PEDRAS!!! #LuisaMarilacFeelings sei que no fundo vocês são todos safadinhos como eu) Nesse momento, toda gazelinha e de olhinhos brilhantes, a passivone diz: “anota meu telefone, vai...” E eu, lindo, radiante e sorridente respondo: “nos comunicamos com sinal de fumaça, gato” e saí soltando beijinhos.

Na outra rua, enquanto esperava um táxi, o boy aparece, insistente, revelando nome e sobrenome, pedindo que eu lhe procurasse e adicionasse no facebook.

Preciso dizer se vou ou não adicionar? Acho que não, né?


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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