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MINHA VIDA GAY

Ator revela que viver Jesus Cristo em série ajudou a sair do armário.


Juan Pablo Di Pace, ator argentino, deu vida a ‘Jesus Cristo’ em série


Juan Pablo Di Pace ficou conhecido por interpretar Petros em "Mamma Mia! O Filme".

Juan Pablo Di Pace, ator argentino de 39 anos, revelou publicamente ser gay durante um TEDx. Além disso, ele revelou que viver o personagem Jesus Cristo na série ‘A Bíblia Continua’, sequência do fenômeno mundial ‘A Bíblia’, foi crucial para que ele aceitasse sua sexualidade.

“De todas as pessoas no mundo que poderiam interpretar esse personagem, eles me escolheram. Então, lá estou eu, carregando a cruz, em pleno Marrocos, olho para o céu e penso: ‘o Senhor poderia me atingir com um raio. Está certo que quer que eu interprete seu filho? Eu?”, afirmou. “Mas eu acabei sendo tomado por um sentimento de amor, aceitação e liberdade, que eu sequer conseguia traduzir em palavras. Uma mensagem de Deus? Talvez”, completou.

Atualmente, Juan Pablo está dando vida ao personagem Fernando em ‘Fuller House’. Antes disso, ficou conhecido por interpretar Petros em ‘Mamma Mia! O Filme’. Em seu próximo projeto, o ator será ser o protagonista do filme ‘Gardel’, que contará a vida de Carlos Gardel, conhecido também como rei do tango. O longa ainda não tem data de estreia.



“São vários”, responde Carmo Dalla Vecchia sobre ter um namorado.


Carmo Dalla Vecchia


Carmo Dalla Vecchia despertou reações positivas dos seus seguidores, ao compartilhar cliques irreverentes em seu instagram e responder sobre ter um namorado. O ensaio intitulado Fairy Tail, todo em preto e branco, denota vários modelos expressivos em situações intimistas.

Assim, após a divulgação da imagens, um internauta o questionou a respeito de sua sexualidade. “É seu namorado, Carmo?”, perguntou. “Um deles. São vários”, respondeu o ator, atualmente no ar na novela das seis, “Órfãos da Terra”.

E a conversa ainda prosseguiu. O rapaz questionou Carmo sobre um futuro namoro com o ator. Então, ele logo deixou claro que, para namorar com ele, o candidato precisaria passar por uma avaliação que, no caso, seria enviar uma foto.“Vou pensar. Manda um nude”.

Vale frisar ainda que não é a primeira vez que o ator brinca com os seguidores sobre o tema. No dia 23 de junho, ao mostrar favorabilidade à diversidade, através de uma foto no instagram, um seguidor o indagou. “Carmo quando nós vamos nos casar? Já cansei de esperar”, disse o internauta. “Pra que tanta pressa?”, respondeu o artista.

Jovem se oferece para fazer currículos para transexuais e iniciativa viraliza.


Bruno Ferreira


Uma publicação onde um jovem se solidariza com transexuais repercutiu bastante na última semana. Em um post no Twitter, Bruno Ferreira se ofereceu para melhorar o currículo de pessoas transgênero. Feita na última quarta-feira (3), a publicação já conta com quase quatro mil likes.

“Se você é uma pessoa trans (travesti, transexual, homem trans, não-binárie ou demais identidades trans) e precisa de um help para participar de processos seletivos para estágio ou vagas de emprego, eu faço o seu currículo gratuitamente!”, escreveu Bruno na postagem.

Em entrevista ao site Universa, Bruno, que tem apenas 24 anos, contou que a iniciativa de fazer a publicação aconteceu de maneira espontânea e sem pretensão alguma, enquanto ele atualizava o próprio currículo.

“Imaginei que [problema com currículo] poderia ser uma questão ainda mais importante para pessoas trans, que muitas vezes possuem dificuldade em ingressar e permanecer nos espaços tradicionais de educação e emprego”, disse.

Conforme a Associação Nacional de Travestis e Transexuais, apenas 5% das travestis e transexuais do país trabalham com carteira assinada. A falta de oportunidades reflete em outra realidade: 90% já se viram obrigados a se prostituir para sobreviver.

Em outro momento o Bruno falou ao Universa que muitas pessoas chegaram até ele contando as dificuldades encontrada no mercado de trabalho, uma delas é a falta de informação quanto ao nome social.

“Muitos do que vieram até mim falam sobre a dificuldade de inserção no mercado de trabalho ou da importância do primeiro emprego para algumas conquistas – como sair da casa dos pais ou viver livremente sua identidade de gênero. Muitas pessoas também têm dúvidas sobre a utilização do nome social nas empresas, já que a retificação do nome de registro civil ainda não é um processo tão fácil de ser acessado pelos mais jovens – apesar de ser garantido pelo Supremo Tribunal Federal”, disse.

Líder indígena Gay relata preconceito nas aldeias: ‘Chamam de anormal’.




Rogério Macena, de 24 anos, afirma que há muitos gays nas aldeias e que por mais que os indígenas já lidem melhor com isso, ainda há preconceito.


Rogerio relata as dificuldades em ser indigena e gay dentro e fora das aldeias


“Já sofremos preconceito por sermos indígenas. Então imagina quando você também é gay. É sofrer um preconceito duplo”. Assim o jovem Rogério Macena, de 24 anos, que está começando a exercer a liderança de sua aldeia em São Vicente, no litoral de São Paulo, retrata o desafio de ser indígena e homossexual.

De acordo com ele, apesar da sociedade indígena já estar mais acostumada a lidar e tentar entender a comunidade LGBT, o preconceito ainda é muito presente dentro e fora das aldeias. “Eu nunca tive problemas em relação a minha família, sempre fui bem aceito. Mas existem vários LGBT’s nas aldeias que não se assumem por medo, insegurança ou vergonha”, diz.




Ele também relata que há muitos comentários preconceituosos ligados à reprodução sexual. De acordo com o jovem, é comum ouvir que gays ‘atrasam’ o desenvolvimento das comunidades indígenas por não gerarem filhos.

Segundo conta o indígena, mesmo diante do preconceito, ele está começando a exercer uma posição de liderança na aldeia em que vive e está sendo bem aceito pela população, inclusive pelo cacique. Esse é um dos seus novos desafios, do qual ele afirma que não desistirá mesmo com possíveis comentários homofóbicos.

Religião

Conhecido na Aldeia Paranapuã como Karaí Popyguá (nome indígena), o jovem relata que, atualmente, com a entrada recorrente das religiões evangélicas nas aldeias, os indígenas que não fazem parte do padrão ‘heteronormativo’ ganharam mais um obstáculo.

“Eles causaram um êxodo tremendo de indígenas LGBT, mais que a Igreja Católica inclusive, porque eles têm ensinado aos indígenas como ter preconceito”, afirma.




Além disso, ele relata que a homofobia presente na sociedade brasileira é outra dificuldade e que já ouviu muitos comentários preconceituosos. “Dentro da aldeia, já ouvi que sou anormal e fora dela já cheguei até a ouvir que sou possuído. Para os pajés, que são líderes espirituais, homossexuais não existiam anos atrás”, explica.

Como líder jovem, ele afirma lutar contra a retirada de direitos indígenas, principalmente contra ações políticas e religiosas que possam prejudicar o seu povo. “Ser líder é aprender a lutar e sofrer para garantir os direitos indígenas. É fazer de tudo pelo bem da sua comunidade e não é minha orientação sexual que vai me limitar de exercer isso, ao contrário”, diz.

Identidade

Conforme relata Rogério, ele identificou que era diferente dos outros meninos desde a infância. O indígena relata que já gostava de se caracterizar como menina, mas se assumiu gay apenas aos 13 anos.




“Quando eu digo me caracterizar, não me refiro as vestimentas e sim porque amava brincar de boneca e brincar com as meninas. Me sentia como elas. Sempre me visto como menino e não falo pra todos da aldeia que sou gay, por não saber como será a reação daquela pessoa”, conta.

Mas, o jovem acredita na importância de falar sobre o assunto, principalmente para quebrar preconceitos e barreiras sociais, defendendo a ideia de abordar mais o assunto dentro das aldeias. “Acho que as pessoas não sabem que ser gay não é um mérito de uma escolha. Simplesmente já somos assim”, finaliza.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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