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MINHA VIDA GAY

Após se assumir gay, rapper Lil Nas X rebate comentários homofóbicos no Twitter.





Após assumir publicamente que é gay, o rapper Lil Nas X usou seu perfil do Twitter nesta terça-feira (2), para responder alguns comentários homofóbicos que têm recebido.

Em um dos comentários um internauta chegou a perguntar a quanto tempo Lil tinha se tornado gay e o rapper em um tom debochado respondeu: “só por dois finais de semana, brother”.

“Acabei de ver uma ótima pessoa que faz ótimas músicas se tornando gay. Desapontado”, escreveu outro. Em resposta Lil respondeu: “Me desculpa por minhas ações. Espero que você ache um outro bom inspirador”, disse.

Entre uma mensagem e outro, o intérprete do hit Old Town Road mandou um recado para as pessoas que pretendem boicota-lo por conta da sua sexualidade. “Acabei de receber notícias de que sou gay e não vou mais transmitir minha música. Desculpe, essa merda não está bem”, ironizou. “O próximo que dizer algo ofensivo sobre mim vai receber um beijo”, brincou.




"Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário".




Depois de 3 anos, esposa pega celular do marido e descobre que ele é gay.

Aos 22 anos, a fisioterapeuta carioca Mayra Tavares de Freitas, 33, conheceu o enfermeiro Rafael. Os dois trabalham no mesmo hospital, e ele vivia insistindo em sair com ela. Tanto fez que conseguiu. Em pouco tempo, se casaranm e tiveram duas filhas. Até descobrir que ele a traia com diversos caras, e mantinha o casamento apenas para engana a mãe.

“Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.

Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele.

Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela. 

Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.

…..

Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.

Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.

Gay solteiro adota bebê com síndrome de down rejeitado por 20 famílias.




O italiano Luca Trapanese, de 41 anos, adotou a menina Alba em 2017. Ele sempre teve o sonho de ser pai e faz trabalho voluntário em Nápoles. Lá, ele ajuda a adultos e crianças com deficiência. Alba, uma menina com síndrome de Down, foi rejeitada por mais de 20 famílias antes de encontrar Trapanese. No entanto, o caminho para a adoção não foi fácil.

“Disseram-me que só me apresentariam crianças com doenças, deficiências graves ou problemas comportamentais – uma criança que tivesse sido rejeitada por todas as famílias tradicionais”, contou à BBC. “Eu estava completamente de acordo. Graças à minha experiência pessoal, sabia que possuía os recursos necessários para lidar com os problemas que a criança tivesse”.

“Uma criança com deficiência não é uma oportunidade da série B, mas uma escolha consciente em relação à minha vocação e minhas habilidades”, afirma. Luca Trapanese ainda lançou um livro contando sua história. A obra é chamada “NATA PER TE” – “Nascido Para TI”, em tradução livre. Na publicação, ele fala sobre o desejo de paternidade, a adoção por parte de pessoas solteiras e a escolha consciente de um filho deficiente, inspirando a muitos aspirantes a serem pais e mães por aí.


SERIES


RECOMENDAÇÃO1: MY DEAR LOSER-EDGE 17 (seriado) - BL(BOY LOVE) TAILANDÊS (LEG.INGLÊS E PORTUGUÊS)





Um seriado lindo, e um diálogo inteligente e perfeito (apartir de 17:42 até 33:00)

RECOMENDAÇÃO2: WHAT THE DUCK (seriado) - BL(BOY LOVE) TAILANDÊS (LEG. PORTUGUÊS)





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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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