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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Juventude LGBT: ONU alerta que discriminação pode levar às ruas.




Relatores da Organização das Nações Unidas (ONU) apontaram nesta semana que jovens lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros correm mais riscos de viver em situação de rua. Fatores que influenciam na vulnerabilidade são a rejeição familiar e a discriminação na escola.

Segundo os relatores, a população LGBT está mais presente nas ruas que a população não-LGBT. Uma vez em situação de rua, essas pessoas podem ser submetidas à outras violências e apresentam maiores chances de desenvolver problemas de saúde mental. Quase dois terços dos jovens LGBT em situação de rua já tiveram problemas de saúde mental. Quanto mais jovens e mais dependentes financeiramente da família, mais vulneráveis.

Esse vulnerabilidade está diretamente relacionada à exclusão socioeconômica desta comunidade. Por isso, o problema começa, muitas vezes, nas salas de aula. 82% das pessoas trans, por exemplo, não completam o ensino médio.

“Na escola, muitos jovens LGBT sofrem bullying, o que resulta em taxas de abandono que são mais altas do que a média e tem consequências severas, de longo prazo, para o seu projeto de vida. Os jovens LGBT têm menos probabilidade de ter níveis educacionais e habilidades para encontrar emprego e alcançar segurança econômica, o que, por outro lado, afeta a sua oportunidade de encontrar moradia adequada”, ressaltaram os relatores.

Por esses motivos, os relatores das Nações Unidas afirmam que é dever dos governantes “impedir que os jovens LGBT se tornem moradores de rua, garantir que as políticas e programas de habitação sejam inclusivos para as pessoas LGBT e abordar as necessidades dos jovens LGBT”.

Rússia: sob “Lei anti-propaganda”, casal gay precisa fugir para não perder a guarda dos filhos.




Um casal gay está deixando a Rússia com seus filhos após ser processado pela “Lei anti-propaganda homossexual” do país. O crime? Terem adotado dois jovens órfãos.

Andrey Vaganov e Evgeny Erofeyev, casados legalmente no exterior, foram denunciados ao levar seus filhos para um hospital russo sob suspeita de apendicite. Ao chegarem ao local, os filhos foram examinados para sinais de abuso sexual e físico, mesmo sem qualquer suspeita. O hospital também denunciou a família para o Comitê de Inteligência Russa, diz o website.

Quando o Comitê multou o orfanato responsável pela adoção, o advogado do casal os orientou a considerar sair do país. Isso porque a Lei poderia ser utilizada para revogar a adoção e até punir os pais.

A “Lei anti-propaganda homossexual” da Rússia está vigente desde 2013, data posterior da adoção das crianças pelo casal. Desde então, a lei já foi utilizada para perseguir artistas, prender manifestantes e ativistas, fechar websites e organizações não-governamentais. Formalmente, a lei se propõe a “proteger as crianças de informação que promova a negação dos valores familiares tradicionais”.

Mulher trans é algemada após tentar utilizar o banheiro feminino.




Após ser barrada de utilizar o banheiro feminino por uma zeladora, Gretchen Diaz, mulher transgênero de 28 anos, foi algemada em shopping de cidade Filipina. O caso aconteceu na noite de terça-feira (13).

Gretchen Diaz se aproximou para utilizar o banheiro feminino normalmente, entretanto, foi abordada por uma zeladora que a encaminhou para o banheiro masculino. Recusando-se a utilizar o banheiro que não correspondia a sua identidade de gênero, Gretchen começou a registrar a situação em vídeo.

ndignado, o zelador convocou a equipe de segurança para conter a mulher. A situação logo alcançou uma proporção drástica quando a polícia local foi acionada e algemou a mulher, que foi retirada do shopping. A zeladora ameaçou prestar queixas à polícia por ter sido filmada.

Nas Filipinas, a discriminação em função da identidade de gênero é proibida por lei. Ao ter ciência da notícia, a prefeita da cidade se pronunciou publicamente sobre o caso, reforçando que “a cidade proíbe todas as formas de discriminação e protege e respeita a dignidade e os direitos humanos de todos, especialmente da comunidade LGBT+”.

A zeladora se desculpou por uma carta para Gretchen e afirmou estar “aprendendo sobre os direitos LGBT”. Gretchen Diaz não prestará queixas contra a zeladora, mas irá processar o shopping por não ter treinado seus funcionários.

Cancelada! Parada do Orgulho Hétero é vetada na Califórnia.




E a novela da Parada do Orgulho Hétero ganhou mais um episódio. Desta vez o evento marcado para acontecer no próximo dia 26 de agosto na cidade de Modesto, na Califórnia, foi cancelado.

O veto foi realizado na última sexta-feira (9), pelo conselho municipal de Modesto, após a solicitação do alvará de liberação do grupo chamado National Straight Pride Coalition, para realizar o evento político na cidade.

Em um comunicado enviado à imprensa local, o conselho informou que o certificado de seguro de responsabilidade civil para o evento foi anulado. Tornando inviável o aluguel de espaços públicos da cidade, como praças, para realização do evento.

Na tentativa de conseguir a liberação de um espaço para fazer a Parada Hétero, um dos lideres do grupo, identificado como Grundmann, se reuniu com o conselho da cidade e chegou a afirmar que a organização é “um grupo racista pacífico”.

No último mês a Parada do Orgulho Hétero foi notificada pela Netflix, após eles usarem o nome e marca da empresa para se promover. Ao saber do caso, a empresa enviou um e-mail solicitando a retirada das imagens em 24h, caso contrário, os responsáveis iriam responder legalmente por uso indevido de imagem.

Filho de candidato à presidência da Argentina faz sucesso como drag queen.




A vida familiar do candidato à presidência da Argentina, Alberto Fernández, está chamando atenção da mídia local. Isso porque seu filho, Estanislao Fernández, faz sucesso na noite como drag queen.

Conhecido como Dyhzy, o jovem, que de 24 anos, disse em entrevista à rádio Formosa, que começou a se montar logo após conhecer o mundo dos cosplayers, no qual se fantasiava de personagens de desenhos japoneses.

“Estava me relacionando com uma garota que fazia cosplay e comecei a me interessar. Foi assim que comecei a me fantasiar e, ao mesmo tempo, conheci o mundo das drag queens”, revelou ele, que tem quase 60 mil seguidores no perfil da drag queen.

Apesar de fazer drag e se declarar como homem gay, Estanislao namora há três anos com a jovem Natalia Leone. Conforme o rapaz, a sexualidade é fluida e a relação dele com a moça é uma escolha.

A arte da drag queen não tem afetado negativamente muito seu pai. Em entrevista à Rádio com Vós, Alberto afirmou que não tem medo que seja rejeitado por conta do trabalho do filho e que o rapaz é ‘um grande homem’“.

“Nesse mundo [de drag queen], que não conheço muito, ele é muito respeitado e reconhecido. Tenho orgulho do meu filho. Como não vou tê-lo? Ele é militante dos direitos dessa comunidade. Ficaria preocupado se meu filho fosse um delinquente”, declarou.

Aqui no Brasil um político que tem um filho LGBTQ+, é Wilson Witzel. O governador do Rio é pai de Erick Witzel, que é transgênero. Neste último Dia dos Pais, o rapaz usou o Instagram para homenagear o pai, o qual não tem uma relação muito boa.

Tiroteios em massa nos Estados Unidos: grupo LGBT contra as armas protesta na Times Square.


LGBTs contra as armas protestam nos Estados Unidos



O último final de semana de julho foi marcado por atentados nos Estados Unidos. Foram dois tiroteios em massa no intervalo de 12 horas. No sábado, vinte pessoas foram vítimas de um atentado na cidade de El Paso, no Texas. No domingo, outras nove pessoas foram assassinadas em um segundo atentado. Desta vez, em Dayton, Ohio.

Uma congressista americana, Candice Keller culpou o “casamento igualitário, o direito das pessoas trans e as ativistas drag queens” pelas mortes. A política conservadora também falou em “queda da família tradicional americana” como uma das razões para os ataques.

Como forma de reagir aos atentados – e às falas discriminatórias da congressista – um grupo de cerca de 200 manifestantes protestou na Times Square contra a política de armas do país na semana passada. Conhecidos como “Gays Against Guns” (Gays contra as armas), o grupo contou com o apoio de ativistas, políticos e membros da sociedade civil.

O “Gays Against Guns” foi formado após o atentado na boate Pulse, que aconteceu em junho de 2017 em Orlando, Flórida. O atentado à boate LGBT deixou 50 mortos na época. Recentemente, descobriu-se que uma das vítimas do atirador de Dayton era um homem trans.

Damares se reúne com “ex-gays” e psicólogos que pregam “cura LGBT”.




A ministra Damares Alves, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, se reuniu na última segunda-feira (05/08) com um grupo que se intitula de “ex-gays” e com psicólogos defensores da tese da “cura LGBT”, condenada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Damares recebeu em seu gabinete o Movimento Ex-Gays do Brasil (MEGB), que se autointitula “minoria das minorias” e prega o “direito de deixar e permanecer”. O grupo que se diz “curado” da homossexualidade defende a “livre escolha de não mais vivenciar a homossexualidade” e diz que “isso não nos torna homofóbicos”.

Segundo a revista Forúm, no encontro também esteve presente um movimento de psicólogos defensores da “cura LGBT”. Eles são contrários à determinação do Conselho Federal de Psicologia que proíbe a atuação de psicólogos em tratamentos para a homossexualidade. Esse grupo, inclusive, forma chapa em disputa para assumir a presidência do CFP. Vale lembrar que as terapias de conversão sexual são proibidas no Brasil desde os anos noventa pelo Conselho Federal de Psicologia.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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