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NOTICIAS DO MUNDO GAY

''Qual é o problema?'', questiona Bolsonaro sobre nomeação de parentes.




Em meio à provável indicação do filho Eduardo Bolsonaro para ser embaixador do Brasil em Washington (Estados Unidos), o presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa do deputado federal e criticou a imprensa na manhã deste domingo (4/8). Segundo ele, não há nada de errado em indicar pessoas da família para cargos de confiança.

"Quando alguém vai embora do meu gabinete, quando alguém morre, por exemplo, no velório tem 10 pedindo emprego. É natural botar quem está do seu lado", disse. De acordo com Bolsonaro, a imprensa tem "mania" de achar que "todo parente de político não presta".

"Eu tenho um filho que está para ir para os Estados Unidos e foi elogiado pelo Trump. Vocês massacraram meu filho, a imprensa massacrou, (chamou de) fritador de hambúrguer", declarou, na saída do Palácio da Alvorada, reforçando que é "hipocrisia" a afirmação de que ele estaria cometendo nepotismo ao indicar Eduardo para o cargo de embaixador.

"O Senado pode barrar sim. Mas imagine que no dia seguinte eu demita o (ministro de Relações Exteriores) Ernesto Araújo e coloque meu filho. Ele não vai ser embaixador, ele vai comandar 200 embaixadores e agregados mundo afora. Alguém vai tirar meu filho de lá? Hipocrisia de vocês", respondeu.

Além disso, o presidente questionou reportagem feita pelo jornal O Globo, que destaca que o pesselista e os filhos dele teriam empregado 102 pessoas com laços familiares nos 28 anos de vida pública da família Bolsonaro.

Filho trans do governador Wilson Witzel é nomeado para pasta de Diversidade Sexual da prefeitura.


Erick Witzel em evento da pasta com o coordenador Nélio Georgini


O cozinheiro Erick Marques Witzel, filho do governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel, foi nomeado nesta sexta-feira (2) assessor da Coordenadoria de Diversidade Sexual (Ceds Rio) da prefeitura. A pasta é responsável pelas políticas públicas da prefeitura na área LGBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trans) e fica localizada no Palácio da Cidade no bairro Botafogo, zona sul do município.

De acordo com a assessoria do órgão, Erick Witzel, que é transexual, já estava trabalhando há cerca de três meses como voluntário, atuando como um dos interlocutores das demandas do público LGBT. A coordenadoria, que só tinha três cargos comissionados, passou por uma reestruturação administrativa e abriu uma quarta vaga para o rapaz de 24 anos.

"É importante manter o diálogo entre o poder público e os movimentos sociais para construir ações eficazes em prol da causa LGBT ", disse Erick, após participar de uma reunião na Coordenadoria, em fevereiro deste ano. "Muita gente preparada poderia estar aqui em meu lugar, é uma oportunidade de ouro. Do ano passado para cá, aprendi muitas lições. Depois de toda exposição midiática, percebi a importância de levantar essa bandeira para ajudar outras pessoas", conclui.

O ato de nomeação não foi assinado pelo prefeito da cidade do Rio, Marcelo Crivella, mas sim pelo secretário da Casa Civil, Paulo Albino. Normalmente, ele é o responsável por formalizar as indicações para cargos de confiança do segundo e terceiro escalões.

Glenn Greenwald afirma que está sofrendo ameaças de Bolsonaro e Moro.




Destaque na mídia nacional desde que revelou conversas secretas do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, com promotores da Lava Jato, o jornalista americano Glenn Greenwald, afirma que tem sofrido “ameaças” por parte do governo do presidente Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao site HuffPost, Gleen relatou que tem sido perseguido. “Juntos, Sérgio Moro e Jair Bolsonaro estão obviamente tentando me ameaçar. Isso é o tipo de perseguição mais severa possível vinda do governo”, declarou.

Nesta última semana o Ministério da Justiça assinou uma portaria onde autoriza a deportação sumária de qualquer estrangeiro “perigoso ou que tenha praticado ato contrário aos princípios e objetivos dispostos na Constituição Federal”.

“Eu não acredito que Moro e Bolsonaro podem me prender sem mostrar evidência concreta e credível para os tribunais de que eu fiz alguma coisa criminosa. E eu também sei que essa evidência não existe. É por isso que não saio deste País”, disse à publicação, o também advogado, que tem sido apontado pelo presidente como criminoso.

Ainda durante a publicação, Glenn, que é casado com o deputado federal David Miranda, afirmou que recebe mensagens homofóbicas diariamente. “O ódio que eles [equipe de Bolsonaro] estimulam contra mim é parte do ódio que eles estimulam contra LGBT”, disse Glenn, que nesta semana recebeu uma declaração do esposo no Twitter.

Embaixador do ecoturismo de Bolsonaro cometeu 10 infrações ambientais.


O apresentador de TV é famoso por interações com animais exóticos


Na última sexta-feira, 2, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o polêmico biólogo e apresentador de TV, Richard Rasmussen, como embaixador do turismo no Brasil, com ênfase no ecoturismo. Segundo reportagem de Ana Carolina Amaral e Phillippe Watanabe, na Folha de S.Paulo, o indicado para o cargo foi autuado pelo Ibama  em dez infrações sobre fauna.

As multas, aplicadas entre 2002 e 2009, somam R$ 263,1 mil e correm em processos separados na Justiça. A multa mais alta recebida pelo apresentador é de 2004, no valor de R$ 144 mil, por dar destinação ou permutar espécime silvestre sem autorização do órgão responsável.

A maior parte das autuações ocorreu em Carapicuíba, interior de São Paulo, onde Rasmussen mantinha um criadouro sem comprovação de origem dos animais e com suspeitas de tráfico. O Ibama fechou o espaço em 2005.

No mesmo ano de sua primeira multa do Ibama, em 2002, o apresentador apareceu em um quadro do Programa do Faustão segurando nas mãos um sapo que seria beijado e transformado em príncipe. Depois, ele emplacou quadros na TV Record e ganhou seu próprio programa nos canais SBT, Net Geo e Bandeirantes.

A fama do novo embaixador do turismo veio após um vídeo viralizar e virar meme nas redes sociais. Nele, Richard está de costas para o fenômeno da pororoca, na foz do rio Araguari (AP), quando anuncia, segurando um bastão, “a onda mais longa do planeta Terra”. Ao virar de frente, ele foge correndo.

Como embaixador do turismo de Bolsonaro, o apresentador de TV deverá divulgar o Brasil em outros países como destino ecoturístico e palestrar em eventos internacionais. Ele disponibilizou para o governo federal todo seu acervo de imagens, mas o conteúdo é criticado por biólogos e especialistas em conservação por indícios maus tratos e perturbação à fauna silvestre.

Acusado de agredir brutalmente LGBT em PE é preso.


Jefferson Cruz


Acusado de agredir e estuprar um jovem de 23 anos em Moreno, Pernambuco, Robson da Silva Alexandre foi preso na manhã de quinta-feira (1). Ele estava foragido desde dezembro de 2018.

Rememorando o caso, no dia 7 de dezembro do ano passado, o estudante estava em um bar com os amigos comemorando uma aprovação e foi vítima de um crime brutal. O rapaz foi assaltado e brutalmente agredido. Ao chegar no hospital, “foi constatado varias lesões no corpo, cabeça, lesões no pulmão e traumatismo craniano”. Ele foi operado às pressas para a retirada de um coágulo no cérebro e ficou em estado de coma por cerca de um mês.

Nesse sentido, um jovem fez uma postagem nas mídias sociais, que contabilizou mais de 20 mil compartilhamentos. Assim, o caso de Jefferson Cruz, o Jeff, veio à tona. “Estou feliz, muito feliz e aliviada. Agora, só peço que Deus me ajude a perdoar esse homem, mas é difícil, viu?”, desabafa a mãe.

“Meu filho está reagindo ao tratamento, faz fisioterapia quatro vezes por semana e, amanhã, vem a fonoaudióloga para uma visita. A médica disse que ele entende tudo o que eu digo e faço. Agora, já mexe os pés e pisca. Nesse fim de semana, meu netinho, sobrinho do Jeff, está aqui. Ele não larga o tio. Fica toda hora acarinhando o pé dele”, conta.

“Agradeço a Deus por estar viva”, relata jovem espancada por ser lésbica.


Durante o ataque os homens falaram que ela iria apanhar "como menino" 


Uma jovem lésbica de 19 anos foi brutalmente espancada por dois homens na noite da última terça-feira (30), no bairro Sítio do Campo, em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

Desse modo, em entrevista ao G1 neste sábado (3), ela conta que o motorista do carro pediu para o comparsa liberá-la após notar que ela estava com o rosto sangrando.

“Eu só pedia para descer e ir embora. Eles não falavam nada, só continuava batendo”, lembra a vítima, agredida por volta das 18h30 do último domingo (28) ao sair do Terminal Tude Bastos.

Nesse sentido, após o ocorrido, a jovem ficou internada durante três dias no Hospital Irmã Dulce. Ela teve uma lesão na coluna e rompimento no estômago.”A gente não espera [que isso aconteça]. Eu agradeço a Deus por estar viva”, desabafa.

Desse modo, o maior desejo da família é que a justiça seja feita. O caso segue sob investigação na Delegacia de Defesa da Mulher. Quem tiver informações que possam ajudar a polícia a localizar os criminosos pode entrar em contato pelo 190 ou por meio do Disque Denúncia 181.

Travesti é baleada em Araraquara; polícia investiga crime.


Travesti é baleada na esquina da Avenida Mauricio Galli


Uma travesti foi baleada por um motociclista na noite de sábado (3). Ela estava na Rua Maria de Lurdes Almeida, esquina com a Avenida Mauricio Galli, no Jardim Primor, em Araraquara. Assim, segundo informações, o motociclista chegou e efetuou os disparos.

Ainda de acordo com o depoimento das testemunhas, a jovem tinha acabado de ser deixada por um homem em uma Volks/Saveiro e, quando estava caminhando pela rua, foi chamada pelo motociclista, que atirou. O suspeito fugiu em uma Honda/Strada sentido SelmiDei.

Desse modo, constatou-se que foram efetuados dois tiros. A vítima foi socorrida e se encontra em estado grave. Ela foi encaminhada para Unidade de Suporte Avançado (USA) para a Santa Casa, onde passa por cirurgia.

Segundo os vizinhos que habitam o local, o ambiente virou ponto de prostituição e nunca foi violento. Contudo, a perícia foi acionada e a polícia irá investigar a motivação do crime, conforme reportou A Cidade ON.

LGBTfobia é crime! Começa o julgamento de skinheads em Curitiba.




Começou na última quinta-feira (01º de agosto) o julgamento de um grupo de skinheads responsável pela tentativa de assassinato de dois homossexuais na cidade de Curitiba, em 2005. O crime ocorreu na Praça Osório, zona central da cidade.

O grupo, que também foi denunciado pelo Ministério Público por ter espalhado adesivos com frases racistas, homofóbicas e antissemitas pela cidade, abordou as vítimas com socos, chutes e um punhal. Segundo reportagem da CNB, também foi encontrado material de apologia ao nazismo em posse dos indiciados.

Não se trata de um caso isolado de crimes de natureza LGBTfóbicas cometidos cometidos por skinheads de vertente neonazista ou ultranacionalista. Em 2018, ao menos outras duas dessas situações ganharam notoriedade pública. No Recife, um jovem estudante relatou um ataque homofóbico por parte do grupo “Carecas do Brasil”. Meses depois, o mesmo grupo foi apontado como responsável pela distribuição de cartazes de natureza antissemita e homofóbica na cidade.

Apenas agora, quase quinze anos depois, os oito acusados serão julgados por seus crimes. Em junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal decidiu pela Criminalização da LGBTfobia no Brasil, equiparando esses crimes ao crime de racismo. Todos os acusados respondem, até o momento, em liberdade.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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