sexta-feira, agosto 02, 2019

POLÍTICA

Brasileiros discordam de Bolsonaro em pelo menos 7 de 12 temas nacionais.


Maioria da população é contra mudanças nas regras de trânsito e liberação de armas.


A maioria dos brasileiros discorda de propostas ou ideias defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro. Ao analisar pesquisas de opinião do Datafolha e do Ibope sobre 12 temas nacionais, em sete deles a maioria diverge do chefe de Estado. Há uma adesão maior em outras três áreas e divisão sobre a pauta econômica, incluindo reforma da Previdência e leis trabalhistas.

Restrição ao aborto, redução da maioridade penal e internação compulsória de usuários de drogas são temas em que há convergência entre brasileiros e presidente.

Por outro lado, as propostas de aumento de pontos carteira de motorista, fim da multa para quem não usar a cadeirinha para crianças e redução dos radares são rechaçadas. A maioria também contesta facilitar a posse e o porte de armas de fogo.

Além disso, os brasileiros são majoritariamente contra a agenda ambiental do presidente e as privatizações, defendidas pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na avaliação de cientistas políticos, as discordâncias não são uma ameaça ao desempenho do Executivo devido à falta de intensidade nas convicções dos eleitores.





Professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Fabio Wanderley Reis cita como exemplo a indicação do filho do presidente, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para embaixada dos Estados Unidos. “Está claro um processo de desgaste [da imagem do presidente], mas, para muita gente, isso é irrelevante. A coisa acaba ficando pequena para levar a um abandono real do bolsonarismo”, afirmou.

Professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Rui Tavares corrobora com esse entendimento. De acordo com ele, na maioria dos casos, a opinião pública não chegaria a impactar na atuação do Legislativo, por exemplo. “Tanto a favor ou contra, as posições não são tão intensas que façam que o Congresso se sinta mais ou menos pressionado para aprovar uma medida”, afirmou.

Na avaliação do especialista, o principal tema que tem mobilizado os brasileiros de forma mais acentuada é a agenda anticorrupção, em que o governo se encontra em uma posição contraditória. Apesar de defender essa bandeira, a decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, de suspender investigações com dado do Coaf sem autorização judicial “acaba por beneficiar o Flávio Bolsonaro, mas por outro lado seria algo caro à ideais de um rigor da Operação Lava Jato conseguir se colocar acima dos poderosos”.

O mais recente Datafolha revelou que só 4% da população cita o combate à corrupção como ponto mais forte do governo Bolsonaro ao longo do primeiro semestre.

Para Tavares, ainda é cedo para avaliar de forma mais profunda a dinâmica entre opinião pública, Bolsonaro e Congresso. “Somando adversário e situação, você tem em torno de 50%. Grande parte da população leva mais tempo para se sentir tocada por esses temas”, completou.

Saiba as áreas em que os brasileiros e o presidente concordam e discordam:

1) Regras de trânsito 

As mudanças em regras de trânsito são rejeitadas pela maioria dos brasileiros. De forma geral, 56% são contra aumentar de 20 para 40 o número de pontos por infração que um motorista pode acumular na carteira de habilitação antes de ter o documento suspenso, de acordo com pesquisa Datafolha publicada em 15 de julho. Entre os eleitores de Bolsonaro no 2º turno, o indicador cai para 45%.

Quanto ao fim da multa para motoristas que transportem crianças de até 7 anos sem cadeirinha de segurança, a rejeição chega a 68%. 

Ambas as propostas estão no projeto de lei entregue por Bolsonaro à Câmara em 4 de junho para mudar o Código de Trânsito Brasileiro. 

A promessa de acabar com radares de fiscalização de excesso de velocidade nas rodovias, por sua vez, é rejeitada por 67% dos brasileiros. De um modo geral, 41% acham que o trânsito vai se tornar mais violento se as medidas forem aprovadas.


Para 41% dos brasileiros, o trânsito vai se tornar mais violento se as medidas defendidas por Bolsonaro forem aprovadas.


2) Posse e porte de armas de fogo

A posse de armas de fogo deveria ser proibida, no entendimento de 66% dos brasileiros, de acordo com pesquisa Datafolha publicada em 12 de julho. Há uma tendência de alta nesse sentido. O percentual era de 55% em junho de 2016, 56%, em novembro do mesmo ano, 58%, em agosto de 2018, e 64%, em abril de 2019.

Outros 70% dos brasileiros rejeitam facilitar o porte de armas, que é a permissão para andar com os armamentos na rua. A medida é um dos pontos de decretos emitidos por Bolsonaro.

Pesquisa publicada pelo Ibope em 5 de junho também revela que 61% da população brasileira é contra a flexibilização da posse de armas. O porte é rejeitado por 73%.

Quando questionados se ter uma arma em casa torna o ambiente mais seguro, 50% discordam e 48% concordam. Em relação à afirmação de que mais pessoas armadas tornam a sociedade mais segura, 67% discordam e 31% concordam. Outros 65% discordam que carregar uma arma faz que a pessoa esteja mais segura e 34% concordam.

3) Pacote anticrime 

Também na área da segurança, o pacote anticrime proposto pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, não tem apoio popular. De acordo com pesquisa Datafolha publicada em 11 de abril, apenas 25% acredita que a proposta será eficiente no combate à criminalidade no País. Para 33%, será um pouco eficiente; para 23%, será nada eficiente; e 19% não opinaram.

Poucos conheciam o conteúdo da proposta: 62% dos entrevistados. Entre os que disseram conhecer, 37% acreditam que ele será muito eficiente para melhorar a segurança pública. Outros 40% um pouco eficiente, 20% nada eficiente e 3% não opinaram.

4) Comemoração do golpe de 64

Uma das bandeiras de Bolsonaro desde os tempos de deputado, a defesa da ditadura militar também é contestada pelos brasileiros. Para 57%, o dia 31 de março de 1964, que marca o início do regime de exceção, deveria ser uma data desprezada, de acordo com pesquisa Datafolha publicada em 10 de abril. Outros 36% acham que deveria ser comemorada, como defendeu o presidente. Outros 7% preferiram não opinar. Entre os bolsonaristas, 49% são a favor de comemorar a data.


Entre a população, 66% discordam da frase “O Brasil deve dar preferência ao governo dos EUA em relação aos outros países”.


5) Aliança com EUA

A prioridade dada aos Estados Unidos pelo governo brasileiro também não encontra adesão popular. Segundo pesquisa Datafolha publicada em 15 de janeiro, 66% dos brasileiros discordam da frase “O Brasil deve dar preferência ao governo dos EUA em relação aos outros países”, sendo que 19% discordam em parte e 47% totalmente. Outros 29% concordam, sendo 15% totalmente e 14% em parte.

O país foi o destino da primeira visita ao exterior de caráter bilateral, em março. O chefe do Executivo voltou à terra de Donald Trump em maio e anunciou que indicará Eduardo Bolsonaro para embaixador em Washington.

6) Meio ambiente 

A agenda ambiental do governo também é reprovada pelos brasileiros. Levantamento do Datafolha de janeiro mostra que 60% discorda da frase “o governo deve reduzir as áreas destinadas as reservas”, sendo que 13% discordam em parte e 46% totalmente. Outros 37% concordam, sendo 22% totalmente e 15% em parte.

Segundo a mesma pesquisa, a frase “a política ambiental atrapalha o desenvolvimento do Brasil” vai contra o que 59% dos brasileiros pensam, sendo 19% em parte e 40% totalmente. Outros 35% concordam, sendo 18% totalmente e 17% em parte.

7) Privatizações

Uma das prioridades do ministro Paulo Guedes, as privatizações também não são uma ideia popular. Discordam da frase “o governo deve privatizar, ou seja, vender para empresas particulares, o maior número possível de empresas estatais” 60% dos brasileiros, sendo 17% em parte e 44% totalmente, segundo pesquisa Datafolha de janeiro. Outros 34% concordam com a medida, sendo 19% totalmente e 15% em parte.

Além das reformas da Previdência e tributária, as desestatizações são um dos temas caros ao titular da pasta de Economia. “Primeiro a Previdência. Vamos aprovar a reforma da Previdência. Segundo, a grande despesa: o Estado, os juros. Vamos então reestruturar o balanço e começar o ensaio das privatizações”, disse Guedes em evento em São Paulo, em 4 de julho. 

8) Reforma da Previdência

Na agenda econômica, as pesquisas mostram divisão entre os brasileiros. Dados do Datafolha de 10 de julho mostram que 47% apoiam as mudanças nas regras de aposentadoria. Outros 44% rejeitam, 3% são indiferentes e 6% não opinaram. Apesar de numericamente na frente, o número de pessoas favoráveis à reforma está tecnicamente empatado com de brasileiros contrários.

Quanto ao tempo de aposentadoria dos trabalhadores, 45% acreditam que os brasileiros se aposentam mais tarde do que deveriam. Pra 41%, os trabalhadores se aposentam na idade adequada. Outros 11% acreditam que mais cedo o que deveriam e 2% não opinaram.

De acordo com levantamento do Ibope publicado em 25 de junho, 59% consideram a reforma da Previdência necessária. Porém apenas 36% da população disseram conhecer a proposta em discussão no Congresso. Desse grupo, 51% são contra e 39% a favor.

Dos entrevistados, 72% são a favor da idade mínima. Para 33%, as regras deveriam mudar apenas para quem ainda não contribui para a Previdência. Outros 26% dizem que o sistema deve mudar para quem já contribui, mas ainda não se aposentou. Apenas 21% defendem a manutenção das regras atuais e que o dinheiro necessário para cobrir o déficit deveria vir do aumento dos impostos.


Sobre a reforma da Previdência, 47% apoiam as mudanças nas regras de aposentadoria. Outros 44% rejeitam, 3% são indiferentes e 6% não opinaram.  


9) Regras trabalhistas

Sobre direitos trabalhistas, há opiniões conflitantes. Pesquisa Datafolha de janeiro revelou que 57% discordam da frase ”é preciso ter menos leis trabalhistas”, sendo 14% em parte e 43% totalmente. Outros 40% concordam, sendo 22% totalmente e 17% em parte.

Levantamento do instituto publicado em setembro, por sua vez, mostrou que 50% dos eleitores preferiam ser autônomos com salário mais altos e pagar menos impostos, porém sem os benefícios trabalhistas, a serem assalariados registrados, com os benefícios e mais impostos. Outros 43% preferem carteira assinada e 7% não opinaram.

10) Internação de usuários de drogas 

São favoráveis à internação compulsória do dependente de drogas 83% dos brasileiros, segundo pesquisa Datafolha de 10 de julho. Outros 15% são contra e 2% não opinaram.

O índice de favoráveis pela internação compulsória chega a 94% quando os entrevistados foram questionados se a família poderia tomar a decisão quando o dependente não tiver condições de tomar decisões por si próprio. Outros 5% são contra e 1% não opinou.

Quando o dependente não tem condições de decidir e a família não pode ser localizada, 89% concordam com a medida. Outros 9% são contrários e 2% não opinaram.

Em junho, Bolsonaro sancionou lei que permite que dependentes químicos sejam internados contra a própria vontade. A alteração na Lei das Drogas faz que o aval para a internação possa ser pedido pela família, pelo responsável legal ou, na ausência, pelo servidor público da área de saúde, da assistência social ou dos órgãos públicos integrantes do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas. A mudança foi proposta pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra, quando era deputado.

11) Proibição do aborto

Outro tema em que há maior alinhamento entre o pensamento do ex-deputado e dos brasileiros é a restrição ao aborto. Pesquisa Datafolha de janeiro mostra que 41% apoiam a proibição em qualquer situação, 34% apenas nos casos previstos em lei, 16% uma ampliação para mais situações e 6% para qualquer caso. Outros 2% não responderam.

Hoje a interrupção da gravidez é permitida no Brasil em caso de estupro, risco de vida da mãe e anencefalia.

Também de acordo com a sondagem, 46% declaram concordar com a frase “mulheres estupradas que engravidem não deveriam abortar e sim receber ajuda financeira para ter o filho”, sendo 34% totalmente e 12% em parte. Outros 51% discordam, sendo 10% em parte e 40% totalmente, 1% é indiferente e 2% não opinaram.

A medida questionada pelo Datafolha e apelidada de “bolsa-estupro” é parte do Estatuto do Nascituro, em tramitação na Câmara dos Deputados, e defendido pela ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves.

12) Redução da maioridade penal

Na área de segurança, a redução da maioridade penal encontra adesão entre a maioria dos brasileiros. A mudança de 18 para 16 anos é apoiada por 84%, segundo levantamento do Datafolha publicado em janeiro. Outros 14% são contra, 1% é indiferente e 1% não opinou.

Quando questionados qual deveria ser a idade mínima para uma pessoa ir para a cadeia por algum crime que cometeu, a média ficou em 15 anos. Para 15%, a idade mínima ficou na faixa de 18 a 21 anos, para 45%, na faixa de 16 a 17 anos, para 28%, na faixa de 13 a 15 anos e 9%, na faixa de até 12 anos. Outros 3% não opinaram.

Filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) é autor de proposta que reduz a maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos e 16 anos para os demais delitos. O texto está em análise no Senado.

'Não tem quebra de decoro', diz Bolsonaro sobre polêmica com Santa Cruz.




O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta, 31, que não há quebra de decoro em suas falas sobre a morte de Fernando Santa Cruz, pai do presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. "Não tem quebra de decoro, quem age dessa maneira perdeu o argumento. A história tem dois lados e não pode valer um lado só", disse.

Bolsonaro ainda repetiu que "não tem verdade nenhuma" nas revelações da Comissão da Verdade, criada pela então presidente Dilma Rousseff para apurar crimes cometidos durante a ditadura militar. "Alguém acredita que o PT está preocupado com a verdade? Quando falaram em 'comissão da verdade' todo mundo riu do nome".

Na segunda, Bolsonaro disse que poderia "contar a verdade" sobre como o pai de Santa Cruz desapareceu na ditadura militar. "Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, eu conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade", disse.

Bolsonaro questionava a atuação da OAB ao falar das investigações sobre Adélio Bispo, responsável pela facada contra o presidente no ano passado, durante a campanha eleitoral. Adélio foi considerado inimputável pela Justiça por transtorno mental. O presidente não recorreu.

Nesta quarta, ele comparou Adélio Bispo ao prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, assassinado por "queima de arquivo".

"A defesa de Adélio fez a opção de passá-lo por maluco, mas ele tem a chance de falar agora", disse o presidente, afirmando que está disposto a conversar com ele "ou com algum familiar seu".

Bolsonaro afirmou ter preocupação que Adélio tenha o mesmo destino do então prefeito da cidade de Santo André, no ABC Paulista, assassinado em janeiro de 2002. "Estou dando uma chance porque ele está condenado, então tem que ser rápido porque o caso Celso Daniel foi muito rápido, foram nove vítimas executadas por queima de arquivo no processo todo", disse Bolsonaro. O presidente ainda associou o ataque de que foi vítima e o assassinato de Celso Daniel "à esquerda".

Previdência

Bolsonaro afirmou que teve um café da manhã "calmo e tranquilo" com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) no qual foi criada a expectativa de que a reforma da Previdência seja aprovada em segundo turno já na semana que vem, quando o Congresso retorna do recesso.

Embaixada dos EUA

Bolsonaro também foi questionado por um repórter se espera receber em breve a resposta formal do pedido de agrément sobre seu filho Eduardo Bolsonaro. "Precisa disso? Se eu falo 'eu te amo' e você diz que quer casar, para que assinar papel? Vamos pra lua-de-mel logo", falou, exaltando o elogio do presidente americano, Donald Trump, a Eduardo feito ontem no gramado da Casa Branca, em Washington. "O agrément às vezes nem precisa mandar, apesar de estar lá na Convenção de Viena. Eu já conversei com o (presidente do Senado Federal) Davi Alcolumbre (DEM-AP), já conversei com senadores, está tudo acertado", comentou, afirmando que tão logo recomecem as atividades legislativas, formalizará a indicação.

A Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas estabelece que o Estado que envia um embaixador deverá certificar-se de que a pessoa que pretende nomear conta com o agrément (acordo) do Estado que receberá o diplomata. A Convenção de Viena garante ao Estado receptor o direito de não aceitar a indicação. Por esse motivo, de acordo com o site do Itamaraty, "o costume internacional é que todo o procedimento se faça de forma sigilosa: assim evita-se que, em caso de recusa, crie-se constrangimento tanto para as relações bilaterais quanto para a pessoa indicada. Somente em caso de aprovação o pedido e a concessão de agrément tornam-se públicos.

Contingenciamento

Por fim, Bolsonaro afirmou que não é adepto de contingenciamento, mas que "entre a crítica e o impeachment, eu fico com o contingenciamento". Ontem à noite, o governo publicou edição extra no Diário Oficial da União na qual distribui entres órgãos do Executivo o contingenciamento de R$ 1,4 bilhão anunciado semana passada.

"É um corte pequeno em um orçamento superestimado, de quase R$ 200 bilhões. Se tem lei, tenho que seguir a lei, não sou ditador nem o 'Dilmo' de calça comprida", afirmou, fazendo referência ao crime de pedalada fiscal pelo qual a ex-presidente Dilma teve seu mandato cassado em 2016.

No novo contigenciamento, o ministério mais atingido foi o da Cidadania, que teve mais R$ 619,166 milhões congelados. No total, a pasta tem contingenciados R$ 1,3 bilhão de um orçamento total de R$ 4,9 bilhões no ano. Em seguida, a tesourada foi maior na Educação, com R$ 348,471 milhões contingenciados. O ministério tem R$ 6,1 bilhões contingenciados de um orçamento de R$ 25 bilhões - os cortes na Educação foram alvos de protestos no início do ano. O Ministério da Economia teve mais R$ 282,574 milhões contingenciados, e o Turismo, R$ 100 milhões. Também foram atingidos os ministérios da Ciência, Tecnologia e Comunicação (R$ 59,78 milhões), Agricultura (R$ 54,69 milhões), Relações Exteriores (R$ 32,8 milhões), Meio Ambiente (R$ 10,1 milhões) e Saúde (R$ 6,993 milhões).

QUEM É OLAVO DE CARVALHO? #meteoro.doc



O QUE É O MBL? #meteoro.doc



BOLSONARO VS. OAB #meteoro.doc



BOLSONARO & MARIELLE, MILÍCIAS & COINCIDÊNCIAS #meteoro.doc



VOCÊ FOI ENGANADO #meteoro.doc




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