quinta-feira, setembro 19, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Adolescente de 14 anos é resgatado após ser sequestrado por gangue que conheceu no Grindr.




Um adolescente foi resgatado pela polícia em Mathura, na Índia, no domingo (15/09) após ser sequestrado por três homens, incluindo um que ele havia conhecido no Grindr.

Segundo o site Pink News, o garoto marcou um encontro com o homem de 24 anos através do aplicativo de namoro no sábado à noite. Depois de se reunir em um ponto de encontro pré-combinado, os dois seguiram para um restaurante local para jantar. Poucas horas depois, outros dois homens se juntaram a eles e ajudaram o suspeito a forçar o garoto a ir com eles para uma floresta.

Mais tarde, a família do garoto recebeu uma ligação pedindo um resgate de 5,00 mil rupias (aproximadamente 300 mil reais). O pai da vítima denunciou imediatamente o desaparecimento do filho à polícia, que rastreou o telefone usado para fazer a ligação. Em um golpe de sorte, o carro dos suspeitos quebrou e foi flagrado por um veículo da polícia que estava estacionado nas proximidades.

Depois que o rastreador móvel confirmou que o carro quebrado era o que eles estavam procurando, a polícia se aproximou do veículo e resgatou o garoto. Os policiais prenderam o principal suspeito, no entanto, seus dois cúmplices conseguiram fugir.

O superintendente sênior da polícia de Mathura (SSP), Shalabh Mathur confirmou que uma procura está em andamento para encontrar os outros dois suspeitos. Segundo Shalabh, o principal suspeito está sendo interrogado. O incidente é o primeiro desse tipo a ser relatado na área de Mathura, embora criminosos em outras partes do mundo usem aplicativos há muito tempo para atingir pessoas LGBTQ+.

STF reforça que casais homossexuais são família, sim.


Decisão anula restrição de lei no DF que considerava família apenas as formadas por homem e mulher.


O supremo Tribunal Federal (STF) obrigou a inclusão de casais gays em políticas de valorização da família previstas por uma lei do Distrito Federal aprovada no ano passado. A norma considerava entidades familiares somente o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, em casamento ou união estável.

A inclusão de homoafetivos foi aprovada por unanimidade nesta segunda-feira (16), pelos 11 ministros num julgamento virtual, sem discussão presencial.

O ministro Alexandre Moraes, relator da ação, acatou os argumentos do PT de que a legislação distrital, da forma como redigida, violava os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da isonomia ao restringir o conceito de família, deixando de fora as uniões homossexuais.

Ônibus de Recife passam a circular com cartazes contra a LGBTfobia.




Durante os próximos 15 dias toda a frota de ônibus da Região Metropolitana do Recife (PE) deverá rodar com cartazes contra a LGBTfobia. De acordo com a ‘Folha Pe’, 2.870 cartazes foram entregues pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) ao Consórcio Grande Recife de Transportes.

“Esta campanha faz parte de um conjunto de ações que o Centro Estadual de Combate à Homofobia (CECH) está desenvolvendo em caráter especial neste Setembro da Diversidade”, disse o secretário executivo de Direitos Humanos do estado, Diego Barbosa, ao jornal Diário de Pernambuco. A campanha tem como objetivo não só sensibilizar a população para as questões ligadas a esta população, mas também difundir as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas pelo governo do Estado e estimular a denúncia.

Segundo a SJDH, foram registradas 24 denúncias de agressões contra LGBTIs, entre janeiro e julho desse ano. “Os números ainda são tímidos, pois muitas pessoas não se sentem seguras em denunciar. Mas, mesmo timidamente, estamos conseguindo avançar nas políticas públicas”, afirma Suelen Rodrigues, coordenadora do Centro Estadual de Combate à Homofobia.

Bahia transforma bandeiras de escanteio em bandeiras de arco-íris em ação contra LGBTfobia.




Em tempos onde a homofobia se faz cada vez mais presente nos estádios de futebol, o Esporte Clube Bahia resolveu tomar uma atitude em respeito a diversidade. Neste domingo (16/09), durante o jogo do Bahia x Fortaleza, o time baiano deu início a campanha chamada #LevanteBandeira e instalou bandeirinhas de arco-íris no lugar das bandeirinhas de escanteio.

Lançada no último sábado (14/09), a campanha rapidamente viralizou pelas redes sociais. Através de um vídeo publicado em suas redes sociais, o time mostrou o depoimento de um jovem homossexual. “Não toleramos homofobia nem dentro nem fora dos estádios”, escreveu o clube. O vídeo é narrado por um costureiro homossexual, onde o time traz a reflexão de como a “linha da vida” dos homossexuais se torna curta devido à sua orientação sexual.

Nos últimos meses, o Bahia realizou diversas ações em defesa de temas de direitos humanos. O clube já manifestou contra o racismo em conjunto com o Grêmio, contra a LGBTfobia, contra a violência no futebol, em favor da demarcação de terras indígenas, tornou mais fácil para torcedoras denunciarem assédios nos estádios após saber de um caso através das redes sociais, além de abrir sua loja oficial para a realização de testes de DNA em uma campanha sobre abandono paterno.

Bahia! Defensoria Pública faz mutirão para alteração de gênero e nome de transexuais.




Em março de 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que transexuais pudessem mudar seus nomes e gêneros no registro civil, sem a obrigatoriedade de uma cirurgia de redesignação sexual. Foi o trampolim para muitas iniciativas úteis, como uma que acontecerá em Salvador.

A Defensoria Pública do Estados da Bahia (DPE-BA) está promovendo, pela terceira vez, um mutirão para que trans mudem seu nome e/ou o gênero na certidão de nascimento. O atendimento acontecerá na quinta-feira (19), de 8h às 12h, na Escola Superior da Defensoria Pública, na Rua Pedro Lessa, 123, Canela.

“A Corregedoria-Geral de Justiça do TJBA editou normativa nesse sentido e foi uma grande vitória para a população trans”, explicou — ao G1 — Lívia Almeida, coordenadora especializada de Proteção aos Direitos Humanos.

Para solicitar tais alterações, é necessário reunir todos os documentos listados na imagem abaixo. No entanto, a própria ilustração aponta que se a pessoa não tiver todos estes, que vá ao mutirão mesmo assim.



Casamento Coletivo LGBT começa em novembro e inscrições são abertas.




Em 2017, aconteceu o primeiro casamento coletivo LGBTI, como parte da campanha “São Paulo com Respeito”, com o fim de resgatar a dignidade desses casais. Por mais uma vez, a ação ocorrerá em São Paulo (SP) e os trâmites já foram iniciados.

Nesse ano, o Casamento Coletivo Igualitário, foi implementado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. Também se contou com o intermédio da Coordenação de Políticas para LGBTIs. Esse grande evento está previsto para acontecer em algum(ns) dos quinze dias de novembro de 2019.

Os casais — lésbicos, gays, intersexuais, transexuais e afins — poderão se inscrever entre os dias 19 e 26 de setembro, em um dos Centros de Cidadania LGBTI. Para isso, é preciso levar certidão de nascimento (atualizada) do casal, RG de ambos, comprovante de residência e cópias da carteira de trabalho. As informações são de Ricardo Olímpio Bezerra, assessor técnico da Coordenação de Políticas para LGBTI.

Endereços dos Centros de Cidadania LGBTI

*Centro de Cidadania LGBTI Luiz Carlos Ruas (Região Central) — Rua General Jardim, n° 660, sala 32A

*Centro de Cidadania LGBTI Luana Barbosa dos Reis (Região Norte) — Praça do Centenário, 43, Casa Verde

*Centro de Cidadania LGBTI Laura Vermont (Região Leste) — Avenida Nordestina, 496, São Miguel Paulista

*Centro de Cidadania LGBTI Edson Neris (Região Sul) — Rua São Benedito, 408, Santo Amaro

Manifestantes protestam contra homofobia de empresário no Ceará.




A manifestação aconteceu na noite do último domingo (15), na cidade de Crato, interior do Ceará, contra o proprietário de um restaurante que disse palavras homofóbicas. A mensagem foi dita em áudio transmitido no WhatsApp e tomou conta das redes sociais no último final de semana. Ao todo, 26 organizações, a maioria de apoio às causas LGBT, participaram do ato. Segundo os organizadores, 2 mil pessoas estiveram presentes.

No áudio, o empresário diz o seguinte: “O que o Bolsonaro faz aqui em oito meses, se o Lula ficasse mais trinta não ia fazer. Ele ia virar isso aqui em uma Venezuela, numa Bolívia, como tá acontecendo lá (…) Tem que acabar com ‘viados’, matar esses safados, esses ‘viados’ ‘tudinho’“.

A mensagem causou a revolta dos movimentos sociais que retransmitiram o áudio durante a manifestação em um carro de som, em frente ao estabelecimento do empresário. Com cartazes, faixas e gritando palavras de ordem, o ato aconteceu após a missa e durou duas horas. “Muitos heterossexuais participaram dando apoio, solidariedade”, enfatiza André Lacerda, representante da Associação em Defesa e Cidadania dos Homossexuais de Crato (Adacho).

“Os nossos inimigos estão bem unidos contra nós, os LGBTs caririenses. Infelizmente, ainda estamos desorganizados. Precisamos compreender que a homofobia é agradável para os ‘heterossexista’. Eles esquecem as diferenças raciais, étnicas, religiosas e políticas, por quê? Porque eles colocam o identitarismo heterossexual hegemônico acima de tudo. Eles se unem para acabar com os LGBTs e para fazer das nossas vidas um inferno”, desabafou André.


O protesto mobilizou toda a comunidade LGBT da cidade.


O representante da Adacho espera que este ato, que foi pacífico, sirva para fortalecer a identidade LGBT no Cariri. “Não há espaço para ser moderado, há espaço apenas para ser radical e lutar para dizer LGBTfobia é crime. Apenas uma identidade radical consegue viver em tempos difíceis. Radicalize-se para viver”, enfatizou.

Crime

No último dia 13 de junho, o Supremo Tribunal Federal determinou que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerado um crime. A conduta passou a ser punida pela Lei do Racismo (7716/89), que prevê delitos de discriminação ou preconceito por “raça, cor, etnia, religião e procedência nacional”. Inafiançável e imprescritível, a pena pode ser de um a cinco anos de prisão e, em alguns casos, multa.

Felipe Neto recebe ameaças de morte após posicionamento contra censura LGBT.




O youtuber Felipe Neto afirmou que vem sofrendo ameaças e chegou a tirar sua mãe do país por motivos de segurança.

Em comunicado oficial, a assessoria do youtuber afirma que cancelou sua participação na palestra Educação e a Criatividade, que ocorreria nesta terça-feira, 17, no evento Educação 360, no Rio de Janeiro, “devido à ameaças que atentam contra a sua vida e de sua família”. “É estarrecedor que, no Brasil, em 2019, um indivíduo seja impossibilitado de se manifestar e lutar contra qualquer tipo de censura e opressão sem ser ameaçado”, diz o texto. "Desde que a ação que promoveu contra a censura, a opressão e o preconceito na Bienal do Livro - onde comprou e distribuiu gratuitamente 14 mil exemplares com a temática LGBTQ [...] Felipe Neto vem recebendo todo tipo de ameaças", ressalta o comunicado.

"Quero dizer que continuarei lutando, enfrentando o obscurantismo e a opressão, por todos os meios que me cabem, pela defesa do amor e da união até o fim, até onde for possível e até onde minhas forças e meu coração aguentaram", reforçou Felipe.

Homofobia! Jovem é espancado em restaurante e fica com rosto desfigurado.


Foi registrado um aumento de 10% a 15,7% de casos de violência contra homossexuais


Infelizmente, ler sobre casos de homofobia não é mais nenhuma novidade, visto a frequência com que eles acontecessem. Um rapaz cearense de 18 anos afirma ter sido mais uma das vítimas e mostra o resultado lastimável desse ocorrido.

De acordo com informações do G1, Sóstenes Rodrigues Braga diz ter sido agredido por 4 homens em uma lanchonete da cidade sulista de Acopiara, no sábado (13). Na ocasião, levou socos, chutes e pisões, refletidos principalmente em seu rosto desfigurado.

O rapaz registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade, acompanhado de representantes da ‘Comissão da Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil – (OAB) subseção’, conforme explica o portal citado acima.




Violência homofóbica

Voltando aos relatos, Sóstenes explicou: “Desde que cheguei ao dito local já tinha me deparado com piadas, comentários maldosos e homofóbicos de uns homens da mesa ao lado, eles comentavam até sobre as unhas dos meus pés que estavam pintadas. No entanto eu sempre me defendia das ofensas dos mesmos, tentando parar com os comentários, mas só fazia piorar”.

Ele ainda relata como tudo começou, no momento em que tentou apartar uma discussão: “Caras me abordam dizendo que eu era um viado muito valente, e eu todo momento na defensiva, quando um deles diz que vão me bater pra eu deixar de ser um viado tão valente”.

Por fim, faz a triste descrição de que foi agredido por 4 homens e que só conseguiu se desvencilhar daquilo por ter se fingido de morto. Ele ainda acrescenta o fato de que conhece os moradores de Acopiara. O crime de homofobia — equiparado ao de racismo — prevê reclusão de 3 a 5 anos.

‘Tenho medo de que não seja feita justiça’, diz companheiro de homem encontrado morto em apartamento após um rapaz.




“O único medo que eu tenho é de que não seja feita justiça, porque ele [o suspeito] está à solta. Não foi um homossexual que foi assassinado. Foi um ser humano. E do mesmo jeito que ele fez com o Jefferson, ele pode fazer com qualquer pessoa enquanto não for preso”.

Esse é o desabafo do companheiro de Jefferson Claudio Lopes de Carvalho, de 43 anos, geógrafo encontrado morto no apartamento onde morava, na região central de Uberaba, na última quarta-feira (11). O caso é investigado pela Polícia Civil, que tenta identificar o suspeito de matar o geógrafo, que foi visto saindo do local enrolado em um lençol.

Sem mostrar o rosto, o companheiro da vítima concedeu entrevista à TV Integração e relembrou como foi encontrar Jefferson já sem vida.

“Me despedi dele. Eu entrava meia-noite no trabalho. Saí daqui mais ou menos 23h45 [de terça-feira]. Quando eu cheguei, por volta de 6h15 [de quarta], entrei no apartamento, a porta estava destrancada – o que era hábito quando eu não levo a chave. Quando eu abri, não tinha nada fora do lugar, estava tudo tranquilo, do jeito que eu tinha deixado. Entrei no quarto e me deparei com ele no chão, então eu achei que ele estava dormindo ali porque estava com algum problema na coluna ou por causa do calor. Falei com ele e ele não me atendeu. Quando eu toquei nele, eu percebi que ele não estava mais aqui”, contou.

A filha do casal, de 16 anos, estava em casa, mas não viu quando o pai foi morto. “Ela dorme sempre com a porta trancada, ventilador ligado e ela não percebeu nada de diferente, tanto que fui eu que dei a notícia para ela”, lembrou.

A morte foi constatada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A perícia da Polícia Civil foi acionada e o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde foi confirmada morte por asfixia.

Jefferson era do Piauí e, como estava há cerca de três meses em Uberaba, o círculo de amizades dele era restrito. Agora, a Polícia Civil vai tentar identificar um amigo que ele havia conhecido e chegou a comentar com o companheiro.

“O que eu sei é que foi estabelecida uma relação de confiança entre os dois, porque ele não traria alguém para tirar a vida dele, tampouco com nossa filha estando aqui e correndo este risco também. Então assim, houve essa relação de confiança, e ele foi pego de surpresa, aconteceu o que aconteceu e o pior: nada foi levado; até o momento, eu não dei falta de nada significativo. Tinha talão de cheque, tinha joias e objetos que ele poderia facilmente pegar e não levou. Foi por nada. Ele ficou menos de meia hora no apartamento e acabou com uma relação de 21 anos em menos de meia hora”, desabafou o companheiro de Jefferson, que afirmou à PM que a vítima tinha relacionamentos extraconjugais.




Imagens e investigações

Câmeras de segurança do prédio registraram o momento em que Jefferson e um rapaz subiram para o 9º andar na madrugada da última quarta. O suspeito usava boné, bermuda, camisa e tênis. Cerca de 20 minutos depois, ele saiu do elevador enrolado em um lençol.

Segundo o titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Uberaba, delegado Cyro Moreira, esse é o principal suspeito de ter matado o geógrafo. Ainda de acordo com ele, a família da vítima desconhece o homem que aparece nas imagens.

“A filha do casal estava no quarto com o ventilador ou ar-condicionado ligado, e não ouviu nada. Estamos investigando se já era uma pessoa conhecida. Mas pelas características que identificamos da vítima pode ser que aquele fosse um relacionamento eventual, um encontro pela primeira vez”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com Moreira, a hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte – foi descartada. “A cena [do crime], num primeiro momento, foi descrita como um possível encontro de cadáver ou até suicídio. No entanto, os achados periciais indicam homicídio. A vítima foi espancada”, explicou.


3 comentários:

  1. Nosso Mundo cheio de avanços e recuos...
    Quero acreditar que as coisas ainda hão-de melhorar, mas por vezes, fica difícil...

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  2. A verdade é que tivemos melhoras significativas, tendo em conta que a 10 anos atrás, era diferentes a situação dos homossexuais. Hoje, têm se muito mais liberdade e muito mais informação, o que vem esclarecendo as pessoas que não entendem da sexualidade humana, mas regidos por regras religiosas fundamentalista e conservadora. Hoje, têm se muito mais debates, mídia social, não só aqui no Brasil, mas na grande mairia do mundo ocidental.( Que inclui, muitos países orientais.

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  3. A verdade é que tivemos melhoras significativas, tendo em conta que a 10 anos atrás, era diferentes a situação dos homossexuais. Hoje, têm se muito mais liberdade e muito mais informação, o que vem esclarecendo as pessoas que não entendem da sexualidade humana, mas regidos por regras religiosas fundamentalista e conservadora. Hoje, têm se muito mais debates, mídia social, não só aqui no Brasil, mas na grande mairia do mundo ocidental.( Que inclui, muitos países orientais.

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