segunda-feira, setembro 30, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Milhares de pessoas participam da Marcha Pela Diversidade no Uruguai.


Milhares participam da Marcha Pela Diversidade em Montevidéu, no Uruguai nesta sexta-feira, 27.


Mobilização este ano teve dois slogans: "Para o armário nunca mais" e "o medo não é o caminho".

Nesta sexta-feira, 27, com a participação de milhares de pessoas, foi realizada mais uma edição da Marcha pela Diversidade de Montevidéu, no Uruguai, que busca celebrar e reivindicar os direitos da população LGBT.

Este ano, a marcha – que começou às 19h – teve dois slogans: “Para o armário nunca mais” e “O medo não é o caminho”, em relação à uma proposta de reforma constitucional em matéria de segurança “Vivendo sem medo”.

Fabián, de 20 anos, comentou que seu desejo é “mais aceitação”. “Foi difícil sair do armário, ainda mais em relação a minha família. Eles dizem para mudar, que é uma decisão, que é influencia de amigos. Eu gostaria que os LGBTs de hoje não passassem por isso”, disse o jovem, que acrescentou que a aceitação é um trabalho “mais individual”.


Participantes pintam o rosto durante a Marcha Pela Diversidade em Montevidéu, no Uruguai. 

Antes da marcha também ocorreu “La Previa”, uma feira de artesanato que foi armada na quinta-feira 26 e sexta-feira 27 a partir das 10:00 da manhã. Além disso, havia uma barraca de teste de HIV.


Mobilização este ano teve dois slogans: “Para o armário nunca mais” e “o medo não é o caminho”.

O ex-candidato à presidência da Frente Amplio, Óscar Andrade, participou da marcha com Federico Graña, diretor nacional de Promoção Sociocultural do Ministério do Desenvolvimento Social (Mides). Havia também o ex-candidato à decisão de Carolina Cosse.

Vários líderes políticos do país enviaram mensagens a favor da marcha.


Extremistas atacam com pedras marcha do orgulho LGBT na Polônia.


Extremistas protestam contra marcha do orgulho LGBT em Lublin, na Polônia.

Após os ataques realizados contra gays, lésbicas, bissexuais e pessoas transgênero na Parada do Orgulho da cidade de Bialystok, na Polônia, o clima de ódio e perseguição aumentou notadamente no país.

Desta vez, um grupo de extremistas atacaram a Parada LGBT que acontecia na nação. Desse modo, segundo O Globo, o ato, na cidade de Lublin, contava com cerca de 400 pessoas, que levavam seus cartazes com frases como “a homofobia ameaça as famílias polonesas” e bandeiras arco-íris, sob forte proteção policial. 

Além do mais, no transcorrer da marcha, um grupo de ultranacionalistas tentaram bloquear o caminho. Para criar empecilhos, eles jogaram garrafas e pedras. Desse modo, eles ainda entraram em confronto com a polícia, que usou gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar a confusão.

Recentemente, na cidade de Bialystok, em um contexto homofóbico, adeptos da bandeira “contra ideologia LGBT”, foram às ruas para conter a celebração do Orgulho. Vale ressaltar que a marcha foi parada várias vezes. Grupos de torcedores de futebol de todo o país gritaram gritavam: “Não à sodomia em Bialystok”.

LGBTfobia aumentou consideravelmente na Alemanha.




O ataque à comunidade LGBT é alarmante no mundo inteiro. Mesmo existindo alguns países, onde a diversidade é mais acolhida é sempre bom trazer o tema à tona e assegurar direitos. Desta vez, segundo o G1, o número de atos violentos de caráter homofóbico e transfóbico aumentou notadamente na Alemanha.

Segundo a resposta elaborada pelo Ministério do Interior em Berlim, foram registrados 245 casos de crimes de ódio envolvendo orientação sexual no primeiro semestre de 2019. Destes, 58 foram violentos.

“O aumento da violência não é uma coincidência”, disse a deputada Achelwilm. “Isso surge a partir de um clima social que pressiona minorias e as ameaça de uma nova maneira”, completa.

Vale frisar que, nos Estados Unidos, também constatou-se um aumento da LGBTfobia. Assim, um relatório da Coalização Nacional Anti-Violência (NCAVP) relatou que houve um aumento considerável da violência no país. As denúncias incluem homicídios, ameaças e agressões.

Delegado do caso Marielle montou esquema de corrupção na PF.


A vereadora Marielle Franco foi assassinada em 14.mar.2018. O crime ganhou grande repercussão e as investigações ainda não foram concluídas


O delegado federal Hélio Khristian é acusado de ter montado uma ‘central de mutretas’ na Superintendência da PF no Rio de Janeiro. A informação faz parte de relatório sobre obstruções na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.

Segundo reportagem do portal UOL, HK –como é conhecido o delegado– usou intermediários para tentar extorquir a quantia de R$ 300 mil do vereador Marcello Sicilliano (PHS-RJ).

O delegado foi acusado pela PGR (Procuradoria Geral da República) de atrapalhar as investigações sobre a morte de Marielle Franco. Segundo o relatório, ele e outros 2 colegas levaram o policial militar Rodrigo Jorge Ferreira –conhecido como Ferreirinha– a prestar depoimento com falso testemunho à DH da Capital (Delegacia de Homicídios do Rio). Ferreirinha também é acusado de obstruir as investigações, bem como a advogada Camila Nogueira.

Ferreirinha apontou Marcelo Sicilliano e o miliciano Orlando Oliveira de Araújo (Orlando Curicica) como mandantes do assassinato de Marielle. Posteriormente, ele admitiu ter mentido.

Os atos de corrupção atribuídos a Hélio Khristian foram informados à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para que “medidas cabíveis” fossem adotadas, segundo o delegado federal Leandro Almada, responsável pela investigação sobre a obstrução no caso Marielle.

Ao portal UOL, o advogado de HK declarou que “a denúncia da ex-PGR, realizada no último dia de seu mandato, tem cunho político e é absolutamente inepta por uma série de razões jurídicas“.

Corrupção e acusações

HK têm várias acusações de corrupção em seu histórico. Eis algumas delas:

Tentativa de extorsão: O vereador Marcelo Sicilliano afirma ter sofrido uma tentativa de extorsão por parte de HK. Suposto caso ocorreu após o delegado investigar o político por irregularidades fiscais em uma boate na zona oeste do Rio, propriedade de Siciliano.

Corrupção: HK tentou extorquir R$ 5 milhões de 1 empresário em 2005. Ele supostamente simulou 1 inquérito policial e expediu ofício a 1 cartório para levantar os bens da vítima, alegando falsamente que atendia a pedido do MPF.

Vantagens indevidas: O MPF do Pará denunciou o delegado após 2 policiais federais testemunharem que HK ganhou passagens aéreas de um empresário investigado pela PF.

Condenação anulada

Hélio Khristian chegou a ser condenado por corrupção, em dezembro de 2013, pelo TRF-2. Ele foi condenado a 2 anos e meio de prisão em regime aberto e obrigado a deixar o cargo. Porém, em novembro de 2014, a condenação foi anulada.

Ele foi condenado por 1 crime diferente do que a acusação apontou, o de concussão –quando 1 funcionário público exige vantagem indevida.

Caso Marielle

Entenda o que se sabe até agora sobre o Caso Marielle:

O PM reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz são acusados de terem executado o atentado contra Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. Lessa teria feito os disparos e Queiroz teria dirigido o carro usado no crime;

O conselheiro do TCE-RJ Domingos Inácio Brazão é suspeito de ser o mandante do crime. Assassinato de Marielle seria 1 ‘recado’ a Marcelo Freixo, que tentou impedir sua nomeação ao TCE;

Chefes do Escritório do Crime também estão envolvidos no caso. Os milicianos major Ronald Paulo e “Capitão”Adriano estariam envolvidos no atentado; O assessor de Brazão Antônio João Vieira Lázaro também estaria envolvido;

O delegado Hélio Khristian (HK), o PM Rodrigo Jorge Ferreira (Ferreirinha), a advogada Camila Nogueira e o agente da PF Gilberto Ribeiro da Costa estariam envolvidos em tentativas de obstruir a investigação do caso.

O miliciano Orlando Curicica –acusado falsamente de ser mandante do homicídio– prestou depoimento na DH do Rio e afirmou que participou de 1 encontro com 1 dos chefes do escritório do crime e com o assessor de Domingos Inácio Brazão que discutia o assassinato de Marielle.

Sessenta e três casais gays se uniram em Belo Horizonte.




Segundo o Tempo, sessenta e três casais homoafetivos celebraram matrimônio nesta sexta-feira na Sala Minas Gerais, no Barro Preto, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. 

“Essa cerimônia tem um significado de família para nós. Tudo o que temos aqui é um ao outro. O casamento nos torna mais família. Somos uma família”, contou o casal Max e Júnior.

Vale frisar que iniciativa é gratuita e veio por intermédio da Defensoria Pública de Minas Gerais. Além do mais, essa é a terceira edição do casamento igualitário LGBT, que, por lei, respalda casais que querem celebrar e oficializar sua uniões.

É oportuno lembrar também que as inscrições para novembro estão abertas. A ação ocorrerá em São Paulo e foi implementada pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. O evento está previsto para acontecer em meados de novembro deste ano.

Nenhum comentário:

Postar um comentário