sexta-feira, outubro 04, 2019

SEXO

"CARACA, ISSO DÁ MAIOR TESÃO!" -  A MACONHA.

Embora a maconha tenha sido usada por séculos como um medicamento e como inebriante (é até mesmo mencionada no Antigo Testamento várias vezes como “kaneh-bosem”), nós não sabemos muito sobre seu efeitos na saúde. Isso é porque não existem muitos estudos controlados a respeito dela, devido à forma como a maconha é classificada por governos do mundo todo.






A maconha é a droga recreativa mais utilizada no mundo. O termo “marijuana” refere-se ao produto mistura de folhas e flores da planta Cannabis Sativa; que ao serem absorvidas pelo organismo levado pelo fumo, formam substâncias chamadas carbinóides, responsáveis pelos efeitos psíquicos e orgânicos no indivíduo.



Calcula-se que 3 milhões de indivíduos entre 16 e 59 anos, usem esta droga (11%), sendo grande parte deles entre 16 e 24 anos. O principal carbinóide de maconha é o delta -9 – tetrahidrocannabinol (THC).



Apesar da maconha ser classificada como uma droga, ela também pode fazer parte de receitas culinárias e de tratamentos de saúde, a chamada Maconha Medicinal, que traz diversos benefícios para seus usuários. Conheça alguns abaixo:

Anticonvulsivo;
Anti-inflamatório;
Analgésico;
Relaxante muscular, entre outros.
Aliás, sendo usado em vários tratamentos paliativos que contribuem para a melhora temporária, amenização de quadros de saúde e eliminação de enjoos, náuseas, dores e convulsões. Algumas doenças que podem receber a maconha para auxílio:
Síndrome de Hett;
Alzheimer;
Artrite Reumatoide;
Câncer;
Esclerose Múltipla;
Doença de Crohn;
Glaucoma.
Podendo também contribuir para condições como o Autismo e a Esquizofrenia.


Logo, engana-se quem acredita que a maconha não é uma planta e sim uma toxina pesada, já que ela possui:

Caule;
Raízes;
Sementes;
Folhas;
Gênero;
Flores e muito mais.


Muitos afirmam que a combinação de maconha com relações sexuais prejudica o desempenho no ato. Enumerei apenas cinco fatores (existem mais), sejam científicos ou não, que comprovam que maconha e sexo combinam.


*Pequenas doses de maconha, estimulam o apetite sexual.


A anandamida, é conhecida como a “substância da felicidade”, ela é produzida naturalmente no corpo humano, tem efeitos analgésicos, ansiolíticos e antidepressivos semelhantes aos do THC. Foram descobertos no nosso sistema nervoso, receptores específicos para essa substância, que são os mesmo que recebem os canabinoides da maconha.


Concordo com os especialistas, fumar aquele bom e velho fino verde antes do ato sexual, é melhor do que fumar uma tora de Purple Haze e preferir jogar vídeo game do que fazer sexo.


*A maconha é um relaxante muscular


O corpo fica mais sensível ao toque a as sensações de prazer aumentam. Logo, pode-se ter uma preliminar mais tântrica, estimulando as regiões erógenas e aproveitando o máximo o prazer ainda antes da penetração.


E o que isso tem a ver com o prazer sexual? O relaxamento do músculo liso suprime dores musculares, logo o sexo anal pode também ser menos doloroso e consequentemente mais prazeroso.


3. Maconha é social


A verdade é que os maconheiros se atraem e, poder compartilhar o cigarro de maconha com sua companhia antes e depois de uma atividade sexual, será certamente muito prazeroso, ambos sabem que maconha e sexo combinam, poder dividir essa sensação com mais alguém, trará um tempero a mais para o ato, no antes, no durante e no depois.


4. Casais que consomem maconha brigam menos


Segundo um estudo feito na Universidade de Buffalo nos EUA, casais que consomem maconha juntos, mais de uma vez por semana, tendem a brigar menos que casais que não fumam.


5. A maconha aumenta a sensação de prazer


O fato é: atividades prazerosas, se tornam mais prazerosas sob o efeito da cannabis.


A maconha aumenta os níveis de dopamina no nosso cérebro, substância química natural responsável pela sensação de prazer e bem estar que é liberada principalmente durante a alimentação e o sexo. Use com responsabilidade e aproveite os prazeres da vida.


6. A maconha não é perigosa nem viciante


“Eu acho que o principal obstáculo (da maconha) é o estigma”, declarou, “Ainda estamos lutando contra muitas décadas de propaganda agressiva do governo e grupos poderosos e ricos, como a indústria farmacêutica, a polícia ou as prisões privadas têm se esforçado para que a cannabis continue a ser ilegal. Investiram bilhões de dólares desde 1930 para mostrar a maconha sob uma luz negativa. Persuadiram o público, e até mesmo o nosso governo, de que a cannabis é perigosa e viciante, e eles conseguiram!”. Assegura Sue Sisley, a única pesquisadora do mundo com uma licença especial da DEA, que trabalha com maconha medicinal e supervisiona um laboratório.



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