segunda-feira, novembro 11, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Polícia da Georgia prende mais de 25 pessoas que atrapalharam exibição de filme homossexual.



Alguns ativistas ultranacionalistas de Georgia tentaram atrapalhar a exibição de um filme com temática homossexual. Porém, o conflito acabou desencadeando na prisão de mais de 25 pessoas, que entraram em embate com as forças de segurança.

A manifestação foi intensa, militantes acusaram o filme, And Then We Danced, de ser um afronte à fé. Nesse sentido, bloquearam as ruas no lado de fora de um cinema no centro da capital, na sexta-feira (8), antes da exibição da trama.

“Não é apenas um filme. É um insulto à nossa fé, às nossas tradições e a tudo que é sagrado para nós”, disse Guram Damenia, que se manifestou fervorosamente contra a exibição.

O filme em questão retrata a história de dois homens georgianos, que são dançarinos de Ballet e acabam se gostando. Porém, isso já foi suficiente para causar a ira de tradicionalistas, que protestaram até com cruzes e outros símbolos religiosos.

1º caso de transmissão de dengue por sexo gay foi confirmado.



O assunto ‘transmissão de dengue através do sexo‘ já é objeto de estudo e, apesar de ainda ser pouco comentado, o 1º caso já foi confirmado e aconteceu em Madri, na Espanha.

Assim, de acordo com informações da Agência France Presse (AFP), a situação foi com um homem espanhol de 41 anos, que se contagiou com o vírus após se relacionar sexualmente com seu companheiro. O namorado desse rapaz contraiu dengue em uma viagem para Cuba.

Além do mais, o quadro, ainda tido como inusitado, suscitou a curiosidade de médicos, já que o espanhol em questão não tinha ido para nenhum lugar onde o foco do mosquito é comum. Assim, após o comparativo dos sintomas entre os dois rapazes, chegaram à conclusão de que a doença foi adquirida através do sexo.

“Foi realizada uma análise de seus espermatozoides, que revelou que eles não tinham apenas dengue, mas que era exatamente o mesmo vírus que circula em Cuba”, diz Susana Jimenez, que cuida do Departamento de Saúde em Madri.

Cinco homens são presos e podem ser processados ​​por ‘tentativa de sexo gay fora da ordem da natureza’ na Malásia.



Cinco homens foram multados em mais de 900 libras esterlinas e podem ser presos depois de terem sido condenados hoje pela homossexualidade na Malásia .

O Supremo Tribunal Selangor Shariah, nos arredores de Kuala Lumpur, os prendeu na quinta-feira por “tentativa de relação contra a ordem da natureza”, informou o Metrô Harian.

A sodomia e atos do mesmo sexo são ilegais sob a lei islâmica na Malásia, de maioria muçulmana, embora as condenações sejam raras.

Quatro dos homens foram presos por seis meses, condenados a pagar £ 900 e serem amarrados e golpeados. Um quinto homem foi preso por sete meses, condenado a pagar 920 libras e também enfrenta seis chicoteadas pelo mesmo crime.

Policiais islâmicos detiveram os cinco acusados ​​com sete outros homens durante uma operação em novembro de 2018 em um apartamento de dois andares, informou o Harian Metro, citando o juiz Mohamad Asri Mohamad Tahir.

“Os fatos mostram que houve uma tentativa de realizar relações fora da ordem da natureza e que não estava nos estágios iniciais de preparação”, disse Mohamad Asri.

A Reuters não conseguiu entrar em contato com o juiz para comentar e as ligações para o Supremo Tribunal Selangor Shariah ficaram sem resposta. Um advogado dos homens não respondeu ao contato.

A Malásia é o lar de 32 milhões de pessoas, onde os muçulmanos malaios étnicos representam mais de 60% da população.

Ele possui um sistema legal de dupla via, com leis criminais e familiares islâmicas aplicáveis ​​aos muçulmanos que correm ao lado das leis civis.

Numan Afifi, presidente do grupo de direitos da sexualidade Pelangi, disse que a sentença foi “ultrajante” e pode criar um ambiente de medo na comunidade LGBT.

Numan, que participou da audiência, disse que outros cinco homens presos com o acusado também serão sentenciados em 19 de novembro.

O caso ocorre em meio a preocupações com a crescente intolerância em relação à comunidade LGBT na Malásia nos últimos meses.

Em setembro de 2018, duas mulheres foram atacadas por ‘tentativa de sexo lésbico’ no estado da costa leste de Terengganu.

No início deste ano, uma ministra e outros grupos muçulmanos protestaram depois que ativistas LGBT participaram de uma marcha pelo Dia Internacional da Mulher.

Lula pede perícia no caso Marielle e diz estar de volta para lutar também por LGBTs.


“Eu estou disposto a voltar a andar por esse país”, diz Lula em fala pra milhares de pessoas no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Ex-presidente foi solto após Supremo vetar prisão de condenados antes do fim de recursos.

Ao retornar neste sábado (9) ao reduto de origem do PT, a região do ABC Paulista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 74, fez um duro discurso contra o ex-juiz Sergio Moro, se referiu ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) como miliciano e pediu mais investigação no caso Marielle Franco.

“Eu estou de volta”, disse, sob aplausos de militantes. “Estou com mais coragem de lutar do que quando eu sai daqui.” Na reta final da fala de 45 minutos, pediu resistência, luta e união: “A esquerda vai derrotar a ultradireita que nós tanto queremos derrotar”.

Em seu discurso, Lula mostrou que será opositor de Bolsonaro não apenas no campo político, mas também nas lutas por direitos iguais e afirmou que o atual presidente sempre ofendeu negros, mulheres e LGBTs.

Lula disse aceitar o resultado da eleição, mas que Bolsonaro foi eleito democraticamente para governar o país, e não para as milícias do Rio de Janeiro. “É preciso de uma perícia séria”, numa referência ao sistema da portaria do condomínio do Rio de Janeiro em investigação no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco, em março de 2018.

Glenn Greenwald questiona homofobia de Augusto Nunes e é agredido ao vivo no Pânico.


Augusto Nunes agride Glenn Greenwald em programa ao vivo.


Programa foi interrompido por 12 minutos e, na volta, apenas Glenn permaneceu na transmissão.

Convidados do programa Pânico, da Jovem Pan, desta quinta-feira, 7, o jornalista Augusto Nunes, da Record, agrediu Glenn Greenwald, do The Intercept, durante a transmissão.

A confusão teve início quando Glenn questionou Augusto sobre os comentários homofóbicos que ele tinha feito sobre o marido, David Miranda (PSOL-RJ), e os filhos do casal.

Chamado de covarde, Augusto Nunes desferiu um tapa na cara do jornalista norte-americano; em seguida, a equipe do programa interviu para impedir novas agressões.

A transmissão foi suspensa por 12 minutos e, na volta, apenas Glenn permaneceu na transmissão.

Ironicamente, na última terça-feira, 5, durante a entrega do Prêmio Comunique-se, em São Paulo, Augusto Nunes ressaltou a importância do respeito à diversidade de opinião.

Repercussão

Nas redes sociais, David Miranda se manifestou sobre a agressão no Twitter. “Augusto Nunes é um indigno. Covarde, sem escrúpulos. É do tamanho da reação lamentável que teve hoje na Jovem Pan”.

“Nem mulher briga tão feio”, diz Emílio Surita, após Glenn ser agredido no Pânico.



O apresentar Emílio Surita tem sido alvo de críticas nas redes sociais. Isso porque, após jornalista Glenn Greenwald ter sido agredido pelo também jornalista Augusto Nunes, no programa Pânico, ele teria feito uma piada considerada machista.

“Nem mulher briga tão feio que nem você”, disse Surita. E logo em seguida completou: “Achei que ia sair uma porradaria aqui, mas só saiu uns tapinhas… Ô Glenn, você tá muito nervoso”.

Nas redes sociais o comentário de Surita logo foi apontado e criticado por diversos internautas. “Pior do que a briga do Glenn Greenwald com o Augusto Nunes foi ouvir o Emílio Surita depois dizer que “nem mulher briga tão feio que nem vocês”. Esse machismo é mesmo um “Pânico'”, disparou uma.

A agressão à Glenn ocorreu logo após o esposo de David Miranda questionar o Augusto Nunes sobre um comentário que ele teria feito, onde afirmou que o casal deveria ser investigado pela justiça, por não cuidar devidamente dos filhos.

Ao ser chamado de “covarde” pelo jornalista norte-americano, Augusto Nunes ficou revoltado e partiu para cima de Glenn. No momento, Nunes conseguiu acertar um murro no rosto de Glenn.

Livro sobre caso Richthofen revela que assassino viveu romance gay na cadeia.


Cristian Cravinhos, acusado de participar do assassinato dos Richthofen

Segundo a revista Época, o caso será detalhado no livro-reportagem Suzane: Crime e Punição, que fala sobre o caso Richthofen. No livro, Ulisses aponta que, enquanto estava preso, Cristian namorava a jovem Linny Silva, mas paralelamente se envolveu com um preso chamado Duda.

O caso entre os rapazes se tornou público quando Linny descobriu a traição. Revoltada, ela teria feito um escândalo no meio do pátio da penitenciária. No entanto, o barraco não foi o suficiente para acabar com o romance dos homens.

O jornalista conta que mesmo após sair da cadeia, Cristian ainda mantinha contato com Duda. Em entrevista a revista Veja, o rapaz contou que chegou a escreve mais mais de 100 cartas de amor a Duda.

Suzane: Crime e Punição tem previsão de ser lançado no Brasil no primeiro semestre de 2020. Para elaborar o livro, o autor entrevistou mais de 130 pessoas em cerca de três anos.

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