quinta-feira, novembro 28, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Prefeito gay surpreende e dispara em pesquisa para presidência dos EUA.


O candidato democrata Pete Buttigieg (Reprodução/Los Angeles Times)


Com o passar dos meses, a corrida pela Casa Branca tem se afunilado e alguns nomes tem se destacado mais que outros. Este é o caso do Pete Buttigieg, prefeito gay da cidade de South Bend, no Indiana.

De acordo com uma pesquisa da Universidade de Quinnipiac divulgada nesta terça-feira (26), o apoio à candidatura de Pete Buttigieg tem crescido bastante entre os norte-americanos. Enquanto a progressista progressista Elizabeth Warren tem caído.

Nesta última pesquisa, Buttigieg tem aparecido em segundo colocado, com cerca de 16% de aprovação, enquanto o primeiro colocado ex-vice-presidente Joe Biden, lidera com 24% de aprovação entre os eleitores democratas.

Pete tem feito bastante barulho com sua candidatura para a presidência dos EUA. O assunto até chegou a ser comentado por Donald Trump, que no próximo ano também vai disputar a reeleição.

Questionado sobre o que acha de ter um adversário político gay, Trump disse: “Acho que é genial. Acho que isso é algo com o que talvez algumas pessoas tenham problema. Não tenho nenhum, absolutamente. Acho que é bom”, completou.

Indonésia proíbe gays, trans, grávidas e deficientes físicos de trabalhar.




Em um dos países mais populosos do mundo, o preconceito do governo tem proibido a contratação de homossexuais, transexuais, deficientes físicos e mulheres grávidas.

A função de defesa exclui as gestantes de concorrerem a um emprego, já a AGO [Procuradoria-Geral da República] e o Ministério do Comércio proíbem isso com pessoas transexuais, disse o defensor público à imprensa.

De acordo com a Agência France-Presse (AFP), o defensor Ninik Rahayu, deu inicio a uma investigação sobre uma suposta exclusão dessas minorias,que começou através de uma denúncia. “A AGO infelizmente deu uma nota de repúdio e infeliz “nós só aceitamos pessoas normais”, disse o defensor público.

A Defensoria Pública pediu que tudo que fosse discriminatório fosse retirado, mas ainda não teve sucesso perante à solicitação. Na última quinta-feira(21), um porta voz preconceituoso da AGO, disse em um tom normalizado: “Homossexuais e transsexuais são anormais, portanto não seriam contratados.”

No portal da Procuradoria Geral da República, o pedido é para que os não sejam daltônicos, nem tenham deficiências físicas ou mentais, além de confundirem orientação sexual com identidade de gênero explicitamente.

Carro policial atropela casal gay durante protesto.




Segundo a Revista Fórum, um carro policial atropelou um casal gay durante um protesto no Chile. De acordo com informações, o casal se manifestava, pacificamente, quando foi surpreendido por um carro policial, que atropelou os dois.

O caso aconteceu no dia (19) deste mês mas, por instrução do Movilh (Movimento de Integração e Liberação Homossexual do Chile), foi denunciado nesta terça-feira (26). Ativistas da causa pedem que o crime seja devidamente punido de modo que seja aplicada a Lei de Antidiscriminação. 

“O ataque foi claramente intencional, porque nós estávamos na calçada, em uma rua que não estava movimentada, e não havia nada mais ocorrendo naquele momento que justificasse jogar o veículo sobre nós”, disse uma das vítimas.

“O episódio ocorreu por volta das 21h30 daquele dia, em um local onde não havia grande presença de pessoas. Portanto, o motorista do veículo viu quem eram as pessoas que atropelou, viu o que estavam fazendo e avançou sobre elas porque eram dois homens de mãos dadas”, disse o advogado, Óscar Rementería, porta-voz da defesa LGBT chilena.

20ª Parada LGBTI de Curitiba acontece no primeiro domingo de dezembro (1).




A 20º edição da Parada LGBTI de Curitiba acontecerá no dia 1º de Dezembro, e terá concentração na Praça 19 de Dezembro (Praça da Mulher Nua) no Centro Cívico, a partir das 12h. Os trios estão previstos para às 15h e passarão pela avenida Cândido de Abreu com o destino à praça Nossa Senhora da Salete, o evento que mais um ano acontece por doações,parcerias e apoiadores do movimento LGBT+ e simpatizantes.

O tema escolhido, “50 anos de Stonewall” traz uma referência histórica na luta pelos direitos e reconhecimento LGBTI no mundo, seguido pelo slogan “E elas, Travestis, Transexuais, Transgêneras, Drag Queens e Afeminadas continuam na luta!” que enfatiza a necessidade de fala para a transfobia no Brasil.

A primeira edição da parada LGBTQ+ aconteceu em 1995, que teve um público em média de 500 pessoas, já a vigésima edição que acontece no próximo domingo tem uma espera de público em torno de 60 mil pessoas.

APPAD organiza a parada LGBTQ+, e também promove a defesa dos direitos humanos, focando na reparação de violações de diversas minorias. A APPAD também está em envolvida com projetos, reuniões, atividades e palestras educacionais ao público LGBTQ+.

Evento oficial da 20º Parada da Diversidade LGBTI de Curitiba no Facebook:

http://www.facebook.com/events/457283778340750/

Cadastro e credenciamento para a Imprensa: bit.ly/paradacwbimprensa

Michel Platini deixa organização da Parada de Brasília: “Queria um evento mais democrático”.




Em vídeo exclusivo para o Gay1, um dos ativistas LGBT mais atuantes do DF, criticou mudança do evento para Festival.

Um dos ativistas mais atuantes do DF, Michel Platini deixa organização do Brasília Orgulho, festival que inclui a Parada do Orgulho LGBTS de Brasília. Em vídeo exclusivo ao Gay1, Michel afirma que lutou para que o evento fosse mais democrático e sem perder o lado político. Assista a cima!

A terceira Parada mais antiga do gênero no Brasil, a marcha e todos os eventos a ela ligados passaram a ser chamados de festival pela organização em 2018.

“A Parada não pode ser só um evento, ela precisa comprimir um papel muito mais que só a realização de um festival. Ela precisa incidir no dia a dia das pessoas LGBT e usar o poder que ela tem para conquistar mais direitos civis e mais direitos humanos para a população LGBT”, diz Platini.
O ativista afirma que enfrentava dentro da própria coordenação da Parada a necessidade de fazer algumas mudanças estruturais e de ampliação da participação de outras pessoas na organização da Parada.

Abertura da participação de outros ativistas do DF sempre foi uma grande demanda do fórum LGBT da capital. Este ano, um grupo chegou a fazer uma edição não oficial, que reuniu três mil pessoas no Estádio Nacional.

Ainda no vídeo, Michel explica que agora vai focar mais na Parada LGBT de Taguatinga, que é a segunda maior, e na lutas diárias contra a LGBTfóbia, além do fortalecimento da comunidade LGBT do DF.

Experiência nos EUA



Michel Platini chegou recentemente de uma viagem por vários estados americanos com outros ativistas do Brasil para uma experiência com o movimento LGBT dos EUA.

Nos encontros, o ativista de direitos humanos aproveitou para conhecer ONGs que lutam no combate da LGBTfobia e trazer casos bem sucedidos para o Brasil, além de cobrar das organizações mundiais mais justiça no caso Marielle Franco e denunciar o retrocesso que é ter um presidente homofóbico.

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