quinta-feira, novembro 07, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Líderes mundiais terão que lidar com um presidente gay dos EUA, diz Pete Buttigieg.


Prefeito da cidade de South Bend, em Indiana, candidato democrata pode ser o primeiro presidente abertamente gay da história dos EUA.

Pete Buttigieg, prefeito que concorre à candidatura democrata para a presidência dos EUA, disse que países e líderes políticos homofóbicos "terão que lidar" com um homem gay na Casa Branca caso ele ganhe a eleição.

Buttigieg deu a declaração durante sessão de perguntas e respostas com eleitores em uma escola em Decorah, cidade do Estado de Iowa. Um dos votantes quis saber como o candidato lidaria com países como Rússia e Arábia Saudita, "onde é ilegal ser gay", caso fosse presidente.

"Bom, eles terão que se acostumar", respondeu o prefeito da cidade de South Bend, que é casado desde 2018 com Chasten Buttigieg. A fala foi recebida com aplausos pelo público.

"Uma coisa incrível sobre os EUA é que, quando estamos em nosso melhor, podemos desafiar outros lugares do mundo a reconhecer a liberdade, e incluir mais pessoas de formas diferentes", comentou a seguir.

Montadíssimo, filho do novo presidente da Argentina vai à Parada LGBT de Buenos Aires.


Estanislao Fernández, de 24 anos, é gay assumido, define a sexualidade como fluida e namora há três anos a fotógrafa Natalia Leone.


No último sábado, Buenos Aires realizou sua 28ª Parada do Orgulho LGBT. E adivinha quem estava lá, emprestando seu brilho à festa? Acertou quem disse Estanislao Fernández, de 24 anos, filho do recém-eleito presidente da Argentina, Alberto Fernández. O jovem, que é drag queen e cos player, estava caracterizado como sua personagem Dyhzy – nome, aliás, pelo qual é mais conhecido – sensação das noites portenhas. O presidente, que será empossado em 10 de dezembro, falou em defesa dos direitos da comunidade LGBT e saudou o próprio filho, que tem mais de 110 mil seguidores em seu Instagram. Aliás, foi via Instagram que Alberto Fernández mandou seu recado: “Em uma sociedade que nos educou para a vergonha, ser livre é a melhor resposta. Vamos construir uma Argentina com mais direitos, onde reinem o amor e a igualdade. Vamos construir uma Argentina para todos, todas e todes. #Orgulho”

Estanislao estava em um dos 30 trios da Parada LGBT e postou uma mensagem em seu Instagram onde disse: “Hoje enviamos uma mensagem de amor e aceitação de Buenos Aires para o mundo”.

Ele também afirmou: “Chegou o dia mais importante do ano, aquele em que lembramos com carinho e orgulho todos aqueles que caíram para que possamos ser livres e felizes”.

Liverpool garante que torcedores LGBTs serão acolhidos no Catar.




Sendo um dos países mais rígidos quanto a presença de LGBTs em suas terras, o Catar garantiu ao time de futebol inglês, Liverpool, que seus torcedores que forem assistir o Mundial de Clubes serão acolhidos.

Em declaração divulgada pelo próprio site do Liverpool, o CEO do clube informou que a presença e a liberdade de todos os tipos de torcedores do time será assegurada pelas autoridades do país 

“Recebemos garantias que nossos torcedores LGBT serão bem-vindos ao Catar, algo que era de vital importância para nós como um clube, dado nosso comprometimento de longa data para diversidade e igualdade“, disse Peter Moore.

“Buscamos e recebemos informações sobre ingressos, hospedagem, preparação do estádio, segurança, cultura e uma noção maior de outras questões. Não ficou nenhuma dúvida pendente”, acrescentou.

Em outro momento, Moore chegou a afirmar que o objetivo não é força a mudança de valores e crenças de um povo, mas acredita que o clube possa ajudar a promover mudanças.

“Não somos uma organização política e não é nosso lugar ou ambição irmos de país em país forçando nossos valores e nossas crenças. Se o envolvimento do nosso clube de futebol, ou qualquer outro clube de futebol, sobre esse aspecto, ajudar a promover mudanças, aí eu seria o primeiro a aplaudir a ideia. Mas nosso envolvimento não deveria ser medido por isso”, declarou.

Homem é espancado após ser confundido com gay por carregar bolsa da esposa.


Homem espancado após ser confundido com gay 

Um crime de homofobia tomou as ruas de Belgrado, na Sérvia. Nesse sentido, Ilija Vucevic estava passeando com a esposa, quando foi espancado por homens que acharam que ele era gay por estar carregando uma bolsa feminina.

“Pensavam que eu era gay porque eu tinha uma bolsa de cachorrinho no ombro”, contou ele. Além do mais, de acordo com informações da emissora N1, as agressões ficaram mais intensas após a vítima contestar as ofensas verbais que os agressores proferiram.

“Acho que esse foi meu erro, eu ousei responder, optei por não me calar”, disse ele, que acabou sendo salvo pela esposa, que chamou a polícia fazendo com que os criminosos fugissem. Nesse sentido, os agressores foram presos em uma pizzaria na cidade, no dia 1 deste mês.

Vale frisar que aqui no Brasil a situação não é diferente. No mês de março, deste ano, uma mulher cis apanhou após ser confundida com uma mulher trans. Larissa voltava para casa, quando foi surpreendida por um grupo de rapazes.

Parada LGBT do Leblon terá como tema o combate ao racismo.



A 2° edição da Parada LGBT do Leblon será realizada neste domingo (10), e abordará o preconceito racial com o tema: “Tire o seu racismo do meu caminho, que eu vou passar com minha cor”.  

A passeata conta com o apoio da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio (CEDS RIO). A organização espera que cerca de 10 mil pessoas compareçam ao evento, marcado para começar ao meio-dia. 

“Pelo segundo ano consecutivo, a CEDS abraçou o projeto da Parada LGBT do Leblon, na Cruzada São Sebastião. É importante continuar buscando visibilidade pela luta contra qualquer tipo de preconceito, seja ele, por orientação sexual, identidade de gênero, cor ou religião. Precisamos levantar a bandeira da diversidade todos os dias. Porque o  mundo é diverso, e todas as pessoas merecem respeito”, ressalta o Coordenador Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio, Nélio Georgini.

Realizada no conjunto habitacional Cruzada São Sebastião, à margem do Jardim de Alá, a Parada é organizada por Thabata Rios, de 31 anos, mulher transexual, nascida e criada no local. 

“Meu intuito é atrair LGBTs de todos os lugares da cidade. A Cruzada São Sebastião é muito peculiar, estamos no asfalto e na Zona Sul, mas estamos segregados. Por isso, convido todos que sofrem por sua condição social, sexualidade, identidade de gênero, raça ou qualquer outro motivo“, pontua Thabata. 

Cerca de 35 artistas LGBTs ou que lutam pela causa irão animar a festa, que terá um trio elétrico.  Antes disso, às 10 horas, haverá um trabalho social com recreação para crianças, corte de cabelo gratuito, 2° via de documentos, distribuição de lanches, distribuição de materiais de prevenção às DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), entre outros.

Burger King disponibiliza vagas para transexuais.



Com o intento de ser mais representativo e acolhedor com o público LGBT+ e, sobretudo, com o público trans, o Burger King anunciou, em parceria com a Transempregos, que está disponibilizando vagas exclusivamente para pessoas transexuais.

“Estar agregando ainda mais inclusão e diversidade ao lado de uma empresa que já tem estes temas como prioritários é motivo de muito orgulho e alegria. O Burger King Brasil já é aberto aos melhores talentos e queremos que profissionais TRANS também saibam que as pessoas podem ser elas mesmas, e que são valorizadas justamente por este motivo, assim como sua competência. A TRANSEMPREGOS veste com muita felicidade a coroa do Burger King, que é para todas, todos e todes” comenta Maite Schneider, fundadora da TRANSEMPREGOS.

“Trabalhar no Burger King sendo uma pessoa trans é como algo normal. Como se fosse qualquer outra pessoa. Aqui, com certeza, todos são bem-vindos”, ressalta Pedro Santos de Menezes, que trabalha em um dos restaurantes, em Brasília.

Desse modo, para os interessados, a vaga também traz benefícios como transporte, alimentação, convênio médico, seguro de vida e trilha de carreira. Assim, quem se interessou, devem se inscrever logo, cadastrando seu currículo via Whatsapp no número +55 11 94317-6360. 


2 comentários:

  1. Eu me pergunto o que se passa na cabeça de um hétero quando sofre de homofobia, eles menos ou mais homofóbicos?

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  2. Eu acho que pessoas héteros sentem na pele o que os LGBT´s passam e compreendem melhor a dificuldade de viver. Só passando por experiências assim, que a compreensão chega de imediato, de que não importa os rótulos mas de uma vida humana. Já a ciência diz que os agressores agridem o que esconde dentro de sí mesmo, os seus semelhantes que não tem medo do que eles são.

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