terça-feira, dezembro 10, 2019

MINHA VIDA GAY

Sobrinho gay de Silas Malafaia ressalta que ninguém da família estará em seu casamento.


Leandro Buenno e Rodrigo Westermann 


O sobrinho-neto de Silas Malafaia, o modelo Rodrigo Westermann, enfatizou, em entrevista à Veja, que a família não vai ao seu casamento. Como se sabe, Malafaia segue preceitos tradicionalistas e é controverso com a comunidade LGBT por diversos motivos.

“Perdoo a minha família, mas o problema é perdoar sem existir um pedido de desculpas. Meu pai não conhece meu noivo, que está comigo há mais de um ano. Vamos nos casar em março, e ninguém da família estará presente. Meu irmão se recusou a ser padrinho. Eu pensava em dar um basta nessa dor com o meu casamento”, reflete o rapaz.

“Meu pai dizia que havia algo ruim dentro de mim por sentir atração por meninos. Só Deus poderia tirar aquela maldade do meu corpo e me salvar.  Eu me sentia dentro de uma prisão. Minha vida era de casa para a igreja e vice-versa. Só podia sair para ir ao psicólogo, que também era da igreja que frequentávamos”, relembra.

O rapaz também já revelou que a família tentou a traumática ‘cura gay’ com ele. “Frequentei igreja a vida inteira. Quando descobriram que sou gay, foi um terror psicológico. Me levaram a um terapeuta evangélico. Prometi que iria mudar. Não havia saída, eu tinha só 15 anos. Não tinha autonomia”, desabafou.

Casal de lésbicas se torna o primeiro a gerar bebê em ambos os ventres.

Donna e Jasmine Francis-Smith com seu filho Otis. 

O bebê nasceu saudável, no dia 30 de setembro.

Um casal de britânicas se tornou o primeiro no mundo a gerar um bebê em ambos os ventres em um processo de “maternidade compartilhada”. Otis nasceu em setembro, depois de ter sido gerado nos óvulos de uma mãe e implantado em outra.

Donna Francis-Smith teve seu óvulo encubado e o gestou em seu útero durante 18 horas. Em seguida, o óvulo foi transferido para sua companheira, Jasmine Francis-Smith, que o gestou até o fim da gravidez.

“O procedimento realmente fez com que eu e Donna nos sentíssemos iguais em todo o processo e nos aproximou emocionalmente. Agora, com o Otis seguro e bem, sentimos uma verdadeira família. Se tivéssemos que passar pelo processo novamente, não mudaríamos nada”, disse Jasmine ao The Telegraph.

Jasmine e Donna se conheceram em 2014 e se casaram em abril de 2018. “Estamos impressionadas para ser honesta. Você tem muitos casais do mesmo sexo em que uma pessoa está fazendo a coisa toda: engravidando e dando à luz, enquanto nós duas estamos envolvidas. Ambas temos um vínculo especial com Otis. Isso ajudará as pessoas no futuro”, disse Donna, que serve no exército há 11 anos.

A clínica pioneira neste tipo de procedimento disse que ele permite que a fertilização ocorra em um ambiente vivo e não em um laboratório. “[O procedimento] permite a participação prática e emocional na gravidez, mas também fornece ao embrião nutrientes importantes e outros componentes em um ambiente natural e maternal”, disse um porta-voz da clínica.

Donna comemorou que a fertilização deu certo logo na primeira tentativa e se disse feliz que mais casais do mesmo sexo poderão procurar esta opção. Sobre o bebê, ela disse: “Jasmine disse que ele será astronauta, mas ele pode ser o que ele quiser. Sempre o apoiaremos no que ele quiser fazer”.

3 comentários:

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  2. Sinceramente as vezes e doloroso já passei por isso mas ele está melhor sem a família desejo felicidades a eles

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  3. É desagradável sim, não vamos negar.
    Neste momento tão importante para
    a vida dos dois.
    Queremos a família reunida, amigos enfim, queremos compartilhar este momento, com as pessoas mais
    próximas da gente.
    Mas, se não tem como ser assim, o
    importante será a presença dos dois.
    Sem os noivos não haverá cerimônia,
    E bola pra frente, é a vida que segue.
    Felicidades aos dois.

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