sexta-feira, dezembro 20, 2019

MINHA VIDA GAY

Mulher responde vizinhos homofóbicos com arco-íris de 10 mil luzes.


Para contestar vizinhos homofóbicos da forma mais deslumbrante possível, Lexi Magnusson apostou em uma decoração de natal bem chamativa. A norte-americana de Seattle escolheu luzes da cor da diversidade para estar à frente de sua residência.

Além do mais, Lexi ressaltou que a ideia original surgiu após descobrir que uma de suas vizinhas nutria posicionamentos preconceituosos motivados pela religião e, inclusive, acreditava que Lexi pensava assim também, por partilhar a mesma crença, ‘mórmon‘.

“Essa vizinha me disse que ela e seu marido tinham mudado de cidade para proteger seus filhos das questões LGBT, citando o fato de que a escola em que um dos garotos estudava aceitava casais de lésbicas na formatura”, comentou.

A saber, os mórmons são cristãos. No entanto, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não é católica ou protestante, mas sim uma restauração da Igreja que Jesus estabeleceu no Novo Testamento. 

Primeira prefeita de Bogotá se casa com senadora de oposição na Colômbia: “Amor da minha vida”.



Claudia López, a prefeita eleita de Bogotá, a capital da Colômbia, se casou na segunda-feira (16/12) com a senadora Angélica Lozano, que faz oposição ao presidente Iván Duque. Ex-senadora, Lopez é a primeira mulher a ocupar, por eleição popular, a principal prefeitura da Colômbia.

“Prometo lhe honrar e amar por toda a minha vida! Obrigado à vida por este ano maravilhoso: fiz doutorado, conquistei a prefeitura e casei com o amor da minha vida!” – escreveu López no em uma rede social. A prefeita, de 49 anos, se casou vestida de branco, assim como Lozano.

Na Colômbia existe o casamento entre pessoas do mesmo sexo, que têm o direito de adotar menores, sejam filhos biológicos de um dos cônjuges ou não, por decisões da Corte Constitucional. López assumirá o mandato da capital colombiana no dia 1º de janeiro, no lugar de Enrique Peñalosa.

Motorista do Uber é banido de aplicativo após recusar levar passageira transexual.




Um motorista da Uber se recusou a buscar uma travesti que solicitou a corrida no Rio de Janeiro e foi punido pela empresa. O caso acabou ganhando grande repercussão na internet após uma amiga da vítima compartilhar o corrido nas redes sociais.

Na ocasião, Darllen Sacramento, de 28 anos, solicitou um carro por aplicativo e, quando o motorista passou por ela, não quis parar para que a jovem entrasse no carro. No chat do próprio app, ele perguntou “travesti?”, depois disse “desculpe, mas não dá”. A situação de preconceito foi denunciada por uma amiga da passageira no twitter. Ela escreveu “vou postar aqui pra dar voz a uma mana trans que sofreu uma transfobia de um motorista da Uber, quero deixar a cara desse palhaço bem conhecida! E que a @Uber_Brasil tome providências!”

Em resposta no Twitter, a Uber disse lamentar muito a experiência de discriminação que Darllen enfrentou. Já ao Jornal Extra, a empresa ratificou a posição, dizendo que assim que tomaram conhecimento da denúncia, baniram o motorista do aplicativo.


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