segunda-feira, dezembro 16, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY




Botswana é o 70º país a criminalizar o sexo gay.



Em Botswana, a discriminação acontece desde meados de junho, em Gabão, que é a região central do continente. Agora passa a punir homossexuais, especificamente o sexo gay entre eles.
De acordo com o Guia Gay, a lei entrou em vigor em Julho, mas só agora veio á tona. Denúncias de abusos por parte da policia são constantes. Botswana é o 70º país a criminalizar a homossexualidade, e perante a isso, o código penal pode gerar uma multa de até 35 mil reais.

Segundo o ativista que monitora os direitos LGBTQI+ na África Ocidental, Davis Mac-Iyalla, conversou com dois homens gabonenses que foram presos e tiveram que subornar policiais para terem a liberdade concebida.

“Isso levou a comunidade LGBT a criminalidade e ao assédio” , comentou o ativista.” A policia corrupta agora usa isso, prende pessoas e, em seguida, as pessoas precisam subornar sua saída” , disse Davis em entrevista.

Presidente argentino cria Ministério para Diversidade.

Presidente Alberto Fernández

Para incentivar cada vez mais a diversidade, o presidente Alberto Fernández, que toma posse na terça-feira (10), ressaltou que defenderá uma agenda que olhe para todos, sem distinção.
Nesse sentido, Fernández criará novas pastas, como Mulheres, Gêneros e Diversidade, que ficará com a advogada de direitos humanos Elizabeth Gómez Alcorta, e Desenvolvimento Territorial e Habitat, com a arquiteta María Eugenia Bielsa.

A saber, o presidente é pai de Estanislao Fernández, o garoto faz sucesso na noite como drag queen. Como muito brilho e política, aproveita o seu espaço no Instagram para mostrar a sua arte.
“Estava me relacionando com uma garota que fazia cosplay e comecei a me interessar. Foi assim que comecei a me fantasiar e, ao mesmo tempo, conheci o mundo das drag queens”, revelou ele.

Ministro do STF derruba lei que proibia discussões de gênero em sala de aula.


O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. (Foto: Carlos Humberto/ SCO/ STF)

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira lei municipal de Londrina, no Paraná, que proibiu debates e abordagens sobre gênero das salas de aula da cidade.

A lei foi aprovada em setembro do ano passado, sob protestos, na Câmara Municipal. Ela estabelecia que ficam vedadas “adoção, divulgação, realização ou organização de políticas de ensino, currículo escolar, disciplina obrigatória, complementar ou facultativa, ou ainda atividades culturais que tendam a aplicar a ideologia de gênero e/ou o conceito de gênero”.

Leis parecidas em Foz do Iguaçu e Paranaguá, também no Paraná, já haviam sido suspensas por decisão do STF.

Barroso concedeu liminar (decisão provisória) a pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e determinou que o caso fosse remetido para decisão do plenário da Corte. O tema só deve ser julgado pelos onze ministros em 2020.

O ministro considerou que a lei pode ser inconstitucional por duas razões: só a União poderia legislar sobre políticas educacionais e porque, para ele, privar o estudante de participar do debate e aprender sobre o tema pode prejudicar o desenvolvimento dele.

Para Barroso, a educação deve servir para reduzir a intolerância e ajudar a sociedade, e proibir o debate sobre gênero fere o princípio da dignidade humana.

“A educação é o principal instrumento de superação da incompreensão, do preconceito e da intolerância que acompanham tais grupos ao longo das suas vidas. […] Impedir a alusão aos termos gênero e orientação sexual na escola significa conferir invisibilidade a tais questões. Proibir que o assunto seja tratado no âmbito da educação implica valer-se do aparato estatal para impedir a superação da exclusão social e, portanto, para perpetuar a discriminação”, diz o ministro.
“A norma [de Londrina] compromete o acesso imediato de crianças, adolescentes e jovens a conteúdos relevantes, pertinentes à sua vida íntima e social, em desrespeito à doutrina da proteção integral”, completou o ministro.

O governo federal, por meio da Advocacia Geral da União (AGU), opinou contra a lei de Londrina por questões formais. Segundo a AGU, só lei federal pode legislar sobre educação, cabendo aos estados e municípios complementar, detalhar regras. Mas o órgão não se posicionou no mérito sobre proibição a ideologia de gênero na escola.

Eduardo dá resposta inusitada após ser questionado sobre a postura de Bolsonaro com gays.



Através de uma entrevista dada a uma emissora de TV de Israel, Edurado Bolsonaro foi indagado sobre falas do pai, Jair Bolsonaro, interpretadas como homofóbicas. Nesse sentido, ele respondeu de uma forma, digamos, ‘bem singular’.

“Não me importo. Se você diz que só é preciso amor para ser uma família, você vai dizer que eu e meu cachorro, eu amo meu cachorro, somos uma família. Entende? Você abre a porta para muitas coisas”, disse Eduardo.

Vale mencionar que o presidente Bolsonaro já enfatizou inúmeras vezes que, para ele, o que vale é o previsto na CF, que preceitua família como uma configuração formada somente por homem e mulher.
A saber, Eduardo, recentemente, ressaltou que homofobia só existe para chamarem seu pai de homofóbico.“Antigamente nem existia essa palavra ‘homofobia’. Hoje em dia só existe a palavra para você dizer que o Bolsonaro e o pessoal da direita é homofóbico”, disse.

Transexual é morta com uma facada e enterrada no Rio Grande do Sul.



Na região central de Santa Maria, Mãe loira, como era conhecida a transexual Verônica de Oliveira de 40 anos, foi assassinada e velada na Câmara de Deputados. O caixão foi coberto pela bandeira LGBTQI+. A transexual levou uma facada de um criminoso ainda não identificado.



Segundo o delegado Gabriel Zanella, que comanda as investigações, o suspeito ainda não foi identificado. “Estamos trabalhando intensamente para que isso ocorra” relata Gabriel.

No velório, amigos e parentes levaram cartazes com pedidos de justiça. Ela tinha o título de madrinha da parada gay de Santa Maria e realizava também trabalho comunitário com crianças e vizinhos do bairro onde morava e acolhia outras transexuais.

De acordo com o G1, a vítima que estava em grupo, foi chamada pelo indivíduo, o qual desejava a realizar um programa sexual, mas nenhuma integrante do grupo aceitou fazer sexo com ele. Ela e as demais não concordaram com o valor ofertado. Iniciou-se uma discussão com xingamentos mútuos, envolvendo, sobretudo, o suspeito e a vítima. Quando iniciou a saída do local com o automóvel, desferiu um golpe de arma branca no abdome da vítima, que estava parada na rua”, relatou o delegado. Verônica chegou a ser levada ao hospital mas faleceu por volta das 6h30. Recentemente uma travesti também foi agredida e espancada por 5 homens, e clamou pra ser ajudada.

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