segunda-feira, dezembro 30, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY


Cuba decidirá em 2021 sobre prever ou não casamento LGBT em novo código.


Em uma reviravolta controversa, a minuta final da nova Carta Magna eliminou o artigo que abriu as portas para o casamento gay e adiou o debate.

Cuba: o primeiro projeto do Código da Família será apresentado em março de 2021, para depois ser iniciada uma consulta popular.

Havana — Cuba decidirá sobre a legalização do casamento igualitário durante a atualização do novo Código de Família, marcado para 2021, dentro do calendário legislativo aprovado neste sábado pelo Parlamento da ilha e estipulado na Constituição aprovada recentemente.

Em uma de suas reviravoltas mais controversas, a minuta final da nova Carta Magna eliminou o artigo que abriu as portas para o casamento gay e adiou o debate até a aprovação de um futuro Código de Família, em um esforço para garantir o apoio ao novo texto constitucional em um referendo.

A decisão foi justificada pelo governo pela necessidade de respeitar todas as opiniões que emergiram da consulta popular do documento, na qual a maioria foi contra a mudança da definição de casamento, que na antiga Carta Magna havia sido estabelecida como uma união entre um homem e uma mulher.

O projeto inicial da nova Constituição propunha a alteração desses termos para união entre duas pessoas com capacidade jurídica, mas no final foi decidido eliminar qualquer definição.

O assunto provocou discussões acaloradas nos debates e gerou indignação em grupos contrários ao ativismo LGBTI+ e em fiéis de várias denominações religiosas, com ênfase particular nas igrejas católica e evangélica, que têm uma presença crescente na ilha.

O calendário aprovado no último sábado (21) pela Assembleia Nacional estipula que o primeiro projeto do Código da Família será apresentado em março de 2021, para depois ser iniciada uma consulta popular. Em dezembro do mesmo ano, o texto deverá ser colocado em votação.

Mariela Castro, filha do ex-presidente Raul Castro e um dos rostos mais conhecidos do ativismo LGTBI em Cuba, pediu que seja feita uma grande campanha de comunicação para informar a população antes e durante o processo de consulta.

“Uma norma como esta não apenas regula o casamento, mas garante os direitos de meninas, mães, mulheres, avós, entre outras”, disse a deputada.

Associação angolana recrimina Violência contra orientação sexual.



A Associação Íris Angola, única associação LGBT angolana, ressaltou a discriminação arraigada e que assola o país. Ressaltando a “discriminação, barreiras no ensino e violência contra a homossexualidade na adolescência“.

Inclusive, o diretos da Associação, Lusa Carlos Fernandes falou a respeito. “Quando digo que as barreiras persistem, estou a falar em termos da baixa escolaridade, o abandono escolar, a violência contra a homossexualidade na adolescência. Sim, persiste a discriminação e ela muitas vezes é acompanhada pela ignorância”.

Vale frisar que o Governo de Angola despenalizou a homossexualidade em 2018, prevendo um novo dispositivo no Código. Contudo, a discriminação, assim como em qualquer lugar, existe.


“Mas vimos como um passo de abertura de diálogo com outros setores do Governo que devem apoiar ou falar connosco para maior preparação e educação das famílias sobre LGBT”, notou Fernandes, conforme pontuou o D Notícias.

Hétero tenta defender amigo gay de gangue e acaba hospitalizado.



Jack Roberts, de 17 anos, ao passear com sua namorada e outros amigos, acabou hospitalizado após defender um deles de um grupo de homofóbicos. O caso consumou-se na Inglaterra, em South Rotherham.

Dos fatos, Jack passeava com a namorada e mais quatro amigos, quando a turma, ao passar na frente de um bar, foi surpreendida por vários comentários vexatórios direcionados ao amigo de Jack.

Nesse sentido, Roberts se aproximou para tentar entender o motivo de tanto escárnio, mas acabou sendo recebido com socos e chutes. Um dos agressores portava um soco inglês, machucando mais ainda o rapaz.

Através de uma postagem, a mãe da vítima demonstrou ter se orgulhado da atitude corajosa do filho: “Estou muito orgulhosa dele por tentar proteger outra pessoa”, disse ela.

Com votação aberta até 30/12, Melhores do Ano LGBT tem mais de 150 mil votos.

melhores do ano 2019 Gay1

Concurso do Gay1 premia anualmente os destaques do meio LGBT no Brasil através do voto popular.

O ‘Melhores do Ano 2019‘ do Gay1 encerra a votação só dia 30 de dezembro, mas prêmio já teve mais de 150 mil votos totalizados neste sábado, 28. Clique aqui para votar ou acesse: Gay1.lgbt/melhores2019.

São no total 16 categorias, entre elas Melhor Artista Musical, Melhor Personalidade da TV e Internet, Ativista em Destaque, Melhor Parada LGBT, entre outras.

Como toda lista, muita gente bacana ficou de fora, mas acreditamos que o que estão sendo escolhidos dão uma boa dimensão da grandeza e da potencia que a comunidade LGBT tem. Esse é o único prêmio do gênero nacional totalmente LGBT.

Artistas LGBT estão cada vez mais com destaque e ocupando o lugar que sempre lhes foi de direito. Da mesma forma os espaços de sociabilidade como bares, baladas, festas, clubes e muito mais, continuam cumprindo um papel fundamental de serem lugares de encontros e conexões entre pessoas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário