quinta-feira, dezembro 05, 2019

NOTICIAS DO MUNDO GAY

Professora é demitida após praticar bullying contra criança adotada por casal gay.



Louis Van Amstel, coreógrafo do programa norte-americano “Dancing With the Stars”, recorreu ao Twitter para divulgar que o filho, de apenas 10 anos e cujo processo de adoção ainda decorre, foi alvo de bullying na escola Deerfield Elementary, em Utah (EUA), por parte de uma professora substituta da instituição.

Segundo o bailarino, durante um trabalho feito em sala de aula, a professora pediu para os alunos escreverem sobre aquilo pelo qual são gratos, o menino, chamado apenas “D.M” ​​para proteger sua identidade, respondeu: “finalmente vou ser adotado pelos meus dois pais”. Perante a resposta do menino, a professora afirmou “que não havia nada pelo que ser grato” e deu uma palestra aos alunos, explicando que ser gay “é pecado”.

Foi, então, que três alunas decidiram denunciar o show de preconceito da professora ao diretor da instituição. Os funcionários da escola escoltaram imediatamente o professora para fora do campus e a demitiram imediatamente. “Ela também tentou culpar o nosso filho e disse que ele era o culpado da situação. É absolutamente ridículo e horrível o que ela fez. Estamos em 2019 e isto acontece numa escola privada. Estou horrorizado que a pessoa que faz bullying, nesta situação, seja professora numa escola”, afirmou Louis.

Segundo IBGE, casamentos entre pessoas do mesmo sexo crescem 61,7%.


A união homoafetiva ainda é alvo de muito preconceito ao ser estigmatizada como algo ‘promíscuo’ ou ‘que não vai durar’. Porém, independentemente de qualquer rótulo, segundo IBGE, os LGBTs estão se casando mais.

Desse modo, a união entre pessoas do mesmo sexo teve um crescimento de 61,7% em 2018, na comparação com o ano anterior. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)




“Muitos casais formalizaram suas uniões com medo de que em breve isso não fosse mais possível”, apontou a advogada e integrante da Rede Lésbica Brasil, Andressa Regina Bissolotti dos Santos.

“Uma resolução, ou mesmo uma decisão judicial, não são leis. Mesmo a decisão, embora seja vinculante em todo o território nacional, não gera o que nós chamamos no direito de ‘coisa julgada’, ou seja, o tema poderia voltar a ser apreciado”, destacou.

CUT lança cartilha sobre direitos LGBT; confira.




Você só pode lutar pelos seus direitos, se conhecê-los. Desse modo, a CUT (Central Única dos Trabalhadores de São Paulo) está oferecendo uma cartilha sobre os direitos de LGBTs e mercado de trabalho. Clique aqui para baixar: https://sp.cut.org.br/acao/mundo-do-trabalho-e-direitos-das-pessoas-lgbt-resistir-para-existir-45e2

“É muito importante que os trabalhadores LGBT se apropriem dessa cartilha, especialmente neste momento em que vivemos uma escalada de intolerância e LGBTfobia no país, fruto de uma narrativa conservadora. Essa cartilha vem para enfrentar essa narrativa de LGBTfobia, de uma política conservadora que quer que vivamos em guetos. Isso não vamos permitir Não podemos perder o que já conquistaram com a organização e mobilização dos trabalhadores LGBT”, diz Anderson Pirota, coordenador do coletivo LGBT do Sindicato.

“Vivemos tempos sombrios, de ataques e de discursos de ódio, vindos, inclusive, de quem deveria nos representar. E essa edição da cartilha busca ser um instrumento de formação e orientação aos trabalhadores LGBTs para quando sofrerem violações de seus direitos. Além disso, ela fala sobre a importância de todas e todos estarem organizados nos sindicatos como única forma de garantir direitos no seu local de trabalho“, ressalta Kelly Domingos, secretária de Políticas Sociais da CUT-SP.

Segundo o SP Bancários, a cartilha também será disponibilizada, no futuro, em inglês. Além do mais, para solicitação da publicação impressa, as federações, sindicatos e subsedes precisam encaminhar mensagem para os e-mails sgeral@cutsp.org.br e polisociais@cutsp.org.br ou pelo telefone (11) 2108-9242. 

Novo medicamento pra infecção pelo HIV permite o uso de 1 única pílula.



Mais uma vitória no tratamento do HIV!

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um novo medicamento, em uma única pílula para o tratamento de infecção pelo vírus HIV-1, tanto em adultos, como em crianças com mais 6 anos de idade e com peso maior ou igual a 25 kg.

O Biktarvy® demonstrou eficácia, segurança e poucas interações com outros medicamentos, durante os testes clínicos exigidos para sua liberação. Produzido pela Gilead Sciences, a pílula é composta por 3 princípios ativos: bictegravir, entricitabina e tenofovir alafenamida; e pode ser ingerida, também, em jejum, se adequando completamente à rotina des pacientes. O registro do Biktarvy® na avisa aconteceu no dia 24/11 e foi reaprovado neste domingo, dia 01/12, dia mundial da luta contra a AIDS.




Além de antirretrovirais de outras classes: entricitabina e tenofovir alafenamida (TAF), o novo medicamento também é composto por um novo inibidor de integrase (INSTI), o bictegravir. O TAF, que é utilizado em uma dosagem menor que o tenofovir (TDF), é mais permeável nas células e se concentra mais dentro delas, o que o torna mais seguro que o tenofovir (TDF), justamente porque pode causar menos toxicidade renal e óssea.

“A aprovação do Biktarvy® significa um grande passo no tratamento do HIV no Brasil. Principalmente pela forma simples e eficiente com um único comprimido ao dia”, afirma a Diretora Médica da Gilead no Brasil, Dra. Rita Manzano Sarti.




Para que fosse liberado no Brasil, pela ANVISA, o Biktarvy® passou por 4 estudos clínicos que comprovassem a sua segurança e eficácia. Esses estudos, chamados de ‘Estudos de Fase 3’, foram feitos em adultos infectados com HIV-1 não tratados e em adultos infectados tratados.

A liberação do medicamento, no Brasil, também engloba o uso pediátrico do medicamento, que foi aprovado, nesse caso, por outros estudos. Não houve descontinuação do Biktarvy® por nenhum dos pacientes em teste devido a eventos adversos renais. As reações adversas mais comuns foram diarreia, náusea e dor de cabeça.

Travesti é filmada sendo agredida com socos, chutes e pauladas por cinco pessoas em Fortaleza




A Polícia Civil investiga o espancamento de uma travesti no Bairro Vila Velha, em Fortaleza, por um grupo de cinco pessoas. O crime, que ocorreu no fim de semana, foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais. Nas imagens, gravadas por uma pessoa que incita a violência, os suspeitos agridem a vítima com socos, chutes e golpes usando um pedaço de madeira. Ela foge após a ação.

No vídeo, a travesti é agredida, inicialmente, por um grupo de quatro pessoas, todos homens, enquanto duas mulheres assistem e gravam a ação, incentivando os golpes. “Não deixa correr, não! Derruba esse viado!”, dizem. A vítima, que cai no meio da rua e continua sendo atacada e filmada, ao tentar fugir, interroga: “Como vocês têm coragem de fazer isso?” As mulheres que estão presenciando o ataque, contudo, rebatem. “Como tu tem coragem de tirar onda com a favela, viado?”. Após finalmente conseguir se safar dos agressores, a travesti é intimidada por uma das mulheres: “Não apareça mais aqui!”

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou que A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga o caso por meio do 17º Distrito Policial (DP) destacou a importância da vítima registrar um boletim de ocorrência (B.O.), em relação ao ocorrido, em qualquer unidade da PCCE. Denúncias e informações sobre o caso podem ser feitas pelo número 181, o Disque-Denúncia da SSPDS e para o (85) 3101.2497, do 17º Distrito Policial. O sigilo e o anonimato são garantidos.

Traficante confessa que matou Matheusa Passarelli e conta detalhes do crime.




Num depoimento gravado em vídeo, obtido com exclusividade pelo Jornal Extra, Manuel Avelino de Sousa Junior, conhecido como Peida Voa, confessou o crime cometido contra a estudante Matheusa Passarelli, de 21 anos, na madrugada de 29 de abril de 2018. Em depoimento, o suspeito ainda relatou detalhes do crime.

Manuel confessou ter atirado duas vezes contra Matheusa. Após o homicídio, o corpo da estudante foi esquartejado e queimado em um tonel no alto da favela. “Ele tava andando na rua pelado. Fui lá interrogar ele. Não conseguia falar o nome, endereço, lugar onde morava nem nada. Eu falei que ia arrumar ajuda”, conta Manuel. “Só que ele não aguardou e reagiu tentando tirar o fuzil de mim, botando a mão no meu pescoço e me empurrando. Peguei a pistola e dei tiro nele. Um tiro de pistola e um tiro de fuzil“.

Manuel disse ainda que Matheusa “ficou agonizando por meia hora” após os disparos. Aos investigadores, afirmou que queria tentar socorrer a estudante e levá-la para fora da favela, mas que recebeu a ordem de um “gerente” do tráfico para queimar o corpo. “Tive que amarrar com um fio e saí puxando até chegar ao galão, cortar e queimar”, disse o traficante, que contou com a ajuda de mais dois homens para esquartejar o cadáver com um facão.

O relato foi gravado na manhã do dia 28 de maio dentro da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), para onde Manuel foi levado após ser preso. O homem foi capturado num prédio em Piedade, onde passou a trabalhar como porteiro após deixar o tráfico.

Nenhum comentário:

Postar um comentário