terça-feira, dezembro 10, 2019

POLÍTICA

Apenas 19% da população confia em declarações de Bolsonaro.




Dado é da pesquisa Datafolha realizada entre a última quinta-feira (5) e sexta-feira (6).

Para 80% dos brasileiros, as declarações do presidente Jair Bolsonaro nem sempre são confiáveis. É o que aponta a pesquisa Datafolha realizada entre a última quinta (5) e sexta-feira (6).

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados disseram que nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% declararam confiar somente às vezes. Apenas 19% dos entrevistados disseram confiar sempre em Bolsonaro, e 1% não soube responder.

O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo o país. E a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

50% dos brasileiros consideram combate à corrupção 'péssimo' no governo Bolsonaro.




De acordo com pesquisa Datafolha, aprovação do presidente é de 30%.

Pesquisa Datafolha publicada neste domingo (8), pelo jornal Folha de S.Paulo, afirma que 50% dos entrevistados consideram “ruim” ou “péssima” a gestão do governo Bolsonaro em relação ao combate à corrupção.

Em agosto, quando foi feita a última pesquisa, a reprovação do governo nessa área era de 44%. Além da alta na reprovação, a taxa de aprovação ao seu desempenho no combate à corrupção também caiu de 34% para 29%, segundo a mais recente pesquisa. 

Na área econômica, no entanto, para 25% dos entrevistados a gestão do governo é ”ótima” ou “boa”. Em agosto, esse percentual era de 20%.

Para 30% dos ouvidos, a avaliação geral do governo é ”ótima”, 32% consideram a atual gestão “regular” e 36% afirmam que o desempenho do presidente é “péssimo”.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 6 de dezembro e ouviu 2.948 pessoas, em 176 cidades.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Comparado a pesquisa anterior, realizada no final de agosto, a avaliação positiva do governo cresceu 1%.

Quando questionados sobre a confiança em relação ao presidente, apenas 19% dos entrevistados afirmaram sempre confiar no que Bolsonaro diz.

Em relação à expectativa com o futuro do governo, 43% dos entrevistados esperam que Bolsonaro faça uma gestão ”ótima” ou “boa”. Em agosto, esse número era de 45%.

Já entre aqueles que consideram o futuro do governo como “ruim” ou “péssimo”, a taxa é de 32%, o mesmo número obtido na última pesquisa.

Deltan Dallagnol move ação contra Gilmar Mendes por danos morais.



O coordenador da força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, entrou com ação indenizatória de danos morais contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por reiteradas ofensas contra ele. A ação pede indenização no valor de R$ 59 mil.

Na ação movida na última semana, o procurador da República aponta entrevistas e manifestações de Gilmar Mendes em que ele teria o ofendido. Uma entrevista citada na ação foi concedida à Rádio Gaúcha em 7 de agosto de 2019 pelo ministro. Nela, ele afirmou que a força-tarefa coordenada por Deltan Dallagnol seria uma organização criminosa, formada por "gente muito baixa, muito desqualificada", insinuando que os procuradores praticariam crimes.

Cita ainda manifestação de Gilmar Mendes na sessão de julgamento de agravo regimental 4435-DF, em 14 de março de 2019, na qual ele chamou os integrantes da força-tarefa de "cretinos", "gentalhada", "desqualificada", "despreparada", "covardes", "gângster", "organização criminosa", "voluptuosos", "voluntaristas", "espúrios", "patifaria" e "vendilhões do templo".

Outra manifestação relacionada na ação foi na sessão de julgamento do habeas corpus 166373, em 2 de fevereiro, quando Gilmar Mendes chamou os procuradores de "falsos heróis" que combateriam o crime "cometendo crime", numa "organização criminosa de Curitiba", a mando de "gângster".

A ação foi movida contra a União, com pedido de que seja exercido direito de regresso contra Gilmar Mendes. Na prática, a União paga a multa, se condenada, e cobra em seguida o valor do ministro. Jurisprudência do Supremo estabelece que o agente público judiciário não tem responsabilidade civil direta por atos ilícitos.

"A verdade é que o autor foi - e vem sendo - publicamente humilhado pelo Ministro. Impropérios na rádio, internet e durante sessões do Supremo Tribunal Federal - as quais são televisionadas. O ofensor tinha plena consciência da repercussão de suas palavras, bem como de suas consequências, eis que notório conhecedor do Direito", registra o advogado Pedro Henrique Xavier, que representa Dallagnol.

Os valores, se recebidos, serão destinados à construção do hospital oncopediátrico "Erastinho", vinculado ao Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba. O hospital é uma entidade filantrópica reconhecida e especializada no tratamento do câncer, em Curitiba, que está construindo a primeira unidade para crianças no sul do Brasil.

Condenado
Gilmar Mendes foi condenado recentemente a pagar indenização ao juiz federal Marcos Josegrei da Silva, responsável pela Operação Carne Fraca, em Curitiba. O ministro foi condenado em primeira e em segunda instâncias por ofensas contra o magistrado.

Segundo a decisão, que condenou a União a pagar R$ 20 mil ao juiz, poderá haver ação de regresso contra Gilmar Mendes por parte da Advocacia-Geral da União (AGU), isso é, a cobrança dos valores pagos ao requerente.

O ministro Gilmar Mendes não se manifestou sobre a ação de Deltan Dallagnol.


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