terça-feira, janeiro 28, 2020

POLÍTICA

Frota quer convocar Regina Duarte para falar na Câmara.


Regina Duarte foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) deve entrar com requerimento convocando a atriz Regina Duarte para falar na Comissão de Cultura da Câmara. As informações são do colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim.

A intenção do parlamentar é saber os planos da atriz à frente da Secretaria Especial de Cultura, principalmente na área audiovisual. Frota dará entrada no pedido assim que Regina tomar posse.

A atriz foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo logo após a exoneração do dramaturgo Roberto Alvim, demitido por parafrasear discurso do nazista Joseph Goebbels. Ela ainda não foi oficializada no cargo.

Regina Duarte deve quase R$ 320 mil por irregularidades na Lei Rouanet.


Regina Duarte esteve em Brasília esta semana para conhecer estrutura da Secretaria da Cultura.

Atriz foi chamada por Jair Bolsonaro para substituir Roberto Alvim na Secretaria de Cultura após referências nazistas em vídeo.

A atriz Regina Duarte, que ficou de dar uma resposta ao presidente Jair Bolsonaro sobre a Secretaria da Cultura na semana que vem, deve R$ 319,6 mil ao governo por irregularidades na Lei Rouanet. A informação foi publicada pelo site da revista Veja.

A dívida decorre de um projeto de 2004. Por meio de sua empresa, a Vida É Sonho Produções Artísticas, ela captou três financiamentos, com base na lei, em um valor estimado de R$ 1,4 milhões. 

Segundo a matéria da Veja, a prestação de contas de um dos projetos, referente à peça “Coração Bazar”, foi reprovada pelo extinto Ministério da Cultura em 2018. Foram captados R$ 321 mil, mas foi cobrada restituição de R$ 319,6 mil. A produção da peça apresentou recurso. 

Em resposta à Veja, Regina Duarte disse que fará “o que a Justiça mandar”. A revista conversou também com o filho da atriz, André Duarte, sócio-administrador da empresa. Segundo ele, a reprovação se deu por falta de comprovantes de que a peça foi exibida sem cobrança de entrada. Essa era uma exigência contratual. 

A atriz global foi chamada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o comando da Secretaria Especial de Cultura na última sexta (17) após o episódio em que o ex-chefe da pasta Roberto Alvim veiculou vídeo no qual usou frase praticamente idêntica à proferida pelo ministro da Propaganda de Hitler, Joseph Goebbels, em discurso. 

Regina esteve em Brasília entre quarta (22) e quinta (23), quando se encontrou com o mandatário e ministros, visitou a secretária e teve a oportunidade de conhecer um pouco do trabalho. Segundo Bolsonaro, a situação será definida após seu retorno da viagem que faz à Índia. Ele retorna na terça (28).

Não preciso 'fritar' ministro para demitir, diz Bolsonaro em entrevista à Band sobre Moro.


O presidente Jair Bolsonaro (à esq.) e o ministro da Segurança, Sérgio Moro, durante evento na Esplanada dos Ministérios.

Bolsonado disse anteriormente que estudava recriar a pasta da Secretaria Pública, tirando-a de Moro. Mas descartou a iniciativa.

O presidente Jair Bolsonaro negou nesta sexta-feira (24), em entrevista à Band TV que esteja “fritando” o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, após afirmar anteriormente que estudava recriar a pasta da Secretaria Pública, tirando-a de Moro, e depois descartar, ao menos por ora, a iniciativa.

“Não tenho nenhum problema com ele (Moro). Todos os meus ministros são tratados de maneira igual”, disse Bolsonaro, que concedeu entrevista à emissora durante viagem à Índia. “Não preciso fritar ministro para demiti-lo. Nenhum ministro meu vive acuado com medo de mim. Minhas ações são bastante pensadas e muito bem conversadas antes”, acrescentou o presidente.

Moro, que de acordo com pesquisas de opinião é mais popular que Bolsonaro, é visto como possível candidato à Presidência em 2022. Bolsonaro tem repetidamente sinalizado que pretende buscar a reeleição.

Na entrevista, o presidente disse que Moro faz um bom trabalho na área da segurança pública, tema caro ao eleitorado bolsonarista, mas afirmou que os resultados que o ministro tem obtido não se devem exclusivamente a ele.

“Todos os ministros têm o mesmo valor para mim e eu interfiro em todos os ministérios”, afirmou Bolsonaro que disse que, embora tenha dado liberdade para os auxiliares montarem suas equipes nas pastas, tem poder de veto sobre os indicados.

“Não existe qualquer fritura e nem nenhuma tentativa de fazê-lo com o senhor Sergio Moro. Muito pelo contrário, está fazendo um bom trabalho no tocante à segurança, juntamente com os secretários de Estado, não é o trabalho nosso apenas”, afirmou.

O possível desequilíbrio entre Moro e Bolsonaro


O presidente recuou nesta sexta-feira da intenção de separar o Ministério da Segurança Pública da pasta da Justiça, mas disse que na política "tudo muda".   

A recente afirmação de Bolsonaro de que considera a criação de uma pasta somente para a área de segurança - o que esvaziaria o ministério de Moro - é interpretada, na Esplanada, como um aviso ao ministro diante de um eventual interesse seu em se candidatar ao Planalto em 2022. 

Quando disse que estudaria a separação dos ministérios da Segurança Pública e da Justiça, como era no governo Michel Temer, Bolsonaro afirmou que Moro ficaria com a pasta da Justiça, como teria sido acertado ao convidar Moro para o governo, segundo ele.

Na verdade, ao deixar o cargo de juiz federal no Paraná para aceitar o cargo de ministro do governo Bolsonaro, uma das condições de Moro foi a ampliação dos poderes do Ministério da Justiça para abarcar novamente a área de segurança pública. O então juiz tinha a intenção de fazer avançar o pacote anticrime e as chamadas 10 medidas contra a corrupção, propostas pelo Ministério Público.

A participação de Moro, na última segunda-feira (20), no programa Roda Viva, da TV Cultura, foi a gota que faltava em um copo que vive à beira de transbordar na relação entre chefe e subordinado.

Moro queria, inclusive, mais do que reunificar os dois ministérios e tentou levar para sua pasta o Ministério da Transparência, que incluía a Corregedoria-Geral da União, e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ― o que não conseguiu.

Uma separação dos ministérios tiraria de Moro todo o poder de influência no combate à corrupção, foco do ministro ao aceitar o cargo, já que não poderia contar com a Polícia Federal, por exemplo, e nem caberia a ele negociar medidas anticrime no Congresso.

Também tiraria de Moro a área que o ministro mais tem usado para enumerar seus feitos. Sucessos no combate ao tráfico de drogas e armas e a redução no índice de homicídios são hoje seus principais temas, inclusive nas redes sociais.

A possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública pode ser mais um lance no embate quase sempre silencioso entre Bolsonaro e Moro, hoje com uma popularidade maior que a do chefe, segundo pesquisas de opinião pública, e considerado um potencial candidato na eleição presidencial de 2022.

O presidente recuou nesta sexta-feira da intenção de separar o Ministério da Segurança Pública da pasta da Justiça, mas disse que na política tudo muda. 

“A chance no momento é zero. Tá bom ou não? Tá bom, né? Não sei amanhã. Na política tudo muda, mas não há essa intenção de dividir. Não há essa intenção”, disse Bolsonaro a jornalistas logo após desembarcar em Nova Délhi para viagem oficial à Índia.

Regina Duarte explicando a Pedro bial pq apóia o presidente


REGINA DUARTE NO GOVERNO 


Regina Duarte tem débitos com a Lei Rouanet


SENSACIONAL: Zélia Duncan manda mensagem duríssima para Regina Duarte


Regina Duarte está pronta para dominar o “serpentário” que é a classe artística |


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