sexta-feira, janeiro 31, 2020

POLÍTICA

O que faz a secretaria que Regina Duarte deve assumir no governo Bolsonaro.


Em sua chegada a Brasília, no último dia 22, para encontro com o presidente Jair Bolsonaro, Regina Duarte foi cercada por fãs

Depois de 12 dias de “noivado”, o casamento pode enfim sair nesta quarta-feira (29/1). O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem, no Palácio da Alvorada, depois de voltar da viagem à Índia, que telefonaria para a atriz Regina Duarte para ver com ela a disponibilidade de nomeação para a Secretaria Especial da Cultura sair hoje. “Seria excepcional. Ela tem conhecimento e precisa de gente com gestão ao seu lado. Tem cargo para isso. Tem tudo para dar certo”, afirmou. 

Regina foi convidada para o cargo para substituir Roberto Alvim, demitido no último dia 17, após divulgar um vídeo em que emulava Joseph Goebbels, ministro da propaganda nazista, ao divulgar um edital de incentivo às artes no Brasil. O edital foi cancelado. Antes de dizer um “sim” categórico, a Namoradinha do Brasil pediu um tempo para conhecer a estrutura do órgão e as atribuições do cargo e definiu esse período como um “noivado”.

Bolsonaro disse que Regina apresentou para ele uma proposta “bastante atrativa”. “Conversei com ela. Como tratar a questão da cultura no Brasil sem o viés de esquerda que tinha aí, só dava minoria. Tá certo? E queremos cultura ao povo em geral”, afirmou. A atriz compartilhou no domingo passado (26), no Instagram, um vídeo no qual o jornalista mineiro e ex-BBB Adrilles Jorge critica o “marxismo cultural”




No programa Jovem Pan morning show, da rádio Jovem Pan, Adriles afirmou que o marxismo cultural coloca “negros contra brancos, mulheres contra homens, homossexuais contra heterossexuais”. Ao compartilhar o vídeo, Regina Duarte disse que o depoimento era “bacana, profundo, super- real” e perguntou: “Quem é esse cara?!”. O vídeo que a atriz compartilhou é editado e não mostra o apresentador do programa, Guga Noblat, rebatendo as afirmações de Adriles com a afirmação de que “marxismo cultural” é uma “teoria conspiratória que ninguém leva a sério”.

Embora não tenha sido oficialmente nomeada, na semana passada Regina convidou a atual secretária de Diversidade Cultural, Jane Silva, conhecida como Reverenda Jane, para o cargo de secretária-adjunta da pasta. A Secretaria Especial da Cultura foi criada em janeiro de 2019, quando Bolsonaro extinguiu o Ministério da Cultura (MinC).

A secretaria passou a ser subordinada ao Ministério da Cidadania, comandado por Osmar Terra. Em novembro, quando Roberto Alvim assumiu o cargo de secretário, a entidade foi transferida para o Ministério do Turismo. Apesar de o governo nunca ter admitido isso publicamente, a mudança provavelmente se deu devido às divergências entre Alvim e Terra.

No entanto, a transferência não foi completa. O site da Secretaria da Cultura e sua assessoria de imprensa continuam ligados à pasta da Cidadania, que gere também os recursos da secretaria. Porém as nomeações, exonerações e decretos estão sob a responsabilidade do Turismo, cujo titular é Marcelo Álvaro Antônio.

O decreto da alteração afirma que “até a data de entrada em vigor da nova Estrutura Regimental do Ministério do Turismo, os órgãos transferidos permanecem integrando a estrutura do Ministério da Cidadania, mantidas as competências em vigor” e diz ainda que “o Ministério da Cidadania continuará prestando o apoio necessário ao funcionamento dos órgãos transferidos”.

Atribuições

Cabe à Secretaria Especial da Cultura atuar na formulação de políticas, programas, projetos e ações que promovam a cidadania por meio da cultura. São também de sua responsabilidade a promoção do acesso aos bens culturais, a gestão da economia criativa brasileira e a proteção dos direitos autorais. O setor audiovisual e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) estão sob o guarda-chuva da secretaria, assim como o Programa Nacional de Cultura, o Programa de Incentivo à Leitura, o Programa de Cultura do Trabalhador e o Programa Nacional de Apoio à Cultura, este instituído pela Lei Rouanet.

Ao receber o convite para comandar a secretaria, Regina fez a reticência de que “há um ministério complicado aí”, sugerindo desconforto em atuar ao lado do ministro do Turismo, denunciado pelo Ministério Público por seu suposto envolvimento no esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas eleições de 2018. Especula-se que Regina passaria a se reportar diretamente ao presidente, no que seria uma condição para a atriz aceitar o cargo.

A estrutura da Secretaria Especial da Cultura conta com sete entidades, sendo três autarquias e quatro fundações: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Agência Nacional do Cinema (Ancine), Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), Fundação Cultural Palmares (FCP), Fundação Nacional de Artes (Funarte) e Fundação Biblioteca Nacional (FBN). Há ainda seis secretarias nacionais: Secretaria da Economia Criativa (SEC), Secretaria do Audiovisual (SaV), Secretaria de Diversidade Cultural (SDC), Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), Secretaria de Difusão e Infraestrutura Cultural (Seinfra), e a Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual (Sdapi).

O orçamento do órgão para 2020 é de R$ 2 bilhões. Desse total, estão previstos R$ 404 milhões para o Fundo Nacional da Cultura (FNC) e entidades vinculadas. O montante também inclui gastos com pessoal ativo e com custeio, como luz, aluguel e telefone. A assessoria de imprensa da Secretaria Especial da Cultura não soube precisar o número de funcionários de que dispõe.

Atuação política de Regina tem apoio a FHC e “medo” de Lula.

Se de fato aceitar o comando da Secretaria Especial da Cultura na gestão Jair Bolsonaro, Regina Duarte, de 72 anos, assumirá o papel mais inusitado em sua trajetória. A atriz, um ícone da televisão e um dos principais nomes da teledramaturgia da Rede Globo, passará a receber R$ 17.327,65 por mês, abrindo mão do salário fixo de R$ 60 mil na emissora carioca – esse valor sobe para R$ 120 mil quando ela está no ar. Regina é um dos poucos artistas da Globo ainda contratados pelo regime da CLT. Seu trabalho mais recente foi a Madame Lucerne, dona de um bordel na novela das 18h Tempo de amar (2018).



Regina estreou em 1965 na extinta TV Excelsior. Quatro anos depois, foi contratada pela então iniciante TV Globo. Ganhou o título de “Namoradinha do Brasil” quando estrelou o folhetim global Minha doce namorada, em 1971, interpretando a órfã Patrícia. Ao longo de sua carreira, fez papéis memoráveis, como a doce Ritinha de Irmãos coragem (1970), a sofrida Simone da primeira versão de Selva de pedra (1972), a empoderada Malu, do seriado Malu mulher (1979-1980) – época em que conheceu Fidel Castro (1926-2016) em Cuba; a hiperbólica Viúva Porcina de Roque Santeiro (1985), a batalhadora Raquel Accioli de Vale tudo (1988), a emergente Maria do Carmo em A Rainha da sucata (1990), além de três Helenas de Manoel Carlos (História de amor, de 1995, Por amor, de 1997, e Páginas da vida, sua última protagonista na televisão).

Palanque

Sua aproximação com a política começou em meados dos anos 1970, durante a ditadura militar. Em entrevista ao Conversa com Bial, em maio do ano passado, ela declarou que chegou a “se enfiar debaixo de porta de loja na 25 de Março para fugir da cavalaria” e, anos depois, subiu em palanque no Vale do Anhangabaú ao lado de Lula pela campanha das Diretas já. Nessa época, passou a ter mais contato com Fernando Henrique Cardoso.

Quando ele se candidatou à Prefeitura de São Paulo, em 1985, Regina, que na ocasião estava no ar em Roque Santeiro, fez campanha para FHC. A popularidade que a trama e sua personagem tinham na época não foram suficientes para que o amigo vencesse, já que quem levou a melhor foi Jânio Quadros, por uma diferença de apenas 141 mil votos.

A relação com Fernando Henrique foi se estreitando e, em 1998, quando ele se candidatou à reeleição ao Palácio do Planalto, lá estava Regina Duarte de novo pedindo votos. Mas, dessa vez, o sociólogo venceu. No primeiro mandato do tucano, ela foi nomeada integrante do Conselho Consultivo do Programa Comunidade Solidária da Casa Civil. O colegiado, presidido pela então primeira-dama Ruth Cardoso – de quem Regina era muito amiga – tinha 21 representantes da sociedade civil e o objetivo de combater a pobreza e a exclusão social.

Nas eleições de 2002 Regina teve sua participação política mais lembrada e polêmica. Ela apoiou políticos do PSDB, incluindo José Serra, que disputava a Presidência da República. No programa eleitoral do candidato, a atriz declarou, em tom grave: “Estou com medo”. O temor era de que Lula fosse eleito, o que acabou ocorrendo, e que isso implicasse revés para a economia. O vídeo motivou uma reação do PT em que a atriz Paloma Duarte (nenhum parentesco com Regina) diz ter procurado o partido para mostrar sua indignação com relação à campanha de Serra, a quem acusou de fazer terrorismo psicológico.

Em 2018, declarou seu voto em Jair Bolsonaro, que já a havia sondado anteriormente para assumir a Cultura no governo. De acordo com reportagem publicada pela revista Veja, a atriz deve R$ 319,6 mil aos cofres públicos por irregularidades no uso da Lei Rouanet.

Segundo a revista, Regina teve contas de uma peça reprovadas em março de 2018 e foi obrigada a ressarcir o Fundo Nacional da Cultura, mas apresentou recurso. Outra notícia divulgada após o convite para que ela integre o governo é que a estrela global recebe pensão militar no valor de R$ 6.843,34 mensais dos cofres públicos, segundo dados do Ministério da Defesa obtidos pelo jornal O Estado de S.Paulo. O pai da atriz, Jesus Nunes Duarte, foi primeiro-tenente do Exército e faleceu em 1981, em um acidente de carro. A atriz recebe o benefício desde 1999. Procurada pelo jornal, Regina não quis comentar o assunto.

Ministros de Bolsonaro viajaram de FAB mais de mil vezes desde janeiro de 2019.




Levantamento do HuffPost mostra 31 viagens internacionais. Presidente demitiu nº 2 da Casa Civil por uso de aeronave, que considerou 'imoral'.

Desde o início do governo de Jair Bolsonaro, seus ministros usaram avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para deslocamento mais de mil vezes. A utilização do transporte não é ilegal, mas o presidente chamou de “imoral” o uso feito por Vicente Santini e mandou exonerá-lo do cargo de secretário-executivo da Casa Civil. 

Santini representou o chefe da pasta, Onyx Lorenzoni, que está de férias, em Davos e na Índia e alegou a necessidade de uso da FAB por conta do tempo exíguo para chegar aos compromissos. Da sede do Fórum Econômico Mundial, precisava se deslocar para uma reunião de ministros e integrar a comitiva presidencial. Segundo Bolsonaro, como outros ministros fizeram uso de voos comerciais, o ex-número 2 da Casa Civil deveria ter feito o mesmo.

“O que ele fez não é ilegal, mas é completamente imoral. Ministros antigos foram de avião comercial, classe econômica. Eu mesmo já viajei no passado, não era presidente, para a Ásia toda de classe econômica”, disse o presidente na manhã de terça (28). 

O HuffPost fez um levantamento nos registros de voos da FAB e encontrou 1.037 viagens de ministros do governo Bolsonaro em aviões da Força Aérea desde o primeiro dia do governo, em 1º de janeiro de 2019, até esta terça, 28 de janeiro de 2020. 

Agosto, setembro e outubro foram os meses em que se registrou mais de 100 voos de ministros, respectivamente, 117, 105 e 102. Foram nestes meses que o País esteve sob holofotes internacionais por causa de duas crises ambientais, as queimadas na Amazônia e, logo em seguida, o vazamento de óleo na costa brasileira. 

Para o balanço, o HuffPost considerou somente as viagens em que estavam apenas ministros de estado. Voos em que presidentes de poderes estavam na aeronave não foram contabilizados. Também não houve dubiedade na contagem quando dois ou mais gestores estavam em um mesmo voo e não entraram na conta as aeronaves registradas como “a serviço do Ministério da Defesa”. 

Nestes 393 dias da gestão, os ministros de Bolsonaro fizeram 31 viagens internacionais. O recordista, com 16 viagens, é o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que tem foco na agenda internacional como atribuição do cargo. Só em setembro, ele esteve nos Estados Unidos três vezes, conforme os registros da FAB, e também na Colômbia. 

Mas o próprio chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, fez uso do serviço da Força Aérea Brasileira para participar de uma série de compromissos internacionais. Entre 25 a 30 de novembro, passou por Londres (Inglaterra), Milão (Itália) e Moscou (Rússia), onde esteve em reuniões bilaterais, seminários de investimento em infraestrutura e encontros com investidores. 

Também fizeram viagens internacionais com aviões da FAB os ministros Osmar Terra (Cidadania), Paulo Guedes (Economia), Tereza Cristina (Agricultura), Damares Alves (Mulheres, Família e Direitos Humanos), Fernando Azevedo (Defesa), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). 

Ao criticar Vicente Santini, Jair Bolsonaro afirmou a interlocutores que era um desperdício o uso de um avião da FAB para apenas três pessoas. O ex-número 2 da Casa Civil estava acompanhado de outras duas pessoas: a secretária especial do Programa de Parceria de Investimentos, Martha Seillier, e a assessora internacional do PPI, Bertha Gadelha. 

Em outras viagens internacionais, os aviões da FAB já foram ocupados pelo mesmo número de pessoas e até menos. Em março, ao visitar a África, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, informou à FAB que havia apenas um passageiro na ida. O registro de voo destaca que três passageiros retornaram na aeronave. O chefe do MMA também viajou com apenas mais duas pessoas de Cartagena (Colômbia) para Washington (EUA), em 18 de setembro. 

Outros ministros viajaram com quatro passageiros nas aeronaves em voos internacionais: Paulo Guedes, quando foi à Santa Fé (Argentina), e Damares, em visita ao Panamá, ambos e julho, e também Jorge Oliveira, da Secretaria Geral, em novembro, quando foi à Buenos Aires. 

Revisão de regras

Nos bastidores do Palácio do Planalto, espera-se para os próximos dias que as regras atuais para pedidos e autorização de viagens com aviões da FAB sejam revistas. Jair Bolsonaro avalia que este é um dos gastos do governo que, segundo um palaciano, “pega mal para a opinião pública”, uma vez que a gestão prega austeridade nas contas. 

Assessores afirmam que a irritação do presidente se elevou quando ele soube que o ex-secretário-executivo da Casa Civil desfrutou do benefício do avião da FAB enquanto ministros seus enfrentaram voos comerciais. Foi o caso de Paulo Guedes (Economia), Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia). 

Têm direito ao uso de aeronaves da FAB, além dos presidentes de poderes, ministros de Estado e demais ocupantes de cargo público com prerrogativa de ministro e também comandantes das Forças Armadas. As normas também não delimitam uma quantidade mínima de passageiros que podem usar a aeronave, que pode ser usada por motivos de segurança, emergências médicas ou serviço. 

Apenas os presidente e o vice-presidente da República e os presidentes dos demais poderes estão autorizados a usar o transporte a qualquer momento, inclusive para deslocamento para residência. 

Em nota, a Casa Civil afirmou que “a solicitação seguiu os critérios definidos na legislação vigente”. O substituto de Santini já foi anunciado. A secretaria executiva da Casa Civil será chefiada por Fernando Moura, que ocupava a cadeira de adjunto na pasta até então. Ainda não se sabe, contudo, se Santini seguirá no governo. Antes de exercer esse cargo, ele era subchefe de articulação e monitoramento da pasta, promovido quando Abraham Weintraub foi nomeado ministro da Educação.

Regina Duarte aceita 'casamento' com Bolsonaro e diz 'sim' à Secretaria de Cultura.



"Sim. Só que agora vão correr os proclamas [trâmites] antes do casamento", afirmou a atriz ao deixar o Planalto.

“Sim. Só que agora vão correr os proclamas [trâmites] antes do casamento”, afirmou Regina Duarte ao deixar o Palácio do Planalto no início da noite desta quarta-feira (29). Foi assim que a atriz anunciou que aceitou o convite do presidente Jair Bolsonaro para comandar a Secretaria de Cultura após a conturbada saída do dramaturgo Roberto Alvim. Ainda não há previsão de quando ocorrerá a cerimônia de posse.

O convite foi feito no dia 17 de janeiro, mesmo dia da demissão de Alvim. Ele caiu após divulgar um vídeo em que repete parte do discurso de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista.

A resposta positiva a Bolsonaro ocorreu em uma reunião da qual também participou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Regina também foi apresentada pessoalmente aos ministros Paulo Guedes (Economia) e Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), que tiveram agenda mais cedo com o mandatário.

Entre os dias 22 e 23 de janeiro, antes de Bolsonaro embarcar para a Índia, Regina já havia estado em Brasília para conhecer a Secretaria e conversar com ministros e o próprio presidente.

Em uma das reuniões, ela convidou Janicia Silva, conhecida como reverenda Jane, para o cargo de secretária adjunta da pasta. Jane é pastora evangélica e, até então, atuava como secretária da Diversidade Cultural. Nas redes sociais, ficou conhecida pelo apoio ao presidente Jair Bolsonaro e ao ex-secretário Roberto Alvim.

A atriz já havia sido chamada anteriormente para o posto, e na ocasião do novo convite, afirmou surpresa, também por estar “digerindo todas as coisas que causaram o afastamento dele [Alvim]”.

Veterana nos palcos e na TV, disse que não se sente preparada para assumir essa posição em um País “imenso e continental”. Porém, Bolsonaro teria dito a ela: “Então se prepare porque eu quero você”.

A agora futura secretária da Cultura é conhecida por seu posicionamento político contra a esquerda desde as eleições de 2002, quando disse em um vídeo de campanha ter “medo” de uma eventual vitória de Lula (PT).


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