terça-feira, fevereiro 25, 2020

HOMOSSEXUALIDADE

Você vai fracassar muitas vezes. E tá tudo bem.



Relacionamentos sem brigas,  dinheiro sem esforço, doces que não engordam, intimidade sem rotina, abdômen sarado sem suar a camisa…

Você também é do time daqueles que só chegam na hora da festa, e não querem saber de ajudar a comprar as coisas ou organizar os comes?

Pois eu digo já: o sucesso não foi feito para você.

Que maravilha seria sempre só sentar o bundão na cadeira, encher o bucho e levantar da mesa, né não? Por falar em comer, que sonho seria emagrecer sem deixar de mandar  ver num macarrão todo dia. E casar com alguém que NUNCA começa nenhuma discussão bobinha, então?

Nossa, loteria.

Quem dera a gente pudesse sempre evitar a parte chata e dolorida das coisas, não é verdade?

Isso tudo seria realmente lindo. Só tem um probleminha:

Você se limitaria para caralho!

O que te deixa mais fraco, é o que te deixa MAIS FORTE!

Estar em um relacionamento quando tudo vai bem é fácil. Muito fácil. Namorar alguém morando separado, só convivendo em viagens e festas incríveis?

Nossa, é uma barbada!

Mas a ideia de que o cara perfeito vai aparecer e vocês vão viver felizes, entusiasmados e sexualmente ativos todos os dias não faz o menor sentido.

Sabe por quê?

Porque você sabe que é amor mesmo só quando chegam os dias de bad. Quando chega a rotina, a cara amassada de sono e os mil boletos para pagar.

Não tem jeito: o verdadeiro amor nasce em tempos difíceis. Nasce naquela crise de ansiedade. Nasce naquela briga homérica em que vocês descobriram como era grande a vontade de estar junto.

Da mesma forma, o sucesso vem depois de muitos “nãos” e tapas na cara. Vem depois de errar muitas vezes, depois de chegar no fundo do poço e encontrar o impulso necessário para sair de lá.

Eu sei que, provavelmente, você foi ensinado desde cedo que fracassar era “feio”. É um medo infantil, de magoar os nossos pais por não sermos quem eles gostariam que a gente fosse.

Só que isso não poderia estar mais longe da verdade.

E poderá soar até um pouco estanho o que eu vou dizer agora, mas fracassar, na realidade, é o melhor que você pode fazer por você mesmo.

Sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem perder o entusiasmo

Claro que é chato (e às vezes bem desmotivante) ter problemas nos relacionamentos, no trabalho e na família.

É evidente que ninguém gosta de ser rejeitado, demitido ou julgado. Você provavelmente não gosta (e eu também não) de ter que lidar com a sensação ter errado, de ter falhado, ou ter feito uma cagada federal.

Mas sabe o que pouca gente percebe?

Que tudo isso faz parte do processo. E que cada falhanço está, na verdade, te colocando mais próximo do seu objetivo.

Diversas celebridades e grandes líderes da história estão aí para provar que fracassar é apenas uma chance de começar de novo, de maneira mais inteligente.

São muitos os exemplos de pessoas ricas e bem-sucedidas que carregam derrotas dolorosas no currículo. A lista é grande: Walt Disney, Steve Jobs, Bill Gates, Stephen King e por aí vai.

Evidente que são situações diferentes, mercados diferentes, problemas diferentes e, consequentemente, “tombos” também diferentes.

Mas sabe o que esse povo todo tem em comum?

Inteligência emocional para abraçar o fracasso!

Sim!

Essa talvez seja arma mais poderosa das pessoas bem sucedidas: a capacidade de reconhecer quando um sentimento negativo aparece, e qual é a melhor forma de lidar com ele.

Elas já sabem que vão ter problema. Sabem que vão tomar um não. Sabem que, inevitavelmente, vão fracassar.

Mas sabe o que elas fazem?

Seguem tentando!

Por isso, eu insisto:

Você vai fracassar muitas vezes. Vai tomar muitos “nãos”, foras e tombos na vida. E tá tudo bem.

Tá tudo bem.

Sério.

Já imaginou se, quando você era pequeno e estava aprendendo a andar,  toda vez que você caísse, pensasse:

“Acho melhor eu desistir…

“Isso não é pra mim…”

Absurdo né?

Você nunca pensaria isso.

Sabe o que você faria? E que, provavelmente, fez:

Tentaria e tentaria de novo. Até dar certo. Até aprender a caminhar.

A opção de “não aprender a andar” nem existia.

Era só ir tentando, tentando de novo… até dar certo.

Daí, eu te pergunto: quando que você desaprendeu essa habilidade?

Em que ponto da sua vida você começou a adicionar julgamento, vergonha e medo nas suas atitudes?

Seria muito mais fácil se nós agíssemos como crianças mais vezes.

Ir lá e fazer.

Nada de “o que os outros vão pensar”…

Ou “como eu vou me sentir”…

Ou “e se eu não conseguir”…

Nada disso.

Só tentar. Cair. Levantar a bunda. E tentar de novo.

Invejosos dirão que era fracasso. Mas não se engane:

Era resiliência!

No fim das contas, a diferença entre FRACASSO e SUCESSO é puramente a maneira como você interpreta.

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