sexta-feira, fevereiro 21, 2020

MINHA VIDA GAY

Atores jovens de Locke & Key e 13 Reasons Why assumem namoro.


Atores jovens de Locke & Key e 13 Reasons Why assumem namoro

Os atores Connor Jessup e Miles Heizer, astros adolescentes da Netflix, oficializaram seu namoro no Instagram. Jessup, que estrela a série “Locke & Key”, postou uma foto “atrasada” ao lado do astro de “13 Reasons Why” para comemorar o Dia dos Namorados, que caiu na sexta (14/2).

“Estou atrasado, mas te amo, você é bom, você me faz melhor”, escreveu ele. “Feliz primeiro dia dos namorados”.

Jessup, de 25 anos, trabalha na TV e no cinema desde 2007, mas falou pela primeira vez da sexualidade no ano passado. “Eu sei que sou gay desde os 13 anos, mas escondi isso por muito tempo”, confessou.

“Eu sou um homem branco, cis, de uma família nada conservadora, de classe média alta. Eu nunca fiquei agoniado pensando que alguém não ia me aceitar. Mesmo assim, com todo esse privilégio, eu demorei para me assumir”, refletiu ainda o ator, que estrelou as séries “The Saddle Club” (2008-2009), “Falling Skies” (2011-2015) e “American Crime” (2016-2017), além de ter feito os filmes “O Monstro do Armário” (2015), “Mentira Nada Inocente” (2019) e “Clifton Hill” (2019), que estreia em 28 de fevereiro nos EUA.

“Era doloroso falar de personagens homossexuais que eu interpretei como se fosse algo distante de mim, separado. Esse tipo de evasão sempre foi bizarra e constrangedora”, completou.

Heizer também tem 25 anos. O ator ganhou notoriedade por seus papéis nas séries “Parenthood” (2010-2015) e “13 Reasons Why”, além de aparecer em filmes como “Força Para Viver” (2014), “O Experimento de Aprisionamento de Stanford” (2015), “Nerve: Um Jogo Sem Regras” (2016) e “Com Amor, Simon” (2018).

VEJA AQUI: https://www.instagram.com/p/B8m4GG7lMjV/

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Youtuber trans revela trauma após sair do armário publicamente.



A youtuber Nikkie Tutorials revelou que não tem se sentido tão confortável em fazer vídeos de maquiagem desde que assumiu sua sexualidade publicamente através de um publicação no Youtube.

Em seu último vídeo a influenciadora confessou que o pequeno trauma tem sido corriqueiro. Segundo a holandesa, sentar no mesmo estúdio onde revelou ser transexual não tem trazido boas memórias.

“Muita coisa está acontecendo na minha vida. Agora tudo o que preciso é apenas sentar no meu estúdio e brincar com maquiagem, então é exatamente isso que estou tentando fazer”, iniciou.

“Desde que saí do armário neste estúdio, não quero continuar falando sobre isso, mas toda vez que estou neste estúdio, me vem memórias daquele dia”, completou a moça, que é considerada a maior youtuber de maquiagem do mundo.

Vale destacar que Nikki, que tem mais de 10 anos trabalhando no Youtube, apenas revelou publicamente sua verdadeira sexualidade porque estava recebendo há alguns meses ameaças de ser exposta.

“Vai levar um pouco de tempo para eu sentar aqui naturalmente e não pensar sobre tudo isso. Mas eu vou conseguir. Eu só queria que vocês soubessem que às vezes tenho ficado muito nervosa aqui”, finalizou.


"Descobri aos 43 anos que era intersexual".



A britânica Sara Gillingham tem variações em suas características sexuais, mas só as descobriu depois de adulta. Sua família havia dito a ela que as operações por que passou foram resultado de um parto prematuro.

"Minha memória mais antiga é que eu sempre me senti diferente, eu era meio 'moleque' (quando criança). Eu nunca me encaixei, mas não entendia por quê", diz Sara.

"Intersexual" é um termo genérico para descrever pessoas que nascem com diferentes tipos de variações biológicas em suas características sexuais, que não se encaixam nas típicas definições de feminino ou masculino. As diferenças podem envolver os genitais, os hormônios e os cromossomos. No passado, era utilizado o termo "hermafrodita" para se referir à condição, mas ele deixou de ser usado com referência a pessoas intersexuais por ser medicamente impreciso e ter conotações pejorativas.

No caso de Sara, os médicos acreditam que sua condição intersexual é um efeito colateral de um remédio tomado por sua mãe para prevenir aborto. Mas os casos de pessoas nascidas intersexo podem acontecer naturalmente, sem que haja nenhuma interferência durante a gravidez.

Sua história foi revelada em um momento em que especialistas dizem que o tratamento médico para pessoas intersexuais é uma espécie de "loteria" em que médicos escolhem aleatoriamente um gênero para as crianças e tentam conformá-las a ele, o que pode não ser o mesmo com o qual a pessoa vai se identificar no futuro.


Sara disse que as experiências médicas pelas quais passou na infância foram traumáticas.

Sara diz que se lembra de ser examinada em frente a estudantes de medicina quando era pequena. "As coisas que eles faziam eram muito dolorosas, então eu sabia em quais partes do meu corpo ele estavam operando."

Adulta ela ouviu de médicos que a sua condição foi causada pela progestina tomada por sua mãe durante a gravidez. A substância é um remédio para evitar aborto e está ligada a casos de pessoas nascidas intersexuais.

Após descobrir o que realmente foram as operações por que passou, Sara voltou ao hospital infantil Sheffield, na região inglesa de Yorkshire. Sua expectativa era ver os registros médicos de sua passagem pelo hospital.

O hospital, no entanto, disse que os relatórios médicos tinham sido destruídos.

Agora Sara faz uma campanha para mudar a forma como o sistema de saúde trata as pessoas que têm variações em suas características sexuais.

Gerentes do hospital dizem que agora estão dispostos a se encontrar com Sara para discutir suas preocupações.

O jurista Mitchell Travis, da Universidade de Leeds, pesquisou quais hospitais oferecem o melhor cuidado a pacientes intersexuais e diz que há uma enorme variação regional.

A secretaria de igualdade do governo britânico está reunindo provas sobre as experiências das pessoas intersexuais que foram maltratadas ao usar o sistema público de saúde do país há cerca de 20, 30 e 40 anos.

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