sexta-feira, fevereiro 21, 2020

POLÍTICA

A estratégia dos Bolsonaros para tratar caso de miliciano morto e rivalizar com PT.

Adriano da Nóbrega foi homenageado duas vezes pelo senador Flávio Bolsonaro quando este era deputado estadual no Rio de Janeiro.

Sem poder "apagar o passado", quando homenagearam Adriano da Nóbrega, clã opta pelo ativismo e comparação com caso Celso Daniel, caixa preta do PT.

No início sem comentar a morte do ex-policial do Bope Adriano da Nóbrega no último dia 9 de fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro e seu primogênito, o senador Flávio (sem partido-RJ), quebraram o silêncio e agora estão engajados no assunto. A princípio, a avaliação no Planalto foi de que seria melhor manter distância do caso. Porém, ponderações e estudos da repercussão são feitos diariamente pela cúpula do governo. E a nova avaliação é que, como a ligação passada da família Bolsonaro não pode ser apagada e será lembrada com frequência por opositores, o caminho ideal é que as cobranças do clã pelo esclarecimento da morte sejam externalizadas e registradas. 

Jair Bolsonaro defendeu o miliciano quatro dias após ele ser condenado pela morte de um guardador de carros em 2005. Quando estava preso por esse crime, neste mesmo ano, o ex-PM recebeu do filho mais velho do presidente, que então era deputado na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), a Medalha Tiradentes, a mais alta honraria local. Antes disso, em outubro de 2003, Flávio já havia homenageado Adriano da Nóbrega com uma moção de louvor. O 01 também empregou em seu gabinete parentes do ex-PM. 

A mudança de postura ocorreu após as primeiras informações, da revista Veja, de que os ex-policial militar pode ter sido torturado e executado à queima roupa. Essa hipótese já havia sido aventada pela esposa e o advogado do miliciano que, após o crime, relataram à polícia que ele temia ser morto. Nesta terça-feira (18), o Ministério Público da Bahia determinou a realização de uma nova autópsia.  

A família Bolsonaro viu na notícia, aliada a informações de que haveria “pressa” para cremar o corpo de Adriano — houve duas negativas da Justiça para a cremação semana passada —, uma oportunidade de “pautar o caso”. O entendimento é que, se a família falar, e falar bastante, “a imprensa dá mais atenção ao que o presidente e os seus dizem” e menos na reafirmação de relações antigas, contou ao HuffPost uma pessoa com proximidade ao clã.

Além disso, é mais uma brecha para os Bolsonaros “rivalizarem” com o PT e lembrarem o famoso caso de Celso Daniel, com o qual o presidente vem tentando comparar o caso. O ex-prefeito petista foi assassinado em janeiro de 2002, e sua morte foi por anos tratada como um mistério da política nacional.

Conforme fontes palacianas, a retórica familiar que se estudou adotar desde o início “não mudou”. Como mostrou o HuffPost no dia 11 de fevereiro, a ideia sempre foi manter um discurso de que cabe às polícias da Bahia e do Rio de Janeiro as explicações sobre a morte do ex-policial militar. O que muda, contudo, é a roupagem dada a esse discurso: “com a cara” do clã Bolsonaro. 

Cada um à sua maneira, mas “jogando para a plateia, para o eleitor, para quem elegeu o presidente”, como descreveu outra fonte, os Bolsonaros devem falar mais e mais sobre o caso nos próximos dias.

Jogo de retóricas

Nesta terça, o presidente cobrou “uma perícia independente”. “Pelo que tudo indica, a própria revista Veja fez matéria ouvindo peritos que alegaram que o tiro foi à queima roupa. Então foi queima de arquivo. Interessa a quem queima de arquivo? A mim? A mim, não. Perícia independente é o primeiro passo para desvendar por que poderia interessar para alguém a queima de arquivo. O que ele teria para falar? Contra mim não teria nada. Contra mim, tenho certeza que os cuidados seriam outros para preservá-lo vivo”, destacou. 

Em seguida, o mandatário também relacionou o caso a outros assassinatos: “A quem interessa não desvendar a morte da Marielle [Franco]? Os mesmos a quem não interessa desvendar o caso Celso Daniel”.

O presidente fez ainda referência aos celulares apreendidos com o ex-capitão do Bope, demonstrando preocupação com possíveis adulterações periciais. 

“O mais grave também: vai ser feita perícia também nos telefones apreendidos com ele. Será que essa perícia poderá ser insuspeita? Quero uma perícia insuspeita. Por quê? Nós não queremos que sejam inseridos áudios no telefone dele ou inseridas conversações de WhatsApp. Depois que se faça uma perícia que, porventura - não estou afirmando - que haja uma parte atingida, que pode ser eu, apesar de ser presidente da República, quanto tempo levaria para essa nova perícia?”, questionou, lembrando o caso do porteiro que mencionou seu nome no caso da investigação da morte da vereadora Marielle Franco. Laudo divulgado na semana passada atestou que porteiro que liberou acusado de matar Marielle no condomínio onde Bolsonaro vivia, no Rio de Janeiro, não é o mesmo que citou o nome do presidente nessa investigação.

A credibilidade da perícia baiana foi bastante questionada na terça pela família Bolsonaro. Flávio chegou a postar um vídeo que seria do corpo de Adriano da Nóbrega, em seu perfil no Twitter, e destacou a conclusão da autópsia realizada na Bahia, segunda a qual não é possível afirmar que Adriano foi torturado. 

Segundo o Estadão, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, negou a autenticidade do vídeo, tendo afirmado que nem a perícia baiana, nem a carioca reconheciam as imagens. O jornal informa ainda ter procurado o Departamento de Polícia Técnica do Rio, que também negou que o vídeo tenha sido gravado no local. 

Mais tarde, o 01 colocou em xeque o registro da ocorrência do dia do crime, classificando-o como “genérico” e insinuando que houve adulteração dos registros com objetivo de esconder algo. Sempre há referência ao governo da Bahia, ao qual reportam as forças policiais, que é administrado por Rui Costa (PT).


A primeira vez que Flávio se manifestou sobre o crime foi na quarta passada (12), quando afirmou haver pessoas querendo acelerar a cremação do corpo do ex-PM para “sumir com as evidências de que ele foi brutalmente assassinado na Bahia”.

Segundo fontes relataram ao HuffPost, o senador já havia recebido informações de que Adriano tinha sido torturado e executado. Foi o início da mudança de estratégia que vem se intensificando desde o fim de semana. 

No sábado (15), o presidente provocou polêmica com o governador Rui Costa, após associar a responsabilidade pela morte do miliciano ao partido do chefe do Executivo estadual. 

“Quem foi responsável pela morte do capitão Adriano foi a PM da Bahia do PT. Precisa dizer mais alguma coisa?”, declarou.

Rui Costa foi ao Twitter responder e disse que no estado não se “presta homenagens a bandidos nem procurados da Justiça”, acrescentando ainda que “a Bahia luta contra e não vai tolerar milícias nem bandidagem”. 

A postagem do governador ensejou uma nota do Palácio do Planalto assinada pelo próprio presidente. “O atual governador da Bahia, Rui Costa, não só mantém fortíssimos laços de amizade com bandidos condenados em segunda instância, como também lhes presta homenagens, fato constatado pela sua visita ao presidiário Luís Inácio Lula da Silva, em Curitiba, em 27 de junho de 2019”. 

No texto, fala-se em “execução sumária” de Adriano, “um caso semelhante à queima de arquivo do ex-prefeito Celso Daniel”. 

Na segunda-feira (17), em reação às declarações do presidente e, em especial, a sua postura frente a Rui Costa, governadores de 20 estados assinaram uma carta e criticam as recentes falas de Bolsonaro “confrontandos os governadores”  e “se antecipando a investigações policiais para atribuir graves fartos à conduta das polícias e seus governadores”. 

Contradição de versões

A versão oficial das forças de segurança dá conta de que Adriano recebeu os policiais - eram cerca de 70 - com tiros e, por isso, acabou acertado de volta. Foi alvejado com um tiro na região do tórax e outro, no pescoço. A polícia sustenta ainda que ele foi levado vivo ao hospital, onde chegou morto.

O miliciano era um dos principais líderes do grupo de matadores de aluguel O Escritório do Crime, a mais antiga milícia do Rio de Janeiro, investigada por envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco. Sua morte poderia, acredita-se, ajudar a elucidar muita coisa sobre o caso e também sobre as milícias no Rio de Janeiro. 

A operação na qual foi morto, porém, não tinha relação direta com o grupo de matadores. O miliciano estava foragido há um ano por outro crime. Era alvo de um mandado de prisão expedido em janeiro de 2019 por ser o único ainda foragido da Operação Intocáveis, que prendeu 12 acusados de integrar uma milícia que atuava em grilagem de terra, agiotagem e pagamento de propina em Rio das Pedras e Muzema, duas favelas da Zona Oeste carioca. Faltava Adriano. A busca por ele contou com a atuação da PM da Bahia e policiais de inteligência do Rio.

Bolsonaro usa mentira contra jornalista para fazer ofensa sexual.


Irritado com a repercussão negativa da declaração, Bolsonaro disse que não falaria mais com a imprensa.

“Parabéns à mídia, aí. Não quero conversa. Eu cometi uma violência sexual contra a imprensa hoje?”

O presidente Jair Bolsonaro usou de um depoimento considerado mentiroso para insultar a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo. Em entrevista, que contava com público de apoiadores do presidente, em frente do Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse, em tom de chacota, que a jornalista “queria dar o furo a qualquer preço”. 

O mandatário fez a insinuação sexual em referência ao depoimento de Hans River do Rio Nascimento, ex-funcionário de uma agência de disparo de mensagens, à CPMI das Fake News. Aos senadores, Hans River disse que a jornalista “queria um determinado tipo de matéria a troco de sexo”.

A informação é falsa, mas foi replicada como verdadeira nas redes sociais, inclusive por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado filho do presidente. O jornal mostrou documentos e gravações que desmentem o depoimento de Hans River e mostram que ele tentou chamar a jornalista para sair.

Patrícia é autora de um reportagens que apontam uso de disparos ilegais pelo WhatsApp pela campanha de Bolsonaro nas eleições em 2018.

Antes de fazer o insulto, Bolsonaro procurou jornalista da Folha entre os repórteres presentes e iniciou:

“Olha a jornalista da Folha de S.Paulo. Tem mais um vídeo dela aí. Não vou falar aqui porque tem senhoras aqui do lado. Ela falando: ‘Eu sou (...) do PT’, certo? O depoimento do Hans River, foi final de 2018 para o Ministério Público, ele diz do assédio da jornalista em cima dele.

(...)

Ela [repórter] queria um furo. Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim [risos dele e dos demais]. Lá em 2018 ele [Hans] já dizia que ele chegava e ia perguntando: ‘O Bolsonaro pagou pra você divulgar pelo Whatsapp informações?’ E outra, se você fez fake news contra o PT, menos com menos dá mais na matemática, se eu for mentir contra o PT, eu tô falando bem, porque o PT só fez besteira”. 

Mais tarde, ao ser questionado se mantinha a declaração, o presidente, irritado com a repercussão negativa, disparou:

“Alguém da Folha de S.Paulo aí? Alguém da Folha de S.Paulo aí? Eu agredi sexualmente uma repórter hoje? Parabéns à mídia, aí. Não quero conversa. Eu cometi uma violência sexual contra a imprensa hoje?”

Desrespeito ao jornalismo

Associações de jornalismo e a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) saíram em defesa da jornalista e do jornalismo. ANJ (Associação Nacional de Jornais), a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), e o Observatório da Liberdade de Imprensa da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) consideram a fala do presidente um desrespeito.

Em nota, a ANJ pontuou: “as insinuações do presidente buscam desqualificar o livre e exercício do jornalismo e confundir a opinião pública. Como infelizmente tem acontecido reiteradas vezes, o presidente se aproveita da presença de uma claque para atacar jornalistas, cujo trabalho é essencial para a sociedade e a preservação da democracia”.

O próprio PSL, ex-partido de Bolsonaro, saiu em defesa da jornalista. “A atitude, além de ofensiva, demonstra pouco apreço pela democracia”, disse a sigla.

Em carta, 20 governadores criticam Bolsonaro por não contribuir para 'evolução da democracia'.


presidente Jair Bolsonaro na saída do Palácio da Alvorada nesta segunda-feira, 17

Após os recentes ataques do presidente Jair Bolsonaro, vinte governadores assinaram uma carta aberta em que o criticam por fazer declarações que "não contribuem para a evolução da democracia no Brasil". Eles citam os recentes comentários do presidente sobre a investigação em curso do assassinato da vereadora Marielle Franco, em que Bolsonaro, segundo o documento, se antecipa "a investigações policiais para atribuir fatos graves à conduta das polícias e de seus Governadores".

Bolsonaro disse no sábado, 15, que o governador da Bahia, Rui Costa (PT), "mantém fortíssimos laços" com bandidos e que a "PM da Bahia, do PT" era responsável pela morte do ex-capitão do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro, Adriano da Nóbrega.

A carta também traz os os comentários de Bolsonaro em que desafiou que os chefes dos Executivos estaduais para que reduzissem, segundo a carta, "impostos vitais à sobrevivência dos Estados". Recentemente Bolsonaro havia dito que zeraria os impostos federais sobre combustíveis se todos os governadores abrissem mão do ICMS sobre os produtos.

O texto pede ainda que se observe "os limites institucionais com a responsabilidade que nossos mandatos exigem", e cobra: "Equilíbrio, sensatez e diálogo para entendimentos na pauta de interesse do povo é o que a sociedade espera de nós". Os governadores também convidam Bolsonaro para participar do próximo Fórum Nacional de Governadores, a ser realizado em 14 de abril.

Essa não é a primeira vez que governadores reagem a Bolsonaro através de uma carta de repúdio. Em maio de 2019, governadores de 13 Estados mais o Distrito Federal assinaram uma carta contra o decreto que facilitava o porte de armas e o acesso a munições no País, publicado pelo governo Jair Bolsonaro. No documento, eles argumentam que as novas regras podem piorar os indíces de violência nos Estados. O decreto acabou sendo suspenso pelo Senado. Em outubro, oito governadores do Nordeste publicaram um documento em solidariedade ao colega de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), chamado de “espertalhão” pelo presidente por fazer propaganda da versão estadual do décimo terceiro salário do Bolsa Família, um programa federal.

Assinaram a carta desta segunda-feira, 17, Gladson Cameli (Progressistas-AC), Renan Filho (MDB-AL), Waldez Góes (PDT-AP), Wilson Lima (PSC-AM), Rui Costa (PT-BA), Camilo Santana (PT-CE), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Flávio Dino (PCdoB-MA), Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), Romeu Zema (Novo-MG), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevedo (Cidadania-PB), Paulo Câmara (PSB-PE), Wellington Dias (PT-PI), Wilson Witzel (PSC-RJ), Fátima Bezerra (PT-RN), Eduardo Leite (PSDB-RS), João Doria, (PSDB-SP) e Belivaldo Chagas (PSD-SE).

Não assinaram o texto Ronaldo Caiado (DEM-GO), Mauro Mendes (DEM-MT), Ratinho Júnior (PSD-PR), Marcos Rocha (PSL-RO), Antônio Denarium (PSL-RR), Carlos Moisés (PSL-SC), Mauro Carlesse (DEM-TO).

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Imprensa da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), ligada à Secretaria de Governo da Presidência da República, e aguarda uma resposta.

PF confirma ameaça a ministros do STF, mas diz serem "genéricas".



BRASÍLIA (Reuters) - A Polícia Federal confirmou nesta segunda-feira ter encontrado nas últimas semanas em monitoramento de rotina "trocas de mensagens, via DeepWeb, com ofensas e ameaças a autoridades da República (ministros do Supremo Tribunal Federal)", mas ressalvou que as ameaças eram "genéricas e não traziam indícios de qualquer plano elaborado de possível atentado".

"Todavia, cumprindo seu papel institucional e de forma preventiva, a PF informou ao ministro Alexandre de Moraes, no âmbito do Inquérito n.º 4781, sobre a existência de tais mensagens", disse a PF em nota.

"As investigações, a cargo da PF, seguem em sigilo e tramitam com o objetivo de identificar os responsáveis pela difusão de tais mensagens", completou.

Moraes é relator de um inquérito aberto pelo presidente do STF, Dias Toffoli, no ano passado com o objetivo de investigar suspeitas de orquestração de ataques a ministros da corte e familiares. A abertura e o andamento desse inquérito são controvertidos porque não foi requisitada pela Procuradoria-Geral da República e alvo de crítica de uma série de entidades por não haver uma supervisão do caso.

Maia critica MBL e defende reforma tributária.




O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a defender a reforma tributária. Pelo Twitter, o deputado disse que o Brasil vive “um momento único para aprovar no Congresso as reformas que o País tanto precisa” e lamentou que “justo agora que a gente coloca a reforma tributária na mesa de discussão, alguns grupos usam fake news para confundir a sociedade”.

Maia é partidário da proposta de reforma do economista Bernard Appy, que unifica impostos e amplia a alíquota sobre o setor de serviços. Por isso, tanto Maia quanto a proposta de Appy vêm recebendo críticas do Movimento Brasil Livre (MBL), que se aliou a empresários do setor de serviços.

Em postagens recentes em suas redes sociais, o MBL, ao qual pertencem cinco deputados federais, argumenta que a união de PIS Cofins, IPI, ICMS e ISS em um único imposto significará “um aumento de 300% a 500% sobre serviços de transporte, saúde e educação”.

Em outra postagem, o movimento afirma que a alíquota única, proposta por Appy e defendida por Maia, “pode até parecer boa, mas vai acabar com o setor de serviços no Brasil”.

“O Parlamento está sempre aberto para ouvir e realizar um debate baseado em fatos. Não vai ser na base da mentira, da chantagem e da agressão que vamos ceder e deixar de fazer o que é correto pelo Brasil”, escreveu Maia no Twitter.

Os posts do parlamentar foram seguidos de um vídeo da série “Brasil em movimento”, patrocinado por parlamentares do Centrão, incluindo o próprio Maia.

No vídeo, intitulado “Entenda porque a Reforma Tributária vai tornar o Brasil mais justo”, o narrador diz que no País “os tributos atrapalham mais do que ajudam” e que agora “a sociedade abriu uma janela de oportunidade única no Congresso” para mudança do regime tributário.

A peça também apresenta trechos que argumentam pela redução dos impostos sobre consumo, o que penaliza os mais pobres, além de mostrar Rodrigo Maia em entrevista afirmando que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não será retomada pela Câmara “em hipótese nenhuma”.


Por que o  Presidente Bolsonaro se importa tanto com a morte do miliciano Adriao?



Jair Bolsonaro ofende repórter da Folha de São Paulo


Perícia em celulares de miliciano pode causar estrago ☀


Petroleiros mantêm greve, apesar das pressões📰


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